Que mina gostosa e o cara filmando de boa, de boa...
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[/swf] Deve soar bonito em português... corno manso...[/swf]
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[/swf] E no penúltimo capítulo da Romi...[/swf] Romina e eu caminho para o inferno 20
Na sexta-feira, só consegui ouvir os gemidos das duas mulheres. Soube porque depois a Romi me contou que o Don encheu a Maricel mais duas vezes, assim como tinha feito com ela. As pernas da Maricel se agarravam às coxas do Don por trás, não deixando ele escapar, oferecendo-se o mais aberta possível para que ele gozasse bem fundo dentro dela. Ele tinha comido a Romi também, tinha dado nela pelo cu e, enquanto fazia isso, tinha dito à Maricel que, quando ela estivesse cheia, ia ter que provar a mesma coisa que a Romi, mas nunca antes de estar cheia. A Romi me disse que, enquanto ele falava assim e ela via ele comendo ela pelo cu, a Maricel não parava de se masturbar. A Maricel ia vir às terças e quintas quando saísse do trabalho. Ela ia se cuidar com o namorado para não correr riscos, disse que mesmo assim eles sempre faziam, e eu teria que me encarregar de cuidar da menina. A Romi me disse: "Já que você ainda não trabalha, o Don diz que você é um inútil e, como ele não tem problemas de grana, ele vai nos bancar por um tempo, mas você tem que colaborar, pelo menos entretendo sua filha". E assim foi. Eu não participei por um período de mais ou menos 20 dias. Essa foi a rotina. Uma noite, estávamos jantando e a Maricel veio preocupada para casa. O Don indicou que ela se sentasse conosco e me fez um sinal para deitar a menina. Fiz isso.
- Qual é o problema?
- Estou cheia... - O Don a puxou para perto dele e a colocou de cavalinho, tirou a calcinha fio-dental para o lado e começou a comê-la devagar, olhando nos olhos dela. A Romi não dizia nem fazia nada.
- Seu namorado bebe...?
- Não... não muito... só algum licor...
- Bom... agora você vai ir para sua casa... vai tomar um licor com ele e vai dizer que falta muito pouco para casar, que você não acha que haja risco... que quer experimentar sem camisinha... sim...?
- Ai... me sinto uma puta...
- Você é minha puta... e daqui a pouco meu cuzinho também...
- Ahhh... não fala assim comigo... ahhh......ahh.....ahhh............ A cabeça dela caiu sobre o ombro do Don. ela chorava copiosamente, ele acariciava seu rosto. Ele a tirou de cima dele, agora vai pra casa e faz o que eu te digo.
- Mas olha que ele sempre me rejeita.
- Chupa ele um pouco… esquenta ele… e depois diz que vai engolir toda a porra, mas que primeiro ele tem que te comer um pouco. E aí você tem que espremer ele.
Ela ficou mais um pouco conversando e foi embora. O dono tinha um olhar triunfante, parecia um imperador, Romi estava ao lado e olhava para ele entre excitada e irritada.
- Hoje vou te dar porra no cuzinho… eh putinha…? – o rosto de Romi se iluminou, ele a puxou para perto e começou a comer ela pela buceta, também de cavalinho, depois se despiram e foram para o quarto.
- Junta as roupas… o dono me disse e fechou a porta do quarto.
O dono nos avisou que tinha umas coisas para fazer e por uns dias não viria. Maricel entrou em contato e contou a Romi que tudo saiu como o dono tinha dito, que percebeu que o Gustavo adorava mais que chupassem o pau dele do que transar, eu pensava como o dono percebia essas coisas. Que ele tinha enchido ela e que provavelmente tinha engravidado ela, e as duas riram como meninas arteiras.
Quando o dono reapareceu, faltavam dois dias para o casamento a que Romi e eu estávamos convidadas. O dono me disse que eu não poderia ir e que sua sobrinha não iria sozinha.
