Um par de vídeos gostosos de esposas e a história continua
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Duas semanas se passaram e tudo parecia ter voltado ao normal, o chefe no trabalho me tratava normalmente e a Romi não tinha falado mais sobre o assunto. Uma noite, enquanto eu a montava e ela me notou meio distraído, me disse:
— Ah, love... por que a gente não convida seu gerente pra jantar? — meu pau ficou muito mais duro e a Romi sorriu mais perversamente — Quero que você o convide pra ceiar... eu cuido da sobremesa... espero que ele aproveite... — não aguentei muito e gozei na hora.
Na manhã seguinte, no escritório, falei pro chefe que minha esposa queria convidá-lo pra jantar.
Ele me olhou com um sorriso sarcástico e disse que seria um prazer, e que tal naquela mesma noite. Filho da puta, pensei, e ao mesmo tempo me senti excitado. Liguei pra Romi, que ficou encantada e disse que cuidaria de levar a menina pra casa dos pais. Fomos no carro do chefe pra casa; no carro, ele me disse que era um prazer ter encontrado uma puta como minha mulher, que ia comer o cu dela até o fim da vida, que era uma das melhores bundas que já tinha visto e que nunca ia perder aquilo. Tudo isso me irritava e me excitava ao mesmo tempo. Quando chegamos em casa e entramos, a Romi estava com o vestidinho vermelho, mas agora com uma tanga branca bem pequenininha, que só cobria um triângulo. Ela olhou pro chefe e, se virando, perguntou se ele gostava; ele estava no paraíso. Romi me mandou ir pra cozinha terminar as coisas. O chefe agarrou ela e começaram a se beijar enquanto ele acariciava a bunda e os peitos dela. Quando entraram na cozinha, a Romi estava só de tanga, os mamilos bem duros; ela me olhou com cara perversa e se deitou na mesa com a bunda oferecida.
— Me passa a garrafa de óleo, meu love... — o cara se despiu completamente e apoiou o pau na bunda da Romi, começou a bater nela com o pau e a enganchar na tirinha da tanga; ele puxou a tira da tanga do cu dela com o pau e, segurando com a mão, deixou de ladinho; a Romi virava a bunda. cabeça pra olhar pra ele. Apoiei o pau dele entre os glúteos da Romi e, pegando a garrafa, deixei cair óleo na cabeça do pau dele e também escorria depois no cu da Romi. Com a mão esquerda, separei uma nádega dela e, com a direita, guiei ele em direção à bunda da Romi.
— Parece que tá com muita fome... gosta do que vê?
— Sim, sua puta gostosa, essa bunda é minha obsessão, vou te arrebentar toda!!!
— Que lindo... como eu gosto... que homem bom, seu chefe, papai...
Ele deslizou o pau devagar e, quando chegou no fundo, ficou apoiado nas costas da Romi. Agarrou ela pelo cabelo suavemente e, separando, mordiscou a nuca dela.
— Não gostaria de começar a trabalhar...?
— E o que eu teria que fazer, senhor...?
— Ser minha secretária...
— E o senhor... vai me dar ditados e tudo mais...?
— Claro... e seu maridinho vai ficar perto da gente... e vamos poder humilhar ele quanto quisermos...
— Ai, senhor, que perverso... – e começou a rebolar a bunda enquanto terminava gemendo e gritando. O gerente tirou o pau ainda duro e se vestiu de novo. Romi ficou ofegante sobre a mesa, a respiração dela muito acelerada. O gerente sentou e colocou a Romi no colo dele. Mandou eu servir a comida, de vez em quando chupava os peitos da Romi, que estava como em transe.
— Meu amor... o que acha de eu voltar a trabalhar...?
— Sei não, amor, e a neném?
— Ai, amor... a mãe vem cuidar dela... além disso, não vou trabalhar turno completo... só umas horinhas...
O chefe tirou ela de cima dele e se despiu de novo, fez ela sentar no pau dele.
— Acho que assim vocês vão pensar melhor.
— Sim... como vejo claro... quero ser sua secretária... – e jogou a cabeça pra trás, apoiando no ombro do chefe. O chefe me olhou e disse:
— E você, o que acha... talvez eu deixe você ver como eu como ela... e toda vez que entrar no meu escritório... vai ficar pensando no que tô fazendo com ela e não vai aguentar mais de tesão, hein?
