Mais um vídeozinho da Klixen, uma gênia a morena, e que carinha, pelo amor de Deus.
E uma história que escrevi há um tempo, de uns quatro ou cinco capítulos, vai o primeiro.
Na época, mandei pra um site de contos e me disseram que não podia publicar. Insisto no de sempre: é um conto, uma história, a vida é outra coisa.
http://ph-static.phncdn.com/flash/embed_player_v1.3.swf?options
[/swf]http://ph-static.phncdn.com/flash/embed_player_v1.3.swf?optionshttp://www.pornhub.com/view_video.php?viewkey=547529524[/swf]http://ph-static.phncdn.com/flash/embed_player_v1.3.swf?optionsEu queria ser estuprada
Meu nome é Aldo, cresci na zona sul da grande Buenos Aires, numa área bem pobre. Desde moleque eu gostava da Raquel, uma morena que, mesmo não sendo lá muito bonita de rosto, tinha um corpo que enlouquecia todo mundo. A Raquel começou a reparar em mim e, com o tempo, a gente começou a namorar. Ficamos juntos por um tempão até eu arrumar um emprego, tava estudando na universidade e decidimos casar. Quando éramos mais novos, eu costumava jogar bola nuns campinhos de futebol num terreno baldio. Um dos caras que jogava se chamava Manuel, era meio sem-vergonha e diziam que ele tinha abusado de algumas minas na marra. Ele sempre me enchia o saco com a Raquel, falando que era uma gostosa e que, se ele pegasse ela, ia fazer ela recitar o alfabeto inteiro. Várias vezes a gente se pegou na porrada e eu jurava que ia quebrar a boca dele pra ele não falar mais merda.
O tempo foi passando, a Raquel tinha se transformado numa mulher exuberante, as curvas do corpo dela faziam a gente esquecer que o rosto não era lá essas coisas. Nossa relação sempre foi de muito amor e compreensão, e nos nossos quatro primeiros anos de casados a gente trepava igual coelho toda hora. A Raquel gostava de tudo na cama e vivia me dizendo que adorava tudo que eu fazia com ela, que eu era o macho dela e que a deixava louca. No quinto ano de casamento, parecia que o fogo tava começando a apagar. A gente já não era tão fogoso e eu não entendia direito o motivo, talvez fosse a rotina. O negócio é que minha mulher começou, aos poucos, a me perguntar sobre minhas fantasias. Eu contava algumas, mas outras eu não tinha coragem. Ela me dizia que queria ser estuprada e pedia pra eu fazer o papel de estuprador, mas sem machucar ela, que era só uma brincadeira. Por um bom tempo, a gente continuou curtindo nosso jogo, mas parecia que a cada vez a gente precisava de mais. Eu curtia aquela mulher com prazer e meu coração se partia só de pensar em outro cara possuindo ela, mas ao mesmo tempo eu tinha fantasias de outro homem entrando em casa. Quando ela estava sozinha e eu a estupro, aproveitando dela à vontade. A fogosidade dos nossos encontros aumentou, nós dois estávamos muito satisfeitos, o que cada um devia ter na cabeça nos mantinha num estado de tesão constante.
Uma manhã, indo de trem pro trabalho, cruzei com o Manuel. Ele tava bem rústico, atrás de uma garota, apalpando a bunda dela disfarçadamente. Imaginei que era a minha Raquel e tive uma ereção na hora. Quando estávamos descendo do trem, ele me olhou e me reconheceu: "O que cê tá fazendo, Aldo, maluco, como cê tá?" "Bem." Começamos a bater papo sobre nossas vidas. Ele não tinha casado, me disse, porque gostava de todas. Fomos tomar um café, contei que tinha casado com a Raquel, e ele suspirou: "Que gostosa aquela, e pensar que você ficava puto quando eu te comia, hein?" E me deu uma cotovelada nas costelas. Mais adiante na conversa, ele comentou que fazia interiores de armários, que era marceneiro e muito bom. Meus armários não tinham gavetas nem prateleiras, e eu o imaginei trabalhando no nosso quarto, perto da minha mulher, e tive outra ereção. Pedi um cartão dele, dizendo que precisava arrumar os do meu quarto, e ele falou que seria um prazer.
