Ao abrir a porta do apartamento, fui em silêncio pro meu quarto, esperando não encontrar minha mãe, mas o destino não tava do meu lado. Quando passei pela cozinha, ela tava de costas, aí se virou e me viu:
— Paul? O que cê tá fazendo?
— ...... nada, mãe, só indo pro meu quarto jogar.
— Mmm... ok, mas não demora muito, que o almoço já vai ficar pronto.
— ...... ok, mãe.
Depois daquela conversa, minha mãe terminou rápido. O almoço foi meio estranho; eu tinha um monte de perguntas, mas sabia que se fizesse, não teria resposta. Depois do almoço, voltei pro meu quarto e me deitei, tentando organizar meus pensamentos por vários minutos, até que o som de umas vozes me distraiu. Fiquei curioso, então decidi sair pra ver de onde vinha o barulho, e me surpreendi quando vi que era o quarto da minha mãe. A porta tava entreaberta, então me aproximei pra ver o que rolava, só pra encontrar a vizinha dando uma foda intensa na minha mãe. Era uma cena realmente pesada, como minha mãe gemia que nem uma porca cada vez que a vizinha metia nela e dava uns tapões fortes na bunda, fazendo tremer aquele rabo alegre e empinado dela. Eu não consegui evitar ficar excitado; meu coração batia forte e minha respiração ficou pesada. Fiz o máximo pra não ser pego espiando. A sessão intensa de sexo pesado durou várias horas, enquanto eu só observava e batia uma pra minha pica pequena, vendo cada buraco da minha mãe ser fodido por uma grande rola trans, deixando eles cheios até a borda de uma porra fedorenta, enquanto a vizinha só apalpava o corpo dela e falava umas coisas humilhantes que faziam minha mãe gemer ainda mais alto. Tudo terminou quando decidi vazar, enquanto a vizinha recebia um boquete intenso da puta da minha mãe.
Os dias passaram rápido, minha vizinha comia minha mãe todo santo dia, fosse no apartamento dela ou no meu. A cara de pau delas ficou ainda maior quando começaram a transar em cada canto do apartamento, deixando um cheiro forte de sexo e manchas por tudo. Eu não tive coragem de perguntar nada, e minha mãe não mostrava a menor intenção de explicar. Assim, os dias foram passando, sendo um inferno pra mim, porque eu tinha que ouvir elas trepando quase 24 horas por dia. Pelo menos minha mãe ainda tirava um tempo pra preparar comida e a gente comer junto, mas mais de uma vez ela vinha toda desgrenhada, com resto de porra na cara. Mesmo assim, eu fingia que não via nada e comia rápido.
Era uma da manhã e os gemidos da minha mãe podiam ser ouvidos do outro lado da parede. Fiquei frustrado — elas estavam transando desde a tarde sem parar um segundo, me deixando frustrado e excitado enquanto ouvia elas fodendo como animais. Não consegui evitar me masturbar enquanto brincava timidamente com meu cu, excitado sem tirar o ouvido da parede, quando de repente os gemidos pararam por alguns segundos. Só dava pra ouvir passos. Fiquei desconcertado quando, de repente, minha porta se abriu, revelando Gabriela nua com seu pau imenso ereto, me encarando com um sorriso.
— Olha só o que temos aqui, se masturbando enquanto escuta a puta da sua mãe foder.
Eu não sabia o que responder, então fiquei calado com uma expressão tímida e os olhos fixos no pau dela, o que ela pareceu notar, fazendo o sorriso dela se alargar ainda mais.
— Parece que o filho saiu tão vadia quanto a mãe. O que você está esperando, seu idiota? Sua mãe desmaiou, então é seu dever me servir no lugar dela.
Ela se aproximou rapidamente, agarrou minha cabeça e a enfiou nas bolas dela, manchando meu rosto com uma mistura dos sucos da minha mãe, saliva e suor.
— Vamos, vadia, começa a limpar que a puta da sua mãe fez uma bagunça.
A situação virou um turbilhão na minha mente. As palavras dominantes dela e o cheiro forte dos ovos dela me nublaram de excitação. Agora eu sabia por que minha mãe era tão submissa — Gabriela tinha algo nela que só fazia você obedecer e servi-la em submissão. Sem pensar muito, comecei a chupar aqueles ovos com devoção enquanto olhava nos olhos dela. Por vários minutos, só se ouvia o som sujo de sucção que minha boca fazia enquanto limpava/chupava aquele pau descomunal. Cada vez que o pau dela passava pela minha garganta, eu sentia ele se dilatar e, a cada penetração, mais saliva escorria, manchando meu rosto e a virilha dela, tudo enquanto eu a encarava fixamente nos olhos.