Que filho da puta, pensei de novo, mas sentia que era verdade, já não aguentava mais de tesão.
— E agora nós Vamos pra cama... se quiser, fica olhando da sala de jantar, mas não enche o saco, disse o chefe, e levantando a Romi, levou ela pra cama. Eu olhava na penumbra do sofá. Ele colocou um travesseiro embaixo da bacia dela e foi metendo de novo devagar. Mesmo assim, eles falavam num tom normal, então dava pra ouvir a conversa.
— E você sempre vai me comer no cu...? Não quer pegar na minha pussy...?
— Pra falar a verdade, você me excita pra caralho, sua puta. Vira. — Romi abriu as pernas e o chefe meteu nela agora na pussy.
— Que delícia que você tem, toda lubrificada...
— Você me deixa assim, seu cachorro... Quando posso começar a trabalhar com você...? Quero que me trabalhe assim...
— Me diz... Já te enfiaram numa suruba...? — Romi começou a tremer de novo num orgasmo, e eu gozei quase sem perceber.
— Você não sabe como vai gozar com uma cock em cada buraquinho... — Romi pediu pra ele sair e encher o cu dela de cum, virou na cama e ficou de novo de bunda pra cima. O chefe meteu nela.
— Tenho um brother de confiança na empresa... Ele faz a limpeza... É meio bruto... Mas adora umas putas... — Romi parecia que nunca ia parar de gozar, o chefe, sorrindo, começou a bombar com mais força até deixar toda a carga dele nas tripas dela. Saiu do quarto e me pediu duas taças de champanhe, queria brindar comigo. Me olhou nos olhos e disse, levantando a taça e com a cock ainda mole.
— Pela minha nova funcionária e pelo cuck do marido. E a gente brindou.
Quando ele foi embora, me joguei na bunda da Romi e chupei com dedicação, como ele tinha gozado, eu aguentava mais e meti no cu dela, sentia bem quente e escorregadio.
Comecei a bombar e Romi começou a gemer:
— Ai, papai... Nunca me enfiaram numa suruba... Me excita ter duas picas pra mim... Você vai gostar de ver...? — Como resposta, meti bem forte no cu até gozar, deixando meu cum nas entranhas dela.[/swf][/swf]
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Duas semanas se passaram e tudo parecia ter voltado ao normal, o chefe no trabalho me tratava normalmente e a Romi não tinha falado mais sobre o assunto. Uma noite, enquanto eu a montava e ela me notou meio distraído, me disse:
— Ah, love... por que a gente não convida seu gerente pra jantar? — meu pau ficou muito mais duro e a Romi sorriu mais perversamente — Quero que você o convide pra ceiar... eu cuido da sobremesa... espero que ele aproveite... — não aguentei muito e gozei na hora.
Na manhã seguinte, no escritório, falei pro chefe que minha esposa queria convidá-lo pra jantar.
Ele me olhou com um sorriso sarcástico e disse que seria um prazer, e que tal naquela mesma noite. Filho da puta, pensei, e ao mesmo tempo me senti excitado. Liguei pra Romi, que ficou encantada e disse que cuidaria de levar a menina pra casa dos pais. Fomos no carro do chefe pra casa; no carro, ele me disse que era um prazer ter encontrado uma puta como minha mulher, que ia comer o cu dela até o fim da vida, que era uma das melhores bundas que já tinha visto e que nunca ia perder aquilo. Tudo isso me irritava e me excitava ao mesmo tempo. Quando chegamos em casa e entramos, a Romi estava com o vestidinho vermelho, mas agora com uma tanga branca bem pequenininha, que só cobria um triângulo. Ela olhou pro chefe e, se virando, perguntou se ele gostava; ele estava no paraíso. Romi me mandou ir pra cozinha terminar as coisas. O chefe agarrou ela e começaram a se beijar enquanto ele acariciava a bunda e os peitos dela. Quando entraram na cozinha, a Romi estava só de tanga, os mamilos bem duros; ela me olhou com cara perversa e se deitou na mesa com a bunda oferecida.
— Me passa a garrafa de óleo, meu love... — o cara se despiu completamente e apoiou o pau na bunda da Romi, começou a bater nela com o pau e a enganchar na tirinha da tanga; ele puxou a tira da tanga do cu dela com o pau e, segurando com a mão, deixou de ladinho; a Romi virava a bunda. cabeça pra olhar pra ele. Apoiei o pau dele entre os glúteos da Romi e, pegando a garrafa, deixei cair óleo na cabeça do pau dele e também escorria depois no cu da Romi. Com a mão esquerda, separei uma nádega dela e, com a direita, guiei ele em direção à bunda da Romi.
