Assim diz o vídeo, uma esposa castigada docemente, claro...
E a história continua, só um doente mental como eu poderia ter escrito essa merda...
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O sábado inteiro a Romi tava mais nervosa que o normal. Num momento, fui até o banheiro e ela tava terminando de depilar, tava linda. A situação me incomodava pra caralho, obviamente me excitava, mas também me causava uma dor do cacete.
A menina ia ficar na casa dos primos, fazia tempo que não se viam e tava feliz pra porra. Lá pras 18h, vieram buscá-la. Romi começou a me mostrar conjuntinhos de lingerie.
— Qual será que seu papai vai gostar mais...? — e ficava desfilando os conjuntinhos na minha frente. No fim, escolheu um vermelho, que vestiu com o vestido transparente da mesma cor, obviamente sem sutiã, e colocou uns brincos redondos que deixavam ela gostosa pra caralho.
Quando tava terminando de se arrumar, olhou pra mim, que já tava vestido.
— A calcinha fio dental que tirei tá largada no banheiro... veste ela, porca... — eu ia saindo pro quarto, mas ela mandou eu fazer na frente dela. — Que linda que fica em você... essa bunda aí a gente tem que inaugurar, né...? — me olhou sorrindo e mandou eu sair que ela precisava se maquiar.
Lá pras 21h, meu pai chegou. Fui abrir a porta, enquanto a Romi tava na cozinha terminando de arrumar a mesa. Ele apertou minha mão, trouxe uma garrafa de champanhe que me entregou e um buquê de rosas vermelhas na outra. Olhou por cima do meu ombro, procurando a Romi, que tava saindo da cozinha naquele instante.
— Boa noite, sogrinho... que prazer te ver...
— O prazer é todo meu, você tá linda — disse, se aproximando pra dar as flores pra ela, enquanto dava um beijo em cada bochecha e segurava ela pela cintura. — Tá feita uma rainha.
— Ah, obrigada... o senhor também tá muito elegante... querido, por que não serve o champanhe...? Assim a gente brinda — disse Romi, enquanto ia pegar um vaso e colocava as flores na mesa da sala de jantar. Voltei com três taças servidas numa bandeja. Meu pai e Romi pegaram as deles, eu peguei a minha e apoiei a bandeja de lado.
— Por essa noite — brindou meu pai, e nós três. Levantamos as taças brindando com ele.
— Queria deixar claro que passo a virada de ano... acho que a gente tinha bebido demais e perdeu o controle... — disse Romi com voz sensual, meu pai pegou ela pela cintura e, puxando pra perto, beijou ela enquanto acariciava suas costas. Quando se separaram, pegou a taça de Romi, me deu junto com a dele e começou a beijar ela de novo, enquanto passava a mão na bunda dela por cima do vestido.
— Essa noite vou te comer com calma, sem pressa nenhuma. Essa bunda de puta gostosa que você tem.
— Não fala assim comigo... — disse Romi empurrando ele com as mãos no peito. Meu pai segurou as mãos dela, colocou ao lado das coxas dela e beijou ela de novo, Romi correspondeu ao beijo. Meu pai levou uma das mãos dela pra trás e, com a dele, apertou a bunda dela contra ele, encaixando bem no pau dele.
— Falo do jeito que você gosta, você é uma putinha safada — pegou ela pela mão e fez ela se ajoelhar — anda de quatro e rebola essa raba. — Romi começou a andar de quatro pela sala — Mexe bem essa bunda... devagar... com cadência... vem até mim agora... — Romi foi andando devagar, meu pai segurou ela suave pelo cabelo e colocou o rosto dela na frente do pau dele. — Meu amiguinho tá te esperando, faz um bom trabalho nele. — Romi abaixou o zíper, libertou o pau do aperto e começou a chupar. Ficou um tempinho nessa tarefa até meu pai ajudar ela a levantar.
— Isso foi só pra gente não precisar fingir nada, já todo mundo sabe qual é a situação. — beijou ela de novo e ficaram se acariciando por um bom tempo.
Depois de um tempo, fomos pra cozinha jantar, meu pai puxou a cadeira pra ela sentar e sentou do lado dela.
