Olá, aqui vai a parte final de por que eu gosto de garotas transexuais e tudo por culpa da minha irmã. Se quiser saber como tudo começou, confere as duas primeiras partes no meu perfil. A gente já tava indo pra praia, ela usava um vestido de lycra, daqueles que grudam no corpo, bem decotado que deixava o sutiã aparecendo. No terminal de ônibus, todo mundo ficava olhando sem parar pra ela, porque os peitos redondos dela quase escapavam, e me excitava saber que todo mundo a desejava, mas ninguém sabia o segredo dela, só eu. Depois de algumas horas, chegamos num hotel no porto de Veracruz e pedi o quarto reservado para o "casal" Rodríguez. Kar me olhou, corada e meio confusa. — Que foi? Agora você é minha mulher, não é? — sussurrei, piscando um olho — Essa é nossa lua de mel e agora aguenta as consequências. Ela sorriu de orelha a orelha. Enquanto esperávamos no balcão, eu passava a mão na bunda dela disfarçadamente e dava uns apertões, e ela esfregava a pica no meu pau por cima da calça. Claramente a gente já tava doida pra chegar no quarto, tanto que quando entramos no elevador, os dois já estavam de pau duro, e quase corremos até o quarto. E assim começou uma das melhores semanas da minha vida...
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Algo na minha cabeça me dizia que a Kar ia querer descontar todo o amor e desejo que guardou por anos, e que ao se sentir finalmente aceita e amada, ia ficar mais aberta e sem vergonha. Felizmente, não me enganei, porque ela topava todos os meus desafios e brincadeiras sem pensar nem um pouco. Tipo quando pedimos serviço de quarto e eu a desafiei a atender só de sutiã e com o pau bem duro, um boquete rápido no elevador do hotel, ou quando no aquário eu tirei o sutiã dela e o ar-condicionado deixou os bicos durinhos o passeio inteiro, arrancando vários olhares e cochichos. De noite, eram sessões do melhor sexo que já tive, a ponto de gritar de prazer e os vizinhos do andar ouvirem. Mas meu dia favorito foi o dia de praia. Era nosso penúltimo dia e a gente planejava passar o dia inteiro pegando sol, então nos preparamos pra sair e ela saiu do banheiro já de biquíni.
— Kar, que porra é essa? — perguntei, estranhando.
— É meu biquíni, não gostou?
Era um biquíni inteiro, de uma peça só, preto e branco.
— Não, nem um pouco — falei rindo. — Pensei que você tinha um bikini, ia ficar super gostosa.
— Como assim! E se escapar, meu segredinho?
— Eu não ligaria, além disso... — me aproximei pra beijar ela e pegar no pau dela — você não sabe como eu ia ficar excitado te vendo dura de bikini.
— Sério? — ela disse, envergonhada.
— Claro! Vamos, vamos arrumar um pra você.
Duas horas depois, a gente saía de uma loja de roupa de praia, prontos pro nosso destino, não sem antes dar um boquete rápido no provador. Chegamos na praia e nos acomodamos numa barraca. Compramos um bikini azul com detalhes brancos, um número menor do que o certo, pra valorizar os peitinhos redondos dela e o bikini entrar um pouco na bunda empinada (e pro meu plano master funcionar). De costas, ela estava espetacular, igual qualquer atriz ou modelo. De frente, os peitos dela pareciam maiores do que o normal e dava pra ver um pequeno volume embaixo, mas isso me deixava louco. Tudo isso com um pareô translúcido combinando. No começo, ela tava meio envergonhada, mas aos poucos foi relaxando até tirar o pareô e a gente entrar no mar. Ela tava tão gostosa quanto qualquer outra mina e tava feliz igual a mim, foi aí que começou o próximo jogo.
