Olá, pessoal! Espero que tenham tido um bom dia. Essa história é sobre como minha chefe dominadora futa entrou no meu casamento. ------------------------------------------------------------------- Hoje acordei com o pé esquerdo. Tinha que ir a uma reunião importante e apresentar o novo projeto para o conselho diretor, mas acordei tarde e, sem outra opção, tive que correr para o trabalho, me despedindo da minha esposa às pressas. Cheguei no escritório todo desleixado e minha chefe me chamou, muito puta. Resignado com meu destino, cheguei na porta do escritório dela e bati de leve, ouvindo um "entra" baixo, mas dominador. Sem querer irritar ela mais, entrei rápido e a encontrei sentada na cadeira, com uma expressão séria me encarando. Lá estava ela: uma mulher de aparência refinada, 1,93m de altura, uma aura imponente, com atributos enormes que destacavam sua cintura fina, combinando perfeitamente com seu terno de escritório e seu cabelo longo e vermelho.
A presença dela era forte e intimidadora, especialmente quando ela me encarou. Eu só conseguia tremer, de cabeça baixa, enquanto ela começava a falar: — Fernando, espero que tenha um bom motivo pra explicar sua falta. Eu só fiquei calado, de cabeça baixa, por uns minutos, deixando o silêncio tomar conta do ambiente, até que ela soltou um suspiro pesado. — Fernando, você tem um bom desempenho, e essa é sua primeira falta. Posso deixar passar, mas não quero que repita. — S-sim, chefa, juro!! Eu tava muito grato, mas também me sentia mal, então decidi convidar minha chefa pra jantar como forma de agradecimento. Ela pensou um pouco, mas acabou aceitando. Depois disso, fui me retirar e continuar com meu trabalho do dia.
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Hoje o trabalho foi tranquilo, então aproveitei e liguei pra minha esposa pra ela ir preparando o jantar e a visita da minha chefa. Quando chegou a hora de sair, voltei animado pra casa. O trajeto não foi longo, e cheguei relativamente rápido, estacionei o carro e entrei, encontrando minha esposa cozinhando. Ela é uma mulher baixinha, de 1,56m, pele branca e leitosa, cabelo castanho preso num rabo de cavalo alto, uma figura de ampulheta formada pelos atributos desproporcionais: um par de peitos copo D, firmes, e uma bunda empinada que, só de olhar, dá vontade de apertar e esbofetear até deixar vermelha.
Sou um cara comum de 1,62m, cabelo preto curto, pele branca, corpo magro e cintura larga.
Cumprimentei minha esposa com um beijo e fui trocar de roupa pra ficar confortável, esperando minha chefa enquanto batia um papo do dia a dia com minha esposa. Quando a campainha tocou, eu saí pra receber minha chefa, dando um cumprimento cordial e apresentando ela pra minha esposa:
— É bom ter você aqui, Sra. Anna. Esta é minha esposa, Eliza.
— Oi, Fernando, e é um prazer conhecê-la, Sra. Eliza. Espero que a gente se dê bem.
— Também é um prazer conhecê-la, Sra. Anna.
Depois dessa breve apresentação, a gente se acomodou na sala de jantar, e Eliza serviu a comida enquanto eu conversava com Anna tomando uma cerveja. O resto do jantar foi tranquilo, com alguns comentários casuais enquanto a gente curtia a comida deliciosa. Anna e Eliza se deram super bem, falando sobre vários problemas e fofocando enquanto eu lavava a louça suja e soltava uns comentários de vez em quando. Quando chegou a hora de ir embora, Anna foi embora super feliz, o que me deixou bem contente, resultando numa noite de putaria com minha esposa, encerrando um dia em que "todos" saíram "satisfeitos".
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Nos dias seguintes, tudo foi normal e tranquilo. Eu me esforçava mais no trabalho, e minha esposa começou a sair direto com Anna. Pelo visto, "elas" ficaram muito amigas, começando a sair regularmente pra vários lugares, segundo o que ela dizia. Pessoalmente, fiquei feliz que minha esposa e minha chefa se dessem bem — ou pelo menos no começo. Com o tempo, comecei a notar um comportamento estranho da minha esposa: ela chegava em horários irregulares, suada e com um cheiro diferente. Ela me explicou que Anna e ela tinham começado a ir pra academia. Eu só concordei, achando que era normal, mas ela começou a ficar um pouco distante, o que começou a me preocupar e a gerar dúvidas que, com o passar dos dias, só se intensificavam. Até que não aguentei mais, mas com um pouco de juízo, decidi segui-la em silêncio pra não causar problemas desnecessários. Tudo estava normal: Eliza se encontrou com Anna e elas passearam pelo centro durante um tempo. uns minutos, nada fora do normal, até que vi como Anna agarrava as bundas grandes e carnudas da Eliza
Fiquei paralisado, mas decidi deixar pra lá como se fosse uma brincadeirinha da Anna. Só que aquele momento me trouxe novas dúvidas que me corroíam por dentro, então resolvi segui-las por mais um tempo. Quando percebi, elas chegaram num motel, e a Anna, com a mão posta de forma dominante na cintura da Eliza, entraram. Fiquei em choque, não sabia o que pensar. Naquele momento, me senti realmente mal — minha esposa e minha chefe... Sem querer acreditar na cruel realidade, decidi entrar e segui-las discretamente, pedindo o quarto ao lado. Me certifiquei de passar despercebido e entrei no quarto, sentando na cama por alguns segundos antes de soltar um suspiro forte e resignado. Minha mente não aguentava a pressão e as dúvidas; a cada segundo, ficava mais nervoso. Então, decidi colocar meu ouvido na parede que dava para o quarto onde Anna e Eliza estavam. — Mmmmm~ ahhh~ sim~ mamãe~ me destroça~ — Você é uma putinha mesmo, né?~ Mesmo tendo aberto esse buraquinho apertado tantas vezes, continua do mesmo jeito.