Senti uma pontada, pensei em protestar mas não havia nada a dizer. Assim foi, no dia da festa foram os dois. Eu esperava que Romi me contasse o que tinha acontecido, o dono com certeza estava tramando algo.
A noite de sábado voltaram de madrugada, foram direto para o quarto e ficaram transando quase até as 10 da manhã, quando acabaram o dono saiu do quarto e me disse que tinha que pegar um ônibus, que por alguns meses tinha muitos compromissos.
- Consegui um trabalho, seria uma pena se você não tivesse onde morar.
Entrei no quarto, Romi estava nua sobre a cama de bunda para cima, a porra tinha se acumulado na entrada do cuzinho dela e comecei a lambê-la com delicadeza, Coloquei ela de lado e fui enfiando aos poucos, percebi que ela estava um pouco bêbada, me sentia irritado e perverso, não hesitei e fui enfiando bem fundo, sentia seu cuzinho quentinho e cremoso, cheio. Comecei a meter bem forte e ritmado, pensava que ela era uma puta e merecia ter o cu bem arrombado, ela, por outro lado, não sofria, gemía como uma puta safada.
- Sim, papai… sim… sou sua puta… como você fez com a puta da Maricel… - naquele momento enchi suas entranhas, não pude acreditar no que ela dizia, como ele tinha comido a Maricel, quando? Saí rápido do quarto, não queria que ela percebesse que tinha sido eu quem a tinha comido. Fui para o quarto de hóspedes e dormi mais um pouco. A menina veio me acordar porque estava procurando uns brinquedos no quarto, me perguntou o que eu fazia ali e eu disse que acordei no meio da noite e fiquei lendo no quarto e acabei dormindo. Ela queria ir acordar a mamãe, eu disse que quando a porta do quarto está fechada não se pode entrar, por sorte a Romi apareceu vestida na porta e eu respirei aliviado. Esperei a hora em que ela me contaria o que tinha acontecido. Romi veio ao quarto.
- E o tio…?
- Foi embora… parece que tinha uns compromissos… por uns meses não volta… - ela se conteve para não xingar, a menina estava ali.
- Não me avisou nada.
Depois do almoço pedi que ela me contasse o que tinha acontecido na festa. Te conto na cama, à noite. Ela me amarrou na cama nu, trancou a porta do quarto, por precaução, e me contou, enquanto de vez em quando apertava meu pau ou me masturbava um pouco.
- Quando a Maricel o viu não podia acreditar… o apresentei como meu tio… pedi desculpas por não ter avisado que ia com ele… mas que não tinha coragem de ir sozinha… e como você estava viajando… tudo isso na frente do marido…
- Muito prazer, senhor… disse a Maricel beijando-o na bochecha…
- O prazer é meu… sou José para servi-la… - Maricel esboçou um sorriso e foi com o namorado. Já no salão, Maricel ficou o tempo todo de olho no senhor… tentando não deixar ninguém perceber. O senhor percorreu o salão e encontrou um quarto, subindo uma pequena escada, que ficava ao lado dos banheiros onde guardavam os presentes. Naquele momento seu rosto se iluminou, ele me disse para esperar ali. Desceu, pegou Maricel pela cintura com naturalidade e sussurrou no ouvido dela... depois subiu comigo e entrou no quarto, me fez chupar seu pau um tempo. A porta se abriu, eu me assustei, mas era Maricel, o senhor não disse nada, ficaram se olhando nos olhos pelo que pareceu uma eternidade, ele pegou a mão dela, puxou-a para si, a fez passar direto e a empurrou sobre uma mesinha que havia, a fez se apoiar com a bunda empinada, todos os seus peitos esmagados sobre a mesa.
