Um vídeo daqueles raros, com gente esquisita, pra um relato cada vez mais bizarro.
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Minha irmã e o marido dela tinham voltado pra Córdoba, a gente deixou o assunto de lado. Eu voltei a pensar em tudo e percebi que tínhamos ido longe demais, a Romi no começo concordou, o que rolou com meu pai e com o Juan tinha sido demais. Passamos janeiro voltando à nossa rotina normal, nos escondendo de todo mundo, as coisas começaram a se ajeitar, nossas relações ficaram mais monótonas e chatas de novo. Em fevereiro íamos sair de férias, alugamos uma casa em San Bernardo pra primeira quinzena, que era minhas férias. Minha sogra ia vir com a gente porque o marido dela tava viajando a negócios. Nos últimos dias de janeiro, antes de sair de férias, o chefe me chamou no escritório dele. Entrei e ele mandou eu sentar na frente dele, que tava na mesa.
- Fiquei pensando muito no assunto, faz tempo que não vejo sua esposa, queria te propor uma coisa. - diante do meu silêncio, ele fez uma pausa e continuou - Bom, tenho uma propriedade em Villa Gesell com dois chalés, tava pensando em te oferecer, se você não se importar de esticar suas férias, pegar também a segunda quinzena de fevereiro... - ele não disse mais nada, não precisava, tava tudo na cara, ele emprestava um dos chalés, e a Romi ficaria ao alcance dele. Saí do escritório bem agitado. Não era a proposta que me incomodava, mas a excitação que eu sentia crescendo dentro de mim.
Quando cheguei em casa, a Romi me abraçou, fomos tomar chimarrão, ela sentou no meu colo e sentiu minha pica dura na hora.
- Você veio todo tesudo, tem alguma colega nova?
- Não fala besteira. - a gente se beijou e se acariciou, a menina tava brincando na sala. Depois do jantar, a Romi falou que ia me esperar no quarto, pra eu botar a menina pra dormir e ir. Quando entrei no quarto, ela tava de fio dental na cama, de bunda pra cima, dava pra ver o fio dental sumindo na bunda dela e me deixava louco, ela tava se masturbando.
- Tira a roupa e acaricia teu pauzinho. - ela falou com voz de puta - Por que você não me conta o que aconteceu? - ela virou de lado. e ela se virou de barriga pra cima, puxando a tanga pro lado — Coloca uma camisinha e vem.
Me acomodei em cima dela e fui enfiando devagar.
— Quanto tempo fazia que você não tava tão durinho, o que rolou? Tá de saco cheio por causa das férias?
— Não...
— Bom... então...?
— O chefe...
— Ah...!!! — gemeu a Romi fundo, e a voz dela ficou ainda mais putinha — O que que tem o chefinho... vai me entregar de novo...? — meti bem forte, socando sem gozar, ela me olhou fixo nos olhos e sorriu. — Você nunca vai mudar... corno manso... punheteiro e cuckold...
— Ele me ofereceu me dar a segunda quinzena de fevereiro de férias, e a gente ir pra um chalé que ele tem em Gessel, são dois no mesmo terreno. — E enfiei de novo, enquanto a Romi gemia mais fundo e gozava gostoso, quando se recuperou, me olhou de novo nos olhos, enfiou o dedo no meu cu.
— Punheteiro... cuckold... — começou a me comer devagar com o dedo — vai ficar olhando de novo enquanto comem a putinha...? — enfiou o dedo até o fundo do meu cu. A Romi me beijou sorrindo, com cara de vitória.
— Vou comprar uma tanga bonita pra praia, booty less, né? — meu pau continuava duro — Seu pai também vai estar na costa nessa época... né? — meu pau ficou mais duro ainda, a Romi me olhava sorrindo e toda satisfeita.
— Sua mãe me disse que vai pra Córdoba ajudar sua irmã... coitada... vai ficar sozinho... — me mandou parar e sair de cima dela, fiquei deitado de barriga pra cima na cama. A Romi tirou a camisinha e ficou olhando meu pau bem duro. Ela se ajeitou entre minhas pernas, com a cabeça na altura do meu pau, e começou a me dar chupadinhas leves enquanto me olhava nos olhos e passava a linguinha me torturando devagar.
— Se a gente ver o chefe... não vamos dizer não pro seu pai... né? — minha cara era de quem tinha pirado, e a Romi tava radiante de alegria. — Ele me comeu uma vez só, seu pai... e tudo apressado... — meu pau balançava no ar, a Romi levantou e foi pro banheiro, quando voltou, se ajeitou do ao meu lado, me olhando, e colocou a mão direita enrolando no meu pau, mas sem bater uma pra mim
— Como ele tá duro... que pena que não fica sempre assim só por mim... cê me acha mais gorda? — virei a cabeça pra olhar ela —
— Cê tá gostosa como sempre... — sorriu perversamente me olhando nos olhos —
— Acho que os anticoncepcionais tão me engordando... não vou tomar mais... — meu pau dava pulinhos — não vai dar nada, né... tipo... se me comerem assim... sem as pílulas... — Romi me olhava e sorria.
— Seria muito azar me encherem... né? — peguei meu pau pra bater uma e gozar de uma vez, e Romi, brincando, bateu na minha mão — cê fica com tesão...?
— Sim...
— O quê...?
— A situação...
