Deixo aqui a parte II pra quem não leu.
http://www.poringa.net/posts/relatos/6020897/Descubriendo-mi-yo-Femenino-Parte-II.html
Capítulo 7: Sob a lua, a promessa
As férias eram algo que a gente vinha planejando há um tempão. Depois de meses de rotina, de trampo, de dias e noites onde a vida passava voando, a gente precisava parar, respirar… e se reencontrar com calma. Resolvemos dar um perdido numa praia do sul, daquelas que prometem por do sol sem fim, brisa salgada e noites quentes debaixo do céu estrelado.
O hotel era perfeito. Tinha aquele ar entre simples e romântico, com sacadas que davam pro mar, lençóis brancos que dançavam com o vento, e um cheiro constante de brisa do mar e madeira. Mal chegamos, me debrucei na janela e senti uma felicidade profunda, tranquila… como se a alma me dissesseAqui você tá bem gostosa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Na primeira noite, a gente saiu pra jantar. Eu vesti aquele vestidinho branco simples, mas lindo, que ele tanto adora. Deixei o cabelo solto com uma tiara azul-clara e me maquiei só de leve. Mario estava uma gostosura. A camisa clara dele com as mangas arregaçadas, a calça bege que marcava bem as pernas fortes, e aquela expressão dele, entre serena e dominante, que sempre me derrete toda. Ele caminhava com segurança, a mão dele rodeando minha cintura, e de vez em quando me dava um olhar que me tirava o fôlego.
Jantamos num restaurante ao ar livre, entre lanterninhas quentinhas penduradas nas árvores, com o barulho do mar ao fundo. Comemos frutos do mar, brindamos com vinho branco e rimos pra caralho. Num momento, ele pegou minha mão, beijou devagarzinho e não soltou mais.
Depois do jantar, ele me chamou pra dar uma volta na praia. Lá no fundo dava pra ver um monte de luz, música, barraquinhas. Era uma feira noturna que tomava conta da costa: artesãos, foodtrucks, gente dançando, cheiros doces, risadas. Parecia cena de filme.
Caminhamos entre o povo, de mãos dadas. Olhávamos pulseirinhas, quadros, luminárias feitas à mão, tudo com aquela energia de noite viva. A areia ainda estava morna, e eu sentia meu coração feliz. Num momento, a gente se afastou um pouco do barulho, descemos até a beira, e caminhamos perto do mar, sozinhos. O som das ondas era hipnótico.
De repente, ele parou.
—O que foi? — perguntei sorrindo.
Não disse nada. Enfiou a mão no bolso… eEle se ajoelhou.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu não podia acreditar. Na praia, cheia de gente, com as luzes da feira atrás e o mar brilhando com a lua na nossa frente. Algumas pessoas começaram a olhar. Outras pararam.
—Anto… cê quer casar comigo?
Ela abriu uma caixinha. Tinha um anel tão lindo, mas mais lindo ainda era o rosto dele. Mario, aquele homem forte, sério, seguro… estava com os olhos marejados, ajoelhado na minha frente, me pedindo em casamento.
Tampei a boca. Ri, chorei, minhas pernas tremiam. O povo ao redor começou a aplaudir, uns filmavam, outros gritavam coisas tipo “manda ver que é uma gostosa!” ou “fala que sim!”
E eu, como se soubesse desde sempre, como se tudo em mim estivesse destinado àquele momento, falei pra ela:
—SIM! Claro que sim!
Ele me abraçou, me girou no ar, me beijou com força enquanto todo mundo comemorava como se a gente fosse estrela de uma história de amor dos sonhos. Eu não conseguia parar de chorar nem de rir. O anel brilhava no meu dedo, mas os olhos dele brilhavam ainda mais, e a certeza de que aquele era o começo de tudo.

