Rejeitado, conto de corno

Dia de desbloqueio.
Não fazia ideia do que esperar, mas uma coisa eu sabia: o Vince teve muito tempo pra pensar em como tornar essa minha preciosa janela de liberdade de pinto interessante. Já tinha sido desbloqueado várias vezes por higiene, pra limpar e raspar minhas partes íntimas, mas em todas essas ocasiões fiquei sob supervisão rigorosa, sendo trancado de novo e devolvendo a chave pro Vince na hora.

Rejeitado, conto de corno



 Mas isso era diferente. Pela primeira vez desde que se mudou, Vince finalmente tinha me dito que eu merecia uma verdadeira liberação. As crianças estavam brincando no jardim dos vizinhos e não voltariam por mais de uma hora. Eu não conseguia parar de tremer de excitação. Vince desceu as escadas ameaçadoramente atrás de mim e me indicou que abrisse a porta do meu quarto.

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Lá estava a Kate… completamente pelada, deitada na cama, com as pernas abertas. Achei que ia enlouquecer só de olhar pra ela. Ela tava uma tentação do caralho, uma delícia. Já conseguia imaginar como seria enfiar meu pau duro que nem pedra uns sete centímetros naquela bucetinha doce. Ela sorriu pra mim e piscou o olho, e meu coração disparou. Comecei a me mexer.

—Não tão rápido, empregada. Você ganhou uma liberação, mas não vai ser tão fácil. —Vince fechou a porta atrás dele e trancou. Sério, sério, sério que eu não tava gostando nada daquilo naquele momento.

—Pode gozar, mas só se seguir as regras. Entendeu?

—Sim, senhor.

Eu tava tão fascinado com a visão da minha esposa pelada que nem tinha reparado no aparelho bizarro que estava deitado sobre uma toalha no chão. Uma boneca sexual, com uma particularidade que não demorei a perceber: a abertura dela tinha sido modificada, transformada em algo muito maior que o normal, e dentro dela tinha gelo.
cuckold—Mucama, te apresento sua nova namorada —disse Vince, com a voz cheia de diversão sádica. “Não se preocupe, eu sei que mulheres bonitas te intimidam, mas a Lucy é do seu nível. Tenho certeza que você não vai ter problema nenhum em seduzi-la.”

Ele riu baixinho, dando um tapa na minha bunda. “Não seja tímido... vai dar um beijo nela.”

Eu corei, me ajoelhando sobre a boneca e abaixando a cabeça para beijar seus lábios ridículos. Kate não segurou o riso. Isso era entretenimento de primeira.

“Boa mucama. Viu? Não é uma gracinha?”

“Sim, senhor”, respondi.

Vince adotou um tom um pouco mais sério. “Você tem duas opções, mucama. A primeira é enfiar seu pauzinho na Kate.”
femdomSe você escolher essa opção, vai ganhar um mês extra de castidade por cada pequena enfiada na buceta dela.” Fez uma pausa de um segundo. “Sei que essas coisas são difíceis pra sua mente pequena de maricas, mas pra garantir que você entendeu, poderia me dizer quanto tempo vai ficar em castidade se meter seis vezes nela?


Sim, senhor, seis meses".

Muito bem". Ele desviou minha atenção para Lucy, deitada na toalha agora molhada enquanto o conteúdo começava a derreter lentamente. "Sua segunda opção é passar seu tempo livre com sua nova namorada. Vocês podem transar apaixonadamente pela próxima hora, se quiserem, explorando os corpos um do outro..." Ele fez uma pausa, virando-se para mim com severidade. "Uma regra rígida com ambas as opções: seu pau não pode tocar nada que não seja a buceta da sua namorada ou da sua esposa. Vou ficar de olho. Se tentar se esfregar em qualquer outra coisa, vou te trancar de novo na hora e te dar uma palmada. Entendeu?


Assenti fraco, gemendo ao começar a entender minha situação. "Senhor, posso penetrar as duas?"

Ele pensou por um segundo. "Não. Escolhe uma."

Gemi de novo. Era uma decisão cruel. Tentei calcular quantas estocadas precisaria para gozar na buceta da Kate... será que dava em quatro... seis... dez? Fazia tanto tempo; com certeza quase não custava nada gozar. Mas e se eu metesse três ou quatro vezes e não gozasse? Teria que voltar pra castidade sem alívio nenhum, e depois esperar um monte de meses só pra ter outra chance.

