O povo só pra filmar faz qualquer coisa, o universo caminha pra sua destruição inevitável...
E continua a história chata pra caralho.
[/swf]http://www.xvideos.com/video682120/slut_wife_rachael[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.xvideos.com/video682120/slut_wife_rachael[/swf] Romina e a armadilha do desejo 19
A gente tinha voltado das férias e entrou março num mês bem tranquilo, não recebemos visita de ninguém, a pequena começou o jardim de infância. A gente tava como sempre quando alguma coisa acontecia, no período de digerir o que tinha rolado.
Num sábado que a gente tava em casa tomando chimarrão e a menina tava na casa dos avós maternos, a Romi chegou perto me olhando, meteu a mão na minha sunga, agarrou minha rola e enquanto começava a brincar com ela disse:
— Continuei tomando a pílula anticoncepcional quando a gente tava no litoral..., mas pra você eu falei que não..., e você não fez nada pra evitar que seu chefe me enchesse... — começou a me bater uma punheta devagar — Você tem vontade de me ver cheia de porra de outro...?, de verdade te excita...? — minha rola tava dura pra caralho, mas eu não me atrevia a falar nada, o assunto parecia pesado demais. — Porque um dia vou cansar..., e vou me deixar encher..., e me parece que depois da permissão que você deu..., nosso próximo filho não vai se parecer muito com você... — ela me bateu uma mais forte até me fazer gozar dentro da sunga, tirou a mão suja de porra e passou na minha cara — Vai se lavar, porquinha...
Passaram quase mais quinze dias em que a gente manteve uma vida bem normal, rotina doméstica que começava a ficar confortável, meu chefe não tinha comentado nada sobre as férias. Numa quarta à tarde, eu tava trabalhando no escritório e me passaram uma ligação, o chefe tinha saído de manhã cedo naquele dia.
— Alô?
— O que cê tá fazendo?
— Chefe, o que o senhor precisa?
— Sabe quem tá de bunda pra cima na sua cama com minha rola bem enterrada...? Escuta... — eu ouvi os comentários da Romi — Isso, faz gostoso..., me bombeia..., que linda que eu sinto no rabo..., cê tá ouvindo, cuck punheteiro...? — perguntou a Romi, e a voz do chefe veio de novo — Vem pra cá, quero que você encontre ela acabada de encher pelo cuzão..., assim você curte um pouco também — ele disse e na hora curto.
Quando cheguei em casa, a Romi tava peladinha na cama, deitada de lado, com a bunda virada pra porta. Fui me aproximando devagar.
— Oi, amor...? O chefe aguentou o máximo que conseguiu... queria que você me encontrasse recém-cheia por trás... chega mais pra olhar... — me ajoelhei do lado da cama, tinha resto de porra na entrada do cuzinho dela. — Limpa com a linguinha, faz uns cinco minutos que o chefe foi embora... vai... faz seu trabalho... porquinha... — comecei a passar a língua devagar — Isso... me limpa direitinho... devagar... mete o dedinho pra sentir como tá quentinho e cheio... enfiei o dedo no cu dela e senti o esfíncter se fechando em volta do meu dedo, e senti o calorão que tava a bunda dela.
— Que vontade de te comer!!!
— Sim, mas já te falei esses dias... não sei se é por causa da idade ou o quê, mas você não tá como antes... se você gozar muito seguido, seu interesse cai... então guarda seu leite pra outra hora que eu decidir... brinca mais um pouco com sua linguinha... daqui a pouco você tem que buscar a neném.
Fiquei mais um tempinho chupando ela até que ela se virou e me beijou.
— Que gosto azedo você tem na boca... — disse sorrindo — vai buscar a neném, porquinha....
Na sexta, recebi outra ligação do chefe, ele disse que tava comendo ela e que queria que eu fosse pra casa, que avisasse por telefone quando tivesse a dez minutos de casa pra ele saber melhor quando gozar e não precisar ficar fazendo conta, disse rindo. Avisei quando tava chegando. Quando entrei no quarto, a Romi tava deitada de barriga pra cima, com os peitos lambuzados de porra.
— Ele comeu bem comido a minha buceta... e resolveu deixar um presentinho pra você ver... coloca uma camisinha e vem me comer... mas não goza, hein.
— É que eu tô muito tarado, faz tempo que você não deixa eu gozar.