A dura realidade me acertou em cheio: Anna, minha chefe, e Eliza, minha amada esposa, estavam tendo um caso. Várias perguntas surgiram: desde quando? Como começou?... As perguntas caíam sem resposta. Ainda ouvindo os gemidos da minha esposa do outro lado da parede, não consegui evitar continuar escutando atentamente, enquanto um sentimento novo substituía minha confusão e tristeza. A situação era extremamente excitante. Ouvir Eliza sendo comida pela minha chefe estava deixando meu pau duro. Minha respiração ficava mais pesada e eu podia sentir meu coração disparado, nublando minha mente com vislumbres de luxúria que me mantiveram ouvindo por vários minutos. Quando me toquei, decidi sair silenciosamente do motel, com a mente cheia de novas dúvidas.
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Nos dias seguintes, não soube como olhar para minha esposa. Cada vez que a via, vinham à mente os gemidos dela pedindo para Anna destruí-la com aquela piroca enorme, o que deixou minha relação com ela ainda mais distante do que antes — o que parecia não importar para ela. Com minha chefe Anna, as coisas foram mais tranquilas, mas igualmente distantes... Tentei me esforçar para esquecer, mas a voz de Eliza continuava ecoando na minha mente, o que me levou a segui-las de novo por vários dias. Nesse tempo, percebi que Anna era uma verdadeira máquina de sexo, que comia Eliza em qualquer lugar que pudessem, sem se importar com as consequências. Os encontros delas geravam diversas emoções de tesão em mim, que foram me consumindo aos poucos. A cara de pau delas também não ajudava, porque em poucos dias Anna começou a vir na minha casa, deixando claros vestígios de que estava comendo Eliza. Minha luxúria me obrigou a instalar câmeras, pelas quais eu observava minha esposa me traindo com minha chefe dominadora e bem dotada. Eu cada vez me deixava levar mais, comprando vários brinquedos e deixando minha safadeza fluir.
A presença dela era forte e intimidadora, especialmente quando ela me encarou. Eu só conseguia tremer, de cabeça baixa, enquanto ela começava a falar: — Fernando, espero que tenha um bom motivo pra explicar sua falta. Eu só fiquei calado, de cabeça baixa, por uns minutos, deixando o silêncio tomar conta do ambiente, até que ela soltou um suspiro pesado. — Fernando, você tem um bom desempenho, e essa é sua primeira falta. Posso deixar passar, mas não quero que repita. — S-sim, chefa, juro!! Eu tava muito grato, mas também me sentia mal, então decidi convidar minha chefa pra jantar como forma de agradecimento. Ela pensou um pouco, mas acabou aceitando. Depois disso, fui me retirar e continuar com meu trabalho do dia.-------------------------------------------------------------------
Hoje o trabalho foi tranquilo, então aproveitei e liguei pra minha esposa pra ela ir preparando o jantar e a visita da minha chefa. Quando chegou a hora de sair, voltei animado pra casa. O trajeto não foi longo, e cheguei relativamente rápido, estacionei o carro e entrei, encontrando minha esposa cozinhando. Ela é uma mulher baixinha, de 1,56m, pele branca e leitosa, cabelo castanho preso num rabo de cavalo alto, uma figura de ampulheta formada pelos atributos desproporcionais: um par de peitos copo D, firmes, e uma bunda empinada que, só de olhar, dá vontade de apertar e esbofetear até deixar vermelha.
Sou um cara comum de 1,62m, cabelo preto curto, pele branca, corpo magro e cintura larga.
Cumprimentei minha esposa com um beijo e fui trocar de roupa pra ficar confortável, esperando minha chefa enquanto batia um papo do dia a dia com minha esposa. Quando a campainha tocou, eu saí pra receber minha chefa, dando um cumprimento cordial e apresentando ela pra minha esposa: — É bom ter você aqui, Sra. Anna. Esta é minha esposa, Eliza.
— Oi, Fernando, e é um prazer conhecê-la, Sra. Eliza. Espero que a gente se dê bem.