Saímos do mar pingando, o contato do ar com o biquíni molhado deixou os bicos dela durinhos e marcando deliciosamente. Sentei a Kar no meu colo e comecei a secar ela enquanto beijava, passava a toalha nas costas dela, nas pernas e nos peitos até chegar na buceta dela. Puxei o biquíni dela um pouquinho pro lado e tirei pra fora pra começar a masturbar ela. Ela deu um pulo e tentou me afastar, mas não deixei. — Amor, vão nos ver — disse preocupada, olhando em volta. — Não tem problema, é que não aguento te ver assim, só mais um pouquinho. Ela pegou uma toalha e colocou por cima das pernas, o que mostrava que também queria. Eu, felizão, continuei com minha tarefa, aumentando a velocidade dos meus movimentos enquanto ela começava a gemer baixinho. — Ahhh, que gostoso, pai, cê gosta de como eu tô com meu biquíni? — perguntou enquanto começava a tremer por causa da minha punheta. — Te adoro, amor, te ver assim me excita demais. — (Haaa, que gostoso), você é um tarado. Mas do jeito que eu tô molhada, com certeza entra tudo de uma vez — disse ela, passando a língua nos lábios. — Quer testar? — falei, tirando a minha já dura, e ela pegou por baixo da toalha — olha como você me deixa. — Aqui não, amor, podem nos ver (haaa!), melhor a gente ir pros chuveiros, mas primeiro termina o que tá fazendo que eu adoro. Continuei masturbando ela por mais uns minutos enquanto ela se contorcia no meu colo até que não aguentou mais e gozou jorrando. Rapidinho ela desceu do meu colo, pegou minha mão e começou a limpar com a língua todo o gozo dela, chupando cada dedo do jeito mais safado que conseguiu, me olhando nos olhos. Quando terminou, se levantou e abriu a boca pra eu ver antes de engolir. Ter ela ali parada com a buceta duríssima saindo por um lado do biquíni e com a boca cheia de porra me encheu de um desejo desenfreado de possuir ela (se é que dava pra ficar mais excitado), então peguei na mão dela e fomos pros chuveiros. Todo mundo ficava olhando pra ela porque a ereção dela aparecia por cima do biquíni, e longe de me incomodar os olhares indiscretos me excitavam, ver minha mulher de pau. Ela, cada vez mais relaxada e orgulhosa, dava pequenos pulinhos pra fazer os peitos e o pau dela balançarem, sabendo perfeitamente que era o que eu mais gostava de ver.
Chegando nos chuveiros dos homens, fomos até o do fundo. Era um espaço bem pequeno, onde mal cabíamos nós dois. Mal fechamos a porta, ela se abaixou pra me dar um boquete como só ela sabia. Ela chupava de cima a baixo, tirando da boca quando chegava na ponta e depois engolindo inteiro até roçar meus ovos com os lábios, enquanto fazia movimentos circulares com a mão. Eu já tava mais que excitado, então peguei ela pela cabeça e comecei a me mexer mais rápido, fodendo a boca dela. Ela aguentou como as grandes, fazendo uns barulhos de sucção que me excitavam cada vez mais. Finalmente, gozei enchendo a boquinha dela e respingando um pouco no rosto e no cabelo. Ela, sorrindo, se levantou e virou de costas pra abrir a água e se enxaguar. Eu queria foder ela ali mesmo, mas o espaço não permitia, então só me abaixei, tirei o biquíni dela e abri as nádegas pra começar a lamber a bunda dela. Ela começou a gemer e levantou um pouco mais a bunda pra sentar na minha cara e deixar minha língua ir mais fundo. Peguei a piroca dura dela e comecei a masturbar, primeiro devagar e lento, depois mais rápido, com os gemidos dela ecoando por todo o lugar. Ficamos assim por uns minutos até que... — Tá gostando, amor? — perguntei. — Ah, ah, sim, papi, que gostoso. Me chupa toda! — Toda? Parei e virei ela de frente pra mim. A piroca dela, ereta, ficou na altura do meu rosto, apontando pro teto, comprida e de grossura média, escorrendo água do chuveiro. Lembrei do jeito lascivo que ela tinha chupado meus dedos uns minutos atrás e de como ela tava com a boca cheia de porra, e caí na real de que queria provar aquele pau desde que a tinha visto se banhar uns dias atrás. Nunca tinha feito aquilo, mas precisava saber qual era a sensação de ter ele na boca e entender por que ficava louco vendo ele duro. Peguei com a mão o pau da minha irmã, e ela deu um pulo. Vi que ela corou um pouco... — Mon, o que cê tá fazendo? — disse nervosa. — Quero que você aproveite tanto quanto eu — me aproximei pra sentir o cheiro da pica dela — quero te fazer sentir tão bem quanto você me faz. Dei uma lambidinha na ponta e ela se arrepiou, um gosto levemente amargo veio, mas eu queria continuar, queria saber como era sentir uma gozada na boca. — Se não quiser, tudo bem — ela disse, me olhando com um pouco de pena. — Eu quero, quero provar você toda. — E depois de alguns segundos, sem mais delongas, enfiei ela na minha boca.
