O negão come a esposa peituda, e continuem filmando mesmo, no final...
A história fica monótona e repetitiva.
[/swf]http://www.slutload.com/watch/ktlCdkEEErZ/Wife-fucking-with-some-black-guy.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.slutload.com/watch/ktlCdkEEErZ/Wife-fucking-with-some-black-guy.html[/swf] Romina e a armadilha do desejo 18
Durante o tempo que minha sogra ficou conosco nas férias, três vezes ela saiu à noite, supostamente pra dar uma volta, mas a gente sabia que, apesar de ela ter se feito de ofendida pelo tratamento do chefe, tinha adorado como ele a tratou e voltava sempre que podia pra receber mais. Romi me fez contar com todos os detalhes o que tinha rolado com a mãe dela e tava meio ansiosa pro chefe dar uma rola pra ela também, foi assim que ela me falou, me deixando com tesão. A mãe dela finalmente foi embora, levou o carro dela, então a gente ficou a pé. A rodoviária era perto de casa, minha sogra tinha levado a menina porque iam continuar de férias com meu sogro em outro ponto da costa e iam ficar mais tempo que a gente. Voltamos pros chalés andando, e o chefe pegou Romi pela cintura, acariciando a bunda dela, puxava a tanga pro lado e brincava com o dedinho no cu dela diretamente, falando alto.
- Agora que eu saboreei bem a bunda da mãe e ela tá doida por mais... vou voltar a comer a da filha...
- Que nojento você é...!
- Não se faz de santinha, sua putinha, se deixando apalpar o cu em plena luz do dia na rua, não tem vergonha? - e virando a cabeça, beijou ela enquanto continuava a massagear a bunda dela e enfiar o dedinho. -
- Essa noite vou te levar pra dançar, vou te apresentar a um amigo que é dono do lugar, você vai ver como vai se divertir.
Entramos no nosso chalé e o chefe entrou com a gente, ele me mandou buscar algo pra beber, quando voltei, Romi tava de joelhos na frente do chefe chupando a rola dele.
- Como eu gostei da bunda da sua mãe, ela tem mais apertadinha que a sua... e bem carnuda... - Romi ia tirar a rola da boca, mas o chefe apertou ela contra ele - contei que eu também arrebento seu cu, quem sabe um dia eu junto as duas... - Romi tava com o olhar desvairado. O chefe empurrou ela contra o sofá. Ele puxou a tanguinha dela pro lado e meteu seco no cu dela, a Romi soltou um gritinho.
- Cê gosta, putinha?
- Sim, chefe, adoro... tava com saudade do seu pau no meu cu... e do punheteiro olhando como cê me arrebenta... - Romi virou a cabeça pra me olhar - Cê gosta de me ver dando, né? Pede pro chefe meter bem forte... sem pena... que me encha de porra pra você... vamos...
- Chefe, pega ela com força, arrebenta bem o cu dessa puta e deixa cheio de porra. - o chefe sorriu e começou a meter forte na Romi, comeu ela por um tempão sem parar, Romi gemia e se contorcia, até que o chefe se tenso e enfiou até o fundo.
- Vem tomar a porra, infeliz... saboreia o sêmen que seu chefe deixou no meu cu... viado... maricona... punheteiro de merda... me limpa bem com essa língua de chupadora... - eu me ajoelhei atrás da Romi e comecei a passar a língua por toda a bunda dela, tentando enfiar o mais fundo possível. O chefe disse que a gente precisava de privacidade e saiu do chalé.
- Continua assim... me limpa bem... tá gostoso? Não tem vergonha, não? Vai usar minhas calcinhas de novo quando eu tirar, tá claro? - eu parei de chupar e falei que sim. - E vamos arrumar alguém pra arrebentar teu cu... que arrebente o cu da gente dois... quero ver como te comem com a tanguinha... pena que o chefe não curte bunda de homem... que tal hoje à noite... na balada...
- Não, pelo amor de Deus
- Adoro ouvir você falar "pelo amor de Deus"... e o que você me oferece em troca? Acho que não tem nada interessante pra oferecer...
- O que você quiser, mas meu cu não.
- Quem decide sou eu... dependendo de como você se comportar, a gente vê... - ela se levantou e me deu um beijo - vou tomar banho, prepara a comida.