—Que linda está a noiva… —disse o senhor— e que puta que é… enganando o noivo no dia do casamento —levantou o vestido de noiva e puxou a calcinha que ela tinha, tirou-a e guardou no bolso—
—Não está certo o que estou fazendo… me sinto uma puta… —disse Maricel com uma voz que soava muito excitada—
—Você é uma puta… está se casando com seu noivo cheia de outro e agora vou encher suas entranhas de porra também —cuspiu na bunda dela, meteu um pouco na buceta para lubrificar e aos poucos foi enfiando no cu, Maricel começou a gemer muito alto, fazia muito barulho, o senhor virou a cabeça e me disse:
—Vai lá na porta, avisa se alguém se aproximar… —eu olhava de vez em quando para fora e voltava a olhar para eles, Maricel gozava como uma porca, o senhor a levantou um pouco da mesa e o vestido, que era preso nos ombros e muito decotado, deslizou para os lados, libertando seus peitos do confinamento, como a tinha enfiada, sentou-se em uma cadeira que havia no lugar com Maricel sempre enfiada sobre ele, eu via seus peitos e me sentia muito excitado, o senhor falou.
—Será que o noivo está te procurando…?
—Ahhh… que filho da puta… ahhhh… ahhhh… ahhhh…
—Ele deve estar pensando que você foi ao banheiro fazer xixi… e vai estar limpando essa coisinha linda O que você tem…?
- Ahhh… eu vou gozar… ai… não aguento mais… enche minha bunda de porra… quero sentir você…
- Se você quiser, eu dou… mas não vou devolver sua calcinha… e você não vai se limpar até antes de ir embora… você quer mesmo assim…?
- Filho da puta… sim…!!! Me dá tudo…!!! Ayyy… ahh…..
- Você vai descer com a bunda cheia e vai dar um beijo no seu namorado… enquanto sente, de vez em quando… minha porra escorrendo da sua bunda. Maricel jogou a cabeça para trás apoiando no ombro do dono, seu rosto transfigurado. - Não sei o que você vai dizer pro seu marido sobre a calcinha. Vai agora, porquinha. Ajudei ela a levantar e empurrei para a sala. Nós espiamos para a sala, Maricel foi até o namorado e deu um beijo profundo na boca. Que geração de putas, disse o dono.[/swf]
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Na sexta-feira, só consegui ouvir os gemidos das duas mulheres. Soube porque depois a Romi me contou que o Don encheu a Maricel mais duas vezes, assim como tinha feito com ela. As pernas da Maricel se agarravam às coxas do Don por trás, não deixando ele escapar, oferecendo-se o mais aberta possível para que ele gozasse bem fundo dentro dela. Ele tinha comido a Romi também, tinha dado nela pelo cu e, enquanto fazia isso, tinha dito à Maricel que, quando ela estivesse cheia, ia ter que provar a mesma coisa que a Romi, mas nunca antes de estar cheia. A Romi me disse que, enquanto ele falava assim e ela via ele comendo ela pelo cu, a Maricel não parava de se masturbar. A Maricel ia vir às terças e quintas quando saísse do trabalho. Ela ia se cuidar com o namorado para não correr riscos, disse que mesmo assim eles sempre faziam, e eu teria que me encarregar de cuidar da menina. A Romi me disse: "Já que você ainda não trabalha, o Don diz que você é um inútil e, como ele não tem problemas de grana, ele vai nos bancar por um tempo, mas você tem que colaborar, pelo menos entretendo sua filha". E assim foi. Eu não participei por um período de mais ou menos 20 dias. Essa foi a rotina. Uma noite, estávamos jantando e a Maricel veio preocupada para casa. O Don indicou que ela se sentasse conosco e me fez um sinal para deitar a menina. Fiz isso.
- Qual é o problema?
- Estou cheia... - O Don a puxou para perto dele e a colocou de cavalinho, tirou a calcinha fio-dental para o lado e começou a comê-la devagar, olhando nos olhos dela. A Romi não dizia nem fazia nada.
- Seu namorado bebe...?
- Não... não muito... só algum licor...
