E é isso, gente que se diverte, e o relato é uma loucura total... Parabéns pra todos que se sentem vivos e com vontade de viver.
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[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videohttp://www.xvideos.com/video182039/black_couple_fucks_white_milf_kate_at_interracial_orgy[/swf]http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_videoRomina e a armadilha do desejo 21
O tempo foi passando, a visita do meu pai por vários motivos não se repetiu, a gente saía direto por um tempo com o chefe, eu era o voyeur particular deles e nós três curtíamos o jogo do nosso jeito. A Romi andava me deixando mais excitado ultimamente porque percebeu que minha atitude tava muito mais atenta e condescendente. Uma noite depois que a gente tinha estado com o chefe, a Romi me disse que ia deixar eu comer ela. Que me apressasse no banho que ela me esperava na cama. Ela me fez colocar uma camisinha e eu tava por cima dela montando, ela mandou eu ficar parado e com o dedo indicador da mão direita começou a brincar no meu cu. Ela falou:
- Acho que você tem uma dívida comigo desde as férias..., não é? – ela tava se referindo a quando me deixou ver o chefe comendo a mãe dela.
- É, verdade. – Ela me olhou com cara de safada.
- Quero ver você sendo comido..., - eu fiquei bem duro em cima dela, não tava nem um pouco a fim da ideia.
- Você sabe que eu não tenho vontade de experimentar.
- Mas eu tenho..., e se você quiser continuar brincando...
- Não tô disposto. – Ela me fez sair de cima dela e eu deitei do lado.
- Tô com muita vontade de ver você sendo comido por um macho e pensei no Oscar, lembra do cara da segurança? Pra me comer de novo ele faz qualquer coisa. – Ela virou de lado e começou a brincar com meu pau. – Quero ver você sendo penetrado, e sentir o pau do Oscar enchendo seu cu de porra e depois você nos ver transando. – Pela primeira vez a situação não me pareceu excitante, a Romi percebeu, virou as costas e foi dormir. Por uma semana a gente não tocou mais no assunto.
Chegou o fim de semana e a Romi me avisou que ia sair sozinha com o chefe. Passei a noite toda me revirando na cama até pegar no sono. Quando acordei, senti a mão da Romi guiando a minha até o cu dela. Ela me fez enfiar o dedo e eu senti como tava quente, o esfíncter dela apertando meu dedo. e sentia restos de sêmen dentro dela.
- Fiquei bem comida, agora dorme tranquilo, masturbador. Por enquanto você não vai ter mais nada além disso, então se acostuma, a me tocar ou cheirar depois de recém-comida e não te deixo bater punheta, tirei a mão e ela dormiu na hora. Acordei ela pra almoçar e almoçamos com a menina como se tudo estivesse numa boa, Romi me dava beijinhos carinhosos, me acariciava e brincava. À tarde ela foi com a menina pra casa dos pais e fiquei sozinho em casa, esperando que Romi se cansasse desse jogo e caísse na real.
Passaram-se duas semanas, Romi não me dava bola, sexualmente falando, nem jogos nem nada, no fim de semana seguinte ela não saiu, mas no outro sim. De novo se repetiu a situação dela chegar quase de manhã, pegou minha mão de novo e me fez sentir o gozo na buceta e no cu dela, me beijou e tinha gosto de sêmen antes de dormir, ela disse.
Que pena que você perdeu..., repeti o dobro com o rapaz da limpeza..., - colocou mais voz de puta e disse: me fizeram de tudo..., são uns viciados degenerados e sorrindo pra mim virou de costas e foi dormir. Eu fazia um tempão que não comia ninguém e começava a desesperar com a situação. Me sentia bem irritado com aquilo, decidi que falaria com Romi depois de comer. A menina tava cansada e foi tirar um cochilo, Romi também deitou, vestiu só uma tanga e ficou com a bunda virada pra mim. Ela disse:
Vem pra cama comigo, vou deixar você encostar a pica em mim, mas nem pense em se mexer pra gozar, se gozar assim tudo bem, senão se segura. E ela dormiu profundamente. Eu tentava me mexer sem ela perceber e tava tão tesudo que gozei assim encostado na que era minha esposa e fazia tempo que não comia ninguém. Me senti muito mal. Quando Romi acordou, me chamou de degeneradinho e foi tomar banho. Falei que precisávamos conversar, preparei o mate e depois do banho fomos pra cozinha bater um papo.