À noite, Romi vestiu um vestido preto curto sem sutiã e com tanguinha, e me deu uma tanguinha dela pra eu vestir. O chefe tocou a campainha e gritou que a gente esperava no carro. Romi sentou do lado dele e eu atrás. Ele pegou Peguei a mão da Romi e levei até meu pau. Acaricia ele devagarzinho. O chefe me olhou pelo espelho e sorriu.
— Que férias gostosas, hein, amigão? — eu não respondi nada.
Quando entramos na balada, sentamos os três no balcão, a Romi olhando pra pista e o chefe pro bar, eu do lado dele. O chefe começou a passar a mão entre as pernas da Romi, bem na vista de todo mundo.
— Abre bem as pernas e me fala se alguém tá olhando.
— Tem vários olhando... mas um mais insistente que os outros...
— Esse aí quero que você levante. Vai até o banheiro, seduz ele, leva pra um reservado e chupa o pau dele. Tira o leite, guarda na boquinha e vem dar um beijo no seu maridinho. — Ele me olhou de novo com um sorriso. A Romi se levantou e foi andando sensual pro banheiro. — Segue ela, se quiser, não perde os detalhes.
A Romi passou do lado do cara, sorrindo pra ele, e foi pelo corredor até o banheiro. O cara se posicionou no corredor, na saída dos banheiros. Quando a Romi saiu, ele pegou ela pelo braço e puxou pra perto. Romi abriu a boca e beijou ele, pegou na mão dele e levou pros reservados. Eu segui de longe. O cara começou a apalpar ela toda, e a Romi se ajoelhou entre as pernas dele, soltou o pau e começou a chupar, subindo e descendo. O cara colocou a mão na cabeça dela, pegou o cabelo dela num punhado e começou a guiar o movimento. Ficaram um tempão assim. Eu me afastei e voltei pro chefe, sabendo que não faltava muito pro final.
— Como foi sua mulher? — o chefe falou de novo, sorrindo. Daqui a pouco a Romi apareceu, rebolando devagar, me deu um beijo na boca e passou um leite bem grosso e azedo.
— Que fofos, quanto amor. Que sorte que você tem — disse o chefe, sorrindo de novo.[/swf]
A história fica monótona e repetitiva.
[/swf]http://www.slutload.com/watch/ktlCdkEEErZ/Wife-fucking-with-some-black-guy.html[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">
Durante o tempo que minha sogra ficou conosco nas férias, três vezes ela saiu à noite, supostamente pra dar uma volta, mas a gente sabia que, apesar de ela ter se feito de ofendida pelo tratamento do chefe, tinha adorado como ele a tratou e voltava sempre que podia pra receber mais. Romi me fez contar com todos os detalhes o que tinha rolado com a mãe dela e tava meio ansiosa pro chefe dar uma rola pra ela também, foi assim que ela me falou, me deixando com tesão. A mãe dela finalmente foi embora, levou o carro dela, então a gente ficou a pé. A rodoviária era perto de casa, minha sogra tinha levado a menina porque iam continuar de férias com meu sogro em outro ponto da costa e iam ficar mais tempo que a gente. Voltamos pros chalés andando, e o chefe pegou Romi pela cintura, acariciando a bunda dela, puxava a tanga pro lado e brincava com o dedinho no cu dela diretamente, falando alto.
- Agora que eu saboreei bem a bunda da mãe e ela tá doida por mais... vou voltar a comer a da filha...
- Que nojento você é...!
- Não se faz de santinha, sua putinha, se deixando apalpar o cu em plena luz do dia na rua, não tem vergonha? - e virando a cabeça, beijou ela enquanto continuava a massagear a bunda dela e enfiar o dedinho. -
- Essa noite vou te levar pra dançar, vou te apresentar a um amigo que é dono do lugar, você vai ver como vai se divertir.
Entramos no nosso chalé e o chefe entrou com a gente, ele me mandou buscar algo pra beber, quando voltei, Romi tava de joelhos na frente do chefe chupando a rola dele.
- Como eu gostei da bunda da sua mãe, ela tem mais apertadinha que a sua... e bem carnuda... - Romi ia tirar a rola da boca, mas o chefe apertou ela contra ele - contei que eu também arrebento seu cu, quem sabe um dia eu junto as duas... - Romi tava com o olhar desvairado. O chefe empurrou ela contra o sofá. Ele puxou a tanguinha dela pro lado e meteu seco no cu dela, a Romi soltou um gritinho.