Voltamos pro hotel de mãos dadas, em silêncio. Mas era aquele silêncio cheio, doce, onde as palavras são desnecessárias. Entramos no quarto, fechamos a porta, e nos abraçamos por um tempão, e começamos a transar como não fazíamos há muito tempo. Foi como aquela primeira vez que me fez mulher, eu tinha mil medos, mas sempre firme pra seguir em frente, me deixei possuir mais uma vez. Ele tirou meu vestido e, sem esperar ou me deixar fazer nada, tirou minha calcinha fio dental. Abriu minhas pernas e começou a me comer bem devagar. Ficamos assim, muito beijo, muito abraço, muito de tudo. Eu sentia que o mundo tinha parado. Até que, no meio de tudo, sem parar, ele me disse:
—Agora sim —Mario me disse em voz baixa, colado no meu ouvido—. Você é minha pra sempre.
—Sempre fui —respondi, com a alma inteira na voz.
Capítulo 8: O Dia em Que Tudo Virou Eternidade
Os dias antes do casamento foram um turbilhão de emoções, nervosismo e milhares de detalhes que precisavam ser coordenados pra nada escapar daquele sonho que estavam prestes a viver. A gente mergulhou no planejamento com a mistura perfeita de empolgação e cumplicidade. Entre ligações, degustações de menu, escolha das flores e a prova do vestido, cada passinho aproximava o momento que tanto esperaram.
Na noite antes do casamento, a gente não conseguiu dormir. Trocávamos mensagens secretas e cheias de amor, lembrando um ao outro por que estávamos dando aquele passo tão enorme. Mario, com a voz firme mas cheia de ternura, me dizia: “Amanhã vou te fazer a mulher mais feliz do mundo”. Eu, entre lágrimas, sentia o coração explodindo de alegria e ansiedade.
Quando o dia chegou, o sol apareceu radiante, como se o próprio universo estivesse nos dando sua bênção. Acordei com um friozinho na barriga, me olhei no espelho e vi a mulher forte, gostosa e amada que eu era. O vestido longo que escolhi com tanto carinho caía perfeito no meu corpo, valorizando cada curva e deixando à mostra a confiança e a sensualidade que sempre me acompanharam.
Mario, por sua vez, vestiu seu terno preto impecável, o mesmo que tinha guardado para a ocasião, e se olhou no espelho sentindo que cada minuto que tinha vivido até aquele momento tinha sido para chegar bem ali, naquele instante onde tudo faria sentido.
A cerimônia foi um sonho realizado. O lugar escolhido, uma capela íntima decorada com flores brancas e rosas, tinha um clima de calma e paz que equilibrava a emoção que a gente sentia. Quando apareci no corredor, tímida, todo mundo virou pra me olhar, senti o tempo parar. Caminhei no braço do meu pai até ele com passo firme, cada olhada era um pacto silencioso de amor eterno.
As palavras do oficiante ecoaram com força, mas também com delicadeza, lembrando a gente da importância do compromisso, do respeito e da paixão que decidimos selar na frente dos amigos e da família. A troca de alianças foi o ápice, com nossas mãos tremendo e corações batendo a mil, jurando amor infinito um pro outro.
A festa que veio depois foi uma explosão de alegria e dança. Amigos e familiares celebravam com risadas, brindes e lágrimas de felicidade. A pista de dança vibrava a cada música que tocava, e Mario não parava de me olhar com aquela devoção que só o amor verdadeiro pode gerar. Em cada abraço, em cada beijo roubado, ficava claro que aquele dia não era só um passo, mas o começo de uma vida juntos.
Ao cair da noite, quando as luzes baixaram e a música ficou mais suave, a gente deu um jeito de escapar um momento pra ficar a sós. A gente se olhou nos olhos e, sem palavras, se entendeu: aquele dia tinha mudado a gente pra sempre, mas o melhor ainda tava por vir. O amor que unia a gente brilhava forte, tipo um farol que ia guiar a gente em cada desafio e alegria que a vida colocasse na nossa frente.
E assim, entre sussurros e promessas, terminou o dia em que nós dois fizemos do nosso amor uma eternidade.
Capítulo 9: Nossa lua de mel na Grécia — fogo, mar e desejo sem fim
Ainda sinto o arrepio na pele ao lembrar como, no meio da festa de casamento, a gente escapou sem avisar ninguém. Mario e eu, com um sorriso cúmplice, deixamos pra trás as risadas e os brindes pra pegar um voo direto pra um cantinho secreto do mundo: uma ilha na Grécia chamada Milos, onde o mar turquesa se misturava com o céu e o único som que importava era a nossa própria respiração ofegante.