— Você vai ser nosso garçom hoje — meu pai me disse — serve a comida pra gente. — Pegou a mão de Romi e colocou no pau dele, beijou ela e acariciava os peitos dela por cima do vestido, Romi tava cada vez mais tesuda. O jantar foi bem normal, pareciam um casal num restaurante e eu o garçom atendendo eles. Depois da Cena terminou, fomos pra sala. Meu pai sentou no sofá e a Romi colocou uma música suave. Meu pai puxou ela pra perto e sentou ela no colo dele, acariciando e beijando ela. Com a mão direita, começou a brincar com a buceta da Romi, levantando o vestido dela e puxando a tanga pro lado, dedando ela. Depois, só ajeitou ela no sofá, abaixou o zíper e meteu nela ali mesmo.
- Gosta de ver sua mulher sendo comida, filhinho...? - obviamente não respondi. Romi gemia bem alto. Meu pai fazia com muito cuidado, beijava ela e chupava os peitos enquanto metia.
- Que gostosa..., tô adorando..., posso te pedir um favor...?
- O que quiser, minha putinha.
- Olha..., seu filho, sempre que quer me comer no cu..., fica muito nervoso..., às vezes nem consegue enfiar tudo e já goza..., você não faria esse favor pra mim...? - Romi falou com uma voz de puta, meu coração parecia que ia explodir. Meu pai saiu de cima dela, Romi levantou, tirou o vestido me olhando e se ajoelhou na borda do sofá, de salto e tanga, olhou por cima do ombro - faz devagar e suave..., pra durar muito..., adoro sentir o gozo também... quando uma pica explode... - Meu pai não perdeu tempo, se ajeitou atrás dela e primeiro brincou com os dedinhos no cu da Romi, depois chupou ele enquanto continuava com os dedos. Finalmente, se posicionou e começou devagar até enfiar tudo.
- Tá sentindo bem aí?
- Tô..., que delícia..., agora me dá..., mete fundo..., faz pro seu filho..., que adora me ver com uma pica no cu... - meu pai me olhou sorrindo e começou a meter devagar e bem fundo. Depois de um tempo, parou e ficou apoiado nas costas da Romi.
- Que gostosa você é, garota, nunca vou me cansar de te comer, sabe que posso continuar muito mais, aguenta?
- Dói, mas eu gosto... e mais ainda se o punheteiro olhar..., sabe o que...?
- Não, me conta
- Quando Me enchem de porra, sabe o que seu filho faz...?
- Ele bate punheta...?
- Não, ele me limpa com a língua... e é muito habilidoso a porquinha... Porca..., mostra pro seu pai como você tá gostosa... - abaixei a cabeça e baixei as calças, ouvi a risada do meu pai, os dois me olhavam. Vira e mostra como ficou linda em você..., disse a Romi
- Que puta você é, não me enganei nada, hein?
- Não, sou muito puta..., mas preciso de alguém que me domine...
- Acho que você encontrou seu domador, ele dizia enquanto já tinha começado a meter bem forte de novo.
- Tá doendo..., para um pouquinho..., tá doendo..., você me faz doer... bruto..., - dizia Romi com voz de puta.
- Eu te falei que aguento muito. Quer que eu pare um pouquinho?
- Por favor...
- Bom, quando eu quiser eu paro. - começou a bombar bem forte de novo, ficou um tempo parado e depois saiu devagar, deu um beijo na Romi e sentou no sofá. Romi foi um pouquinho pro banheiro. Quando voltou do banheiro, meu pai a fez ajoelhar entre as pernas dele
- Limpa bem aqui pra eu foder sua buceta. - me mandou chegar perto e pegou um copo e bebeu enquanto Romi limpava ele. Levantaram e foram pra cama. Meu pai deitou nela e Romi começou a montar nele, virou a cabeça pra me olhar
- Você não tem vergonha não..., porca..., gosta de ver como me comem..., quer ver como enchem meu cu de porra... e depois você limpa...?, pede pro seu papai... porca...
Meu pai ajeitou Romi na cama, colocou um travesseiro embaixo da buceta dela e voltou ao ataque, de vez em quando parava e ficava apoiado em cima da Romi, num momento começou a bombar mais forte, Romi gritava e pedia pra ele encher ela de porra. Meu pai cravou quando gozou e ficou apoiado nas costas dela até o pau sair sozinho, depois deitou de barriga pra cima do lado da Romi. Sem a Romi falar nada, eu fui pro cu dela chupar. Romi virou o rosto e se beijava com meu pai.
- Limpa bem, porca..., não pode ser tão porca não... suja...
Finalmente me mandaram parar. Fui dormir na sala, não transaram mais de noite. De manhã, a Romi só chupou a rola do meu pai até ele encher a boca dela. Fiquei sabendo porque ela veio me acordar com um beijo e senti a porrada de porra que passou pra minha boca enquanto ouvia a risada do meu pai do quarto.[/swf]
E a história continua, só um doente mental como eu poderia ter escrito essa merda...