Quando voltei pra casa naquela noite, tava com um tesão do caralho. Comi a minha Raquel como não comia há muito tempo. Ela me olhou e disse: "Que tesão que cê tá, o que houve? Arrumou uma amiguinha nova no trabalho?" "Não seja boba, com a mulher que tenho em casa." "Meu amor, que tal a gente fazer as gavetas do armário? Encontrei um rapaz do bairro que faz isso, que tal chamarmos ele?" "Verdade, ia ser ótimo pra gente, assim posso arrumar melhor a roupa." "Beleza, vou ligar pra ele ver quando pode vir."
Não conseguia dormir, virava e revirava na cama. Me sentia um doente, um degenerado, além de ficar pensando onde poderia me esconder pra ver a cena. Tinha um quarto pra guardar tralhas, teria que me esconder lá, de onde dava pra ver a sala, mas quando... entrassem no quarto, eu teria que me arriscar a ser visto me escondendo na sala. Naquela manhã, fui o trajeto inteiro no trem repetindo pra mim mesmo que era um doente e que tinha que esquecer a ideia. Depois do almoço no trabalho, peguei o celular e disquei o número do Manuel. Quando atenderam, desliguei. Mais tarde, insisti de novo, comentei sobre o trampo e ele disse que quando eu quisesse, falou que tava desempregado e que, se o dia seguinte fosse bom pra mim, tava de boa. Falei que ligava daqui a pouco, chamei minha mulher pra perguntar se ela podia ficar em casa no dia seguinte, ela respondeu que sim. Fui na sala do chefe e perguntei se podia faltar no dia seguinte, que tinha uns serviços pra fazer em casa, e ele disse que, como eu era um funcionário foda, não tinha problema. Liguei de novo pro Manuel e confirmei que tava certo.
No dia seguinte, dei um beijo na minha mulher, fiz que fechava a porta da rua e me escondi no quarto, deixando a porta entreaberta. Vi a Raquel aparecer, ela tinha vestido um shortinho que marca bem a bunda e uma regatinha curta. Tava de dar água na boca. Comecei a me masturbar e tive um orgasmo imaginando o que podia rolar. Bater uma me acalmou, tava quase dando por encerrado esse jogo idiota, ficar mais tranquilo me fazia recuperar o equilíbrio. Ia sair do quarto quando a campainha tocou. Minha mulher foi andando devagar atender, e meu pau começou a reagir lentamente.
Vi o Manuel entrar, ele olhava pra minha mulher sem nenhum disfarce. "Raquel, que bom te ver, você tá mais gostosa do que nunca." Minha mulher agradeceu sem dar muita importância e disse que o armário tava no quarto. Manuel olhou fixo pra ela e falou pra ela mostrar, e que queria saber o que a gente queria fazer. Minha mulher abriu a porta do quarto e entrou. Foi até o armário e abriu, o olhar do Manuel não desgrudava da bunda da minha mulher, ele não fazia questão nenhuma de disfarçar. Minha mulher olhou puta da vida pra ele e disse: "O O guarda-roupa tá aqui, e apontei pra ele. Eu saí na maciota pra sala e me aproximei da porta do quarto sem que me vissem. "Que bunda linda você tem, sabia como eu tava olhando pra ela, sua putinha?" Minha mulher ia se virar pra porta do quarto, mas Manuel agarrou ela pelos braços e levantou eles acima da cabeça dela, apoiando ela contra a porta do móvel que tava fechada, de frente pra ele. "Você não vai sair quando eu tô falando com você, hein?" Ele imobilizou as duas mãos dela acima da cabeça com uma mão só, e com a mão livre levantou a camiseta dela, puxou o sutiã pra baixo e beliscou os bicos dos peitos dela com força. Minha mulher gritou: "Não, por favor, não me machuca!" "Se você se comportar, não vai te acontecer nada." Ele se aproximou pra beijar ela, e minha esposa cuspiu nele. Ele deu um tapa bem forte nela, e minha esposa