Quando, de repente, a porta se abriu, revelando minha mãe.
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Eu e meu filho nos mudamos pra um apartamento pequeno pra viver tranquilos enquanto meu marido trabalha no exterior. Sou uma mulher casada de 41 anos, com uma figura de dar inveja: corpo violão, cabelo loiro comprido, pele branca e brilhante, peitos firmes e uma bunda grande, redonda e durinha. Muitas das minhas amigas me invejam por eu ter me mantido tão bem ao longo dos anos, e sempre tive orgulho disso. Meu marido e meus filhos me amam muito, e no geral não temos muitos problemas financeiros, mas eu e meu filho resolvemos nos dar um pequeno luxo e decidimos mudar pra arejar a vida. A mudança foi um processo demorado e cansativo, mas valeu a pena. Resolvi ir cumprimentar a vizinha do lado, e meu filho me acompanhou. Quando batemos na porta, a "vizinha" saiu pelada, me deixando sem palavras, e o mais surpreendente foi aquele pauzão pendurado nela. Não consegui evitar de engolir saliva enquanto ficava envergonhada. Meio sem graça, nos apresentamos rapidamente e voltamos em silêncio pro nosso apartamento. Depois daquele momento constrangedor, nosso dia a dia ficou meio estranho. Eu não conseguia parar de pensar naquele pau o dia inteiro. Na manhã seguinte, criei coragem e decidi cumprimentar a vizinha de novo. Quando bati na porta, ela saiu de novo, mas dessa vez vestida. Meio sem graça, a cumprimentei, e ela me convidou pra entrar. Hesitei, mas decidi aceitar pra evitar mal-entendidos. Durante vários minutos, a gente conversou e brincou, e percebi que ela ia se aproximando aos poucos, até que de repente ela agarrou meus peitos. Soltei um gemido baixinho, mas não a impedi. Ela começou a meter uma mão no meu sutiã e a outra na minha calcinha fio dental.
— Olha só, parece que você veio preparada, sua putinha, hein?
— Eu... eu... ahn~ E-espera, hmm~
Ela enfiou os dedos na minha buceta e começou a me masturbar sem piedade, enquanto chupava e apalpava meus peitos, deixando minha mente toda nublada. Eu... Só consegui gemir enquanto minha buceta escorria, manchando e respingando tudo no móvel............ Ficamos assim por vários minutos, ela me deixou feita uma bagunça de gemidos e fluidos. Ela aproveitou meu estado de êxtase para se despir, deixando o pauzão dela na minha cara. Ela manipulou a rola gorda, esfregando no meu rosto. O cheiro que exalava era incrível, não consegui resistir e dei beijinhos na cabeça dela, manchando de batom e sujando meus lábios delicados com o pré-gozo, que, curiosa, provei com minha linguinha. O sabor era deliciosamente irresistível, nublando minha mente e, sem pensar muito, me joguei pra chupar a ponta do pauzão dela. Chupei o cock dela sem parar por vários minutos, enfiando até o fundo da minha garganta apertada, cobrindo ele com minha saliva grossa e pegajosa, fazendo ela gozar na minha boca. Pouco depois, ela me levou pro quarto dela e começou a me comer brutalmente. Nenhum dos meus buracos escapou. Ela fodeu meu cu até ele tomar a forma dela, dilatando ao máximo e enchendo ele de porra abundante. Fez da minha buceta uma bagunça de fluidos e sêmen, marcando meu útero pra uso pessoal dela. E quando terminou com meus buracos inferiores, me fez limpar o pau dela com minha garganta maltratada, deixando minha cara uma bagunça viscosa, igual a cada buraco do meu corpo.
Quando terminou, já tinham se passado 3 horas e eu ainda tinha que fazer o almoço pro meu filho. Então me vesti e me arrumei o mais rápido que pude, deixando o sêmen dele dentro de mim. Ela se despediu com um beijo intenso e um tapa brincalhão na bunda. Eu me apressei pra comprar tudo e voltei pra casa pra cozinhar, ainda com o sêmen grosso da Gabriela dentro do meu útero. Quando terminei, almocei com meu filho. Ele parecia meio estranho, mas não prestei atenção. Minha mente ainda estava naquela pica que me fodeu até me dominar e no sêmen quente dentro de mim. Ainda conseguia sentir o gosto daquela pica. Terminamos rápido, em silêncio. Paul voltou pro quarto dele e eu, pouco depois, não consegui resistir e fui pro apartamento ao lado pra ver a vizinha de novo. Ela parecia estar me esperando, então, sem dizer nada, entramos e começamos a transar por horas, me deixando cheia até a borda de sêmen. Ela era uma verdadeira garanhona, não importava quanto sêmen ela jorrasse, a pica dela nunca amolecia, garantindo marcar cada um dos meus buracos.