Não sabia muito bem o que fazer, fiquei parado uns segundos processando a situação. Nunca tinha chupado uma rola antes, então só tentei fazer o mesmo que a Kar fazia toda vez que me dava um boquete. Comecei a mover a cabeça pra cima e pra baixo devagar, tirando um pouco quando chegava na ponta e lambendo as bolas dela cada vez que descia até embaixo. Ela começou a gemer olhando pro teto enquanto eu passava a língua por toda a rola dela, sinal de que tava gostando. Tirei um pouco da boca e comecei a fazer círculos com a língua na cabecinha enquanto masturbava ela e passava a língua de baixo pra cima como se fosse um sorvete. Primeiro devagar e aumentando a velocidade aos poucos, ela gemia cada vez mais forte (ahhh Mon, que gostoso, por favor não para). Continuei chupando aquela rola como se fosse um pirulito, enfiando tudo na boca e tirando com uma sugada leve na ponta. Virei pra cima e vi que ela tava de olhos fechados, aproveitando o que eu achava que era o primeiro boquete dela. Ver os peitos dela balançando enquanto eu chupava a rola, com os bicos duros, me excitou e comecei a acelerar. Senti a rola dela pulsar dentro da minha boca. — Mon (ahh) vou... (Ahh) Tô quase... Não parei e continuei chupando sem parar. Ela segurou minha cabeça com as mãos e arqueou um pouco. Era mesmo o primeiro boquete dela ou eu fiz um trabalho foda, porque em poucos segundos senti um jato quente na minha garganta, um gosto levemente amargo me inundou, seguido de mais dois jatos... Fiquei parado processando a situação, não tinha gosto ruim e a sensação de ter a boca cheia junto com os gemidos da Kar foi um êxtase que eu nunca tinha sentido. Não sabia o que fazer, se engolia ou cuspia, mas minha irmãzinha me levantou segurando meu rosto e me beijou cheia de paixão, onde nossas bocas e os fluidos se misturaram num delicioso beijo branco. Nos olhamos ainda excitados e com vontade de mais, então saímos do chuveiro com cuidado pra pra que ninguém nos visse, fomos pro nosso quarto quase correndo pra terminar a nossa sessão de sexo. Mal chegamos, arranquei o biquíni da Kar e joguei ela na cama pra deitar e chupar aquela cock deliciosa dela. Ela começou a gemer na hora e se virou debaixo de mim pra ficar em igualdade de condições e me chupar ao mesmo tempo, começando um delicioso 69 onde nós dois gozamos na boca um do outro. Finalmente, deitei ela de barriga pra cima e, já com a minha cock lubrificada e antes que a excitação baixasse, enfiei de uma vez no cu dela enquanto ela soltava um gemido de prazer... (Haaa! Isso, meu amor, me fode do jeito que eu gosto) comecei a meter rápido e sem piedade, até ouvir minhas bolas batendo na bunda dela. Sem parar nem um segundo, vi que a cock dela ficou dura de novo, então peguei nela e comecei a masturbar enquanto metia, mais forte, mais rápido... Nós dois gemíamos de prazer até que ela gozou de novo e, apontando a cock dela com a minha mão, enchi os peitos dela com o próprio esperma enquanto o meu enchia o cu dela. Me afastei e vi a imagem linda da minha irmã ofegante, toda cheia de gozo nos peitos, com a cock ereta e o cu escorrendo... A coisa mais sexy que já vi na vida.