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O sábado inteiro a Romi tava mais nervosa que o normal. Num momento, fui até o banheiro e ela tava terminando de depilar, tava linda. A situação me incomodava pra caralho, obviamente me excitava, mas também me causava uma dor do cacete.
A menina ia ficar na casa dos primos, fazia tempo que não se viam e tava feliz pra porra. Lá pras 18h, vieram buscá-la. Romi começou a me mostrar conjuntinhos de lingerie.
— Qual será que seu papai vai gostar mais...? — e ficava desfilando os conjuntinhos na minha frente. No fim, escolheu um vermelho, que vestiu com o vestido transparente da mesma cor, obviamente sem sutiã, e colocou uns brincos redondos que deixavam ela gostosa pra caralho.
Quando tava terminando de se arrumar, olhou pra mim, que já tava vestido.
— A calcinha fio dental que tirei tá largada no banheiro... veste ela, porca... — eu ia saindo pro quarto, mas ela mandou eu fazer na frente dela. — Que linda que fica em você... essa bunda aí a gente tem que inaugurar, né...? — me olhou sorrindo e mandou eu sair que ela precisava se maquiar.
Lá pras 21h, meu pai chegou. Fui abrir a porta, enquanto a Romi tava na cozinha terminando de arrumar a mesa. Ele apertou minha mão, trouxe uma garrafa de champanhe que me entregou e um buquê de rosas vermelhas na outra. Olhou por cima do meu ombro, procurando a Romi, que tava saindo da cozinha naquele instante.
— Boa noite, sogrinho... que prazer te ver...
— O prazer é todo meu, você tá linda — disse, se aproximando pra dar as flores pra ela, enquanto dava um beijo em cada bochecha e segurava ela pela cintura. — Tá feita uma rainha.
— Ah, obrigada... o senhor também tá muito elegante... querido, por que não serve o champanhe...? Assim a gente brinda — disse Romi, enquanto ia pegar um vaso e colocava as flores na mesa da sala de jantar. Voltei com três taças servidas numa bandeja. Meu pai e Romi pegaram as deles, eu peguei a minha e apoiei a bandeja de lado.
— Por essa noite — brindou meu pai, e nós três. Levantamos as taças brindando com ele.
— Queria deixar claro que passo a virada de ano... acho que a gente tinha bebido demais e perdeu o controle... — disse Romi com voz sensual, meu pai pegou ela pela cintura e, puxando pra perto, beijou ela enquanto acariciava suas costas. Quando se separaram, pegou a taça de Romi, me deu junto com a dele e começou a beijar ela de novo, enquanto passava a mão na bunda dela por cima do vestido.
— Essa noite vou te comer com calma, sem pressa nenhuma. Essa bunda de puta gostosa que você tem.
— Não fala assim comigo... — disse Romi empurrando ele com as mãos no peito. Meu pai segurou as mãos dela, colocou ao lado das coxas dela e beijou ela de novo, Romi correspondeu ao beijo. Meu pai levou uma das mãos dela pra trás e, com a dele, apertou a bunda dela contra ele, encaixando bem no pau dele.
— Falo do jeito que você gosta, você é uma putinha safada — pegou ela pela mão e fez ela se ajoelhar — anda de quatro e rebola essa raba. — Romi começou a andar de quatro pela sala — Mexe bem essa bunda... devagar... com cadência... vem até mim agora... — Romi foi andando devagar, meu pai segurou ela suave pelo cabelo e colocou o rosto dela na frente do pau dele. — Meu amiguinho tá te esperando, faz um bom trabalho nele. — Romi abaixou o zíper, libertou o pau do aperto e começou a chupar. Ficou um tempinho nessa tarefa até meu pai ajudar ela a levantar.
— Isso foi só pra gente não precisar fingir nada, já todo mundo sabe qual é a situação. — beijou ela de novo e ficaram se acariciando por um bom tempo.
Depois de um tempo, fomos pra cozinha jantar, meu pai puxou a cadeira pra ela sentar e sentou do lado dela.
— Você vai ser nosso garçom hoje — meu pai me disse — serve a comida pra gente. — Pegou a mão de Romi e colocou no pau dele, beijou ela e acariciava os peitos dela por cima do vestido, Romi tava cada vez mais tesuda. O jantar foi bem normal, pareciam um casal num restaurante e eu o garçom atendendo eles. Depois da Cena terminou, fomos pra sala. Meu pai sentou no sofá e a Romi colocou uma música suave. Meu pai puxou ela pra perto e sentou ela no colo dele, acariciando e beijando ela. Com a mão direita, começou a brincar com a buceta da Romi, levantando o vestido dela e puxando a tanga pro lado, dedando ela. Depois, só ajeitou ela no sofá, abaixou o zíper e meteu nela ali mesmo.