Os dias passaram e eu não consegui resistir à pica dela. Eu realmente amo o jeito que ela me fode, a forma dominante dela na cama, a presença forte e o tamanho enorme da pica dela dominaram todo o meu ser, me transformando rapidamente na putinha pessoal dela. A relação com meu filho ficou meio distante porque passo quase o dia todo empalada numa pica, mas não negligenciei meus deveres básicos como mãe, ou pelo menos era o que eu achava, até ver meu filho engasgando com a pica da Gabriela. A cena foi realmente chocante, mas também muito excitante. Os sons de sucção que meu filho fazia e o olhar cheio de tesão da Gabriela fizeram minha buceta formigar, e pequenos fios de fluidos começaram a escorrer da minha buceta aberta pela mesma pica que meu filho tentava engolir com a garganta pequena e apertada dele. Gabriela olhou pra mim e começou a fazer gestos pra eu me aproximar. Com passos hesitantes, me aproximei e, sob as instruções dela, segurei a Cabeça do meu filho e empurrei até o fundo da pica dele. Meu filho começou a se sacudir, mas mantive meu aperto firme até ele se acalmar e, aos poucos, comecei a subir e descer a cabeça dele naquela pica incrível que nos dominou. Enquanto fazia meu filho mamar a pica da Gabriela, ela me abraçou pela cintura e me puxou pra um delicioso beijo de língua. A situação era muito excitante pra todo mundo, algo que ficou claro quando a Gabriela soltou uma baita gozada na garganta do Paul, que engoliu tudo como uma boa putinha. Depois, a Gabriela o empurrou pro lado pra me dar atenção, me jogou em cima da cama e, aproveitando minha buceta molhada, voltou a me foder enquanto colocava o Paul pra chupar as bolas dela, obrigando ele a testemunhar em primeira mão como a buceta da mãe dele engolia a pica que fodeu a garganta dele. Pouco tempo depois, a Gabriela gozou de novo, dessa vez dentro da minha buceta, e mandou o Paul limpar o sêmen dela da minha buceta e da pica dele, começando assim a noite...
— Paul? O que cê tá fazendo?
— ...... nada, mãe, só indo pro meu quarto jogar.
— Mmm... ok, mas não demora muito, que o almoço já vai ficar pronto.
— ...... ok, mãe.
Depois daquela conversa, minha mãe terminou rápido. O almoço foi meio estranho; eu tinha um monte de perguntas, mas sabia que se fizesse, não teria resposta. Depois do almoço, voltei pro meu quarto e me deitei, tentando organizar meus pensamentos por vários minutos, até que o som de umas vozes me distraiu. Fiquei curioso, então decidi sair pra ver de onde vinha o barulho, e me surpreendi quando vi que era o quarto da minha mãe. A porta tava entreaberta, então me aproximei pra ver o que rolava, só pra encontrar a vizinha dando uma foda intensa na minha mãe. Era uma cena realmente pesada, como minha mãe gemia que nem uma porca cada vez que a vizinha metia nela e dava uns tapões fortes na bunda, fazendo tremer aquele rabo alegre e empinado dela. Eu não consegui evitar ficar excitado; meu coração batia forte e minha respiração ficou pesada. Fiz o máximo pra não ser pego espiando. A sessão intensa de sexo pesado durou várias horas, enquanto eu só observava e batia uma pra minha pica pequena, vendo cada buraco da minha mãe ser fodido por uma grande rola trans, deixando eles cheios até a borda de uma porra fedorenta, enquanto a vizinha só apalpava o corpo dela e falava umas coisas humilhantes que faziam minha mãe gemer ainda mais alto. Tudo terminou quando decidi vazar, enquanto a vizinha recebia um boquete intenso da puta da minha mãe.
Os dias passaram rápido, minha vizinha comia minha mãe todo santo dia, fosse no apartamento dela ou no meu. A cara de pau delas ficou ainda maior quando começaram a transar em cada canto do apartamento, deixando um cheiro forte de sexo e manchas por tudo. Eu não tive coragem de perguntar nada, e minha mãe não mostrava a menor intenção de explicar. Assim, os dias foram passando, sendo um inferno pra mim, porque eu tinha que ouvir elas trepando quase 24 horas por dia. Pelo menos minha mãe ainda tirava um tempo pra preparar comida e a gente comer junto, mas mais de uma vez ela vinha toda desgrenhada, com resto de porra na cara. Mesmo assim, eu fingia que não via nada e comia rápido.
