Travesti me domina - Relato

Recomendo ler a primeira e a segunda parte antes de continuar.


Depois dos acontecimentos do capítulo anterior, minha vida melhorou pra caralho, tudo voltou a ter cor e minha mente voava igual avião. No meu tempo livre, pesquisei e comecei a praticar limpeza anal, depilar o corpo virou um dos meus hobbies favoritos (até hoje amo isso <3)


Além de me masturbar com os vídeos que ela me mandava pra eu ver como seria o esquema, na minha cabeça eu imaginava algo tipo vídeos de 15 a 20 minutos, com iluminação, uma produção caprichada, mas a realidade é bem diferente das fantasias. Os vídeos na verdade duravam de 40 segundos até uns 2 ou 3 minutos (até que dá pra entender, já que ela mandava pelo WhatsApp), gravados no celular e com um estilo bem "amador". Nesses vídeos dava pra ver ela sendo penetrada por uns sortudos (bem diferente do que ia rolar nos vídeos que eu participaria).




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Graças a esse conteúdo que a Nicole me mandava, as punhetas voltaram a fazer sentido, um vídeo dela e uma arte manual era tudo que eu precisava pra ficar fresco igual uma alface (embora precisasse de várias doses diárias).


Os dias passaram até que, numa noite do próximo fim de semana, recebi uma mensagem dela, perguntando se eu tava disponível pra aquela noite. Óbvio que eu disse que sim e marcamos um horário pra nos encontrar no apartamento dela.


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Mais uma vez naquele lugar, diferente das outras vezes, já me sentia bem à vontade e seguro ao ficar na entrada esperando por ela. Ela apareceu vestida com uma roupa bem casual, e por sorte as conversas no elevador e nos corredores já não eram mais tão estranhas como costumavam ser.


Mais uma vez dentro do apartamento dela, ela me perguntou se eu tinha certeza e se entendia o que a gente ia fazer. Lembro claramente de responder "sim" pra tudo que ela perguntava. Depois, ela me convidou pra ir pro quarto dela e ficar "à vontade".
 
Era a segunda vez que entrava no quarto dela, mas continuando com essa sensação de mudança, as coisas realmente pareciam diferentes. Fiquei pelada e, com uma calma, sentei pra esperar ela, enquanto curtia o cheiro de mulher que tomava conta do lugar. Esse transe de tranquilidade em que eu tava foi quebrado quando ela entrou com um lindo conjunto de lingerie preta, que só cobria parte do torso dela, deixando os peitos e o amiguinho de baixo livres.


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Ela sentou do meu lado, com o celular numa mão e uma máscara tipo balaclava na outra, olhou pro meu corpo e perguntou como eu tirava os pelos. Respondi que me barbeava enquanto tomava banho. Ela soltou um sorriso enquanto, com uma mão, tocava meu corpo e me elogiava pela maciez da minha pele. Com a outra mão, me entregou a tal máscara.


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Depois de colocar a máscara, a primeira coisa que meus olhos puderam ver através dos buracos foi ela me apontando com o celular. A próxima coisa que ouvi foi umPronto?, eu nem respondi com palavras, só balancei a cabeça pra cima e pra baixo.
 
Ouvi o barulho característico dos celulares quando começam a filmar e a próxima coisa que senti foi a mão dela na minha nuca me guiando até meu destino, ela me disse enquanto gravava:como você já sabe, sua puta, beija as pernas e vai subindoCumpri as instruções, beijei e acariciei aquelas pernas doces e macias, subindo devagar até chegar no pau dele.


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Dei meu melhor, não conseguia lidar com o pau dele inteiro, mas meter gosto funcionou porque ela disseassim, vadiaA felicidade percorreu meu corpo inteiro como se fosse eletricidade, era a primeira vez que eu recebia um reforço positivo como menina, até que em um momento a gravação parou, e ela me disse pra esperar, foi até a mesa de cabeceira onde tinha um tripé, deixou o celular gravando de outro ângulo e voltamos ao batente.


