Esposas doces e Romina 29

Um par de vídeos gostosos de esposas e a história continua


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Passaram-se duas semanas em que tudo parecia ter voltado ao normal, o chefe no trabalho me tratava normalmente e a Romi não tinha falado mais no assunto. Uma noite, enquanto eu a montava e ela me notou meio distraído, me disse:
— Ah, love... por que a gente não convida seu gerente pra jantar? — meu pau ficou muito mais duro e a Romi sorriu mais perversamente — Quero que você o convide pra ceiar... eu cuido da sobremesa... espero que ele curta... — não aguentei muito e logo gozei.

Na manhã seguinte, no escritório, falei pro chefe que minha esposa queria convidá-lo pra jantar. Ele me olhou com um sorriso sarcástico e disse que seria um prazer, e que tal naquela mesma noite. Filho da puta, pensei, e ao mesmo tempo me senti excitado. Liguei pra Romi, que ficou encantada e disse que cuidaria de levar a menina pra casa dos pais. Fomos no carro do chefe pra casa; no carro, ele me disse que era um prazer ter encontrado uma puta como minha mulher, que ia comer o cu dela até o fim da vida, que era uma das melhores bundas que já tinha visto e que nunca ia perder aquilo. Tudo isso me irritava e me excitava ao mesmo tempo. Quando chegamos em casa e entramos, a Romi estava com o vestidinho vermelho, mas agora com uma tanga branca bem pequenininha, que só cobria um triângulo. Ela olhou pro chefe e, se virando, perguntou se ele gostava; ele estava no paraíso. Romi me mandou ir pra cozinha terminar as coisas. O chefe agarrou ela e começaram a se beijar enquanto ele acariciava a bunda e os peitos dela. Quando entraram na cozinha, a Romi estava só de tanga, os bicos bem durinhos; ela me olhou com cara perversa e se deitou na mesa com a bunda oferecida.
— Me passa a garrafa de óleo, meu love... — o cara se despiu completamente e apoiou o pau na bunda da Romi, começou a bater com ele e a enganchar na tirinha da tanga; ele puxou a tira da tanga do cu dela com o pau e, segurando com a mão, deixou de ladinho; a Romi virava a cabeça pra olhar ele. Apoiei o pau dele entre os glúteos da Romi e, pegando a garrafa, deixei cair óleo na cabeça do pau dele e também escorrendo depois na bunda da Romi, com a mão esquerda separei uma nádega e com a direita guiei ele em direção ao cu da Romi.
—Parece que tá com muita fome... gosta do que vê?
—Sim, puta divina, essa bunda é minha obsessão, vou te arrebentar toda...!!!
—Que lindo... como eu gosto... que homem bom seu chefe, papai...
deslizou o pau devagar e quando chegou no fundo ficou apoiado nas costas da Romi. Agarrou ela pelo cabelo suavemente e, separando, mordiscou a nuca dela.
—Não gostaria de começar a trabalhar...?
—E o que eu teria que fazer, senhor...?
—Ser minha secretária...
—E o senhor... vai me dar ditados e tudo mais...?
—Claro... e seu maridinho vai ficar perto da gente... e vamos poder humilhar ele quanto quisermos...
—Ai... senhor, que perverso... – e começou a rebolar a bunda enquanto terminava gemendo e gritando. O gerente tirou o pau ainda duro e se vestiu de novo. Romi ficou ofegante em cima da mesa, a respiração dela muito acelerada. O gerente sentou e colocou a Romi no colo dele. Me mandou servir a comida, de vez em quando chupava os peitos da Romi, que estava como em transe.
—Meu amor... o que acha de eu voltar a trabalhar...?
—Não sei, amor, e a neném?
—Ai, amor... a mãe vem cuidar dela... além disso, não vou trabalhar o turno inteiro... só umas horinhas...
O chefe tirou ela de cima dele e se despiu de novo, fez ela sentar no pau dele.
—Acho que assim vocês vão pensar melhor.
—Sim... que claro eu vejo... quero ser sua secretária... – e jogou a cabeça pra trás, apoiando no ombro do chefe. O chefe me olhou e disse:
—E você, o que acha... talvez eu deixe você ver como eu como ela... e toda vez que você entrar no meu escritório... vai ficar pensando no que eu tô fazendo com ela e não vai aguentar de tesão, hein?
Que filho da puta, pensei de novo, mas sentia que era verdade, já não aguentava mais de tesão.
—E agora nós vamos pra cama..., se tu quiser fica olhando da sala de jantar, mas não enche o saco, disse o chefe e, levantando a Romi, levou ela pra cama. Eu olhava na penumbra do sofá. Ele colocou um travesseiro embaixo da bacia dela e foi enfiando de novo devagarinho. Mesmo assim, falavam num tom normal, então dava pra ouvir a conversa também.
— E você sempre vai me comer no cu...? Não queria pegar na minha pussy...?
— Pra ser sincero, você me excita pra caralho, vadia. Vira. — Romi abriu as pernas e o chefe agora meteu na pussy.
— Que gostosa que você tem, que lubrificada...
— Você me deixa assim, cachorro... Quando posso começar a trabalhar com você...? Quero que você me trabalhe assim...
— Me diz... Já te enfiaram numa suruba...? — Romi começou a tremer de novo num orgasmo, e eu gozei quase sem perceber.
— Você não sabe como vai gozar com uma cock em cada buraquinho... — Romi pediu pra ele sair e encher o cu dela de cum, virou na cama e ficou de novo de bunda pra cima. O chefe meteu.
— Tenho um mano de confiança na empresa... Ele faz a limpeza... É meio bruto... Mas adora umas putas... — Romi parecia que nunca ia parar de gozar, o chefe, sorrindo, começou a bombar com mais força até deixar toda a carga dele nas tripas dela. Saiu do quarto e me pediu duas taças de champanhe, queria brindar comigo. Olhou nos meus olhos e disse, levantando a taça e com a cock ainda mole.
— Pela minha nova funcionária e o cuck do marido. E a gente brindou.
Quando ele foi embora, me joguei na bunda da Romi e chupei com dedicação, já que ele tinha gozado, eu aguentava mais e meti no cu dela, senti bem quente e escorregadio.
Comecei a bombar e Romi começou a gemer:
— Ai, papai... Nunca me enfiaram numa suruba... Me excita ter duas pijas pra mim... Você vai gostar de ver...? — Como resposta, meti bem forte no cu até gozar, deixando meu cum nas entranhas dela.[/swf][/swf]

3 comentários - Esposas doces e Romina 29

que hermosa putaaaa!!como me calienta esa perra....seguí man!