Era uma da manhã e os gemidos da minha mãe podiam ser ouvidos do outro lado da parede. Fiquei frustrado — elas estavam transando desde a tarde sem parar um segundo, me deixando frustrado e excitado enquanto ouvia elas fodendo como animais. Não consegui evitar me masturbar enquanto brincava timidamente com meu cu, excitado sem tirar o ouvido da parede, quando de repente os gemidos pararam por alguns segundos. Só dava pra ouvir passos. Fiquei desconcertado quando, de repente, minha porta se abriu, revelando Gabriela nua com seu pau imenso ereto, me encarando com um sorriso.— Olha só o que temos aqui, se masturbando enquanto escuta a puta da sua mãe foder.
Eu não sabia o que responder, então fiquei calado com uma expressão tímida e os olhos fixos no pau dela, o que ela pareceu notar, fazendo o sorriso dela se alargar ainda mais.
— Parece que o filho saiu tão vadia quanto a mãe. O que você está esperando, seu idiota? Sua mãe desmaiou, então é seu dever me servir no lugar dela.
Ela se aproximou rapidamente, agarrou minha cabeça e a enfiou nas bolas dela, manchando meu rosto com uma mistura dos sucos da minha mãe, saliva e suor.
— Vamos, vadia, começa a limpar que a puta da sua mãe fez uma bagunça.
A situação virou um turbilhão na minha mente. As palavras dominantes dela e o cheiro forte dos ovos dela me nublaram de excitação. Agora eu sabia por que minha mãe era tão submissa — Gabriela tinha algo nela que só fazia você obedecer e servi-la em submissão. Sem pensar muito, comecei a chupar aqueles ovos com devoção enquanto olhava nos olhos dela. Por vários minutos, só se ouvia o som sujo de sucção que minha boca fazia enquanto limpava/chupava aquele pau descomunal. Cada vez que o pau dela passava pela minha garganta, eu sentia ele se dilatar e, a cada penetração, mais saliva escorria, manchando meu rosto e a virilha dela, tudo enquanto eu a encarava fixamente nos olhos.
Quando, de repente, a porta se abriu, revelando minha mãe. -------------------------------------------------------------------
Eu e meu filho nos mudamos pra um apartamento pequeno pra viver tranquilos enquanto meu marido trabalha no exterior. Sou uma mulher casada de 41 anos, com uma figura de dar inveja: corpo violão, cabelo loiro comprido, pele branca e brilhante, peitos firmes e uma bunda grande, redonda e durinha. Muitas das minhas amigas me invejam por eu ter me mantido tão bem ao longo dos anos, e sempre tive orgulho disso. Meu marido e meus filhos me amam muito, e no geral não temos muitos problemas financeiros, mas eu e meu filho resolvemos nos dar um pequeno luxo e decidimos mudar pra arejar a vida. A mudança foi um processo demorado e cansativo, mas valeu a pena. Resolvi ir cumprimentar a vizinha do lado, e meu filho me acompanhou. Quando batemos na porta, a "vizinha" saiu pelada, me deixando sem palavras, e o mais surpreendente foi aquele pauzão pendurado nela. Não consegui evitar de engolir saliva enquanto ficava envergonhada. Meio sem graça, nos apresentamos rapidamente e voltamos em silêncio pro nosso apartamento. Depois daquele momento constrangedor, nosso dia a dia ficou meio estranho. Eu não conseguia parar de pensar naquele pau o dia inteiro. Na manhã seguinte, criei coragem e decidi cumprimentar a vizinha de novo. Quando bati na porta, ela saiu de novo, mas dessa vez vestida. Meio sem graça, a cumprimentei, e ela me convidou pra entrar. Hesitei, mas decidi aceitar pra evitar mal-entendidos. Durante vários minutos, a gente conversou e brincou, e percebi que ela ia se aproximando aos poucos, até que de repente ela agarrou meus peitos. Soltei um gemido baixinho, mas não a impedi. Ela começou a meter uma mão no meu sutiã e a outra na minha calcinha fio dental.
— Olha só, parece que você veio preparada, sua putinha, hein?