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Não passaram mais de 2 minutos e eu recebi a instrução de esperar de novo. Vi a Nicole se esticar até a mesa de cabeceira, pegar gel e uma camisinha. Meu corpo inteiro tremeu de alegria. Depois de uma pausa rápida e retomada na gravação do celular, ela estava atrás de mim, enchendo minha bunda de gel. Uns dedos invadiram a parte mais íntima de mim, pra abrir caminho pro pau dela.


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No começo, a dor que marcou a primeira vez tava ausente (achei que não ia doer mais, como eu tava enganado, haha). Conforme ela começou a meter em mim, notei uma diferença enorme comparado com antes: os gemidos dela, os sons que saíam da boca daquela diabinha eram hipnotizantes (depois entendi que, quando gravava, ela exagerava nos gemidos).
Mas o que veio depois foi algo que nem meus gemidos ajudaram a superar. A violência das investidas dela aumentou, o pau começou a invadir e empurrar lugares que antes não ia, a dor voltou de um jeito bem brusco, e meus gemidos de dor deixavam isso bem claro. Quase por reflexo, tentei me afastar um pouco pra aliviar a dor, mas ela segurou minha cintura com as mãos e puxou pra perto, colando nossos corpos um no outro. Em cada estocada, eu sentia a pele macia da virilha dela nas minhas nádegas.
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Meu corpo cedeu, desabando na cama, ela não demorou pra me seguir até lá, jogando o peso dela em cima de mim enquanto continuava furando minha buceta sem piedade. Entre prazer e dor, perdi a noção do tempo, mas uma coisa que aconteceu ficou pra sempre na minha mente: o ritmo da voz dela mudou, assim como o ritmo das estocadas. Naquele momento, eu pude sentir — uma última investida profunda, os braços dela envolvendo os meus, e depois uma série de beijos no pescoço.


Finalmente consegui que a deusa que eu tanto queria gozasse, ela demorou um pouco pra se recompor, soltou uma daquelas risadinhas que eu já tava mal acostumado e se levantou pra parar a gravação do celular.


Eu fiquei quase atordoado na cama, virei a cabeça pra olhar ao redor e vi a camisinha no chão. Por sorte, tava limpa e, mais importante ainda, aquele líquido branco lindo que tava dentro dela.


Meu olhar voltou pra invasora anal que tava do meu lado, e na mão dela vi outra camisinha. A primeira coisa que pensei foi que não ia aguentar mais, mas por sorte ela me virou, colocou a camisinha no meu pau que tava trabalhando a todo vapor e subiu em cima de mim pra me dar o doce daquele dia.


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Eu já tava quase no limite depois de tudo que passei, não aguentei nem 4 sentadas nela e já gozei. Depois a gente deitou pra descansar, ela ficou acariciando a cabeça da minha piroca, mandando ondas de prazer pelo meu corpo todo, quase me torturando pós-gozo. No meio da conversa, ela comentou que eu realmente não tinha jeito pra ser ativo e que era melhor eu aprender a chupar bem uma rola (enquanto dava uma olhadinha pro pau dela). Eu concordei, tirei a máscara e desci pra praticar o que no futuro viraria minha especialidade.
CHUPAR pau.
FIM.




Oi, queria aproveitar esse momento pra agradecer quem lê minhas histórias. Já é uma parada foda conseguir lembrar e escrever elas, mas a emoção é ainda maior sabendo que pelo menos alguém curte.
Quanto à duração da série de contos, provavelmente vou fazer mais 2 ou 3 capítulos. Passei quase um ano transando com a Nicole, tem muita coisa pra escrever, mas tenho medo de que, se eu esticar demais, a série perca a graça. Então, provavelmente vou tentar resumir os melhores momentos nos próximos 2 capítulos e, depois, escrever o fim do relacionamento no último, pra poder passar a contar coisas mais recentes que me aconteceram e acontecem.



2 comentários - Travesti me domina - Relato

Muy buen relato y bien contado. Alguna foto del perfil de D.net de "Nicole" para ver como es ... te quedo algun video con ella?
Tu avance como sissy... Fotos tuyas ?? actuales