Bom, essa história é basicamente como eu me tornei um femboy... Por muito tempo, minha mãe e eu éramos só nós dois, unha e carne, melhores amigos, saíamos pra fazer compras, comer e tal... Até que chegou o Robert. Robert foi o único namorado dela depois de 10 anos (meu pai biológico eu nunca conheci, ele foi embora antes de eu nascer, e o namorado anterior, que eu chamava de pai, morreu num tiroteio trabalhando — era policial). Então, minha mãe, que não tinha namorados, era uma gostosa. Ela e eu temos o mesmo rosto, só que eu era a versão "masculina" dela. Mesmo assim, ela era linda, com uma bunda bem desenhada e morena. Mas enfim, ela conheceu o Robert num app de namoro. Robert era colombiano, gordo, grandão, voz suave, cabelo cacheado e NEGRO. E com isso, sempre dava pra ver um volume enorme do pau dele marcado.
Não me surpreendeu que ele fosse negro. Minha primeira punheta foi com o celular da minha mãe, vi fotos de um negão de pauzão e, aos 13, já não me surpreendia com os gostos da minha mãe (gostos que compartilhávamos, mas eu reprimia). Bom, Robert era super gentil comigo, me comprava coisas, gibis, me levava ao cinema, a gente comia junto e tal. Aos poucos, meu ciúme e ódio foram sumindo. Eu via minha mãe feliz, e ele era bom comigo. Dizia que eu era o reflexo da minha mãe, então ia me proteger. Bom, lentamente fomos nos mudando para a casa do Robert, embora eu só fosse nas férias (já que eu dormia no colégio por causa do internato). Foi naquele primeiro dia naquela casa nova e enorme, um dia lindo. Robert cozinhou pra gente, vimos uns filmes, minha mãe e ele ficaram na sala de jantar e eu fui dormir. Lá pelas 4 da manhã, acordei e ouvi gemidos na sala. Percebi que era minha mãe. Eu, meio grogue, não queria ir, mas fui e vi o Robert levantando minha mãe enquanto metia forte. A imagem da minha mãe como a mulher mais boa se apagou ao vê-la toda melada, com a maquiagem borrada, os peitos de fora e a tanga fio dental, enquanto dizia: — Sou sua porca, sua puta, me come, me fode, me enche, me enche!!
Robert percebeu que eu estava olhando e começou a meter mais forte, e as bolas dele praticamente batiam no clitóris da minha mãe. Eu comecei a me masturbar, tenho um micropau de 10 cm e, comparado ao do Robert e com toda aquela situação, me sentia fraco, impotente e excitado. Aí ela geme: — Aaaaaah, deeeeeeus, que gostoso! E jorra um squirt que molha o sofá inteiro, o chão e a TV. Aí o Robert, com a minha mãe nos braços, olha pra mim e dá risada, me vê com meu pau pequeno me masturbando. Ele joga minha mãe no sofá, ela já desmaiada, e vem na minha direção com o pau dele (acho que devia ter uns 22 cm).
Ele me diz: "O que foi, coração? Por que você está acordado se tocando? Isso não é certo. Espera aí, seus pais que fazem isso são uns pervertidos. Olha a bagunça que você está fazendo, já está parecendo sua mãe." Nervoso, eu peço desculpas, e ele me cala com o dedo. Ele diz: "Não tem desculpa. Vem cá, vou te castigar." Ele me leva para o quarto, me coloca no colo dele e começa a me dar palmadas, dizendo: "Menino mau, mau, pervertido, piranha, piranha." No meio das palmadas, eu gozo, e ele me olha e ri. "Hahaha, olha que bagunça. Você é um menino mau, igual sua mãe, uns mal-educados. Gozam antes do dono da casa. A sorte é que você é jovem e ainda pode ser moldado." Ele me coloca de joelhos e aproxima minha boca do pau dele, todo cheio de sêmen, fluidos da minha mãe e do cu da minha mãe. Ele diz: "Chupa, faz o que sua mãe não fez." Eu nego com a cabeça, chorando, e ele me segura firme com os dois braços, aproxima minha boca do pau dele, abre minha boca e me faz engolir fundo. Depois de um tempo, começo a gostar e começo a chupar ele de verdade, com vontade.