Tristemente, o que é bom não dura pra sempre e no dia seguinte a gente teve que se despedir, porque minhas férias acabaram. Passamos o dia comprando lembrancinhas e andando de mãos dadas pelo calçadão, curtindo como verdadeiros marido e mulher, já mais tranquilos depois da trepada do dia anterior (embora no almoço eu não tenha deixado de colocar um tempero especial na comida dela). Ela queria me dizer algo, mas não tinha coragem, embora eu soubesse perfeitamente o que era... — Vai me contar logo o que tá rolando ou vou ter que adivinhar? — É que não sei o que vai acontecer agora. — Olha, Kar, você já sabe que eu sou apaixonado por você e o que rolou mudou minha vida pra sempre, mas infelizmente a gente não pode ir além disso, entende, né? — Sim, eu sei, mas eu queria ser sua mulher. — Você já é! E vai continuar sendo, mesmo que eu tenha namorada ou case um dia, sempre vai ter seu lugar, acredita em mim, você mudou minha vida, tá de acordo? Demorei um pouco pra convencê-la, mas no fim ela aceitou continuar como estávamos, sendo irmãos que se amam e parceiros sexuais. — Então só falta eu juntar dinheiro pra terminar minha transição — ela disse, colocando a mão na virilha. Eu parei na hora. — O quê?! — falei, surpreso. — Kar, depois do que rolou ontem, não ficou claro que eu te adoro exatamente como você é? — Sério... — ela perguntou num sussurro — você gosta do meu pau? — Adoro! Pra falar a verdade, se quiser me agradar mais, com esse dinheiro melhor colocar um peitão — falei rindo — Quero minha mulher de peitos grandes. Ela só riu do meu comentário, a gente terminou as compras e voltou pro hotel pra transar uma última noite. Assim como as anteriores, foi a melhor semana da minha vida, cheia de prazer e sexo. No dia seguinte, pegamos o mesmo ônibus na rodoviária, ela desceu quando chegou em Orizaba, não sem antes me dar um beijão na boca como despedida e me fazer jurar que eu sempre seria o homem dela. Aceitei de bom grado, porque não tinha nada pra discutir, e segui viagem até a Cidade do México. -----------------------------¢--------------------------------- E aqui estamos, Já se passaram 8 anos e, infelizmente, não vi minha irmã pessoalmente de novo. Claro que a gente faz videochamada regularmente, troca mensagens e manda fotos, mas claramente não é a mesma coisa. Da minha parte, casei faz uns anos (a Kar reclamou pra caralho), mas no fim aceitou. Minha esposa não faz ideia de tudo que vivi com minha irmã, sabe que a Kar é transexual, claro, e não estranha a gente fazer tantas videochamadas — inclusive uso isso de desculpa pra ir pra outro quarto, falando que a Kar fica com vergonha, quando na verdade vejo ela se despindo e se masturbando pra mim. Já a Kar me deu ouvidos e exibiu o aumento de peito pra uma sexy copa C. Continua na vida normal dela em Orizaba, até tem um namorado à distância no Canadá, mas não sei se ele sabe do segredo dela. De vez em quando, ela me manda fotos com lingerie nova, algum cosplay casual ou quando tá muito tarada — isso sim, todo aniversário ela me manda uma foto de pau duro de feliz aniversário.
E foi assim que descobri que adoro garotas trans, tanto que toda vez que vejo uma gostosa, já imagino ela com pau e fica ainda melhor. Espero poder ver minha irmã de novo em breve ou conhecer alguma mina aqui na cidade pra bater um papo e quem sabe, com sorte, rolar algo. 😉 Valeu a todos por lerem minha história, meio longa, mas que prazer poder revivê-la pra vocês. Se eu conhecer alguma garota trans ou algo interessante acontecer pra contar, a gente se vê aqui de novo. Falou, meu chat tá sempre aberto se alguém quiser trocar ideia, compartilhar histórias ou coisas do tipo.
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— Kar, que porra é essa? — perguntei, estranhando.
— É meu biquíni, não gostou?
Era um biquíni inteiro, de uma peça só, preto e branco.
— Não, nem um pouco — falei rindo. — Pensei que você tinha um bikini, ia ficar super gostosa.
— Como assim! E se escapar, meu segredinho?
— Eu não ligaria, além disso... — me aproximei pra beijar ela e pegar no pau dela — você não sabe como eu ia ficar excitado te vendo dura de bikini.
— Sério? — ela disse, envergonhada.
— Claro! Vamos, vamos arrumar um pra você.
Duas horas depois, a gente saía de uma loja de roupa de praia, prontos pro nosso destino, não sem antes dar um boquete rápido no provador. Chegamos na praia e nos acomodamos numa barraca. Compramos um bikini azul com detalhes brancos, um número menor do que o certo, pra valorizar os peitinhos redondos dela e o bikini entrar um pouco na bunda empinada (e pro meu plano master funcionar). De costas, ela estava espetacular, igual qualquer atriz ou modelo. De frente, os peitos dela pareciam maiores do que o normal e dava pra ver um pequeno volume embaixo, mas isso me deixava louco. Tudo isso com um pareô translúcido combinando. No começo, ela tava meio envergonhada, mas aos poucos foi relaxando até tirar o pareô e a gente entrar no mar. Ela tava tão gostosa quanto qualquer outra mina e tava feliz igual a mim, foi aí que começou o próximo jogo.
