O vídeo tá legal, quanto à história, as desculpas pra quem ficou puto porque nosso amigo leva rola, ele devolve na mesma moeda, mas aprende com os erros e nunca mais. Mas enfim, tava escrito e eu publico.
[/swf]http://www.slutload.com/watch/9KE7FLzvYgN/Real-Home-Video-Swinger-Wife-Fucks-Many-Men.html#[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/9KE7FLzvYgN/Real-Home-Video-Swinger-Wife-Fucks-Many-Men.html#[/swf] Romina e a armadilha do desejo 23
Oscar estava sobre a Romi na cama, comendo ela fundo e bem duro. Estavam recuperando todo o tempo que tinham perdido, e por cima ele tinha acabado de arrombar meu cu, então ele tava durando um monte metendo na Romi, que não parava de gemer como se estivesse gozando. Eu, por minha parte, tinha ficado ajoelhado na beirada do sofá, com a calcinha ainda entre as coxas, sem vontade nenhuma de me mover, preso numa contradição profunda: ofendido e dolorido por ter sido possuído analmente pelo Oscar, mas ao mesmo tempo preso à sensação indescritível de prazer que tinha sentido. Tive um dos orgasmos mais profundos que me lembro sem nem tocar em mim mesmo. Mas ao mesmo tempo, o fato de ter sido um cara desagradável como o Oscar me provocava uma sensação dolorosa. Quando voltei a mim, a Romi estava ajoelhada no sofá ao meu lado e o Oscar começava a sodomizá-la agora. A Romi virou minha cabeça para me beijar. Oscar ficou bombando nela um bom tempo, até que num momento ele saiu da Romi e voltou a se posicionar atrás de mim. Senti uma confusão imensa e fingi rejeitá-lo, empurrando com a bunda. A Romi falou:
— Ai, papai... igual uma adolescente... quando a gente rejeita um macho assim, empurrando com o cuzinho e ficando pronta pra ser penetrada, a única coisa que consegue é deixar ele mais excitado.
Senti o sorriso do Oscar ao mesmo tempo que o pau dele, bem duro, entrava agora muito mais fácil, e senti ele esquentar quando eu empurrava com a bunda. A Romi tinha razão, ele ficou mais quente ao sentir que eu fingia rejeitá-lo. Ele voltou a me pegar, passando as mãos por baixo do meu peito e segurando meus ombros. Começou a falar no meu ouvido bem alto para a Romi também ouvir:
— Você gostou de como eu arrombei seu cu, hein? Adoraria que eu continuasse te comendo a noite toda? — disse isso e ficou parado com o pau enterrado no fundo do meu cu. A Romi continuava apoiada com o corpo no sofá, mas uma de suas mãozinhas estava na sua buceta, se masturbando. Senti minhas bochechas coradas, o sangue fluindo pro meu rosto, realmente me lembrava as calores da adolescência, mas sentia que não conseguia dizer nada. Oscar falou de novo:
- Quero que me diga se você quer que eu continue te comendo ou prefere que eu pare e continue com a Romi.
Eu não respondi nada, não tinha forças pra falar, mas por mais ódio que sentisse, de novo eu sentia meu orgasmo se aproximando sem nem me tocar. Queria que ele parasse e ao mesmo tempo desejava que ele explodisse de novo na minha bunda, ao mesmo tempo não queria que a Romi sentisse isso como a maior vitória dela — intuía que depois disso nada seria igual.
- Se não me responder nada, vou continuar com sua mulher. — Ele me soltou pelos ombros e ficou de pé, com o pau enfiado nas minhas entranhas esperando uma resposta.
- E...? Quer que eu encha você de novo ou continuo com ela?
- Sim...
- Sim o quê?
- Enche de novo — ouvi-me dizer enquanto Romi aumentava a intensidade da masturbação e Oscar voltava a me segurar pelos ombros e começava a me comer cada vez mais violentamente. Ele continuou me dando por um bom tempo ainda, sentia meu rosto queimando. Romi se levantou e começou a me punhetar devagar, e quando Oscar se tensionou e Romi percebeu que ele estava chegando, começou a me punhetar mais forte. De novo senti Oscar me enchendo e ao mesmo tempo Romi me fazendo explodir também. Quando olhei pro rosto da Romi, ela estava mordendo o lábio inferior e sua cara era de máximo prazer. Ela se ajoelhou na frente do Oscar, que tinha se levantado de novo com o pau ainda na minha bunda, de joelhos atrás de mim, e eles se beijaram de novo. Romi disse:
- Obrigada... você ganhou meu respeito... vamos ter que recuperar o tempo perdido... pode me pedir o que quiser que não vou te negar...
- Tem certeza?
- Não duvide... o que você quiser. — disse e eles se beijaram de novo, o pau dele ainda duro na minha bunda. — Acho que em algum momento eu não soube te valorizar. O que você quiser... — disse, marcando bem sua voz de puta.
Oscar foi saindo devagar de mim, o pau... Ele ainda estava duro, foi até o banheiro, quando saiu se beijaram com a Romi no meio da sala, ele garantiu que tinha que ir porque sua esposa ia armar um barraco e quanto mais tarde chegasse, pior seria. Romi o acompanhou até a porta e o beijou. Eu estava chorando em silêncio. Romi passou do meu lado e me disse para ir me lavar, que me esperava na cama. Deitei ao lado dela em silêncio. Depois de um longo silêncio. Romi apoiou a cabeça no meu peito e me deu um beijo suave nos lábios.
- Isso não pode acontecer de novo. Eu disse.