Desde que aterrissamos, eu soube que não ia ser uma lua de mel qualquer. O ar salgado misturado com o calor do sol já me deixava num estado de tesão constante. Mal cruzamos a porta daquele quarto com vista infinita, não consegui evitar cair nos braços dele. Ele me olhava com aquela intensidade que sempre me derrete, as mãos dele percorrendo meu corpo como se quisesse decorar cada curva, cada marca, cada lugar onde minha pele se arrepiava.
Não deu nem tempo de tirar a roupa com calma. O vestido que eu tinha escolhido pro casamento, ainda colado no meu corpo, foi a primeira coisa que ele arrancou com pressa, deixando minha pele lisinha e quente à mostra. Mario me beijava com uma voracidade que me enlouquecia, a língua dele procurando a minha boca, a respiração dele se misturando com a minha num ritmo frenético que só aumentava a vontade.
A gente se jogou na cama, e eu senti as mãos firmes e grandes dele descendo pelas minhas costas até chegar na minha bunda, apertando com força enquanto eu gemia, arqueando o corpo em direção a ele, pedindo mais. Ele não demorou pra começar a me comer, devagar no começo, deixando eu me acostumar com o tamanho e o calor dele, e depois mais fundo, mais rápido, num ritmo que me fazia perder a cabeça.
Ele me segurava pelo cabelo, puxando pra eu olhar pra ele, e eu não conseguia fazer outra coisa senão soltar um gemido profundo, sentindo como cada estocada me levava mais perto do céu. A gente se perdeu nesse vai e vem de pele e saliva, de corpos que se procuram e se encontram, de bocas que se devoram e sussurram promessas no ouvido.
Não era só transar, era um ritual que a gente repetiu uma vez e outra, em Cada canto daquele quarto que virou nosso santuário. A gente se amou na varanda enquanto a brisa do mar acariciava nossa pele suada, com o mar iluminando o fundo e a lua olhando cúmplice.
Entramos no chuveiro juntos, deixando a água quente escorrer pelos nossos corpos, misturando o som da água com nossos suspiros e gemidos. Mario me empurrou contra a parede, as mãos dele deslizando pelo meu corpo molhado, e eu me entreguei àquele prazer sem limites, sentindo o calor crescer dentro de mim a cada carícia.
Toda noite terminava com a gente exausta, mas com vontade de mais, com os lençóis revirados e o corpo pegando fogo, com a pele marcada por unhas e os lábios manchados de beijos. Fazer amor não era só uma necessidade física, era um jeito de dizer tudo que a gente sentia, de reafirmar que o nosso era paixão, era fogo, era entrega total.
Durante aqueles dias, cada despertar era uma nova chance de buscar o prazer nos corpos um do outro. Não tinha momento nem lugar que a gente não pudesse transformar em um jogo sexual: desde a manhã, quando os raios de sol entravam pela janela e ele me segurava firme pra eu não escapar, até a noite, quando nossas mãos se exploravam debaixo dos lençóis, brincando, provocando, desejando.
Mario sempre me dizia, com aquela voz grave que me derrete: "Com você, não tem descanso, só fogo". E eu respondia com beijos ardentes e um gemido baixinho que dava permissão pra ele se perder em mim de novo.
Aquela lua de mel na Grécia foi a fuga perfeita, a explosão de amor e erotismo que a gente precisava depois de tanto tempo sonhando em ser um. Não foi só uma viagem, foi o batismo da nossa união, uma experiência onde o desejo virou rotina e a rotina virou prazer.
E agora, toda vez que fecho os olhos, sinto de novo a areia quentinha sob meus pés, o vento no meu cabelo, e, acima de tudo, o corpo do Mario em cima do meu, reclamando, amando, fazendo de cada noite uma aventura. infinita.
Mas teve uma noite, uma só, que guardo num cantinho especial da minha memória. Depois de um dia inteiro explorando a ilha, cansados mas com aquele fogo intacto, entramos no quarto e a mal a porta se fechou atrás da gente, o Mario me jogou contra a parede com uma força que me deixou sem fôlego.