Saímos do mar pingando, o contato do ar com o biquíni molhado deixou os bicos dela durinhos e marcando deliciosamente. Sentei a Kar no meu colo e comecei a secar ela enquanto beijava, passava a toalha nas costas dela, nas pernas e nos peitos até chegar na buceta dela. Puxei o biquíni dela um pouquinho pro lado e tirei pra fora pra começar a masturbar ela. Ela deu um pulo e tentou me afastar, mas não deixei. — Amor, vão nos ver — disse preocupada, olhando em volta. — Não tem problema, é que não aguento te ver assim, só mais um pouquinho. Ela pegou uma toalha e colocou por cima das pernas, o que mostrava que também queria. Eu, felizão, continuei com minha tarefa, aumentando a velocidade dos meus movimentos enquanto ela começava a gemer baixinho. — Ahhh, que gostoso, pai, cê gosta de como eu tô com meu biquíni? — perguntou enquanto começava a tremer por causa da minha punheta. — Te adoro, amor, te ver assim me excita demais. — (Haaa, que gostoso), você é um tarado. Mas do jeito que eu tô molhada, com certeza entra tudo de uma vez — disse ela, passando a língua nos lábios. — Quer testar? — falei, tirando a minha já dura, e ela pegou por baixo da toalha — olha como você me deixa. — Aqui não, amor, podem nos ver (haaa!), melhor a gente ir pros chuveiros, mas primeiro termina o que tá fazendo que eu adoro. Continuei masturbando ela por mais uns minutos enquanto ela se contorcia no meu colo até que não aguentou mais e gozou jorrando. Rapidinho ela desceu do meu colo, pegou minha mão e começou a limpar com a língua todo o gozo dela, chupando cada dedo do jeito mais safado que conseguiu, me olhando nos olhos. Quando terminou, se levantou e abriu a boca pra eu ver antes de engolir. Ter ela ali parada com a buceta duríssima saindo por um lado do biquíni e com a boca cheia de porra me encheu de um desejo desenfreado de possuir ela (se é que dava pra ficar mais excitado), então peguei na mão dela e fomos pros chuveiros. Todo mundo ficava olhando pra ela porque a ereção dela aparecia por cima do biquíni, e longe de me incomodar os olhares indiscretos me excitavam, ver minha mulher de pau. Ela, cada vez mais relaxada e orgulhosa, dava pequenos pulinhos pra fazer os peitos e o pau dela balançarem, sabendo perfeitamente que era o que eu mais gostava de ver.
Chegando nos chuveiros dos homens, fomos até o do fundo. Era um espaço bem pequeno, onde mal cabíamos nós dois. Mal fechamos a porta, ela se abaixou pra me dar um boquete como só ela sabia. Ela chupava de cima a baixo, tirando da boca quando chegava na ponta e depois engolindo inteiro até roçar meus ovos com os lábios, enquanto fazia movimentos circulares com a mão. Eu já tava mais que excitado, então peguei ela pela cabeça e comecei a me mexer mais rápido, fodendo a boca dela. Ela aguentou como as grandes, fazendo uns barulhos de sucção que me excitavam cada vez mais. Finalmente, gozei enchendo a boquinha dela e respingando um pouco no rosto e no cabelo. Ela, sorrindo, se levantou e virou de costas pra abrir a água e se enxaguar. Eu queria foder ela ali mesmo, mas o espaço não permitia, então só me abaixei, tirei o biquíni dela e abri as nádegas pra começar a lamber a bunda dela. Ela começou a gemer e levantou um pouco mais a bunda pra sentar na minha cara e deixar minha língua ir mais fundo. Peguei a piroca dura dela e comecei a masturbar, primeiro devagar e lento, depois mais rápido, com os gemidos dela ecoando por todo o lugar. Ficamos assim por uns minutos até que... — Tá gostando, amor? — perguntei. — Ah, ah, sim, papi, que gostoso. Me chupa toda! — Toda? Parei e virei ela de frente pra mim. A piroca dela, ereta, ficou na altura do meu rosto, apontando pro teto, comprida e de grossura média, escorrendo água do chuveiro. Lembrei do jeito lascivo que ela tinha chupado meus dedos uns minutos atrás e de como ela tava com a boca cheia de porra, e caí na real de que queria provar aquele pau desde que a tinha visto se banhar uns dias atrás. Nunca tinha feito aquilo, mas precisava saber qual era a sensação de ter ele na boca e entender por que ficava louco vendo ele duro. Peguei com a mão o pau da minha irmã, e ela deu um pulo. Vi que ela corou um pouco... — Mon, o que cê tá fazendo? — disse nervosa. — Quero que você aproveite tanto quanto eu — me aproximei pra sentir o cheiro da pica dela — quero te fazer sentir tão bem quanto você me faz. Dei uma lambidinha na ponta e ela se arrepiou, um gosto levemente amargo veio, mas eu queria continuar, queria saber como era sentir uma gozada na boca. — Se não quiser, tudo bem — ela disse, me olhando com um pouco de pena. — Eu quero, quero provar você toda. — E depois de alguns segundos, sem mais delongas, enfiei ela na minha boca.