- Bom... agora você vai ir para sua casa... vai tomar um licor com ele e vai dizer que falta muito pouco para casar, que você não acha que haja risco... que quer experimentar sem camisinha... sim...?
- Ai... me sinto uma puta...
- Você é minha puta... e daqui a pouco meu cuzinho também...
- Ahhh... não fala assim comigo... ahhh......ahh.....ahhh............ A cabeça dela caiu sobre o ombro do Don. ela chorava copiosamente, ele acariciava seu rosto. Ele a tirou de cima dele, agora vai pra casa e faz o que eu te digo.
- Mas olha que ele sempre me rejeita.
- Chupa ele um pouco… esquenta ele… e depois diz que vai engolir toda a porra, mas que primeiro ele tem que te comer um pouco. E aí você tem que espremer ele.
Ela ficou mais um pouco conversando e foi embora. O dono tinha um olhar triunfante, parecia um imperador, Romi estava ao lado e olhava para ele entre excitada e irritada.
- Hoje vou te dar porra no cuzinho… eh putinha…? – o rosto de Romi se iluminou, ele a puxou para perto e começou a comer ela pela buceta, também de cavalinho, depois se despiram e foram para o quarto.
- Junta as roupas… o dono me disse e fechou a porta do quarto.
O dono nos avisou que tinha umas coisas para fazer e por uns dias não viria. Maricel entrou em contato e contou a Romi que tudo saiu como o dono tinha dito, que percebeu que o Gustavo adorava mais que chupassem o pau dele do que transar, eu pensava como o dono percebia essas coisas. Que ele tinha enchido ela e que provavelmente tinha engravidado ela, e as duas riram como meninas arteiras.
Quando o dono reapareceu, faltavam dois dias para o casamento a que Romi e eu estávamos convidadas. O dono me disse que eu não poderia ir e que sua sobrinha não iria sozinha.
Senti uma pontada, pensei em protestar mas não havia nada a dizer. Assim foi, no dia da festa foram os dois. Eu esperava que Romi me contasse o que tinha acontecido, o dono com certeza estava tramando algo.
A noite de sábado voltaram de madrugada, foram direto para o quarto e ficaram transando quase até as 10 da manhã, quando acabaram o dono saiu do quarto e me disse que tinha que pegar um ônibus, que por alguns meses tinha muitos compromissos.
- Consegui um trabalho, seria uma pena se você não tivesse onde morar.
Entrei no quarto, Romi estava nua sobre a cama de bunda para cima, a porra tinha se acumulado na entrada do cuzinho dela e comecei a lambê-la com delicadeza, Coloquei ela de lado e fui enfiando aos poucos, percebi que ela estava um pouco bêbada, me sentia irritado e perverso, não hesitei e fui enfiando bem fundo, sentia seu cuzinho quentinho e cremoso, cheio. Comecei a meter bem forte e ritmado, pensava que ela era uma puta e merecia ter o cu bem arrombado, ela, por outro lado, não sofria, gemía como uma puta safada.
- Sim, papai… sim… sou sua puta… como você fez com a puta da Maricel… - naquele momento enchi suas entranhas, não pude acreditar no que ela dizia, como ele tinha comido a Maricel, quando? Saí rápido do quarto, não queria que ela percebesse que tinha sido eu quem a tinha comido. Fui para o quarto de hóspedes e dormi mais um pouco. A menina veio me acordar porque estava procurando uns brinquedos no quarto, me perguntou o que eu fazia ali e eu disse que acordei no meio da noite e fiquei lendo no quarto e acabei dormindo. Ela queria ir acordar a mamãe, eu disse que quando a porta do quarto está fechada não se pode entrar, por sorte a Romi apareceu vestida na porta e eu respirei aliviado. Esperei a hora em que ela me contaria o que tinha acontecido. Romi veio ao quarto.
- E o tio…?
- Foi embora… parece que tinha uns compromissos… por uns meses não volta… - ela se conteve para não xingar, a menina estava ali.
- Não me avisou nada.