As mãos dele não tiveram pena, puxando meu cabelo, descendo pelas minhas costas até apertar minha bunda com tanta força que senti um tremor percorrer meu corpo. Sem dizer uma palavra, me obrigou a me ajoelhar pra chupar ele, e claro que eu fiz como nunca, depois de um tempo, me dobrou sobre a mesa que a gente tinha posto na varanda pra jantar, e eu gemei alto, sentindo a mistura perfeita entre dor e prazer.
O Mario me penetrou fundo e com um ritmo brutal, cada estocada era um golpe de puro desejo. Eu me agarrava na mesa, arqueando as costas, gemendo a cada movimento, com a pele em brasa e a respiração ofegante. A boca dele encontrou meu pescoço, mordendo, chupando, deixando marcas que seriam pra sempre testemunhas daquela noite selvagem.
Mas não acabou ali. Com uma mão firme, ele começou a brincar com meu clitóris, girando, apertando, enquanto o ritmo frenético me levava direto pro limite. Gritei o nome dele com força, sentindo que me derretia entre os braços dele, e ele não aliviou nem um segundo, me empurrando pra aquele prazer que explodiu num orgasmo que me fez tremer inteira.
Pensei bestamente que a gente tinha terminado, mas não, ele queria mais, mesmo eu estando completamente exausta, me colocou de quatro e como não fazia há muito tempo, começou a dilatar minha bunda, passou lubrificante e meteu de uma vez que doeu. Mas como sempre, não me importei, me entreguei completamente até a dor passar e o prazer aparecer. A gente ficou assim um bom tempo até que, finalmente, o pau dele explodiu dentro da minha bunda, me deixando mais uma vez cheia de porra.
Quando finalmente a gente desabou junto, suados, ofegantes e com os lençóis bagunçados, eu soube que naquela noite a gente tinha cruzado um limite. Não era só amor nem só sexo, era uma conexão tão profunda que me marcou pra sempre.
Assim, entre sussurros de desejo e promessas de novas loucuras, fechamos aquele capítulo da nossa lua de mel, sabendo que, mais uma vez, nada seria igual.
Aqui vai a parte IVhttp://www.poringa.net/posts/trans/6021955/Descubriendo-mi-yo-Femenino-Parte-IV.html
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Capítulo 7: Sob a lua, a promessa
As férias eram algo que a gente vinha planejando há um tempão. Depois de meses de rotina, de trampo, de dias e noites onde a vida passava voando, a gente precisava parar, respirar… e se reencontrar com calma. Resolvemos dar um perdido numa praia do sul, daquelas que prometem por do sol sem fim, brisa salgada e noites quentes debaixo do céu estrelado.
O hotel era perfeito. Tinha aquele ar entre simples e romântico, com sacadas que davam pro mar, lençóis brancos que dançavam com o vento, e um cheiro constante de brisa do mar e madeira. Mal chegamos, me debrucei na janela e senti uma felicidade profunda, tranquila… como se a alma me dissesseAqui você tá bem gostosa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Na primeira noite, a gente saiu pra jantar. Eu vesti aquele vestidinho branco simples, mas lindo, que ele tanto adora. Deixei o cabelo solto com uma tiara azul-clara e me maquiei só de leve. Mario estava uma gostosura. A camisa clara dele com as mangas arregaçadas, a calça bege que marcava bem as pernas fortes, e aquela expressão dele, entre serena e dominante, que sempre me derrete toda. Ele caminhava com segurança, a mão dele rodeando minha cintura, e de vez em quando me dava um olhar que me tirava o fôlego.
Jantamos num restaurante ao ar livre, entre lanterninhas quentinhas penduradas nas árvores, com o barulho do mar ao fundo. Comemos frutos do mar, brindamos com vinho branco e rimos pra caralho. Num momento, ele pegou minha mão, beijou devagarzinho e não soltou mais.
Depois do jantar, ele me chamou pra dar uma volta na praia. Lá no fundo dava pra ver um monte de luz, música, barraquinhas. Era uma feira noturna que tomava conta da costa: artesãos, foodtrucks, gente dançando, cheiros doces, risadas. Parecia cena de filme.
