Par de vídeos daquilo do banheiro, claro.
Continua a história da Romi, um capítulo que é uma pequena introdução para que tudo continue indo pro caralho.
Obrigado a todos que fazem p
[/swf]http://www.xvideos.com/video237631/husband_films_wife_fucking_in_bathroom[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.xvideos.com/video237631/husband_films_wife_fucking_in_bathroom[/swf]
[/swf] O outro do banheiro também[/swf]
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Assim passaram mais duas semanas, nas quais voltei para casa e, às terças e sextas, a situação foi a mesma: Romi sozinha em casa, nua na cama e recém-cheia de porra. Eu não sabia aonde isso ia nos levar, mas uma reviravolta inesperada modificou nossas vidas para sempre.
Uma segunda-feira de setembro, eu esperava a Romi para que ela me pegasse na saída do trabalho. Ela não chegava, o celular dela não atendia. Fiquei cada vez mais preocupado com o passar do tempo. Finalmente, tive notícias dela. Ao descer do trem, dois assaltantes haviam arrancado a bolsa dela. Romi caiu e bateu a cabeça com muita força. Ela estava bem, mas havia perdido o bebê. Senti que ia morrer, não tinha vontade de viver. Sentia que precisava estar com a Romi, mas a dor era maior que tudo, e eu desejava ficar sozinho. Mesmo assim, fui vê-la. Ela também estava destruída. Nos abraçamos e choramos como duas crianças. Ficamos uma eternidade abraçados e chorando, não havia consolo.
Passaram-se três meses, nos quais lentamente fomos ficando um pouco melhor. Romi não recebia ninguém em casa; vários conhecidos tinham querido passar para visitá-la, mas ela não os recebeu. Só depois de seis meses começamos a transar de novo. Romi me pediu que me cuidasse, que não queria engravidar novamente. Eu teria adorado fazer outro filho com ela, sentia que era uma espécie de reparação e não entendia a recusa da Romi.
Estávamos perto do aniversário dela. Convidamos meus pais e sogros para casa. Romi ficou muito séria e não deu atenção a ninguém. Minha sogra insistia que éramos jovens e tínhamos que tentar de novo, mas Romi a olhava com raiva e não dizia nada. Depois da festa, fizemos amor como há muito tempo não fazíamos, mas com camisinha, como era o costume.
A partir daquele momento, me parecia cada vez mais estranho que Romi não quisesse tentar de novo. Pensava que talvez eu estivesse fazendo algo errado. Não sabia com quem conversar, me sentia... confuso. Naquele fim de semana, Romi foi para o litoral com os pais e a menina, eu estava sozinho em casa, fiz um churrasco só para mim e aproveitei para pensar enquanto acabava com uma garrafa de bom vinho tinto. Era domingo, eu estava sozinho e confuso, quando a campainha tocou. Fui abrir sem nem pensar em quem poderia ser. Quando vi o senhor José, fiquei paralisado. Convidei-o para entrar, ele veio comigo para o jardim. - Queria dar um oi pra vocês, imagino que estejam muito magoados. - Eu estava tonto por causa do vinho e tinha a sensação de que poderia dizer coisas das quais me arrependeria, e obviamente me dediquei a explicar o que estava acontecendo comigo. Disse que Romi não queria engravidar de novo, que já havíamos conversado sobre isso muitas vezes e que não tinha jeito de fazê-la entender. Ele me olhou seriamente e disse: - Olha, meu filho, eu não entendo a sua geração. O que quer dizer que "conversei com ela"? Não tem nada pra conversar, é só botar um filho nela, só isso. - Mas é que ela não quer... me rejeita... não sei o que fazer... - Mas você é burro ou o quê? O que você quer, que eu te mostre como se faz? - Minha cabeça estava girando. - O senhor tem razão, desculpe, eu não devia estar contando isso... me desculpe. - Disse com a voz mais idiota que já saiu de mim. - Bom, se você quiser, posso te mostrar como se faz... - e ele riu com uma risada potente. Um silêncio pesado se instalou entre nós. Nós dois nos estudávamos, ele percebeu que eu não estava nas melhores condições. Não podia acreditar que eu estava hesitando, mas percebia - aquele homem era muito diferente de qualquer outro que eu já tivesse conhecido. Olha, cara... porque você é um cara... domingo que vem, nesse mesmo horário, vou vir aqui ver vocês... vou te mostrar como convenço ela... mas depois você vai me arrumar um cantinho na sua casa... até sua mulher ficar bem cheia, pelo menos... - ele me olhava, me estudando, eu sentia meu pau prestes a explodir, não respondi nada, estava bem tonto por causa do vinho. Ele se levantou e disse que no domingo ele vinha nos cumprimentarmos. Se estivéssemos sem a menina, ela entenderia que eu concordava com tudo. Se não, ela iria embora como veio. Ela disse que conhecia o caminho e se dirigiu à porta de saída. Não bebi mais nada o resto da tarde, a cabeça estava girando, pensava na Romi, o que aconteceria com ela se visse o don José. Não sabia o que pensar, por um lado me parecia que ela não iria querer nada com o dono, mas por outro lado a dúvida era mais forte. O preço de comprovar isso era muito alto. Quando me deitei, lembrei das imagens de quando o dono a tinha comido na cozinha, me masturbei lembrando e depois dormi tranquilo.[/swf][/swf]
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Assim passaram mais duas semanas, nas quais voltei para casa e, às terças e sextas, a situação foi a mesma: Romi sozinha em casa, nua na cama e recém-cheia de porra. Eu não sabia aonde isso ia nos levar, mas uma reviravolta inesperada modificou nossas vidas para sempre.