soltou um gemido baixinho. Ele pareceu notar, virou ela de costas e puxou a calça dela pra baixo. Sentou na cama, e minha mulher pedia: "Não me machuca, por favor!" Como resposta, ele deu um tapa forte na bunda dela, arrancando outro gemido. Quando percebeu, começou a dar tapa atrás de tapa, cada vez com mais violência. Minha mulher agora gemia cada vez mais alto. "Olha só, você é uma putinha mesmo, Raquelcita." "Por favor, não me machuca!" Como resposta, ele deu um tapa na cara dela, e minha mulher ficou meio grogue. Ele levantou ela de cima dele e jogou ela na cama. Minha mulher ficou com a calça e a calcinha fio dental na altura das pernas, imóvel. Manuel se despiu e se ajeitou atrás dela. "Sabe quanto tempo eu sonho com essa bunda?", ele disse. Minha mulher pediu de novo pra ele não machucar ela, mas a voz dela tava cada vez mais excitada. O cara descarregou outra série de tapas violentos que fizeram ela gemer mais. Ele se acomodou em cima dela e apoiou o pau entre os glúteos dela. Com uma mão, agarrou forte o cabelo dela, juntando tudo, e com a outra mão apertou forte o pescoço dela. "Vou arrebentar esse seu rabo, sabia?" "Não, por favor", disse minha mulher. E o cara apertou ainda mais o pescoço dela e... disse: "relaxa, porque não sei do que sou capaz". Passou a mão na bunda dela e sentiu que ela tava mole. Acho que a gente tá se entendendo. Segurou ela pelo pescoço e, soltando a mão que tava no cabelo dela, foi guiando ela até o pau dele. Pegou e apontou pra entrada do cu dela. "Não me machuca, por favor". Como resposta, apertou mais forte o pescoço dela, tirando o ar. Minha mulher tossiu e o cara aliviou um pouco a pressão. Aí começou a meter o pau dele no cu dela e enfiou o mais fundo que conseguiu. "Tá doendo", disse minha mulher, e como resposta ele apertou o pescoço dela de novo. O cara começou a bombar e disse, aliviando o pescoço: "Você gosta também, né?" "Mmm", foi a resposta da minha mulher. "Não te entendi." "Mmm... sim." "Assim vamos melhor, a gente tá se entendendo. Sabe de uma coisa? Vou vir te visitar mais vezes agora, hein?" "Mmm..." "E você não vai contar pra ninguém, vai ser nosso segredinho, senão você vai passar mal de verdade, combinado?" "Mmm... sim." "Adoro quando você diz sim. Você vai ser minha putinha e vou te comer até eu cansar." Enquanto continuava bombando à vontade, soltou o pescoço dela e, parando a serrada, começou a dar tapas na bunda dela. Minha mulher gemia e eu achei que ela teve um orgasmo na hora que o Manuel apertou o pescoço dela de novo. "Vou encher esse cu de puta que você tem, sabia? Você vai dizer pro seu marido que hoje não pude vir, que liguei por telefone e que amanhã vou vir tirar as medidas. Tá claro?" "Sim!!" O cara bombou bem fundo até que eu imaginei que encheu ela, porque não se mexeu mais. Saiu dela e, pegando ela pelos cabelos, deu o pau dele pra ela limpar enquanto enfiava os dedos na buceta dela com violência com a outra mão. "Amanhã a gente se vê", disse ele, se vestiu e saiu. Minha mulher ficou largada na cama. Aproveitei pra sair. Voltei no horário que seria meu retorno normal. Minha mulher me recebeu como de costume, me beijou e disse que não tava se sentindo bem, que ia deitar. "O magrelo do armário veio?", perguntei. Desde a Pedaço, ela me respondeu que tinha ligado e dito que viria amanhã, que hoje o dia tinha complicado pra ela. Fui no banheiro e me masturbei com muita violência. Fui pro quarto e deitei com minha mulher. Dormimos abraçados.[/swf]
E uma história que escrevi há um tempo, de uns quatro ou cinco capítulos, vai o primeiro.