Não sabia muito bem o que fazer, fiquei parado uns segundos processando a situação. Nunca tinha chupado uma rola antes, então só tentei fazer o mesmo que a Kar fazia toda vez que me dava um boquete. Comecei a mover a cabeça pra cima e pra baixo devagar, tirando um pouco quando chegava na ponta e lambendo as bolas dela cada vez que descia até embaixo. Ela começou a gemer olhando pro teto enquanto eu passava a língua por toda a rola dela, sinal de que tava gostando. Tirei um pouco da boca e comecei a fazer círculos com a língua na cabecinha enquanto masturbava ela e passava a língua de baixo pra cima como se fosse um sorvete. Primeiro devagar e aumentando a velocidade aos poucos, ela gemia cada vez mais forte (ahhh Mon, que gostoso, por favor não para). Continuei chupando aquela rola como se fosse um pirulito, enfiando tudo na boca e tirando com uma sugada leve na ponta. Virei pra cima e vi que ela tava de olhos fechados, aproveitando o que eu achava que era o primeiro boquete dela. Ver os peitos dela balançando enquanto eu chupava a rola, com os bicos duros, me excitou e comecei a acelerar. Senti a rola dela pulsar dentro da minha boca. — Mon (ahh) vou... (Ahh) Tô quase... Não parei e continuei chupando sem parar. Ela segurou minha cabeça com as mãos e arqueou um pouco. Era mesmo o primeiro boquete dela ou eu fiz um trabalho foda, porque em poucos segundos senti um jato quente na minha garganta, um gosto levemente amargo me inundou, seguido de mais dois jatos... Fiquei parado processando a situação, não tinha gosto ruim e a sensação de ter a boca cheia junto com os gemidos da Kar foi um êxtase que eu nunca tinha sentido. Não sabia o que fazer, se engolia ou cuspia, mas minha irmãzinha me levantou segurando meu rosto e me beijou cheia de paixão, onde nossas bocas e os fluidos se misturaram num delicioso beijo branco. Nos olhamos ainda excitados e com vontade de mais, então saímos do chuveiro com cuidado pra pra que ninguém nos visse, fomos pro nosso quarto quase correndo pra terminar a nossa sessão de sexo. Mal chegamos, arranquei o biquíni da Kar e joguei ela na cama pra deitar e chupar aquela cock deliciosa dela. Ela começou a gemer na hora e se virou debaixo de mim pra ficar em igualdade de condições e me chupar ao mesmo tempo, começando um delicioso 69 onde nós dois gozamos na boca um do outro. Finalmente, deitei ela de barriga pra cima e, já com a minha cock lubrificada e antes que a excitação baixasse, enfiei de uma vez no cu dela enquanto ela soltava um gemido de prazer... (Haaa! Isso, meu amor, me fode do jeito que eu gosto) comecei a meter rápido e sem piedade, até ouvir minhas bolas batendo na bunda dela. Sem parar nem um segundo, vi que a cock dela ficou dura de novo, então peguei nela e comecei a masturbar enquanto metia, mais forte, mais rápido... Nós dois gemíamos de prazer até que ela gozou de novo e, apontando a cock dela com a minha mão, enchi os peitos dela com o próprio esperma enquanto o meu enchia o cu dela. Me afastei e vi a imagem linda da minha irmã ofegante, toda cheia de gozo nos peitos, com a cock ereta e o cu escorrendo... A coisa mais sexy que já vi na vida.