Depois do almoço pedi que ela me contasse o que tinha acontecido na festa. Te conto na cama, à noite. Ela me amarrou na cama nu, trancou a porta do quarto, por precaução, e me contou, enquanto de vez em quando apertava meu pau ou me masturbava um pouco.
- Quando a Maricel o viu não podia acreditar… o apresentei como meu tio… pedi desculpas por não ter avisado que ia com ele… mas que não tinha coragem de ir sozinha… e como você estava viajando… tudo isso na frente do marido…
- Muito prazer, senhor… disse a Maricel beijando-o na bochecha…
- O prazer é meu… sou José para servi-la… - Maricel esboçou um sorriso e foi com o namorado. Já no salão, Maricel ficou o tempo todo de olho no senhor… tentando não deixar ninguém perceber. O senhor percorreu o salão e encontrou um quarto, subindo uma pequena escada, que ficava ao lado dos banheiros onde guardavam os presentes. Naquele momento seu rosto se iluminou, ele me disse para esperar ali. Desceu, pegou Maricel pela cintura com naturalidade e sussurrou no ouvido dela... depois subiu comigo e entrou no quarto, me fez chupar seu pau um tempo. A porta se abriu, eu me assustei, mas era Maricel, o senhor não disse nada, ficaram se olhando nos olhos pelo que pareceu uma eternidade, ele pegou a mão dela, puxou-a para si, a fez passar direto e a empurrou sobre uma mesinha que havia, a fez se apoiar com a bunda empinada, todos os seus peitos esmagados sobre a mesa.
—Que linda está a noiva… —disse o senhor— e que puta que é… enganando o noivo no dia do casamento —levantou o vestido de noiva e puxou a calcinha que ela tinha, tirou-a e guardou no bolso—
—Não está certo o que estou fazendo… me sinto uma puta… —disse Maricel com uma voz que soava muito excitada—
—Você é uma puta… está se casando com seu noivo cheia de outro e agora vou encher suas entranhas de porra também —cuspiu na bunda dela, meteu um pouco na buceta para lubrificar e aos poucos foi enfiando no cu, Maricel começou a gemer muito alto, fazia muito barulho, o senhor virou a cabeça e me disse:
—Vai lá na porta, avisa se alguém se aproximar… —eu olhava de vez em quando para fora e voltava a olhar para eles, Maricel gozava como uma porca, o senhor a levantou um pouco da mesa e o vestido, que era preso nos ombros e muito decotado, deslizou para os lados, libertando seus peitos do confinamento, como a tinha enfiada, sentou-se em uma cadeira que havia no lugar com Maricel sempre enfiada sobre ele, eu via seus peitos e me sentia muito excitado, o senhor falou.
—Será que o noivo está te procurando…?
—Ahhh… que filho da puta… ahhhh… ahhhh… ahhhh…
—Ele deve estar pensando que você foi ao banheiro fazer xixi… e vai estar limpando essa coisinha linda O que você tem…?
- Ahhh… eu vou gozar… ai… não aguento mais… enche minha bunda de porra… quero sentir você…
- Se você quiser, eu dou… mas não vou devolver sua calcinha… e você não vai se limpar até antes de ir embora… você quer mesmo assim…?
- Filho da puta… sim…!!! Me dá tudo…!!! Ayyy… ahh…..
- Você vai descer com a bunda cheia e vai dar um beijo no seu namorado… enquanto sente, de vez em quando… minha porra escorrendo da sua bunda. Maricel jogou a cabeça para trás apoiando no ombro do dono, seu rosto transfigurado. - Não sei o que você vai dizer pro seu marido sobre a calcinha. Vai agora, porquinha. Ajudei ela a levantar e empurrei para a sala. Nós espiamos para a sala, Maricel foi até o namorado e deu um beijo profundo na boca. Que geração de putas, disse o dono.[/swf]
5 comentários - Cornudos filmando e a Romi continua