Na época, mandei pra um site de contos e me disseram que não podia publicar. Insisto no de sempre: é um conto, uma história, a vida é outra coisa.
http://ph-static.phncdn.com/flash/embed_player_v1.3.swf?options
[/swf]http://ph-static.phncdn.com/flash/embed_player_v1.3.swf?optionshttp://www.pornhub.com/view_video.php?viewkey=547529524[/swf]http://ph-static.phncdn.com/flash/embed_player_v1.3.swf?optionsEu queria ser estuprada
Meu nome é Aldo, cresci na zona sul da grande Buenos Aires, numa área bem pobre. Desde moleque eu gostava da Raquel, uma morena que, mesmo não sendo lá muito bonita de rosto, tinha um corpo que enlouquecia todo mundo. A Raquel começou a reparar em mim e, com o tempo, a gente começou a namorar. Ficamos juntos por um tempão até eu arrumar um emprego, tava estudando na universidade e decidimos casar. Quando éramos mais novos, eu costumava jogar bola nuns campinhos de futebol num terreno baldio. Um dos caras que jogava se chamava Manuel, era meio sem-vergonha e diziam que ele tinha abusado de algumas minas na marra. Ele sempre me enchia o saco com a Raquel, falando que era uma gostosa e que, se ele pegasse ela, ia fazer ela recitar o alfabeto inteiro. Várias vezes a gente se pegou na porrada e eu jurava que ia quebrar a boca dele pra ele não falar mais merda.
O tempo foi passando, a Raquel tinha se transformado numa mulher exuberante, as curvas do corpo dela faziam a gente esquecer que o rosto não era lá essas coisas. Nossa relação sempre foi de muito amor e compreensão, e nos nossos quatro primeiros anos de casados a gente trepava igual coelho toda hora. A Raquel gostava de tudo na cama e vivia me dizendo que adorava tudo que eu fazia com ela, que eu era o macho dela e que a deixava louca. No quinto ano de casamento, parecia que o fogo tava começando a apagar. A gente já não era tão fogoso e eu não entendia direito o motivo, talvez fosse a rotina. O negócio é que minha mulher começou, aos poucos, a me perguntar sobre minhas fantasias. Eu contava algumas, mas outras eu não tinha coragem. Ela me dizia que queria ser estuprada e pedia pra eu fazer o papel de estuprador, mas sem machucar ela, que era só uma brincadeira. Por um bom tempo, a gente continuou curtindo nosso jogo, mas parecia que a cada vez a gente precisava de mais. Eu curtia aquela mulher com prazer e meu coração se partia só de pensar em outro cara possuindo ela, mas ao mesmo tempo eu tinha fantasias de outro homem entrando em casa. Quando ela estava sozinha e eu a estupro, aproveitando dela à vontade. A fogosidade dos nossos encontros aumentou, nós dois estávamos muito satisfeitos, o que cada um devia ter na cabeça nos mantinha num estado de tesão constante.
Uma manhã, indo de trem pro trabalho, cruzei com o Manuel. Ele tava bem rústico, atrás de uma garota, apalpando a bunda dela disfarçadamente. Imaginei que era a minha Raquel e tive uma ereção na hora. Quando estávamos descendo do trem, ele me olhou e me reconheceu: "O que cê tá fazendo, Aldo, maluco, como cê tá?" "Bem." Começamos a bater papo sobre nossas vidas. Ele não tinha casado, me disse, porque gostava de todas. Fomos tomar um café, contei que tinha casado com a Raquel, e ele suspirou: "Que gostosa aquela, e pensar que você ficava puto quando eu te comia, hein?" E me deu uma cotovelada nas costelas. Mais adiante na conversa, ele comentou que fazia interiores de armários, que era marceneiro e muito bom. Meus armários não tinham gavetas nem prateleiras, e eu o imaginei trabalhando no nosso quarto, perto da minha mulher, e tive outra ereção. Pedi um cartão dele, dizendo que precisava arrumar os do meu quarto, e ele falou que seria um prazer.