— O quê... que seu pai ou seu chefe me comam e me deixem cheinha... — ela pegou meu pau e bateu uma até eu gozar, apertando ele contra minha barriga enquanto eu gozava, e Romi mordia o lábio inferior. Passou minha porra na minha barriga, me deu um beijo e foi de novo pro banheiro.[/swf]
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Minha irmã e o marido dela tinham voltado pra Córdoba, a gente deixou o assunto de lado. Eu voltei a pensar em tudo e percebi que tínhamos ido longe demais, a Romi no começo concordou, o que rolou com meu pai e com o Juan tinha sido demais. Passamos janeiro voltando à nossa rotina normal, nos escondendo de todo mundo, as coisas começaram a se ajeitar, nossas relações ficaram mais monótonas e chatas de novo. Em fevereiro íamos sair de férias, alugamos uma casa em San Bernardo pra primeira quinzena, que era minhas férias. Minha sogra ia vir com a gente porque o marido dela tava viajando a negócios. Nos últimos dias de janeiro, antes de sair de férias, o chefe me chamou no escritório dele. Entrei e ele mandou eu sentar na frente dele, que tava na mesa.
- Fiquei pensando muito no assunto, faz tempo que não vejo sua esposa, queria te propor uma coisa. - diante do meu silêncio, ele fez uma pausa e continuou - Bom, tenho uma propriedade em Villa Gesell com dois chalés, tava pensando em te oferecer, se você não se importar de esticar suas férias, pegar também a segunda quinzena de fevereiro... - ele não disse mais nada, não precisava, tava tudo na cara, ele emprestava um dos chalés, e a Romi ficaria ao alcance dele. Saí do escritório bem agitado. Não era a proposta que me incomodava, mas a excitação que eu sentia crescendo dentro de mim.
Quando cheguei em casa, a Romi me abraçou, fomos tomar chimarrão, ela sentou no meu colo e sentiu minha pica dura na hora.
- Você veio todo tesudo, tem alguma colega nova?
- Não fala besteira. - a gente se beijou e se acariciou, a menina tava brincando na sala. Depois do jantar, a Romi falou que ia me esperar no quarto, pra eu botar a menina pra dormir e ir. Quando entrei no quarto, ela tava de fio dental na cama, de bunda pra cima, dava pra ver o fio dental sumindo na bunda dela e me deixava louco, ela tava se masturbando.
- Tira a roupa e acaricia teu pauzinho. - ela falou com voz de puta - Por que você não me conta o que aconteceu? - ela virou de lado. e ela se virou de barriga pra cima, puxando a tanga pro lado — Coloca uma camisinha e vem.
Me acomodei em cima dela e fui enfiando devagar.
— Quanto tempo fazia que você não tava tão durinho, o que rolou? Tá de saco cheio por causa das férias?
— Não...
— Bom... então...?
— O chefe...
— Ah...!!! — gemeu a Romi fundo, e a voz dela ficou ainda mais putinha — O que que tem o chefinho... vai me entregar de novo...? — meti bem forte, socando sem gozar, ela me olhou fixo nos olhos e sorriu. — Você nunca vai mudar... corno manso... punheteiro e cuckold...
— Ele me ofereceu me dar a segunda quinzena de fevereiro de férias, e a gente ir pra um chalé que ele tem em Gessel, são dois no mesmo terreno. — E enfiei de novo, enquanto a Romi gemia mais fundo e gozava gostoso, quando se recuperou, me olhou de novo nos olhos, enfiou o dedo no meu cu.
— Punheteiro... cuckold... — começou a me comer devagar com o dedo — vai ficar olhando de novo enquanto comem a putinha...? — enfiou o dedo até o fundo do meu cu. A Romi me beijou sorrindo, com cara de vitória.
— Vou comprar uma tanga bonita pra praia, booty less, né? — meu pau continuava duro — Seu pai também vai estar na costa nessa época... né? — meu pau ficou mais duro ainda, a Romi me olhava sorrindo e toda satisfeita.
— Sua mãe me disse que vai pra Córdoba ajudar sua irmã... coitada... vai ficar sozinho... — me mandou parar e sair de cima dela, fiquei deitado de barriga pra cima na cama. A Romi tirou a camisinha e ficou olhando meu pau bem duro. Ela se ajeitou entre minhas pernas, com a cabeça na altura do meu pau, e começou a me dar chupadinhas leves enquanto me olhava nos olhos e passava a linguinha me torturando devagar.
— Se a gente ver o chefe... não vamos dizer não pro seu pai... né? — minha cara era de quem tinha pirado, e a Romi tava radiante de alegria. — Ele me comeu uma vez só, seu pai... e tudo apressado... — meu pau balançava no ar, a Romi levantou e foi pro banheiro, quando voltou, se ajeitou do ao meu lado, me olhando, e colocou a mão direita enrolando no meu pau, mas sem bater uma pra mim
— Como ele tá duro... que pena que não fica sempre assim só por mim... cê me acha mais gorda? — virei a cabeça pra olhar ela —
— Cê tá gostosa como sempre... — sorriu perversamente me olhando nos olhos —
— Acho que os anticoncepcionais tão me engordando... não vou tomar mais... — meu pau dava pulinhos — não vai dar nada, né... tipo... se me comerem assim... sem as pílulas... — Romi me olhava e sorria.
— Seria muito azar me encherem... né? — peguei meu pau pra bater uma e gozar de uma vez, e Romi, brincando, bateu na minha mão — cê fica com tesão...?
— Sim...
— O quê...?
— A situação...
— O quê... que seu pai ou seu chefe me comam e me deixem cheinha... — ela pegou meu pau e bateu uma até eu gozar, apertando ele contra minha barriga enquanto eu gozava, e Romi mordia o lábio inferior. Passou minha porra na minha barriga, me deu um beijo e foi de novo pro banheiro.[/swf]
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