Ele acaba gozando na minha boca e me fala: "Bom garoto, você é mais grato que sua mãe." Termino de limpar ele, ele me dá uns beijos e me deita na cama, dizendo: "Boa noite, bebezinho. Papai vai voltar pra mamãe, amanhã a gente continua." Falo boa noite, ele fecha o quarto e eu durmo.
Não me surpreendeu que ele fosse negro. Minha primeira punheta foi com o celular da minha mãe, vi fotos de um negão de pauzão e, aos 13, já não me surpreendia com os gostos da minha mãe (gostos que compartilhávamos, mas eu reprimia). Bom, Robert era super gentil comigo, me comprava coisas, gibis, me levava ao cinema, a gente comia junto e tal. Aos poucos, meu ciúme e ódio foram sumindo. Eu via minha mãe feliz, e ele era bom comigo. Dizia que eu era o reflexo da minha mãe, então ia me proteger. Bom, lentamente fomos nos mudando para a casa do Robert, embora eu só fosse nas férias (já que eu dormia no colégio por causa do internato). Foi naquele primeiro dia naquela casa nova e enorme, um dia lindo. Robert cozinhou pra gente, vimos uns filmes, minha mãe e ele ficaram na sala de jantar e eu fui dormir. Lá pelas 4 da manhã, acordei e ouvi gemidos na sala. Percebi que era minha mãe. Eu, meio grogue, não queria ir, mas fui e vi o Robert levantando minha mãe enquanto metia forte. A imagem da minha mãe como a mulher mais boa se apagou ao vê-la toda melada, com a maquiagem borrada, os peitos de fora e a tanga fio dental, enquanto dizia: — Sou sua porca, sua puta, me come, me fode, me enche, me enche!!
Robert percebeu que eu estava olhando e começou a meter mais forte, e as bolas dele praticamente batiam no clitóris da minha mãe. Eu comecei a me masturbar, tenho um micropau de 10 cm e, comparado ao do Robert e com toda aquela situação, me sentia fraco, impotente e excitado. Aí ela geme: — Aaaaaah, deeeeeeus, que gostoso! E jorra um squirt que molha o sofá inteiro, o chão e a TV. Aí o Robert, com a minha mãe nos braços, olha pra mim e dá risada, me vê com meu pau pequeno me masturbando. Ele joga minha mãe no sofá, ela já desmaiada, e vem na minha direção com o pau dele (acho que devia ter uns 22 cm).
Ele me diz: "O que foi, coração? Por que você está acordado se tocando? Isso não é certo. Espera aí, seus pais que fazem isso são uns pervertidos. Olha a bagunça que você está fazendo, já está parecendo sua mãe." Nervoso, eu peço desculpas, e ele me cala com o dedo. Ele diz: "Não tem desculpa. Vem cá, vou te castigar." Ele me leva para o quarto, me coloca no colo dele e começa a me dar palmadas, dizendo: "Menino mau, mau, pervertido, piranha, piranha." No meio das palmadas, eu gozo, e ele me olha e ri. "Hahaha, olha que bagunça. Você é um menino mau, igual sua mãe, uns mal-educados. Gozam antes do dono da casa. A sorte é que você é jovem e ainda pode ser moldado." Ele me coloca de joelhos e aproxima minha boca do pau dele, todo cheio de sêmen, fluidos da minha mãe e do cu da minha mãe. Ele diz: "Chupa, faz o que sua mãe não fez." Eu nego com a cabeça, chorando, e ele me segura firme com os dois braços, aproxima minha boca do pau dele, abre minha boca e me faz engolir fundo. Depois de um tempo, começo a gostar e começo a chupar ele de verdade, com vontade.
Ele acaba gozando na minha boca e me fala: "Bom garoto, você é mais grato que sua mãe." Termino de limpar ele, ele me dá uns beijos e me deita na cama, dizendo: "Boa noite, bebezinho. Papai vai voltar pra mamãe, amanhã a gente continua." Falo boa noite, ele fecha o quarto e eu durmo.
8 comentários - Como minha mãe e o namorado dela me feminizaram
+10