Mas rubias se ponen, mas trolas

É bem batido, mas eu gosto, sim.

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[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videoNegrão, magrinho, tu não dá dois puto por ele...[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_video

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[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videoE a história continua, que é outra mas é sempre a mesma...[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videoClaudia é uma puta vingativa 4

Finalmente dei a correntinha da chave pra ela, ela tava feliz. Passaram duas semanas que ela tava na correria do trabalho e acho que nem viu o amigo dela, o enfermeiro. Ou pelo menos foi o que pareceu, não tive coragem de perguntar, se ela não falava, eu também não falava. A Lucía tava feliz por a gente estar junto de novo, e quando os três estavam em casa, a gente se divertia pra caralho. Parecia que a Claudia não queria muito ver o cara. A gente transou pra cacete nessas duas semanas, em silêncio, tipo uma reza silenciosa entre nós dois.

Na manhã de segunda-feira seguinte, acordei, a menina já tinha ido pra escola, a Claudia tava séria. Não falou comigo. Perguntei se tinha alguma coisa. Ela me olhou em silêncio. "Veste que daqui a pouco a gente vai." Não perguntei pra onde nem nada. Ela tinha comprado um carro, que eu não conhecia, nem sabia que ela dirigia. Ela falou:

— Vamos no Detran, tirar a carteira profissional pra você… me recomendaram uma pessoa lá… um cargo alto… minhas amigas falaram que ele é meio tarado… eu podia pagar pela carteira… mas prefiro falar com esse senhor… — nem preciso dizer que ela tava linda, tinha se arrumado como se fosse sair.

— E pra que eu preciso da carteira?

— Já fazem quinze dias, tenho um conhecido que aluga táxis… você pode trabalhar num… — me senti um merda, odiava a ideia de ficar o dia inteiro dirigindo, pra ganhar dois reais, a grana que eu podia ganhar era o que a Claudia ganhava com meia consulta no consultório dela. Não falei nada, sabia que tinha que calar a boca e aceitar. Ela pareceu perceber meu estado e sorriu mais uma vez, vitoriosa. Fomos em silêncio até o lugar, ela perguntou por esse senhor, fomos onde nos indicaram, no primeiro andar. O cara apareceu na porta do escritório e fez um sinal pra Claudia entrar. Eu fiquei sentado esperando, passaram uns cinquenta minutos. Eu tava nervoso, minha cabeça fervia. E a pica tava doendo de tão desconfortável. Claudia saiu. Sorriu e fomos para um lugar onde tiraram uma foto minha. Em dez minutos, me deram o registro. Saímos em silêncio. Claudia falou:

— Amanhã você começa... vai ver esse senhor, chama Mauro, é conhecido de outra das meninas. Tenta não falar muito, parece que ele não tem muita paciência. Foca no trabalho e só. — Ela me notou sério, não sabia o que tinha acontecido com o cara do registro, mas ela estava ligada no que eu sentia. — Muda essa cara... não aconteceu nada de ruim...

Quando chegávamos na torre da Sacta, ela virou à direita e foi em direção a um tipo de lago que tem no final do lugar. Estava deserto naquela hora. Parou o carro e ficou em silêncio por um tempo. Tirou a chave, abaixou um pouco minha calça e liberou meu pau do aperto. Com a mão, envolveu meu membro.

— Bom, vou tentar imaginar o que essa cabecinha pensa que pode ter acontecido dentro do escritório... obviamente nada disso aconteceu... é um jogo... Entrei e o senhor me perguntou quem me mandou... falei que foi a Mary, uma enfermeira amiga... que conheci ele num bar e ele me recomendou. Talvez eu tenha ficado olhando pela janela de costas para o senhor, que se aproximou silencioso e apoiou as mãos na minha cintura... foi me envolvendo e subiu até meus peitos... talvez você imagine que virei a cabeça e beijei ele enquanto ele apalpava meus peitos... Depois virei para ele e chupei como um desesperado enquanto as mãos hábeis dele procuravam a entrada para minha xota... — Claudia pegou uns lenços e, envolvendo meu pau, começou a bater uma devagar. — Depois ele me pegou pela cintura e me apoiou na escrivaninha dele, puxou minha calcinha fio dental para o lado... liberou o pau dele e se aproximou... podia ter dito: "Preciso do registro profissional para o infeliz do meu marido que está aí fora"... naquele instante, ele podia ter enfiado fundo em mim. — Ela me sentiu perto e parou de me masturbar. — A gente se comeu de boca como amantes desesperados... ele sentou numa cadeira e me fez sentar de frente para ele enquanto continuava entretido. com os meus mamilos… talvez ele tenha dito algo como que eu era uma puta muito mais fina que a Mary… que podia pagar o registro de boa… que só tava atrás de pica… e isso me deixava louca de tesão… e eu dizer… sim, quero sua pica… adoro ser comida nesse escritório… gosto de me sentir puta e suja… talvez ele pediu pra eu chupar ele e me ajoelhar na frente dele, olhando na cara dele com cara de puta. Passando a língua nos lábios e chupando como a melhor… babando igual uma desesperada… enquanto ele podia ter levantado minha saia e dado tapas na minha bunda… enquanto me chamava de vadia suja… do jeito que ele gosta… que o único requisito pra te dar o registro era eu deixar meu telefone com ele… e que voltasse pra visitar ele em quinze dias pra repetir no escritório dele… eu podia ter dito siiiim… Siiiiim… enquanto chupava igual uma puta… também podia ter pedido pra ele gozar na minha boca e engolir tudo enquanto ele me dava, enquanto ele enfiava o dedo no meu cu e me bombava com ele – disse a Claudia, acelerando a punheta de novo – Se fosse assim, com certeza volto em quinze dias e ele deve ter meu telefone… você não ia ficar bravo, né… disse enquanto minha pica explodia nas mãos dela e ela me beijou fundo na boca, tinha um gosto amargo na boca. Tipo de sêmen.[/swf]

3 comentários - Mas rubias se ponen, mas trolas

UaaaaaaHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH......que puta esta mina!!!!
Bien ahi compañero.