- Gosta de ver sua mulher sendo comida, filhinho...? - obviamente não respondi. Romi gemia bem alto. Meu pai fazia com muito cuidado, beijava ela e chupava os peitos enquanto metia.
- Que gostosa..., tô adorando..., posso te pedir um favor...?
- O que quiser, minha putinha.
- Olha..., seu filho, sempre que quer me comer no cu..., fica muito nervoso..., às vezes nem consegue enfiar tudo e já goza..., você não faria esse favor pra mim...? - Romi falou com uma voz de puta, meu coração parecia que ia explodir. Meu pai saiu de cima dela, Romi levantou, tirou o vestido me olhando e se ajoelhou na borda do sofá, de salto e tanga, olhou por cima do ombro - faz devagar e suave..., pra durar muito..., adoro sentir o gozo também... quando uma pica explode... - Meu pai não perdeu tempo, se ajeitou atrás dela e primeiro brincou com os dedinhos no cu da Romi, depois chupou ele enquanto continuava com os dedos. Finalmente, se posicionou e começou devagar até enfiar tudo.
- Tá sentindo bem aí?
- Tô..., que delícia..., agora me dá..., mete fundo..., faz pro seu filho..., que adora me ver com uma pica no cu... - meu pai me olhou sorrindo e começou a meter devagar e bem fundo. Depois de um tempo, parou e ficou apoiado nas costas da Romi.
- Que gostosa você é, garota, nunca vou me cansar de te comer, sabe que posso continuar muito mais, aguenta?
- Dói, mas eu gosto... e mais ainda se o punheteiro olhar..., sabe o que...?
- Não, me conta
- Quando Me enchem de porra, sabe o que seu filho faz...?
- Ele bate punheta...?
- Não, ele me limpa com a língua... e é muito habilidoso a porquinha... Porca..., mostra pro seu pai como você tá gostosa... - abaixei a cabeça e baixei as calças, ouvi a risada do meu pai, os dois me olhavam. Vira e mostra como ficou linda em você..., disse a Romi
- Que puta você é, não me enganei nada, hein?
- Não, sou muito puta..., mas preciso de alguém que me domine...
- Acho que você encontrou seu domador, ele dizia enquanto já tinha começado a meter bem forte de novo.
- Tá doendo..., para um pouquinho..., tá doendo..., você me faz doer... bruto..., - dizia Romi com voz de puta.
- Eu te falei que aguento muito. Quer que eu pare um pouquinho?
- Por favor...
- Bom, quando eu quiser eu paro. - começou a bombar bem forte de novo, ficou um tempo parado e depois saiu devagar, deu um beijo na Romi e sentou no sofá. Romi foi um pouquinho pro banheiro. Quando voltou do banheiro, meu pai a fez ajoelhar entre as pernas dele
- Limpa bem aqui pra eu foder sua buceta. - me mandou chegar perto e pegou um copo e bebeu enquanto Romi limpava ele. Levantaram e foram pra cama. Meu pai deitou nela e Romi começou a montar nele, virou a cabeça pra me olhar
- Você não tem vergonha não..., porca..., gosta de ver como me comem..., quer ver como enchem meu cu de porra... e depois você limpa...?, pede pro seu papai... porca...
Meu pai ajeitou Romi na cama, colocou um travesseiro embaixo da buceta dela e voltou ao ataque, de vez em quando parava e ficava apoiado em cima da Romi, num momento começou a bombar mais forte, Romi gritava e pedia pra ele encher ela de porra. Meu pai cravou quando gozou e ficou apoiado nas costas dela até o pau sair sozinho, depois deitou de barriga pra cima do lado da Romi. Sem a Romi falar nada, eu fui pro cu dela chupar. Romi virou o rosto e se beijava com meu pai.
- Limpa bem, porca..., não pode ser tão porca não... suja...
Finalmente me mandaram parar. Fui dormir na sala, não transaram mais de noite. De manhã, a Romi só chupou a rola do meu pai até ele encher a boca dela. Fiquei sabendo porque ela veio me acordar com um beijo e senti a porrada de porra que passou pra minha boca enquanto ouvia a risada do meu pai do quarto.[/swf]
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