Olá de novo, escrevendo algo longo outra vez, mas dessa vez sobre como minha época de colégio me deu um cúmplice e que, por muitos anos, viu uma porrada das minhas fotos como travesti. Se lembram, no post anterior eu já tinha sentido na pele a maciez da roupa feminina, sensação que, por medo de ser descoberto, tive que negar até que meu cúmplice soubesse, ou melhor, eu mesmo contei. Pra facilitar, vamos dar um nome pra ele: Rodrigo. Rodrigo e eu não éramos os maiores amigos do colégio, mas a gente se falava o suficiente pra trocar ideia sobre várias coisas. Na época, ele me disse que sentia atração por outros caras, e eu não soube na hora se era uma confissão ou uma forma de dizer que eu interessava ele. Não me incomodou nem um pouco saber disso, pelo contrário, entendi como algo normal, já que como seres humanos a gente sente atração por uma pessoa ou outra. Passaram alguns meses e, com um pouco mais de confiança entre a gente, em conversas sem rumo ele me falou que tinha curiosidade de usar roupa íntima feminina. Eu, meio na confiança, confessei que, apesar de gostar de mulheres, já tinha usado calcinha e sutiã e tinha adorado. Rodrigo, sem dizer mais nada, mudou de assunto, e eu pensei: esse filho da puta vai contar pra todo mundo. Me enganei. Uns dias depois, mas já pelo Facebook, a gente continuava conversando, sobre tarefas, professores e outras coisas de estudante, até que ele se atreveu a perguntar do nada: "Ei... e aquilo que você me falou outro dia sobre calcinha e sutiã... tem fotos?" Quando li a mensagem, fiquei gelado, gelado, não soube o que responder na hora, mas algo dentro de mim dizia que, embora não fosse uma boa ideia mandar fotos, também não era algo que me desagradasse. Falei que não, que não tinha fotos e que fazia tempo que não usava, mas que assim que pudesse, tiraria umas fotos e mandaria pra ele, mas avisei que aquilo ficava entre nós dois. Então, com essa "promessa", quando tive oportunidade, eu fiz: peguei uma calcinha de renda vermelha e um sutiã da mesma cor, mas num tom diferente, e repito, com meus poucos pelos e minhas pernas, se não torneadas, pelo menos um pouco firmes (eu adorava andar de bicicleta), minhas pernas pareciam meio alongadas. Tirei algumas fotos, tomando cuidado pra não mostrar meu rosto ou qualquer marca que me identificasse, e mandei as fotos pro Rodrigo. Como era de se esperar, ele duvidou se era eu, normal hahaha, mas eu disse que sim, que era eu e que agora ele me conhecia como mulher. A partir desse momento até agora, 14 anos depois de mandar as fotos, ainda continuo fazendo isso, e não por obrigação — é que genuinamente gosto de mandar minhas fotos pra ele, compartilhar esse segredo já não tão secreto hehehe, mas sabendo que o Rodrigo é o único que me viu como homem e também como travesti: com maquiagem, sem maquiagem, com e sem peruca, de salto, de lingerie, de vestido, etc. É um prazer, um tesão como poucos, e deixo claro: quando visto lingerie e coisas do tipo, fico tão excitada que me imagino transando com o Rodrigo. Ele mesmo já propôs, tivemos chats onde basicamente ele me trata como a mulher dele, a garota dele, já me propôs transar com ele e eu nunca aceitei a proposta. Até um ano atrás, pouco menos, eu não tinha intenção de fazer isso com outros homens; hoje em dia me sinto diferente, só de imaginar que posso me sentir mulher, transando vestida de travesti, me excita muito, demais, a ponto de que dessa vez sou a Angela Maine, uma garota que se veste de forma provocante na medida do possível e que adora ver outros homens desejando ela, mas que tem medo, dúvidas e nunca chega a concretizar nada, porque pessoalmente desconfio das pessoas e das ações delas. Por enquanto é isso neste post, primeiro agradecendo a quem deixa seus respectivos pontos (que francamente não sei como funcionam ou qual a utilidade deles) e de novo, se vocês gostam do que faço, me avisem nos comentários. Aviso: Não é porque quando eu estiver travestida, gosto de ver homens mandando fotos de suas rolas como se fossem fotos de seus RG's ou documentos oficiais, beleza? Kkkkk Saudações e até logo
2 comentários - Minha cúmplice gostosa