— Então não... só me limpa... — deitei em cima dela e comecei a chupar os peitos dela, a Romi gemendo o tempo todo.
— Isso... me limpa bem... porquinha... se você se comportar, essa Hoje à noite vou te aliviar um pouquinho... se apressa, que você tem que buscar a menina...
À noite, Romi se vestiu com um vestido transparente daqueles que ela tem, só com uma tanga por baixo, nada mais. Tava uma delícia. Quando a menina dormiu, a gente ficou na sala ouvindo música, dançando devagar, se beijando e se acariciando. Eu não aguentava mais de tesão. Fomos pro quarto e Romi pediu pra eu despir ela e dar uma boa massagem. Ela deitou de bunda pra cima e eu fiz isso, meu tesão só aumentava. Depois ela mandou eu me despir e deitar de barriga pra cima. Meu pau dava pulinhos o tempo todo, tava perto de gozar. Romi pegou meu pau com a mão direitinha dela e começou a acariciar bem de leve.
— Que quentinho você tá... viu como você me atende bem quando tá com tesão? Você satisfaz qualquer capricho meu... — ela soltou meu pau e ficou na altura do meu membro, me olhando — se eu pedir pra você ligar pro seu pai e perguntar quando ele vai vir nos visitar, você faz, né... — meu pau deu um pulinho, Romi riu — ele me comeu uma vez só... e foi apressado... liga pra ele pra saber quando vai nos visitar... — peguei o telefone e liguei pra casa dos meus pais. Minha mãe atendeu, tava super feliz de me ouvir, e passou pro meu pai.
— Pai, a Romi quer saber quando você vai vir nos visitar. — Romi pegou meu pau e começou a bater uma punheta violenta.
— Quando você quiser. Que tal amanhã à noite? Só que sua mãe vai sair com umas amigas, então vou sozinho... — meu pau começou a jorrar litros de porra. Romi mordia o lábio inferior e apertava meu pau, sentindo a porra escorrer enquanto apontava ele pro meu ventre. Desliguei o telefone. Romi se aproximou pra me beijar.
— Viu como você fica atencioso quando tá com tesão?... Quando é que nosso paizinho vem?
— Amanhã, mas vem sozinho. Minha mãe não pode vir. — Romi me olhou sorrindo.
— Então amanhã é festa... te amo... sua porquinha punheteira...[/swf]
E continua a história chata pra caralho.
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A gente tinha voltado das férias e entrou março num mês bem tranquilo, não recebemos visita de ninguém, a pequena começou o jardim de infância. A gente tava como sempre quando alguma coisa acontecia, no período de digerir o que tinha rolado.
Num sábado que a gente tava em casa tomando chimarrão e a menina tava na casa dos avós maternos, a Romi chegou perto me olhando, meteu a mão na minha sunga, agarrou minha rola e enquanto começava a brincar com ela disse:
— Continuei tomando a pílula anticoncepcional quando a gente tava no litoral..., mas pra você eu falei que não..., e você não fez nada pra evitar que seu chefe me enchesse... — começou a me bater uma punheta devagar — Você tem vontade de me ver cheia de porra de outro...?, de verdade te excita...? — minha rola tava dura pra caralho, mas eu não me atrevia a falar nada, o assunto parecia pesado demais. — Porque um dia vou cansar..., e vou me deixar encher..., e me parece que depois da permissão que você deu..., nosso próximo filho não vai se parecer muito com você... — ela me bateu uma mais forte até me fazer gozar dentro da sunga, tirou a mão suja de porra e passou na minha cara — Vai se lavar, porquinha...
Passaram quase mais quinze dias em que a gente manteve uma vida bem normal, rotina doméstica que começava a ficar confortável, meu chefe não tinha comentado nada sobre as férias. Numa quarta à tarde, eu tava trabalhando no escritório e me passaram uma ligação, o chefe tinha saído de manhã cedo naquele dia.
— Alô?
— O que cê tá fazendo?
— Chefe, o que o senhor precisa?
— Sabe quem tá de bunda pra cima na sua cama com minha rola bem enterrada...? Escuta... — eu ouvi os comentários da Romi — Isso, faz gostoso..., me bombeia..., que linda que eu sinto no rabo..., cê tá ouvindo, cuck punheteiro...? — perguntou a Romi, e a voz do chefe veio de novo — Vem pra cá, quero que você encontre ela acabada de encher pelo cuzão..., assim você curte um pouco também — ele disse e na hora curto.
