CINEMA PORNOGRÁFICO NA ARGENTINA: UMA INDÚSTRIA INCIPIENTE
O CINEMA PORNOGRÁFICO NACIONAL TEM MILHARES DE SEGUIDORES, MAS NEM CHEGA A SER UMA INDÚSTRIA. É APENAS UM MOVIMENTO QUE TENTA PARTICIPAR DE UM MERCADO GLOBAL QUE REDUZ CUSTOS E AINDA NÃO DOMINA AS POTENCIALIDADES DA INTERNET EM TERMOS DE DIVULGAÇÃO E LUCROS.
Pequena entrevista!!!Martín e Alana, um casal cordobês que se define como “um casal aberto”, embora deixem claro que isso não significa que troquem de parceiros, mas sim que ambos consomem pornografia sem preconceito. Como começaram? Uma amiga da Inglaterra mostrou a eles um material europeu altamente competitivo, e foi aí que se inspiraram.
Além da mente aberta, eles tentam encarar a pornografia como um trabalho sério. “Hoje todo mundo tem uma câmera em casa e grava vídeos caseiros, por isso o material amador prolifera, mas nem sempre atende às expectativas do consumidor”, comenta Martín. A chave para entrar na indústria é a qualidade.
Fundaram a produtora em 2006 e a batizaram de Taccon7, nome inspirado nos saltos altos número 37 que Alana gosta de usar. Eles são donos de um estúdio, localizado em Lomas de San Martín, onde editam e fazem a pós-produção. As locações de filmagem são quase todas externas, especialmente nas serras, porque, segundo Martín, o “mercado exige lugares abertos para contrabalançar o amadorismo filmado em quartos de casas mal iluminadas”. Os cenários naturais servem para legitimar o produto perante o mercado. “A gente tenta estar dois passos à frente do que o usuário consome num celular ou num site”, afirmam.
Indústria matrimonial. Eles filmam uma média de três filmes por ano, que são encontrados nas seções de cinema adulto de cada videolocadora da Argentina. O mercado de consumo pela internet também é poderoso e, através dele, dá para vender cenas específicas. Os países clientes são principalmente Estados Unidos e Alemanha.
90% dos atores com quem trabalham são cordobeses. Mas tem um problema. Quando o filme é distribuído na Argentina, o número de pessoas que topam mostrar o rosto cai de 10 para 2. Quando é para o exterior, não tem problema nenhum em conseguir atores. Eles contam que precisam trabalhar com cuidado na seleção, como em qualquer entrevista de emprego. trabalho e que não fazem testes sexuais. Assim que encontram o que procuram, começam a filmar.
Toda vez que uma mulher chega pela primeira vez a uma gravação, não exigem muito dela. Mas numa ocasião apareceu no casting uma mina muito gostosa, uns 30 anos, e disse que não tinha problema com nada. Ela mesma se ofereceu pra fazer uma cena com vários caras. Quando perguntaram qual era a motivação dela pra topar atuar num filme condicionado, respondeu que era uma vingança contra um ex. "Pela mesma razão, ao contrário da maioria, ela deixou claro que queria que o filme fosse visto principalmente na Argentina", contam.
Já Martín e Alana não sofrem de ciúmes. "Nossa intimidade tá nos filmes. A gente curte muito pornografia. Não estamos em todas as produções, mas geralmente a gente se mete", dizem.
Ela domina a câmera. Alana é uma das poucas diretoras porno que existem no mundo. Numa indústria essencialmente machista, ela mesma reconhece que "não se promove muito a direção de mulheres". O problema é que as minas que atuam só querem se promover. Já ela, diz estar de cabeça no negócio. "Com o Martín, levamos isso a sério, por isso agora tô me lançando como diretora.Não tinha experiências anteriores na direção?–Algo, sim, mas essa seria a primeira vez que eu admito, digamos, socialmente.E isso não te causa nenhum problema?– De jeito nenhum. Eu adoro o que faço. Amo os comentários que recebo das pessoas com quem trabalho. As relações com nossos atores sempre ficam num nível de amizade e respeito.Você se sente atraída em assumir o controle?–Eu amo dirigir, me envolver na produção completa de uma cena, de um filme. Também trabalho como fotógrafa e com a maquiagem das atrizes.Qual é o próximo filme do Taccón7?– Nosso próximo filme é um onde eu me jogo de cabeça como diretora. Chama-se Escrava Sexual e nele se misturam os filmes que o Martín está fazendo com o formato que quero impor.O que seria...?– Eu quero impor um formato mais hardcore (porno pesado). Quero fazer uma pornografia diretamente para homens, mais agressiva, mais forte, onde a mulher recupera o papel submisso que as feministas tanto detonaram. Os homens vão ser mais desinibidos. Precisamos de caras fortes, com o instinto à flor da pele, porque quem mais se segura são os atores, não as atrizes, ao contrário do que se pensa. Os homens falam muito mas não fazem nada.Vai bater uma?– Quero fazer filmes mais reais, mais crus, sem tanto diálogo, sem tanta história fictícia. Acham que uma diretora de filme pornô tem que abordar o gênero de um jeito mais romântico, com a mina casando no final. No meu caso, não vai ser assim.
E agora um pouco do material dessa mulher 🤤http://static.xvideos.com/swf/flv_player_site_v4.swf?id_video
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11 comentários - Alana Moss (com história)
muy buen compilado +10
EN UNA ACTUE YO 🙎♂️ 🙎♂️
GRACIAS POR COMPARTIR
FELICITACIONES YA SOS FULL
besos yami y anote
y de pasadita me tire una pajita...
el platillo