Na manhã seguinte, fomos tomar café da manhã. Robert ficava me olhando e rindo, eu, nervoso, comia meu café rápido. Aí chega minha mãe, vestida de um jeito provocante, deixando os peitos à mostra. Eu ficava surpreso com o jeito que ela se vestia — ela é diretora de uma empresa, e vê-la assim me deixava estranho.
Aí ela me dá um beijo na testa e no Robert um beijo apaixonado de língua, o Robert dá um tapa na bunda dela, ela fica brava mas fica vermelha. Ver minha mãe naquela situação me deixava vermelho. Aí o Robert me dá um tapa e manda eu ir pro quarto. Aí antes de ir, vejo o Robert pegar minha mãe pela cintura e beijar ela enquanto roça o pau dele na bunda dela. No meu quarto, ouço gemidos doces dela, o Robert tava metendo nela.
Isso lá pelas 10, eu e o Robert levamos minha mãe pro trabalho. Quando deixamos ela, ele fecha os vidros polarizados do Mustang dele e começa a falar: "Nunca tinha visto alguém como você, tão parecido com uma mulher. Você é o reflexo da sua mãe, mais novo, até lá embaixo você é feminino, sem pelo no peito e nas pernas e com um pênis pequeno." (Eu começo a ficar vermelho.) Falo que não sou gay e que não gosto de homens, e ele diz: "A verdade é que não sou gay, mas ver um homem tão fraco e submisso me excita, dominar um viadinho... E não, você não é gay, você é praticamente uma mulher." Eu fico puto e falo que vou contar pra minha mãe e pra polícia que ele é pedófilo. Ele me dá um tapa que me deixa meio atordoado e diz que minha mãe não ia acreditar em mim. Ele tira a rola pra fora e fala: "Eu tenho ela hipnotizada com minha rola, você não percebeu? Em menos de um ano, transformei sua mãe numa puta." (Era verdade, minha mãe começou a usar mais decotes e saias curtas.) Depois ele fala que a polícia não ia acreditar em mim, que ele tem muito poder e que ninguém ia me ouvir. Aí eu comecei a chorar, e ele diz: "Viu? Um homem poderia me bater e me vencer, você começa a chorar. Por isso isso vai ser nosso segredo." Aí ele estaciona debaixo de uma ponte e manda eu chupar ele. Eu só balançava a cabeça enquanto chorava. Ele tira o celular e começa a me gravar, e dizia: "Isso, putinha, chupa mesmo." Aí não sei o que deu em mim e comecei a chupar ele igual uma puta, chupei as bolas dele também.
Aí ele manda eu subir em cima dele, eu subo e de uma vez ele enfia duro sem vaselina. Minha buceta tava doendo e começou a sangrar enquanto ele falava: "Isso, isso, putinha, olha como eu te abro, sua buceta tá tomando a forma da minha piroca grossa." Eu chorava baixinho. Aí ele goza e sinto um calorão e uma queimação por causa dos machucados. Mas eu começo a ficar excitada e saio me mexendo igual uma louca. Enquanto isso, ele gravava e ria.
Eu comecei a gemer e gritar enquanto chorava, e ele começou a meter mais forte, o carro inteiro balançava. Aí ele começou a gozar mais e mais, e eu gritei de prazer. Depois, me sentei de novo no banco do lado, com a buceta sangrando e vazando porra. Ele disse que eu sou uma putinha gostosa e me levou pra casa. Ele trocou de roupa porque eu deixei ele todo manchado de sangue e porra. Ele foi embora, e eu entrei pra chorar enquanto me lavava, doendo enquanto eu me masturbava.

Aí ela me dá um beijo na testa e no Robert um beijo apaixonado de língua, o Robert dá um tapa na bunda dela, ela fica brava mas fica vermelha. Ver minha mãe naquela situação me deixava vermelho. Aí o Robert me dá um tapa e manda eu ir pro quarto. Aí antes de ir, vejo o Robert pegar minha mãe pela cintura e beijar ela enquanto roça o pau dele na bunda dela. No meu quarto, ouço gemidos doces dela, o Robert tava metendo nela.
Isso lá pelas 10, eu e o Robert levamos minha mãe pro trabalho. Quando deixamos ela, ele fecha os vidros polarizados do Mustang dele e começa a falar: "Nunca tinha visto alguém como você, tão parecido com uma mulher. Você é o reflexo da sua mãe, mais novo, até lá embaixo você é feminino, sem pelo no peito e nas pernas e com um pênis pequeno." (Eu começo a ficar vermelho.) Falo que não sou gay e que não gosto de homens, e ele diz: "A verdade é que não sou gay, mas ver um homem tão fraco e submisso me excita, dominar um viadinho... E não, você não é gay, você é praticamente uma mulher." Eu fico puto e falo que vou contar pra minha mãe e pra polícia que ele é pedófilo. Ele me dá um tapa que me deixa meio atordoado e diz que minha mãe não ia acreditar em mim. Ele tira a rola pra fora e fala: "Eu tenho ela hipnotizada com minha rola, você não percebeu? Em menos de um ano, transformei sua mãe numa puta." (Era verdade, minha mãe começou a usar mais decotes e saias curtas.) Depois ele fala que a polícia não ia acreditar em mim, que ele tem muito poder e que ninguém ia me ouvir. Aí eu comecei a chorar, e ele diz: "Viu? Um homem poderia me bater e me vencer, você começa a chorar. Por isso isso vai ser nosso segredo." Aí ele estaciona debaixo de uma ponte e manda eu chupar ele. Eu só balançava a cabeça enquanto chorava. Ele tira o celular e começa a me gravar, e dizia: "Isso, putinha, chupa mesmo." Aí não sei o que deu em mim e comecei a chupar ele igual uma puta, chupei as bolas dele também.
Aí ele manda eu subir em cima dele, eu subo e de uma vez ele enfia duro sem vaselina. Minha buceta tava doendo e começou a sangrar enquanto ele falava: "Isso, isso, putinha, olha como eu te abro, sua buceta tá tomando a forma da minha piroca grossa." Eu chorava baixinho. Aí ele goza e sinto um calorão e uma queimação por causa dos machucados. Mas eu começo a ficar excitada e saio me mexendo igual uma louca. Enquanto isso, ele gravava e ria.
Eu comecei a gemer e gritar enquanto chorava, e ele começou a meter mais forte, o carro inteiro balançava. Aí ele começou a gozar mais e mais, e eu gritei de prazer. Depois, me sentei de novo no banco do lado, com a buceta sangrando e vazando porra. Ele disse que eu sou uma putinha gostosa e me levou pra casa. Ele trocou de roupa porque eu deixei ele todo manchado de sangue e porra. Ele foi embora, e eu entrei pra chorar enquanto me lavava, doendo enquanto eu me masturbava.
2 comentários - Minha mãe e o namorado dela me feminizaram 2