Romi no banheiro, e ela continua

Par de vídeos curtos daquela parada do banheiro, claro.
Segue a história da Romi, um capítulo que é uma pequena introdução pra tudo continuar indo pro caralho.
Valeu pra quem faz p


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[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videoO outro do banho também[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_video

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Assim se passaram mais duas semanas em que voltei pra casa e, nas terças e sextas, a situação era a mesma: Romi sozinha em casa, pelada na cama e recém-cheia de porra. Não sabia aonde isso ia nos levar, mas um imprevisto mudou nossa vida pra sempre.

Numa segunda-feira de setembro, esperava a Romi pra ela me buscar na saída do trabalho. Ela não chegava, o celular dela não atendia. Ficava cada vez mais preocupado com o passar do tempo, até que finalmente tive notícias dela. Ao descer do trem, dois ladrões tinham roubado a bolsa dela. Romi tinha caído e se batido muito forte. Ela estava bem, mas tinha perdido o bebê. Senti que ia morrer, não tinha vontade de viver. Sentia que precisava estar com a Romi, mas a dor era maior que tudo e eu queria ficar sozinho. Mesmo assim, fui vê-la. Ela também estava destruída. Nos abraçamos e choramos como duas crianças. Ficamos uma eternidade abraçados e chorando, não havia consolo.

Passaram-se três meses em que lentamente fomos melhorando um pouco. Romi não recebia ninguém em casa; vários conhecidos tinham passado pra cumprimentá-la, mas ela não os recebeu. Só depois de seis meses começamos a transar de novo. Romi me pediu pra me cuidar, que não queria engravidar de novo. Eu teria gostado de fazer um filho nela de novo, sentia que era uma espécie de reparação e não entendia a recusa da Romi.

Estávamos perto do aniversário dela. Convidamos meus pais e sogros pra casa. Romi ficou muito séria e não deu atenção a ninguém. Minha sogra insistia que éramos jovens e tínhamos que tentar de novo, mas Romi olhava pra ela com raiva e não dizia nada. Depois da festa, transamos como não fazia há muito tempo, mas com a camisinha, como de costume.

A partir desse momento, parecia cada vez mais estranho que Romi não quisesse tentar de novo. Pensava que talvez eu estivesse fazendo algo errado. Não sabia a quem recorrer, me sentia... confuso.
Naquele fim de semana, a Romi foi pra costa com os pais e a menina, fiquei sozinho em casa, fiz um churrasco só pra mim e aproveitei pra pensar enquanto tomava uma garrafa de um bom vinho tinto. Era domingo, tava sozinho e confuso, de repente a campainha tocou, fui abrir sem nem pensar em quem podia ser. Quando vi o seu José, fiquei petrificado.
Deixei ele entrar, ele veio comigo pro jardim.
— Queria dar um alô, acho que vocês devem estar bem abalados. — Eu tava tonto do vinho e parecia que podia falar um monte de merda que ia me arrepender, e obviamente me dediquei a explicar o que tava rolando, falei que a Romi não queria engravidar de novo, que a gente já tinha conversado várias vezes e que não tinha jeito dela entender. Ele me olhou sério e falou:
— Olha, meu filho, eu não entendo a sua geração, o que quer dizer com "conversar com ela"? Não tem conversa, é só fazer um filho nela, e pronto.
— Mas é que ela não quer..., me rejeita..., não sei o que fazer...
— Mas você é burro ou o quê..., quer que eu te mostre como se faz? — Minha cabeça tava rodando.
— O senhor tem razão, me desculpa, não devia ter contado isso..., me perdoa. — Falei com a voz mais idiota que já saiu de mim.
— Bom, se você quiser, posso te mostrar como se faz... — e ele riu com uma risada forte, um silêncio pesado caiu entre nós. Ficamos nos encarando, ele percebeu que eu não tava no meu melhor estado. Não acreditava que eu tava na dúvida, mas ele sentia, aquele homem era muito diferente de qualquer outro que eu já conheci.
Olha, eu duvidei..., porque você é um duvidoso..., domingo que vem, nesse mesmo horário, vou vir ver vocês..., vou te mostrar como convenço ela..., mas depois você vai me arrumar um cantinho na sua casa..., até sua mulher ficar cheia, pelo menos.... — Ele me olhava me analisando, eu sentia meu pau prestes a explodir, não respondi nada, tava bem tonto do vinho. Ele se levantou e disse que no domingo vinha. Nos cumprimentar. Se não estivéssemos com a menina, eu ia entender que tava de acordo com tudo. Se não, ela ia embora do mesmo jeito que veio. Me disse que conhecia o caminho e foi em direção à porta de saída. Não bebi mais nada a tarde toda, minha cabeça tava rodando, pensando na Romi, o que ia acontecer se ela visse o Dom José. Não sabia o que pensar, por um lado me parecia que ela não ia querer nada com o Dom, mas por outro lado a dúvida era mais forte. O preço pra descobrir era muito caro. Quando me deitei, lembrava das imagens de quando o Dom comeu ela na cozinha, me masturbei lembrando e depois dormi tranquilo.[/swf][/swf]

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