— Eu... eu... ahn~ E-espera, hmm~
Ela enfiou os dedos na minha buceta e começou a me masturbar sem piedade, enquanto chupava e apalpava meus peitos, deixando minha mente toda nublada. Eu... Só consegui gemir enquanto minha buceta escorria, manchando e respingando tudo no móvel............ Ficamos assim por vários minutos, ela me deixou feita uma bagunça de gemidos e fluidos. Ela aproveitou meu estado de êxtase para se despir, deixando o pauzão dela na minha cara. Ela manipulou a rola gorda, esfregando no meu rosto. O cheiro que exalava era incrível, não consegui resistir e dei beijinhos na cabeça dela, manchando de batom e sujando meus lábios delicados com o pré-gozo, que, curiosa, provei com minha linguinha. O sabor era deliciosamente irresistível, nublando minha mente e, sem pensar muito, me joguei pra chupar a ponta do pauzão dela. Chupei o cock dela sem parar por vários minutos, enfiando até o fundo da minha garganta apertada, cobrindo ele com minha saliva grossa e pegajosa, fazendo ela gozar na minha boca. Pouco depois, ela me levou pro quarto dela e começou a me comer brutalmente. Nenhum dos meus buracos escapou. Ela fodeu meu cu até ele tomar a forma dela, dilatando ao máximo e enchendo ele de porra abundante. Fez da minha buceta uma bagunça de fluidos e sêmen, marcando meu útero pra uso pessoal dela. E quando terminou com meus buracos inferiores, me fez limpar o pau dela com minha garganta maltratada, deixando minha cara uma bagunça viscosa, igual a cada buraco do meu corpo.
Quando terminou, já tinham se passado 3 horas e eu ainda tinha que fazer o almoço pro meu filho. Então me vesti e me arrumei o mais rápido que pude, deixando o sêmen dele dentro de mim. Ela se despediu com um beijo intenso e um tapa brincalhão na bunda. Eu me apressei pra comprar tudo e voltei pra casa pra cozinhar, ainda com o sêmen grosso da Gabriela dentro do meu útero. Quando terminei, almocei com meu filho. Ele parecia meio estranho, mas não prestei atenção. Minha mente ainda estava naquela pica que me fodeu até me dominar e no sêmen quente dentro de mim. Ainda conseguia sentir o gosto daquela pica. Terminamos rápido, em silêncio. Paul voltou pro quarto dele e eu, pouco depois, não consegui resistir e fui pro apartamento ao lado pra ver a vizinha de novo. Ela parecia estar me esperando, então, sem dizer nada, entramos e começamos a transar por horas, me deixando cheia até a borda de sêmen. Ela era uma verdadeira garanhona, não importava quanto sêmen ela jorrasse, a pica dela nunca amolecia, garantindo marcar cada um dos meus buracos.Os dias passaram e eu não consegui resistir à pica dela. Eu realmente amo o jeito que ela me fode, a forma dominante dela na cama, a presença forte e o tamanho enorme da pica dela dominaram todo o meu ser, me transformando rapidamente na putinha pessoal dela. A relação com meu filho ficou meio distante porque passo quase o dia todo empalada numa pica, mas não negligenciei meus deveres básicos como mãe, ou pelo menos era o que eu achava, até ver meu filho engasgando com a pica da Gabriela. A cena foi realmente chocante, mas também muito excitante. Os sons de sucção que meu filho fazia e o olhar cheio de tesão da Gabriela fizeram minha buceta formigar, e pequenos fios de fluidos começaram a escorrer da minha buceta aberta pela mesma pica que meu filho tentava engolir com a garganta pequena e apertada dele. Gabriela olhou pra mim e começou a fazer gestos pra eu me aproximar. Com passos hesitantes, me aproximei e, sob as instruções dela, segurei a Cabeça do meu filho e empurrei até o fundo da pica dele. Meu filho começou a se sacudir, mas mantive meu aperto firme até ele se acalmar e, aos poucos, comecei a subir e descer a cabeça dele naquela pica incrível que nos dominou. Enquanto fazia meu filho mamar a pica da Gabriela, ela me abraçou pela cintura e me puxou pra um delicioso beijo de língua. A situação era muito excitante pra todo mundo, algo que ficou claro quando a Gabriela soltou uma baita gozada na garganta do Paul, que engoliu tudo como uma boa putinha. Depois, a Gabriela o empurrou pro lado pra me dar atenção, me jogou em cima da cama e, aproveitando minha buceta molhada, voltou a me foder enquanto colocava o Paul pra chupar as bolas dela, obrigando ele a testemunhar em primeira mão como a buceta da mãe dele engolia a pica que fodeu a garganta dele. Pouco tempo depois, a Gabriela gozou de novo, dessa vez dentro da minha buceta, e mandou o Paul limpar o sêmen dela da minha buceta e da pica dele, começando assim a noite...
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