Um vídeo daqueles esquisitos, com gente esquisita, para uma história cada vez mais esquisita
[/swf]http://www.xvideos.com/video631504/madeline_cuck_tease[/swf]" rel="nofollow" target="_blank"> http://www.xvideos.com/video631504/madeline_cuck_tease[/swf] Romina e a Armadilha do Desejo 11
Minha irmã e o marido dela tinham voltado para Córdoba, então nós afastamos do assunto. Eu voltei a pensar em tudo e me pareceu que a gente tinha ido longe demais. A Romi, no começo, concordou. O que aconteceu com meu pai e com o Juan tinha sido demais. Passamos o mês de janeiro voltando para a nossa rotina normal, nos escondendo de todo mundo. As coisas começaram a se ajeitar, nosso relacionamento voltou a ser mais rotineiro e chato. Em fevereiro, a gente ia sair de férias. Tinha alugado uma casa em San Bernardo para a primeira quinzena, que era quando eu estava de folga. Minha sogra ia vir com a gente, já que o marido dela estava viajando a negócios.
Nos últimos dias de janeiro, antes de sair de férias, meu chefe me chamou no escritório dele. Entrei e ele me indicou para sentar na frente dele, que estava na mesa.
— Eu estive pensando muito no assunto. Faz muito tempo que não vejo sua esposa. Queria te propor uma coisa. — Diante do meu silêncio, ele fez uma pausa e continuou. — Bom, eu tenho uma propriedade em Villa Gesell com duas casinhas. Pensei em te propor, se você não se importar, estender suas férias, pegar a segunda quinzena de fevereiro também... — Ele não disse mais nada. Não precisava. Era tudo óbvio. Ele ia emprestar uma das casinhas dele, e a Romi estaria ao alcance dele.
Saí do escritório dele bem agitado. Não era a proposta que me incomodava, mas a excitação que eu sentia crescendo dentro de mim.
Quando cheguei em casa, a Romi me abraçou. Fomos tomar um mate, ela sentou no meu colo e percebeu minha ereção na hora.
— Você veio todo quente, hein? Tem alguma coleguinha nova?
— Não seja boba. — A gente se beijou e se acariciou. A menina estava brincando na sala. Depois do jantar, a Romi me disse que me esperava no quarto, para eu colocar a menina para dormir e ir. Quando entrei no quarto, ela estava de calcinha fio-dental na cama, de bunda pra cima. Dava para ver como a calcinha sumia na bunda dela, e isso me deixava louco. Ela estava se masturbando.
— Tira a roupa e mexe no seu pintinho. — Ela falou com voz de putinha. — Por que você não me conta o que aconteceu? — Ela se virou. e ela se virou de costas, desviando a calcinha de lado. "Põe uma camisinha e vem."
Me posicionei sobre ela e entrei devagar.
"Quanto tempo faz que você não ficava tão durão, hein? O que foi, tá excitado com a chegada das férias?"
"Não..."
"Bom... então?"
"O chefe..."
"Ah...!!!" – Romi gemeu profundamente e sua voz ficou ainda mais provocante – "O que foi com o chefão...? Você vai me entregar de novo...?" – Eu dei duro, metendo sem gozar, encarei seus olhos e sorri. – "Você nunca vai mudar... corno... punheteiro e cuck..."
"Ele me ofereceu a segunda quinzena de fevereiro de férias, e pra gente ir a um chalé que ele tem em Gessell, são dois no mesmo lote." – E voltei a meter enquanto Romi gemia mais fundo e gozava intensamente. Quando ela se recuperou, me olhou nos olhos de novo e enfiou o dedo no meu cu –
"Punheteiro... cuck..." – começou a me foder devagar com o dedo – "Vai ficar olhando de novo enquanto fodem a putinha...?" – enfiou o dedo até o fundo do meu cu. Romi me beijou sorridente e com cara de vitória.