Uma segunda-feira de setembro, eu esperava a Romi para que ela me pegasse na saída do trabalho. Ela não chegava, o celular dela não atendia. Fiquei cada vez mais preocupado com o passar do tempo. Finalmente, tive notícias dela. Ao descer do trem, dois assaltantes haviam arrancado a bolsa dela. Romi caiu e bateu a cabeça com muita força. Ela estava bem, mas havia perdido o bebê. Senti que ia morrer, não tinha vontade de viver. Sentia que precisava estar com a Romi, mas a dor era maior que tudo, e eu desejava ficar sozinho. Mesmo assim, fui vê-la. Ela também estava destruída. Nos abraçamos e choramos como duas crianças. Ficamos uma eternidade abraçados e chorando, não havia consolo.
Passaram-se três meses, nos quais lentamente fomos ficando um pouco melhor. Romi não recebia ninguém em casa; vários conhecidos tinham querido passar para visitá-la, mas ela não os recebeu. Só depois de seis meses começamos a transar de novo. Romi me pediu que me cuidasse, que não queria engravidar novamente. Eu teria adorado fazer outro filho com ela, sentia que era uma espécie de reparação e não entendia a recusa da Romi.
Estávamos perto do aniversário dela. Convidamos meus pais e sogros para casa. Romi ficou muito séria e não deu atenção a ninguém. Minha sogra insistia que éramos jovens e tínhamos que tentar de novo, mas Romi a olhava com raiva e não dizia nada. Depois da festa, fizemos amor como há muito tempo não fazíamos, mas com camisinha, como era o costume.
A partir daquele momento, me parecia cada vez mais estranho que Romi não quisesse tentar de novo. Pensava que talvez eu estivesse fazendo algo errado. Não sabia com quem conversar, me sentia... confuso. Naquele fim de semana, Romi foi para o litoral com os pais e a menina, eu estava sozinho em casa, fiz um churrasco só para mim e aproveitei para pensar enquanto acabava com uma garrafa de bom vinho tinto. Era domingo, eu estava sozinho e confuso, quando a campainha tocou. Fui abrir sem nem pensar em quem poderia ser. Quando vi o senhor José, fiquei paralisado. Convidei-o para entrar, ele veio comigo para o jardim. - Queria dar um oi pra vocês, imagino que estejam muito magoados. - Eu estava tonto por causa do vinho e tinha a sensação de que poderia dizer coisas das quais me arrependeria, e obviamente me dediquei a explicar o que estava acontecendo comigo. Disse que Romi não queria engravidar de novo, que já havíamos conversado sobre isso muitas vezes e que não tinha jeito de fazê-la entender. Ele me olhou seriamente e disse: - Olha, meu filho, eu não entendo a sua geração. O que quer dizer que "conversei com ela"? Não tem nada pra conversar, é só botar um filho nela, só isso. - Mas é que ela não quer... me rejeita... não sei o que fazer... - Mas você é burro ou o quê? O que você quer, que eu te mostre como se faz? - Minha cabeça estava girando. - O senhor tem razão, desculpe, eu não devia estar contando isso... me desculpe. - Disse com a voz mais idiota que já saiu de mim. - Bom, se você quiser, posso te mostrar como se faz... - e ele riu com uma risada potente. Um silêncio pesado se instalou entre nós. Nós dois nos estudávamos, ele percebeu que eu não estava nas melhores condições. Não podia acreditar que eu estava hesitando, mas percebia - aquele homem era muito diferente de qualquer outro que eu já tivesse conhecido. Olha, cara... porque você é um cara... domingo que vem, nesse mesmo horário, vou vir aqui ver vocês... vou te mostrar como convenço ela... mas depois você vai me arrumar um cantinho na sua casa... até sua mulher ficar bem cheia, pelo menos... - ele me olhava, me estudando, eu sentia meu pau prestes a explodir, não respondi nada, estava bem tonto por causa do vinho. Ele se levantou e disse que no domingo ele vinha nos cumprimentarmos. Se estivéssemos sem a menina, ela entenderia que eu concordava com tudo. Se não, ela iria embora como veio. Ela disse que conhecia o caminho e se dirigiu à porta de saída. Não bebi mais nada o resto da tarde, a cabeça estava girando, pensava na Romi, o que aconteceria com ela se visse o don José. Não sabia o que pensar, por um lado me parecia que ela não iria querer nada com o dono, mas por outro lado a dúvida era mais forte. O preço de comprovar isso era muito alto. Quando me deitei, lembrei das imagens de quando o dono a tinha comido na cozinha, me masturbei lembrando e depois dormi tranquilo.[/swf][/swf]
0 comentários - No banheiro, a safada Romi continua