- Olha, amor, acho que não podemos continuar assim, não me faz graça essa situação.
- E então..., resolve isso de uma vez..., - ela me olhou fixo nos olhos e disse. - ligo pro Oscar e continuamos jogando normalmente...
- Mas você não entende que eu não quero... – ela me interrompeu
- Não tô aqui pra te entender..., arruma um psicólogo... tô aqui pra te comer e humilhar..., esqueceu?
- Mas é demais, protestei.
- Fuck you, tempo até terça..., depois o jogo acaba..., você não vai me ver mais com ninguém..., se tiver vontade... na terça quando voltar do trabalho me pede pra combinar com Oscar pro fim de semana, senão se acostuma a ser cuck na ausência. – ela se levantou e saiu da cozinha. Os dias seguintes foram uma revolução interna profunda pra mim, na terça voltei do trabalho, entrei, beijei a menina que brincava na sala e fui pra cozinha, Romi me passou um mate e me olhou. Fez-se um longo silêncio.
- Liga pro Oscar..., eu disse. – Romi sorriu e falou, demorou demais pra resolver, mas valeu a pena esperar, depois de comer eu ponho a menina pra dormir e você vai pra cama, coloca uma tanga minha e deita de bunda pra cima e me espera. Depois do jantar foi assim que fizemos. Romi entrou no quarto e se aproximou devagarinho da cama, deitou em cima de mim e começou a brincar com o dedo do meio no meu cu, puxando a tanga pro lado. Ela sussurrou no meu ouvido.
- Liguei pro Oscar..., sábado tá de boa pra ele..., como você imagina...? Eu já vejo ele entrando bem devagar no seu cu, - ela me virou de lado, meu pau tava bem duro de novo. - te vejo de quatro na cama e Oscar te comendo fundo o cu enquanto você chupa minha buceta, não aguento de vontade de que seja sábado..., ela começou a me bater uma mais forte e eu gozei que nem um porco sujando a cama toda, ela mandou eu limpar e foi dormir.[/swf]
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O tempo foi passando, a visita do meu pai por vários motivos não se repetiu, a gente saía direto por um tempo com o chefe, eu era o voyeur particular deles e nós três curtíamos o jogo do nosso jeito. A Romi andava me deixando mais excitado ultimamente porque percebeu que minha atitude tava muito mais atenta e condescendente. Uma noite depois que a gente tinha estado com o chefe, a Romi me disse que ia deixar eu comer ela. Que me apressasse no banho que ela me esperava na cama. Ela me fez colocar uma camisinha e eu tava por cima dela montando, ela mandou eu ficar parado e com o dedo indicador da mão direita começou a brincar no meu cu. Ela falou:
- Acho que você tem uma dívida comigo desde as férias..., não é? – ela tava se referindo a quando me deixou ver o chefe comendo a mãe dela.
- É, verdade. – Ela me olhou com cara de safada.
- Quero ver você sendo comido..., - eu fiquei bem duro em cima dela, não tava nem um pouco a fim da ideia.
- Você sabe que eu não tenho vontade de experimentar.
- Mas eu tenho..., e se você quiser continuar brincando...
- Não tô disposto. – Ela me fez sair de cima dela e eu deitei do lado.
- Tô com muita vontade de ver você sendo comido por um macho e pensei no Oscar, lembra do cara da segurança? Pra me comer de novo ele faz qualquer coisa. – Ela virou de lado e começou a brincar com meu pau. – Quero ver você sendo penetrado, e sentir o pau do Oscar enchendo seu cu de porra e depois você nos ver transando. – Pela primeira vez a situação não me pareceu excitante, a Romi percebeu, virou as costas e foi dormir. Por uma semana a gente não tocou mais no assunto.
Chegou o fim de semana e a Romi me avisou que ia sair sozinha com o chefe. Passei a noite toda me revirando na cama até pegar no sono. Quando acordei, senti a mão da Romi guiando a minha até o cu dela. Ela me fez enfiar o dedo e eu senti como tava quente, o esfíncter dela apertando meu dedo. e sentia restos de sêmen dentro dela.