Quando voltei pra casa naquela noite, tava com um tesão do caralho. Comi a minha Raquel como não comia há muito tempo. Ela me olhou e disse: "Que tesão que cê tá, o que houve? Arrumou uma amiguinha nova no trabalho?" "Não seja boba, com a mulher que tenho em casa." "Meu amor, que tal a gente fazer as gavetas do armário? Encontrei um rapaz do bairro que faz isso, que tal chamarmos ele?" "Verdade, ia ser ótimo pra gente, assim posso arrumar melhor a roupa." "Beleza, vou ligar pra ele ver quando pode vir."
Não conseguia dormir, virava e revirava na cama. Me sentia um doente, um degenerado, além de ficar pensando onde poderia me esconder pra ver a cena. Tinha um quarto pra guardar tralhas, teria que me esconder lá, de onde dava pra ver a sala, mas quando... entrassem no quarto, eu teria que me arriscar a ser visto me escondendo na sala. Naquela manhã, fui o trajeto inteiro no trem repetindo pra mim mesmo que era um doente e que tinha que esquecer a ideia. Depois do almoço no trabalho, peguei o celular e disquei o número do Manuel. Quando atenderam, desliguei. Mais tarde, insisti de novo, comentei sobre o trampo e ele disse que quando eu quisesse, falou que tava desempregado e que, se o dia seguinte fosse bom pra mim, tava de boa. Falei que ligava daqui a pouco, chamei minha mulher pra perguntar se ela podia ficar em casa no dia seguinte, ela respondeu que sim. Fui na sala do chefe e perguntei se podia faltar no dia seguinte, que tinha uns serviços pra fazer em casa, e ele disse que, como eu era um funcionário foda, não tinha problema. Liguei de novo pro Manuel e confirmei que tava certo.
No dia seguinte, dei um beijo na minha mulher, fiz que fechava a porta da rua e me escondi no quarto, deixando a porta entreaberta. Vi a Raquel aparecer, ela tinha vestido um shortinho que marca bem a bunda e uma regatinha curta. Tava de dar água na boca. Comecei a me masturbar e tive um orgasmo imaginando o que podia rolar. Bater uma me acalmou, tava quase dando por encerrado esse jogo idiota, ficar mais tranquilo me fazia recuperar o equilíbrio. Ia sair do quarto quando a campainha tocou. Minha mulher foi andando devagar atender, e meu pau começou a reagir lentamente.
Vi o Manuel entrar, ele olhava pra minha mulher sem nenhum disfarce. "Raquel, que bom te ver, você tá mais gostosa do que nunca." Minha mulher agradeceu sem dar muita importância e disse que o armário tava no quarto. Manuel olhou fixo pra ela e falou pra ela mostrar, e que queria saber o que a gente queria fazer. Minha mulher abriu a porta do quarto e entrou. Foi até o armário e abriu, o olhar do Manuel não desgrudava da bunda da minha mulher, ele não fazia questão nenhuma de disfarçar. Minha mulher olhou puta da vida pra ele e disse: "O O guarda-roupa tá aqui, e apontei pra ele. Eu saí na maciota pra sala e me aproximei da porta do quarto sem que me vissem. "Que bunda linda você tem, sabia como eu tava olhando pra ela, sua putinha?" Minha mulher ia se virar pra porta do quarto, mas Manuel agarrou ela pelos braços e levantou eles acima da cabeça dela, apoiando ela contra a porta do móvel que tava fechada, de frente pra ele. "Você não vai sair quando eu tô falando com você, hein?" Ele imobilizou as duas mãos dela acima da cabeça com uma mão só, e com a mão livre levantou a camiseta dela, puxou o sutiã pra baixo e beliscou os bicos dos peitos dela com força. Minha mulher gritou: "Não, por favor, não me machuca!" "Se você se comportar, não vai te acontecer nada." Ele se aproximou pra beijar ela, e minha esposa cuspiu nele. Ele deu um tapa bem forte