"Vou comprar uma calcinha linda pra praia, bem cavada, né?" – meu pau continuava duro – "Seu pai também vai estar no litoral nessa época... né?" – meu pau ficou ainda mais duro. Romi me olhava sorridente e satisfeita.
"Sua mãe me disse que vai pra Córdoba ajudar sua irmã... coitado... vai ficar sozinho..." – ela me indicou para parar e sair de cima dela. Fiquei deitado de costas na cama. Romi tirou a camisinha e ficou admirando meu pau bem duro. Posicionou-se entre minhas pernas, com a cabeça na altura do meu membro, e começou a dar chupadas suaves enquanto me encarava e passava a linguinha, me torturando devagar.
"Se a gente ver o chefe... não vamos dizer não pro seu papai... né?" – minha cara estava totalmente perdida, e Romi brilhava de alegria. – "Seu pai me comeu só uma vez, e foi tudo corrido..." – meu pau pulsava no ar. Romi se levantou e foi ao banheiro. Quando voltou, se acomodou... Do meu lado me olhando e colocou sua mão direita envolvendo meu pau, mas sem me masturbar
— Que duro você está... que pena que não fique sempre assim só por mim... você me acha mais gorda? — virei a cabeça para olhá-la
— Você está linda como sempre... — sorri perversamente olhando nos meus olhos
— Acho que as pílulas anticoncepcionais me engordam... não vou mais tomá-las... — meu pau dava pulinhos — não vai dar em nada... digo... se me comerem assim... sem pilulinhas... — Romi me olhava e sorria — Seria muita má sorte me encherem... né? — agarrei meu pau para me masturbar e gozar de uma vez e Romi, brincando, bateu na minha mão — Isso te excita?
— Sim...
— O quê?
— A situação...
— O quê... que seu pai ou seu chefe me comam e me deixem cheinha... — ela agarrou meu pau e me masturbou até me fazer gozar, apertando ele contra minha barriga enquanto eu acabava e Romi mordia o lábio inferior, esfregou minha porra na minha barriga, me deu um beijo e foi de novo ao banheiro[/swf]
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Minha irmã e o marido dela tinham voltado para Córdoba, então nós afastamos do assunto. Eu voltei a pensar em tudo e me pareceu que a gente tinha ido longe demais. A Romi, no começo, concordou. O que aconteceu com meu pai e com o Juan tinha sido demais. Passamos o mês de janeiro voltando para a nossa rotina normal, nos escondendo de todo mundo. As coisas começaram a se ajeitar, nosso relacionamento voltou a ser mais rotineiro e chato. Em fevereiro, a gente ia sair de férias. Tinha alugado uma casa em San Bernardo para a primeira quinzena, que era quando eu estava de folga. Minha sogra ia vir com a gente, já que o marido dela estava viajando a negócios.
Nos últimos dias de janeiro, antes de sair de férias, meu chefe me chamou no escritório dele. Entrei e ele me indicou para sentar na frente dele, que estava na mesa.
— Eu estive pensando muito no assunto. Faz muito tempo que não vejo sua esposa. Queria te propor uma coisa. — Diante do meu silêncio, ele fez uma pausa e continuou. — Bom, eu tenho uma propriedade em Villa Gesell com duas casinhas. Pensei em te propor, se você não se importar, estender suas férias, pegar a segunda quinzena de fevereiro também... — Ele não disse mais nada. Não precisava. Era tudo óbvio. Ele ia emprestar uma das casinhas dele, e a Romi estaria ao alcance dele.
Saí do escritório dele bem agitado. Não era a proposta que me incomodava, mas a excitação que eu sentia crescendo dentro de mim.
Quando cheguei em casa, a Romi me abraçou. Fomos tomar um mate, ela sentou no meu colo e percebeu minha ereção na hora.
— Você veio todo quente, hein? Tem alguma coleguinha nova?