- Fiquei bem comida, agora dorme tranquilo, masturbador. Por enquanto você não vai ter mais nada além disso, então se acostuma, a me tocar ou cheirar depois de recém-comida e não te deixo bater punheta, tirei a mão e ela dormiu na hora. Acordei ela pra almoçar e almoçamos com a menina como se tudo estivesse numa boa, Romi me dava beijinhos carinhosos, me acariciava e brincava. À tarde ela foi com a menina pra casa dos pais e fiquei sozinho em casa, esperando que Romi se cansasse desse jogo e caísse na real.
Passaram-se duas semanas, Romi não me dava bola, sexualmente falando, nem jogos nem nada, no fim de semana seguinte ela não saiu, mas no outro sim. De novo se repetiu a situação dela chegar quase de manhã, pegou minha mão de novo e me fez sentir o gozo na buceta e no cu dela, me beijou e tinha gosto de sêmen antes de dormir, ela disse.
Que pena que você perdeu..., repeti o dobro com o rapaz da limpeza..., - colocou mais voz de puta e disse: me fizeram de tudo..., são uns viciados degenerados e sorrindo pra mim virou de costas e foi dormir. Eu fazia um tempão que não comia ninguém e começava a desesperar com a situação. Me sentia bem irritado com aquilo, decidi que falaria com Romi depois de comer. A menina tava cansada e foi tirar um cochilo, Romi também deitou, vestiu só uma tanga e ficou com a bunda virada pra mim. Ela disse:
Vem pra cama comigo, vou deixar você encostar a pica em mim, mas nem pense em se mexer pra gozar, se gozar assim tudo bem, senão se segura. E ela dormiu profundamente. Eu tentava me mexer sem ela perceber e tava tão tesudo que gozei assim encostado na que era minha esposa e fazia tempo que não comia ninguém. Me senti muito mal. Quando Romi acordou, me chamou de degeneradinho e foi tomar banho. Falei que precisávamos conversar, preparei o mate e depois do banho fomos pra cozinha bater um papo.
- Olha, amor, acho que não podemos continuar assim, não me faz graça essa situação.
- E então..., resolve isso de uma vez..., - ela me olhou fixo nos olhos e disse. - ligo pro Oscar e continuamos jogando normalmente...
- Mas você não entende que eu não quero... – ela me interrompeu
- Não tô aqui pra te entender..., arruma um psicólogo... tô aqui pra te comer e humilhar..., esqueceu?
- Mas é demais, protestei.
- Fuck you, tempo até terça..., depois o jogo acaba..., você não vai me ver mais com ninguém..., se tiver vontade... na terça quando voltar do trabalho me pede pra combinar com Oscar pro fim de semana, senão se acostuma a ser cuck na ausência. – ela se levantou e saiu da cozinha. Os dias seguintes foram uma revolução interna profunda pra mim, na terça voltei do trabalho, entrei, beijei a menina que brincava na sala e fui pra cozinha, Romi me passou um mate e me olhou. Fez-se um longo silêncio.
- Liga pro Oscar..., eu disse. – Romi sorriu e falou, demorou demais pra resolver, mas valeu a pena esperar, depois de comer eu ponho a menina pra dormir e você vai pra cama, coloca uma tanga minha e deita de bunda pra cima e me espera. Depois do jantar foi assim que fizemos. Romi entrou no quarto e se aproximou devagarinho da cama, deitou em cima de mim e começou a brincar com o dedo do meio no meu cu, puxando a tanga pro lado. Ela sussurrou no meu ouvido.
- Liguei pro Oscar..., sábado tá de boa pra ele..., como você imagina...? Eu já vejo ele entrando bem devagar no seu cu, - ela me virou de lado, meu pau tava bem duro de novo. - te vejo de quatro na cama e Oscar te comendo fundo o cu enquanto você chupa minha buceta, não aguento de vontade de que seja sábado..., ela começou a me bater uma mais forte e eu gozei que nem um porco sujando a cama toda, ela mandou eu limpar e foi dormir.[/swf]
5 comentários - Festicinha gostosa e Romina 48