Caminhamos entre o povo, de mãos dadas. Olhávamos pulseirinhas, quadros, luminárias feitas à mão, tudo com aquela energia de noite viva. A areia ainda estava morna, e eu sentia meu coração feliz. Num momento, a gente se afastou um pouco do barulho, descemos até a beira, e caminhamos perto do mar, sozinhos. O som das ondas era hipnótico.
De repente, ele parou.
—O que foi? — perguntei sorrindo.
Não disse nada. Enfiou a mão no bolso… eEle se ajoelhou.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu não podia acreditar. Na praia, cheia de gente, com as luzes da feira atrás e o mar brilhando com a lua na nossa frente. Algumas pessoas começaram a olhar. Outras pararam.
—Anto… cê quer casar comigo?
Ela abriu uma caixinha. Tinha um anel tão lindo, mas mais lindo ainda era o rosto dele. Mario, aquele homem forte, sério, seguro… estava com os olhos marejados, ajoelhado na minha frente, me pedindo em casamento.
Tampei a boca. Ri, chorei, minhas pernas tremiam. O povo ao redor começou a aplaudir, uns filmavam, outros gritavam coisas tipo “manda ver que é uma gostosa!” ou “fala que sim!”
E eu, como se soubesse desde sempre, como se tudo em mim estivesse destinado àquele momento, falei pra ela:
—SIM! Claro que sim!
Ele me abraçou, me girou no ar, me beijou com força enquanto todo mundo comemorava como se a gente fosse estrela de uma história de amor dos sonhos. Eu não conseguia parar de chorar nem de rir. O anel brilhava no meu dedo, mas os olhos dele brilhavam ainda mais, e a certeza de que aquele era o começo de tudo.

Voltamos pro hotel de mãos dadas, em silêncio. Mas era aquele silêncio cheio, doce, onde as palavras são desnecessárias. Entramos no quarto, fechamos a porta, e nos abraçamos por um tempão, e começamos a transar como não fazíamos há muito tempo. Foi como aquela primeira vez que me fez mulher, eu tinha mil medos, mas sempre firme pra seguir em frente, me deixei possuir mais uma vez. Ele tirou meu vestido e, sem esperar ou me deixar fazer nada, tirou minha calcinha fio dental. Abriu minhas pernas e começou a me comer bem devagar. Ficamos assim, muito beijo, muito abraço, muito de tudo. Eu sentia que o mundo tinha parado. Até que, no meio de tudo, sem parar, ele me disse:
—Agora sim —Mario me disse em voz baixa, colado no meu ouvido—. Você é minha pra sempre.
—Sempre fui —respondi, com a alma inteira na voz.
Capítulo 8: O Dia em Que Tudo Virou Eternidade
Os dias antes do casamento foram um turbilhão de emoções, nervosismo e milhares de detalhes que precisavam ser coordenados pra nada escapar daquele sonho que estavam prestes a viver. A gente mergulhou no planejamento com a mistura perfeita de empolgação e cumplicidade. Entre ligações, degustações de menu, escolha das flores e a prova do vestido, cada passinho aproximava o momento que tanto esperaram.
Na noite antes do casamento, a gente não conseguiu dormir. Trocávamos mensagens secretas e cheias de amor, lembrando um ao outro por que estávamos dando aquele passo tão enorme. Mario, com a voz firme mas cheia de ternura, me dizia: “Amanhã vou te fazer a mulher mais feliz do mundo”. Eu, entre lágrimas, sentia o coração explodindo de alegria e ansiedade.
Quando o dia chegou, o sol apareceu radiante, como se o próprio universo estivesse nos dando sua bênção. Acordei com um friozinho na barriga, me olhei no espelho e vi a mulher forte, gostosa e amada que eu era. O vestido longo que escolhi com tanto carinho caía perfeito no meu corpo, valorizando cada curva e deixando à mostra a confiança e a sensualidade que sempre me acompanharam.
Mario, por sua vez, vestiu seu terno preto impecável, o mesmo que tinha guardado para a ocasião, e se olhou no espelho sentindo que cada minuto que tinha vivido até aquele momento tinha sido para chegar bem ali, naquele instante onde tudo faria sentido.