- Cê gosta, putinha?
- Sim, chefe, adoro... tava com saudade do seu pau no meu cu... e do punheteiro olhando como cê me arrebenta... - Romi virou a cabeça pra me olhar - Cê gosta de me ver dando, né? Pede pro chefe meter bem forte... sem pena... que me encha de porra pra você... vamos...
- Chefe, pega ela com força, arrebenta bem o cu dessa puta e deixa cheio de porra. - o chefe sorriu e começou a meter forte na Romi, comeu ela por um tempão sem parar, Romi gemia e se contorcia, até que o chefe se tenso e enfiou até o fundo.
- Vem tomar a porra, infeliz... saboreia o sêmen que seu chefe deixou no meu cu... viado... maricona... punheteiro de merda... me limpa bem com essa língua de chupadora... - eu me ajoelhei atrás da Romi e comecei a passar a língua por toda a bunda dela, tentando enfiar o mais fundo possível. O chefe disse que a gente precisava de privacidade e saiu do chalé.
- Continua assim... me limpa bem... tá gostoso? Não tem vergonha, não? Vai usar minhas calcinhas de novo quando eu tirar, tá claro? - eu parei de chupar e falei que sim. - E vamos arrumar alguém pra arrebentar teu cu... que arrebente o cu da gente dois... quero ver como te comem com a tanguinha... pena que o chefe não curte bunda de homem... que tal hoje à noite... na balada...
- Não, pelo amor de Deus
- Adoro ouvir você falar "pelo amor de Deus"... e o que você me oferece em troca? Acho que não tem nada interessante pra oferecer...
- O que você quiser, mas meu cu não.
- Quem decide sou eu... dependendo de como você se comportar, a gente vê... - ela se levantou e me deu um beijo - vou tomar banho, prepara a comida.
À noite, Romi vestiu um vestido preto curto sem sutiã e com tanguinha, e me deu uma tanguinha dela pra eu vestir. O chefe tocou a campainha e gritou que a gente esperava no carro. Romi sentou do lado dele e eu atrás. Ele pegou Peguei a mão da Romi e levei até meu pau. Acaricia ele devagarzinho. O chefe me olhou pelo espelho e sorriu.
— Que férias gostosas, hein, amigão? — eu não respondi nada.
Quando entramos na balada, sentamos os três no balcão, a Romi olhando pra pista e o chefe pro bar, eu do lado dele. O chefe começou a passar a mão entre as pernas da Romi, bem na vista de todo mundo.
— Abre bem as pernas e me fala se alguém tá olhando.
— Tem vários olhando... mas um mais insistente que os outros...
— Esse aí quero que você levante. Vai até o banheiro, seduz ele, leva pra um reservado e chupa o pau dele. Tira o leite, guarda na boquinha e vem dar um beijo no seu maridinho. — Ele me olhou de novo com um sorriso. A Romi se levantou e foi andando sensual pro banheiro. — Segue ela, se quiser, não perde os detalhes.
A Romi passou do lado do cara, sorrindo pra ele, e foi pelo corredor até o banheiro. O cara se posicionou no corredor, na saída dos banheiros. Quando a Romi saiu, ele pegou ela pelo braço e puxou pra perto. Romi abriu a boca e beijou ele, pegou na mão dele e levou pros reservados. Eu segui de longe. O cara começou a apalpar ela toda, e a Romi se ajoelhou entre as pernas dele, soltou o pau e começou a chupar, subindo e descendo. O cara colocou a mão na cabeça dela, pegou o cabelo dela num punhado e começou a guiar o movimento. Ficaram um tempão assim. Eu me afastei e voltei pro chefe, sabendo que não faltava muito pro final.
— Como foi sua mulher? — o chefe falou de novo, sorrindo. Daqui a pouco a Romi apareceu, rebolando devagar, me deu um beijo na boca e passou um leite bem grosso e azedo.
— Que fofos, quanto amor. Que sorte que você tem — disse o chefe, sorrindo de novo.[/swf]
7 comentários - Negro se come esposa tetotas y Romina 45
Bueno el relato