Tristemente, o que é bom não dura pra sempre e no dia seguinte a gente teve que se despedir, porque minhas férias acabaram. Passamos o dia comprando lembrancinhas e andando de mãos dadas pelo calçadão, curtindo como verdadeiros marido e mulher, já mais tranquilos depois da trepada do dia anterior (embora no almoço eu não tenha deixado de colocar um tempero especial na comida dela). Ela queria me dizer algo, mas não tinha coragem, embora eu soubesse perfeitamente o que era... — Vai me contar logo o que tá rolando ou vou ter que adivinhar? — É que não sei o que vai acontecer agora. — Olha, Kar, você já sabe que eu sou apaixonado por você e o que rolou mudou minha vida pra sempre, mas infelizmente a gente não pode ir além disso, entende, né? — Sim, eu sei, mas eu queria ser sua mulher. — Você já é! E vai continuar sendo, mesmo que eu tenha namorada ou case um dia, sempre vai ter seu lugar, acredita em mim, você mudou minha vida, tá de acordo? Demorei um pouco pra convencê-la, mas no fim ela aceitou continuar como estávamos, sendo irmãos que se amam e parceiros sexuais. — Então só falta eu juntar dinheiro pra terminar minha transição — ela disse, colocando a mão na virilha. Eu parei na hora. — O quê?! — falei, surpreso. — Kar, depois do que rolou ontem, não ficou claro que eu te adoro exatamente como você é? — Sério... — ela perguntou num sussurro — você gosta do meu pau? — Adoro! Pra falar a verdade, se quiser me agradar mais, com esse dinheiro melhor colocar um peitão — falei rindo — Quero minha mulher de peitos grandes. Ela só riu do meu comentário, a gente terminou as compras e voltou pro hotel pra transar uma última noite. Assim como as anteriores, foi a melhor semana da minha vida, cheia de prazer e sexo. No dia seguinte, pegamos o mesmo ônibus na rodoviária, ela desceu quando chegou em Orizaba, não sem antes me dar um beijão na boca como despedida e me fazer jurar que eu sempre seria o homem dela. Aceitei de bom grado, porque não tinha nada pra discutir, e segui viagem até a Cidade do México. -----------------------------¢--------------------------------- E aqui estamos, Já se passaram 8 anos e, infelizmente, não vi minha irmã pessoalmente de novo. Claro que a gente faz videochamada regularmente, troca mensagens e manda fotos, mas claramente não é a mesma coisa. Da minha parte, casei faz uns anos (a Kar reclamou pra caralho), mas no fim aceitou. Minha esposa não faz ideia de tudo que vivi com minha irmã, sabe que a Kar é transexual, claro, e não estranha a gente fazer tantas videochamadas — inclusive uso isso de desculpa pra ir pra outro quarto, falando que a Kar fica com vergonha, quando na verdade vejo ela se despindo e se masturbando pra mim. Já a Kar me deu ouvidos e exibiu o aumento de peito pra uma sexy copa C. Continua na vida normal dela em Orizaba, até tem um namorado à distância no Canadá, mas não sei se ele sabe do segredo dela. De vez em quando, ela me manda fotos com lingerie nova, algum cosplay casual ou quando tá muito tarada — isso sim, todo aniversário ela me manda uma foto de pau duro de feliz aniversário.
E foi assim que descobri que adoro garotas trans, tanto que toda vez que vejo uma gostosa, já imagino ela com pau e fica ainda melhor. Espero poder ver minha irmã de novo em breve ou conhecer alguma mina aqui na cidade pra bater um papo e quem sabe, com sorte, rolar algo. 😉 Valeu a todos por lerem minha história, meio longa, mas que prazer poder revivê-la pra vocês. Se eu conhecer alguma garota trans ou algo interessante acontecer pra contar, a gente se vê aqui de novo. Falou, meu chat tá sempre aberto se alguém quiser trocar ideia, compartilhar histórias ou coisas do tipo.
1 comentários - Por culpa da minha irmã, agora curto trans (final😏)