A cerimônia foi um sonho realizado. O lugar escolhido, uma capela íntima decorada com flores brancas e rosas, tinha um clima de calma e paz que equilibrava a emoção que a gente sentia. Quando apareci no corredor, tímida, todo mundo virou pra me olhar, senti o tempo parar. Caminhei no braço do meu pai até ele com passo firme, cada olhada era um pacto silencioso de amor eterno.
As palavras do oficiante ecoaram com força, mas também com delicadeza, lembrando a gente da importância do compromisso, do respeito e da paixão que decidimos selar na frente dos amigos e da família. A troca de alianças foi o ápice, com nossas mãos tremendo e corações batendo a mil, jurando amor infinito um pro outro.
A festa que veio depois foi uma explosão de alegria e dança. Amigos e familiares celebravam com risadas, brindes e lágrimas de felicidade. A pista de dança vibrava a cada música que tocava, e Mario não parava de me olhar com aquela devoção que só o amor verdadeiro pode gerar. Em cada abraço, em cada beijo roubado, ficava claro que aquele dia não era só um passo, mas o começo de uma vida juntos.
Ao cair da noite, quando as luzes baixaram e a música ficou mais suave, a gente deu um jeito de escapar um momento pra ficar a sós. A gente se olhou nos olhos e, sem palavras, se entendeu: aquele dia tinha mudado a gente pra sempre, mas o melhor ainda tava por vir. O amor que unia a gente brilhava forte, tipo um farol que ia guiar a gente em cada desafio e alegria que a vida colocasse na nossa frente.
E assim, entre sussurros e promessas, terminou o dia em que nós dois fizemos do nosso amor uma eternidade.
Capítulo 9: Nossa lua de mel na Grécia — fogo, mar e desejo sem fim
Ainda sinto o arrepio na pele ao lembrar como, no meio da festa de casamento, a gente escapou sem avisar ninguém. Mario e eu, com um sorriso cúmplice, deixamos pra trás as risadas e os brindes pra pegar um voo direto pra um cantinho secreto do mundo: uma ilha na Grécia chamada Milos, onde o mar turquesa se misturava com o céu e o único som que importava era a nossa própria respiração ofegante.
Desde que aterrissamos, eu soube que não ia ser uma lua de mel qualquer. O ar salgado misturado com o calor do sol já me deixava num estado de tesão constante. Mal cruzamos a porta daquele quarto com vista infinita, não consegui evitar cair nos braços dele. Ele me olhava com aquela intensidade que sempre me derrete, as mãos dele percorrendo meu corpo como se quisesse decorar cada curva, cada marca, cada lugar onde minha pele se arrepiava.
Não deu nem tempo de tirar a roupa com calma. O vestido que eu tinha escolhido pro casamento, ainda colado no meu corpo, foi a primeira coisa que ele arrancou com pressa, deixando minha pele lisinha e quente à mostra. Mario me beijava com uma voracidade que me enlouquecia, a língua dele procurando a minha boca, a respiração dele se misturando com a minha num ritmo frenético que só aumentava a vontade.
A gente se jogou na cama, e eu senti as mãos firmes e grandes dele descendo pelas minhas costas até chegar na minha bunda, apertando com força enquanto eu gemia, arqueando o corpo em direção a ele, pedindo mais. Ele não demorou pra começar a me comer, devagar no começo, deixando eu me acostumar com o tamanho e o calor dele, e depois mais fundo, mais rápido, num ritmo que me fazia perder a cabeça.
Ele me segurava pelo cabelo, puxando pra eu olhar pra ele, e eu não conseguia fazer outra coisa senão soltar um gemido profundo, sentindo como cada estocada me levava mais perto do céu. A gente se perdeu nesse vai e vem de pele e saliva, de corpos que se procuram e se encontram, de bocas que se devoram e sussurram promessas no ouvido.
Não era só transar, era um ritual que a gente repetiu uma vez e outra, em Cada canto daquele quarto que virou nosso santuário. A gente se amou na varanda enquanto a brisa do mar acariciava nossa pele suada, com o mar iluminando o fundo e a lua olhando cúmplice.