- Não seja bobinho..., de agora em diante vai acontecer sempre que o Oscar quiser..., somos as cachorrinhas dele..., disse e colocou a mão na minha boca, impedindo-me de falar. Romi adormeceu e eu sentia minhas lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas. Não conseguia dormir, a luz do dia já entrava pela janela, levantei da cama e fui para o sofá da sala de jantar. Queria dormir sozinho.[/swf]
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Oscar estava sobre a Romi na cama, comendo ela fundo e bem duro. Estavam recuperando todo o tempo que tinham perdido, e por cima ele tinha acabado de arrombar meu cu, então ele tava durando um monte metendo na Romi, que não parava de gemer como se estivesse gozando. Eu, por minha parte, tinha ficado ajoelhado na beirada do sofá, com a calcinha ainda entre as coxas, sem vontade nenhuma de me mover, preso numa contradição profunda: ofendido e dolorido por ter sido possuído analmente pelo Oscar, mas ao mesmo tempo preso à sensação indescritível de prazer que tinha sentido. Tive um dos orgasmos mais profundos que me lembro sem nem tocar em mim mesmo. Mas ao mesmo tempo, o fato de ter sido um cara desagradável como o Oscar me provocava uma sensação dolorosa. Quando voltei a mim, a Romi estava ajoelhada no sofá ao meu lado e o Oscar começava a sodomizá-la agora. A Romi virou minha cabeça para me beijar. Oscar ficou bombando nela um bom tempo, até que num momento ele saiu da Romi e voltou a se posicionar atrás de mim. Senti uma confusão imensa e fingi rejeitá-lo, empurrando com a bunda. A Romi falou:
— Ai, papai... igual uma adolescente... quando a gente rejeita um macho assim, empurrando com o cuzinho e ficando pronta pra ser penetrada, a única coisa que consegue é deixar ele mais excitado.
Senti o sorriso do Oscar ao mesmo tempo que o pau dele, bem duro, entrava agora muito mais fácil, e senti ele esquentar quando eu empurrava com a bunda. A Romi tinha razão, ele ficou mais quente ao sentir que eu fingia rejeitá-lo. Ele voltou a me pegar, passando as mãos por baixo do meu peito e segurando meus ombros. Começou a falar no meu ouvido bem alto para a Romi também ouvir:
— Você gostou de como eu arrombei seu cu, hein? Adoraria que eu continuasse te comendo a noite toda? — disse isso e ficou parado com o pau enterrado no fundo do meu cu. A Romi continuava apoiada com o corpo no sofá, mas uma de suas mãozinhas estava na sua buceta, se masturbando. Senti minhas bochechas coradas, o sangue fluindo pro meu rosto, realmente me lembrava as calores da adolescência, mas sentia que não conseguia dizer nada. Oscar falou de novo:
- Quero que me diga se você quer que eu continue te comendo ou prefere que eu pare e continue com a Romi.
Eu não respondi nada, não tinha forças pra falar, mas por mais ódio que sentisse, de novo eu sentia meu orgasmo se aproximando sem nem me tocar. Queria que ele parasse e ao mesmo tempo desejava que ele explodisse de novo na minha bunda, ao mesmo tempo não queria que a Romi sentisse isso como a maior vitória dela — intuía que depois disso nada seria igual.
- Se não me responder nada, vou continuar com sua mulher. — Ele me soltou pelos ombros e ficou de pé, com o pau enfiado nas minhas entranhas esperando uma resposta.
- E...? Quer que eu encha você de novo ou continuo com ela?
- Sim...
- Sim o quê?
- Enche de novo — ouvi-me dizer enquanto Romi aumentava a intensidade da masturbação e Oscar voltava a me segurar pelos ombros e começava a me comer cada vez mais violentamente. Ele continuou me dando por um bom tempo ainda, sentia meu rosto queimando. Romi se levantou e começou a me punhetar devagar, e quando Oscar se tensionou e Romi percebeu que ele estava chegando, começou a me punhetar mais forte. De novo senti Oscar me enchendo e ao mesmo tempo Romi me fazendo explodir também. Quando olhei pro rosto da Romi, ela estava mordendo o lábio inferior e sua cara era de máximo prazer. Ela se ajoelhou na frente do Oscar, que tinha se levantado de novo com o pau ainda na minha bunda, de joelhos atrás de mim, e eles se beijaram de novo. Romi disse:
- Obrigada... você ganhou meu respeito... vamos ter que recuperar o tempo perdido... pode me pedir o que quiser que não vou te negar...
- Tem certeza?
- Não duvide... o que você quiser. — disse e eles se beijaram de novo, o pau dele ainda duro na minha bunda. — Acho que em algum momento eu não soube te valorizar. O que você quiser... — disse, marcando bem sua voz de puta.
Oscar foi saindo devagar de mim, o pau... Ele ainda estava duro, foi até o banheiro, quando saiu se beijaram com a Romi no meio da sala, ele garantiu que tinha que ir porque sua esposa ia armar um barraco e quanto mais tarde chegasse, pior seria. Romi o acompanhou até a porta e o beijou. Eu estava chorando em silêncio. Romi passou do meu lado e me disse para ir me lavar, que me esperava na cama. Deitei ao lado dela em silêncio. Depois de um longo silêncio. Romi apoiou a cabeça no meu peito e me deu um beijo suave nos lábios.
- Isso não pode acontecer de novo. Eu disse.
- Não seja bobinho..., de agora em diante vai acontecer sempre que o Oscar quiser..., somos as cachorrinhas dele..., disse e colocou a mão na minha boca, impedindo-me de falar. Romi adormeceu e eu sentia minhas lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas. Não conseguia dormir, a luz do dia já entrava pela janela, levantei da cama e fui para o sofá da sala de jantar. Queria dormir sozinho.[/swf]
8 comentários - Esposa loira com vários e Romina 50
Esperemos al proximo relato, este sigue siendo lo mismo, venias bien loco, una desepcion :S