nela, e minha esposa soltou um gemido baixinho. Ele pareceu notar, virou ela de costas e puxou a calça dela pra baixo. Sentou na cama, e minha mulher pedia: "Não me machuca, por favor!" Como resposta, ele deu um tapa forte na bunda dela, arrancando outro gemido. Quando percebeu, começou a dar tapa atrás de tapa, cada vez com mais violência. Minha mulher agora gemia cada vez mais alto. "Olha só, você é uma putinha mesmo, Raquelcita." "Por favor, não me machuca!" Como resposta, ele deu um tapa na cara dela, e minha mulher ficou meio grogue. Ele levantou ela de cima dele e jogou ela na cama. Minha mulher ficou com a calça e a calcinha fio dental na altura das pernas, imóvel. Manuel se despiu e se ajeitou atrás dela. "Sabe quanto tempo eu sonho com essa bunda?", ele disse. Minha mulher pediu de novo pra ele não machucar ela, mas a voz dela tava cada vez mais excitada. O cara descarregou outra série de tapas violentos que fizeram ela gemer mais. Ele se acomodou em cima dela e apoiou o pau entre os glúteos dela. Com uma mão, agarrou forte o cabelo dela, juntando tudo, e com a outra mão apertou forte o pescoço dela. "Vou arrebentar esse seu rabo, sabia?" "Não, por favor", disse minha mulher. E o cara apertou ainda mais o pescoço dela e... disse: "relaxa, porque não sei do que sou capaz". Passou a mão na bunda dela e sentiu que ela tava mole. Acho que a gente tá se entendendo. Segurou ela pelo pescoço e, soltando a mão que tava no cabelo dela, foi guiando ela até o pau dele. Pegou e apontou pra entrada do cu dela. "Não me machuca, por favor". Como resposta, apertou mais forte o pescoço dela, tirando o ar. Minha mulher tossiu e o cara aliviou um pouco a pressão. Aí começou a meter o pau dele no cu dela e enfiou o mais fundo que conseguiu. "Tá doendo", disse minha mulher, e como resposta ele apertou o pescoço dela de novo. O cara começou a bombar e disse, aliviando o pescoço: "Você gosta também, né?" "Mmm", foi a resposta da minha mulher. "Não te entendi." "Mmm... sim." "Assim vamos melhor, a gente tá se entendendo. Sabe de uma coisa? Vou vir te visitar mais vezes agora, hein?" "Mmm..." "E você não vai contar pra ninguém, vai ser nosso segredinho, senão você vai passar mal de verdade, combinado?" "Mmm... sim." "Adoro quando você diz sim. Você vai ser minha putinha e vou te comer até eu cansar." Enquanto continuava bombando à vontade, soltou o pescoço dela e, parando a serrada, começou a dar tapas na bunda dela. Minha mulher gemia e eu achei que ela teve um orgasmo na hora que o Manuel apertou o pescoço dela de novo. "Vou encher esse cu de puta que você tem, sabia? Você vai dizer pro seu marido que hoje não pude vir, que liguei por telefone e que amanhã vou vir tirar as medidas. Tá claro?" "Sim!!" O cara bombou bem fundo até que eu imaginei que encheu ela, porque não se mexeu mais. Saiu dela e, pegando ela pelos cabelos, deu o pau dele pra ela limpar enquanto enfiava os dedos na buceta dela com violência com a outra mão. "Amanhã a gente se vê", disse ele, se vestiu e saiu. Minha mulher ficou largada na cama. Aproveitei pra sair. Voltei no horário que seria meu retorno normal. Minha mulher me recebeu como de costume, me beijou e disse que não tava se sentindo bem, que ia deitar. "O magrelo do armário veio?", perguntei. Desde a Pedaço, ela me respondeu que tinha ligado e dito que viria amanhã, que hoje o dia tinha complicado pra ela. Fui no banheiro e me masturbei com muita violência. Fui pro quarto e deitei com minha mulher. Dormimos abraçados.[/swf]
3 comentários - Rainha da punheta: mais uma história