Quando cheguei em casa, a Romi tava peladinha na cama, deitada de lado, com a bunda virada pra porta. Fui me aproximando devagar.
— Oi, amor...? O chefe aguentou o máximo que conseguiu... queria que você me encontrasse recém-cheia por trás... chega mais pra olhar... — me ajoelhei do lado da cama, tinha resto de porra na entrada do cuzinho dela. — Limpa com a linguinha, faz uns cinco minutos que o chefe foi embora... vai... faz seu trabalho... porquinha... — comecei a passar a língua devagar — Isso... me limpa direitinho... devagar... mete o dedinho pra sentir como tá quentinho e cheio... enfiei o dedo no cu dela e senti o esfíncter se fechando em volta do meu dedo, e senti o calorão que tava a bunda dela.
— Que vontade de te comer!!!
— Sim, mas já te falei esses dias... não sei se é por causa da idade ou o quê, mas você não tá como antes... se você gozar muito seguido, seu interesse cai... então guarda seu leite pra outra hora que eu decidir... brinca mais um pouco com sua linguinha... daqui a pouco você tem que buscar a neném.
Fiquei mais um tempinho chupando ela até que ela se virou e me beijou.
— Que gosto azedo você tem na boca... — disse sorrindo — vai buscar a neném, porquinha....
Na sexta, recebi outra ligação do chefe, ele disse que tava comendo ela e que queria que eu fosse pra casa, que avisasse por telefone quando tivesse a dez minutos de casa pra ele saber melhor quando gozar e não precisar ficar fazendo conta, disse rindo. Avisei quando tava chegando. Quando entrei no quarto, a Romi tava deitada de barriga pra cima, com os peitos lambuzados de porra.
— Ele comeu bem comido a minha buceta... e resolveu deixar um presentinho pra você ver... coloca uma camisinha e vem me comer... mas não goza, hein.
— É que eu tô muito tarado, faz tempo que você não deixa eu gozar.
— Então não... só me limpa... — deitei em cima dela e comecei a chupar os peitos dela, a Romi gemendo o tempo todo.
— Isso... me limpa bem... porquinha... se você se comportar, essa Hoje à noite vou te aliviar um pouquinho... se apressa, que você tem que buscar a menina...
À noite, Romi se vestiu com um vestido transparente daqueles que ela tem, só com uma tanga por baixo, nada mais. Tava uma delícia. Quando a menina dormiu, a gente ficou na sala ouvindo música, dançando devagar, se beijando e se acariciando. Eu não aguentava mais de tesão. Fomos pro quarto e Romi pediu pra eu despir ela e dar uma boa massagem. Ela deitou de bunda pra cima e eu fiz isso, meu tesão só aumentava. Depois ela mandou eu me despir e deitar de barriga pra cima. Meu pau dava pulinhos o tempo todo, tava perto de gozar. Romi pegou meu pau com a mão direitinha dela e começou a acariciar bem de leve.
— Que quentinho você tá... viu como você me atende bem quando tá com tesão? Você satisfaz qualquer capricho meu... — ela soltou meu pau e ficou na altura do meu membro, me olhando — se eu pedir pra você ligar pro seu pai e perguntar quando ele vai vir nos visitar, você faz, né... — meu pau deu um pulinho, Romi riu — ele me comeu uma vez só... e foi apressado... liga pra ele pra saber quando vai nos visitar... — peguei o telefone e liguei pra casa dos meus pais. Minha mãe atendeu, tava super feliz de me ouvir, e passou pro meu pai.
— Pai, a Romi quer saber quando você vai vir nos visitar. — Romi pegou meu pau e começou a bater uma punheta violenta.
— Quando você quiser. Que tal amanhã à noite? Só que sua mãe vai sair com umas amigas, então vou sozinho... — meu pau começou a jorrar litros de porra. Romi mordia o lábio inferior e apertava meu pau, sentindo a porra escorrer enquanto apontava ele pro meu ventre. Desliguei o telefone. Romi se aproximou pra me beijar.
— Viu como você fica atencioso quando tá com tesão?... Quando é que nosso paizinho vem?
— Amanhã, mas vem sozinho. Minha mãe não pode vir. — Romi me olhou sorrindo.
— Então amanhã é festa... te amo... sua porquinha punheteira...[/swf]
1 comentários - La puta de Raquel y Romina 46