— Parece que tá com muita fome... gosta do que vê?
— Sim, sua puta gostosa, essa bunda é minha obsessão, vou te arrebentar toda!!!
— Que lindo... como eu gosto... que homem bom, seu chefe, papai...
Ele deslizou o pau devagar e, quando chegou no fundo, ficou apoiado nas costas da Romi. Agarrou ela pelo cabelo suavemente e, separando, mordiscou a nuca dela.
— Não gostaria de começar a trabalhar...?
— E o que eu teria que fazer, senhor...?
— Ser minha secretária...
— E o senhor... vai me dar ditados e tudo mais...?
— Claro... e seu maridinho vai ficar perto da gente... e vamos poder humilhar ele quanto quisermos...
— Ai, senhor, que perverso... – e começou a rebolar a bunda enquanto terminava gemendo e gritando. O gerente tirou o pau ainda duro e se vestiu de novo. Romi ficou ofegante sobre a mesa, a respiração dela muito acelerada. O gerente sentou e colocou a Romi no colo dele. Mandou eu servir a comida, de vez em quando chupava os peitos da Romi, que estava como em transe.
— Meu amor... o que acha de eu voltar a trabalhar...?
— Sei não, amor, e a neném?
— Ai, amor... a mãe vem cuidar dela... além disso, não vou trabalhar turno completo... só umas horinhas...
O chefe tirou ela de cima dele e se despiu de novo, fez ela sentar no pau dele.
— Acho que assim vocês vão pensar melhor.
— Sim... como vejo claro... quero ser sua secretária... – e jogou a cabeça pra trás, apoiando no ombro do chefe. O chefe me olhou e disse:
— E você, o que acha... talvez eu deixe você ver como eu como ela... e toda vez que entrar no meu escritório... vai ficar pensando no que tô fazendo com ela e não vai aguentar mais de tesão, hein?
Que filho da puta, pensei de novo, mas sentia que era verdade, já não aguentava mais de tesão.
— E agora nós Vamos pra cama... se quiser, fica olhando da sala de jantar, mas não enche o saco, disse o chefe, e levantando a Romi, levou ela pra cama. Eu olhava na penumbra do sofá. Ele colocou um travesseiro embaixo da bacia dela e foi metendo de novo devagar. Mesmo assim, eles falavam num tom normal, então dava pra ouvir a conversa.
— E você sempre vai me comer no cu...? Não quer pegar na minha pussy...?
— Pra falar a verdade, você me excita pra caralho, sua puta. Vira. — Romi abriu as pernas e o chefe meteu nela agora na pussy.
— Que delícia que você tem, toda lubrificada...
— Você me deixa assim, seu cachorro... Quando posso começar a trabalhar com você...? Quero que me trabalhe assim...
— Me diz... Já te enfiaram numa suruba...? — Romi começou a tremer de novo num orgasmo, e eu gozei quase sem perceber.
— Você não sabe como vai gozar com uma cock em cada buraquinho... — Romi pediu pra ele sair e encher o cu dela de cum, virou na cama e ficou de novo de bunda pra cima. O chefe meteu nela.
— Tenho um brother de confiança na empresa... Ele faz a limpeza... É meio bruto... Mas adora umas putas... — Romi parecia que nunca ia parar de gozar, o chefe, sorrindo, começou a bombar com mais força até deixar toda a carga dele nas tripas dela. Saiu do quarto e me pediu duas taças de champanhe, queria brindar comigo. Me olhou nos olhos e disse, levantando a taça e com a cock ainda mole.
— Pela minha nova funcionária e pelo cuck do marido. E a gente brindou.
Quando ele foi embora, me joguei na bunda da Romi e chupei com dedicação, como ele tinha gozado, eu aguentava mais e meti no cu dela, sentia bem quente e escorregadio.
Comecei a bombar e Romi começou a gemer:
— Ai, papai... Nunca me enfiaram numa suruba... Me excita ter duas picas pra mim... Você vai gostar de ver...? — Como resposta, meti bem forte no cu até gozar, deixando meu cum nas entranhas dela.[/swf][/swf]
3 comentários - Esposas dulces y Romina 29
Gracias por compartir!!