— Também é um prazer conhecê-la, Sra. Anna.
Depois dessa breve apresentação, a gente se acomodou na sala de jantar, e Eliza serviu a comida enquanto eu conversava com Anna tomando uma cerveja. O resto do jantar foi tranquilo, com alguns comentários casuais enquanto a gente curtia a comida deliciosa. Anna e Eliza se deram super bem, falando sobre vários problemas e fofocando enquanto eu lavava a louça suja e soltava uns comentários de vez em quando. Quando chegou a hora de ir embora, Anna foi embora super feliz, o que me deixou bem contente, resultando numa noite de putaria com minha esposa, encerrando um dia em que "todos" saíram "satisfeitos".
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Nos dias seguintes, tudo foi normal e tranquilo. Eu me esforçava mais no trabalho, e minha esposa começou a sair direto com Anna. Pelo visto, "elas" ficaram muito amigas, começando a sair regularmente pra vários lugares, segundo o que ela dizia. Pessoalmente, fiquei feliz que minha esposa e minha chefa se dessem bem — ou pelo menos no começo. Com o tempo, comecei a notar um comportamento estranho da minha esposa: ela chegava em horários irregulares, suada e com um cheiro diferente. Ela me explicou que Anna e ela tinham começado a ir pra academia. Eu só concordei, achando que era normal, mas ela começou a ficar um pouco distante, o que começou a me preocupar e a gerar dúvidas que, com o passar dos dias, só se intensificavam. Até que não aguentei mais, mas com um pouco de juízo, decidi segui-la em silêncio pra não causar problemas desnecessários. Tudo estava normal: Eliza se encontrou com Anna e elas passearam pelo centro durante um tempo. uns minutos, nada fora do normal, até que vi como Anna agarrava as bundas grandes e carnudas da Eliza
Fiquei paralisado, mas decidi deixar pra lá como se fosse uma brincadeirinha da Anna. Só que aquele momento me trouxe novas dúvidas que me corroíam por dentro, então resolvi segui-las por mais um tempo. Quando percebi, elas chegaram num motel, e a Anna, com a mão posta de forma dominante na cintura da Eliza, entraram. Fiquei em choque, não sabia o que pensar. Naquele momento, me senti realmente mal — minha esposa e minha chefe... Sem querer acreditar na cruel realidade, decidi entrar e segui-las discretamente, pedindo o quarto ao lado. Me certifiquei de passar despercebido e entrei no quarto, sentando na cama por alguns segundos antes de soltar um suspiro forte e resignado. Minha mente não aguentava a pressão e as dúvidas; a cada segundo, ficava mais nervoso. Então, decidi colocar meu ouvido na parede que dava para o quarto onde Anna e Eliza estavam. — Mmmmm~ ahhh~ sim~ mamãe~ me destroça~ — Você é uma putinha mesmo, né?~ Mesmo tendo aberto esse buraquinho apertado tantas vezes, continua do mesmo jeito.
A dura realidade me acertou em cheio: Anna, minha chefe, e Eliza, minha amada esposa, estavam tendo um caso. Várias perguntas surgiram: desde quando? Como começou?... As perguntas caíam sem resposta. Ainda ouvindo os gemidos da minha esposa do outro lado da parede, não consegui evitar continuar escutando atentamente, enquanto um sentimento novo substituía minha confusão e tristeza. A situação era extremamente excitante. Ouvir Eliza sendo comida pela minha chefe estava deixando meu pau duro. Minha respiração ficava mais pesada e eu podia sentir meu coração disparado, nublando minha mente com vislumbres de luxúria que me mantiveram ouvindo por vários minutos. Quando me toquei, decidi sair silenciosamente do motel, com a mente cheia de novas dúvidas.-------------------------------------------------------------------
Nos dias seguintes, não soube como olhar para minha esposa. Cada vez que a via, vinham à mente os gemidos dela pedindo para Anna destruí-la com aquela piroca enorme, o que deixou minha relação com ela ainda mais distante do que antes — o que parecia não importar para ela. Com minha chefe Anna, as coisas foram mais tranquilas, mas igualmente distantes... Tentei me esforçar para esquecer, mas a voz de Eliza continuava ecoando na minha mente, o que me levou a segui-las de novo por vários dias. Nesse tempo, percebi que Anna era uma verdadeira máquina de sexo, que comia Eliza em qualquer lugar que pudessem, sem se importar com as consequências. Os encontros delas geravam diversas emoções de tesão em mim, que foram me consumindo aos poucos. A cara de pau delas também não ajudava, porque em poucos dias Anna começou a vir na minha casa, deixando claros vestígios de que estava comendo Eliza. Minha luxúria me obrigou a instalar câmeras, pelas quais eu observava minha esposa me traindo com minha chefe dominadora e bem dotada. Eu cada vez me deixava levar mais, comprando vários brinquedos e deixando minha safadeza fluir.
3 comentários - Minha chefe se meteu no meu casamento Parte I