— Não seja boba. — A gente se beijou e se acariciou. A menina estava brincando na sala. Depois do jantar, a Romi me disse que me esperava no quarto, para eu colocar a menina para dormir e ir. Quando entrei no quarto, ela estava de calcinha fio-dental na cama, de bunda pra cima. Dava para ver como a calcinha sumia na bunda dela, e isso me deixava louco. Ela estava se masturbando.
— Tira a roupa e mexe no seu pintinho. — Ela falou com voz de putinha. — Por que você não me conta o que aconteceu? — Ela se virou. e ela se virou de costas, desviando a calcinha de lado. "Põe uma camisinha e vem."
Me posicionei sobre ela e entrei devagar.
"Quanto tempo faz que você não ficava tão durão, hein? O que foi, tá excitado com a chegada das férias?"
"Não..."
"Bom... então?"
"O chefe..."
"Ah...!!!" – Romi gemeu profundamente e sua voz ficou ainda mais provocante – "O que foi com o chefão...? Você vai me entregar de novo...?" – Eu dei duro, metendo sem gozar, encarei seus olhos e sorri. – "Você nunca vai mudar... corno... punheteiro e cuck..."
"Ele me ofereceu a segunda quinzena de fevereiro de férias, e pra gente ir a um chalé que ele tem em Gessell, são dois no mesmo lote." – E voltei a meter enquanto Romi gemia mais fundo e gozava intensamente. Quando ela se recuperou, me olhou nos olhos de novo e enfiou o dedo no meu cu –
"Punheteiro... cuck..." – começou a me foder devagar com o dedo – "Vai ficar olhando de novo enquanto fodem a putinha...?" – enfiou o dedo até o fundo do meu cu. Romi me beijou sorridente e com cara de vitória.
"Vou comprar uma calcinha linda pra praia, bem cavada, né?" – meu pau continuava duro – "Seu pai também vai estar no litoral nessa época... né?" – meu pau ficou ainda mais duro. Romi me olhava sorridente e satisfeita.
"Sua mãe me disse que vai pra Córdoba ajudar sua irmã... coitado... vai ficar sozinho..." – ela me indicou para parar e sair de cima dela. Fiquei deitado de costas na cama. Romi tirou a camisinha e ficou admirando meu pau bem duro. Posicionou-se entre minhas pernas, com a cabeça na altura do meu membro, e começou a dar chupadas suaves enquanto me encarava e passava a linguinha, me torturando devagar.
"Se a gente ver o chefe... não vamos dizer não pro seu papai... né?" – minha cara estava totalmente perdida, e Romi brilhava de alegria. – "Seu pai me comeu só uma vez, e foi tudo corrido..." – meu pau pulsava no ar. Romi se levantou e foi ao banheiro. Quando voltou, se acomodou... Do meu lado me olhando e colocou sua mão direita envolvendo meu pau, mas sem me masturbar
— Que duro você está... que pena que não fique sempre assim só por mim... você me acha mais gorda? — virei a cabeça para olhá-la
— Você está linda como sempre... — sorri perversamente olhando nos meus olhos
— Acho que as pílulas anticoncepcionais me engordam... não vou mais tomá-las... — meu pau dava pulinhos — não vai dar em nada... digo... se me comerem assim... sem pilulinhas... — Romi me olhava e sorria — Seria muita má sorte me encherem... né? — agarrei meu pau para me masturbar e gozar de uma vez e Romi, brincando, bateu na minha mão — Isso te excita?
— Sim...
— O quê?
— A situação...
— O quê... que seu pai ou seu chefe me comam e me deixem cheinha... — ela agarrou meu pau e me masturbou até me fazer gozar, apertando ele contra minha barriga enquanto eu acabava e Romi mordia o lábio inferior, esfregou minha porra na minha barriga, me deu um beijo e foi de novo ao banheiro[/swf]
3 comentários - Esposa dominante e Romina, 38 anos