Entramos no chuveiro juntos, deixando a água quente escorrer pelos nossos corpos, misturando o som da água com nossos suspiros e gemidos. Mario me empurrou contra a parede, as mãos dele deslizando pelo meu corpo molhado, e eu me entreguei àquele prazer sem limites, sentindo o calor crescer dentro de mim a cada carícia.
Toda noite terminava com a gente exausta, mas com vontade de mais, com os lençóis revirados e o corpo pegando fogo, com a pele marcada por unhas e os lábios manchados de beijos. Fazer amor não era só uma necessidade física, era um jeito de dizer tudo que a gente sentia, de reafirmar que o nosso era paixão, era fogo, era entrega total.
Durante aqueles dias, cada despertar era uma nova chance de buscar o prazer nos corpos um do outro. Não tinha momento nem lugar que a gente não pudesse transformar em um jogo sexual: desde a manhã, quando os raios de sol entravam pela janela e ele me segurava firme pra eu não escapar, até a noite, quando nossas mãos se exploravam debaixo dos lençóis, brincando, provocando, desejando.
Mario sempre me dizia, com aquela voz grave que me derrete: "Com você, não tem descanso, só fogo". E eu respondia com beijos ardentes e um gemido baixinho que dava permissão pra ele se perder em mim de novo.
Aquela lua de mel na Grécia foi a fuga perfeita, a explosão de amor e erotismo que a gente precisava depois de tanto tempo sonhando em ser um. Não foi só uma viagem, foi o batismo da nossa união, uma experiência onde o desejo virou rotina e a rotina virou prazer.
E agora, toda vez que fecho os olhos, sinto de novo a areia quentinha sob meus pés, o vento no meu cabelo, e, acima de tudo, o corpo do Mario em cima do meu, reclamando, amando, fazendo de cada noite uma aventura. infinita.
Mas teve uma noite, uma só, que guardo num cantinho especial da minha memória. Depois de um dia inteiro explorando a ilha, cansados mas com aquele fogo intacto, entramos no quarto e a mal a porta se fechou atrás da gente, o Mario me jogou contra a parede com uma força que me deixou sem fôlego.
As mãos dele não tiveram pena, puxando meu cabelo, descendo pelas minhas costas até apertar minha bunda com tanta força que senti um tremor percorrer meu corpo. Sem dizer uma palavra, me obrigou a me ajoelhar pra chupar ele, e claro que eu fiz como nunca, depois de um tempo, me dobrou sobre a mesa que a gente tinha posto na varanda pra jantar, e eu gemei alto, sentindo a mistura perfeita entre dor e prazer.
O Mario me penetrou fundo e com um ritmo brutal, cada estocada era um golpe de puro desejo. Eu me agarrava na mesa, arqueando as costas, gemendo a cada movimento, com a pele em brasa e a respiração ofegante. A boca dele encontrou meu pescoço, mordendo, chupando, deixando marcas que seriam pra sempre testemunhas daquela noite selvagem.
Mas não acabou ali. Com uma mão firme, ele começou a brincar com meu clitóris, girando, apertando, enquanto o ritmo frenético me levava direto pro limite. Gritei o nome dele com força, sentindo que me derretia entre os braços dele, e ele não aliviou nem um segundo, me empurrando pra aquele prazer que explodiu num orgasmo que me fez tremer inteira.
Pensei bestamente que a gente tinha terminado, mas não, ele queria mais, mesmo eu estando completamente exausta, me colocou de quatro e como não fazia há muito tempo, começou a dilatar minha bunda, passou lubrificante e meteu de uma vez que doeu. Mas como sempre, não me importei, me entreguei completamente até a dor passar e o prazer aparecer. A gente ficou assim um bom tempo até que, finalmente, o pau dele explodiu dentro da minha bunda, me deixando mais uma vez cheia de porra.
Quando finalmente a gente desabou junto, suados, ofegantes e com os lençóis bagunçados, eu soube que naquela noite a gente tinha cruzado um limite. Não era só amor nem só sexo, era uma conexão tão profunda que me marcou pra sempre.
Assim, entre sussurros de desejo e promessas de novas loucuras, fechamos aquele capítulo da nossa lua de mel, sabendo que, mais uma vez, nada seria igual.
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