Kate não me ajudava. Ela franziu os lábios de brincadeira, os dedos dançando tentadoramente ao redor dos lábios da buceta dela, e com as mãos simulando como seria a sensação de esfregar meu pau lá dentro.
TravestiVem pegar, grandalhão", disse ela sedutoramente. "Você sabe que quer isso". Me arrependi daqueles anos dizendo pra ela que ansiava que fosse uma puta cruel e impiedosa comigo. Agora ela simplesmente me dava o que eu pedia, e pelo visto, ainda curtia. Sonhava em estar por cima dela, metendo sem parar, bombeando meu esperma até o fundo.


Não dava. Não podia me arriscar naquele dilema horrível de estar seis vezes dentro e não conseguir gozar. Olhei pra Lucy e vi os peitinhos falsos dela. Engoli seco, dando uma última olhada na minha linda esposa pelada antes de sentar no chão, pairando sobre a minha nova namorada.


A Kate deu risada quando tomei a decisão, e as duas caíram na gargalhada quando comecei o processo estranho de tentar enfiar o pau naquela buceta cheia de gelo por dentro.




A abertura da buceta era pequena, mas não tive problema nenhum em enfiar a ponta do meu pau, duro feito pedra, pelo lado de fora da boneca. Mas assim que entrei, meu membro pequeno encontrou pedaços crocantes de gelo frio grudados.
Apalpei e empurrei pra achar um ponto macio o bastante pra poder penetrar de verdade, o gelo áspero tava frio pra caralho na minha pele. Eu gemia e gemia enquanto elas riam, tentando desesperadamente achar algum lugar na buceta da Lucy onde eu pudesse sentir algo além da ardência dos blocos de gelo frios e duros.


Finalmente, graças a Deus... uma pequena fresta entre os montes rochosos de gelo. Empurrei o gelo desesperadamente, roçando meus quadris na pobre Lucy. Minha esposa e o amante dela explodiram em uma nova chuva de risadas quando comecei a bombar, minha bunda quicando enquanto eu fodia a boneca sexual.


substituido


Que cavalheiro é esse?!" — riu Vince, agora sentado na cama ao lado de Kate. "Ainda bem que...
Lucy se entrega logo no primeiro encontro!
Kate ria mais alto do que devia. Não achei muita graça.


Senti meu pau começando a amolecer por causa do frio extremo de estar enterrado na bolsa de gelo. Sabia que precisava gozar antes que fosse tarde demais.
Gemi pateticamente enquanto conseguia derramar minha pequena porra na Lucy, com a risada divertida da minha esposa ecoando cruelmente nos meus ouvidos. Pelo menos foi um orgasmo. Senti um certo alívio, apesar da intensa vergonha e humilhação. Me afastei da Lucy na hora e me ajoelhei aos pés do Vince.


Obrigado, senhor, por me deixar gozar".


Boa empregada", ele disse com uma risadinha. "Agora, seja uma boa bichinha e limpa a buceta da sua namorada".


Concordei, ficando de quatro de novo, desta vez afundando o rosto na buceta da boneca, lambendo os restos de porra grudenta entre os blocos de gelo.


Aww... que doce. Que boazinha, sua bichinha", disse minha esposa enquanto eu engolia meu próprio esperma.
Ao terminar meu show humilhante, o Vince se levantou, foi até a porta pra sair, mas não sem antes falar pra minha esposa me colocar de castidade de novo e entregar a chave pra ele.


Depois que a porta se fechou atrás dela ao sair, Kate, ainda pelada, pegou a gaiola de castidade e veio na minha direção. Naquele momento de privacidade, não consegui reagir de outro jeito senão implorar pra meter nela, nem que fosse por um tempinho.


Kate soltou um sorriso — "não consigo enganar o Vince


Meu coração começou a bater, o pânico tomou conta de mim. Naquele pequeno momento a sós, talvez senti que poderia apelar pro afeto e pra bondade feminina da minha esposa. Abri a boca pra falar, implorar com palavras, de algum jeito conseguir voltar a ser como fui antes. Falei "eu sou seu marido", enquanto tentava convencer a Kate a me deixar aproveitar os benefícios de ser casado com uma mulher gostosa., mostrando um claro arrependimento das decisões que me levaram a estar naquele lugar.


Ela só respondeu: "não me obriga a escolher entre ele e você".


Depois de ouvir essas palavras, me senti destruído por dentro, enquanto ela se ajoelhava ao meu lado e começava a prender na castidade o que um dia foi o pau do marido dela.


Rejeitado, conto de corno


Depois se levanta e me dá umas instruções do que fazer em casa, e termina dizendo: "vamos ter visitas, tem que estar tudo arrumado.



5 comentários - Rejeitado, conto de corno

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