Beleza, essa é minha primeira postagem. Já faz um tempo que leio relatos de outras pessoas, o que despertou em mim a vontade de compartilhar como me iniciei no mundo sissy. Essa história é real. Vou evitar usar nomes verdadeiros e só vou usar imagens ilustrativas pra evitar possíveis problemas por expor a intimidade de outras pessoas.

Como uma pessoa acaba se tornando um viciado em chupar pica e ser comido, é um tópico bem particular, cada um tem uma resposta diferente ou, em alguns casos, nem eles mesmos pensaram nisso. Eu tenho bem claro em que momento fui condenado a me vestir de mulher e ser uma puta submissa. Lembro que quando era bem jovem, fui de férias com a família pra Córdoba (sou do norte do país). Numa noite, voltando de jantar, pude ver pela janela do táxi umas travestis na rua.

Claramente eram putas, mas naquela hora eu não lembro de saber quem eram nem nada do tipo. O que eu lembro muito bem foi uma sensação de calor no peito. Naquele momento, sentado no banco de trás do táxi, eu não podia saber, mas durante minha vida adulta eu me viciaria nessa sensação de calor que queima dentro de mim.
Passaram-se muitos anos, entrei na adolescência, que vivi de forma bem típica, incluindo meus primeiros passos na vida sexual, na época saindo e tendo minhas primeiras experiências com garotas da minha idade sem maiores problemas. Mesmo assim, sempre no lado mais sombrio do meu cérebro estava aquela ideia de como as garotas transexuais eram gostosas. Naquele momento, eu saciava meu lado sombrio com pornô transexual.masturbando imaginando que eu era o ator que tava comendo a gostosapra garota trans, era o único jeito de acalmar o calor que despertava no meu peito.

Dessa forma, os anos passaram e chegou 2018, ano em que entrei no começo da vida adulta, com a maioridade recém-completada. Minha família teve a gentileza de me deixar escolher o que queria estudar e para qual universidade do país eu iria. Sem pensar duas vezes, escolhi Córdoba. Não acho que minha escolha tivesse a ver com aquela lembrança de quando era pequeno, sentado num táxi, especialmente porque me considerava um homem hétero e estava num relacionamento com uma mulher. Talvez tenha sido meu inconsciente que me mandou pra essa direção, sabendo que a carne é fraca e que, na primeira oportunidade, eu deixaria minha "heterossexualidade" de lado.

Depois de alguns meses numa nova província e me estabelecendo, me relacionando com colegas da faculdade, tentando fazer amizades e aquela coisa toda, chegou o dia em que meu peito ardeu mais do que nunca até aquele momento. Encontrei um site de acompanhantes transexuais, e não consegui fazer outra coisa senão passar manhã, tarde e noite me masturbando com as modelos do site.

era inevitável, uma questão de tempo. Minha ideia de ser um homem másculo e não comprometer minha heterossexualidade fez com que eu adiasse esse impulso o máximo que pude, mas o fogo no meu peito ardia e nublava minha mente, como eu disse antes.era inevitável. Reconheci que não conseguiria escapar da ideia de ser um homem hétero, mas, por meio de um vácuo legal pra me enganar, moldaria a ideia de hétero do meu jeito: "comer uma garota trans não é gay, porque eu sou o homem da relação". Uma cena na minha mente de eu metendo na bunda de uma garota trans, igual nos vídeos pornô, fechou o trato.

Terminei de fazer as pazes comigo mesmo e me convencendo de que, se isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde, melhor que aconteça cedo e deixar essa parada pra trás (lembro que uma parte de mim ainda tava naquela ideia de heterossexualidade, talvez pensando que eu não ia gostar tanto da experiência e ia voltar a só pensar em mulheres tradicionais).
Um dia de quinta-feira chuvoso e fresco, comecei a busca por uma garota transexual gostosa pra dominar. Resolvi ir atrás de uma mina com um corpo muito lindo. peitos voluptuosos, uma figura muito erótica com uma barriguinha, uma bunda enorme que só de olhar já me dava água na boca e umas pernas longas com aparência macia.
Nicole (nome e imagem fictícios), pele branca, cabelo longo e escuro, com um rostinho bem feminino e harmônico. Mandei uma mensagem no WhatsApp, e ela respondeu com os horários e preços. Não demorei pra responder, perguntei se dava pra me atender em 30 minutos, e ela disse que sim, junto com a localização.
Preparado, banhado e com uns preservativos na mochila, parti pra casa dela. Quando cheguei na frente da entrada principal, bateu aquele nervosismo, pensamentos negativos e até a vontade de vazar passou pela minha cabeça, principalmente quando chegou um gordo que parecia ser técnico de elétrica ou algo assim, e parou do meu lado esperando alguém abrir a porta. A situação só piorou pra mim, a chance de ir embora aumentava, mas por sorte meu lado covarde não agiu a tempo, porque ela abriu a porta do elevador e eu vi ela, linda. Mesmo com o frio, ela saiu com um shortinho curto e uma regata apertada que só destacava mais o tamanho dos peitos gostosos dela. Quando olhei pela porta de vidro transparente do condomínio, ela deu um passo pra trás e pegou o celular. Chegou uma mensagem minha perguntando qual dos dois parados na entrada era eu. Lembro que respondi: "O magrelo com a mochila". Ela se aproximou, abriu a porta e me cumprimentou como se a gente já se conhecesse, pra disfarçar (pensando agora, provavelmente não adiantou nada, o gordo da porta deve ter sacado na hora). Quando entramos no elevador, tivemos aquela conversa estranha normal, sobre o tempo e essas merdas, até que ela comentou que minha pele branca achou bonita, passando a mão no meu pescoço. Aí eu respondi que ela também tinha uma pele linda e comecei a passar a mão na barriga dela, coisa que ela deixou e soltou uma risadinha.
A porta do elevador se abre e a gente sai, uns passos depois entramos no apartamento dela, quentinho por causa do aquecimento, aí entendi por que ela andava com pouca roupa apesar do frio. Primeiro as primeiras coisas, pago o dinheiro que a gente combinou e ela me pergunta que serviço eu queria, aí eu respondi que vim pra transar, ela solta outra risada safada, me oferece pra ir no banheiro e eu falo que não, ela vai e me diz pra ficar à vontade, comecei a tirar a roupa e curtir a emoção, o calor no meu peito, o jeito que meu corpo tremia de tesão, sentei de cueca na beira da cama esperando ela, até que ela aparece, sai do banheiro, com os peitos lindos dela soltos e nus, na parte de baixo do corpo, uma calcinha preta que contrastava com a pele dela, uma lingerie feminina bem pequena que escondia o que na hora eu pensei que não queria ver, uma cinta-liga e umas meias de rede que iam da ponta dos pés dela até o meio das coxas lindas e carnudas dela.
Ela começa a andar na minha direção, enquanto minha mente processava a ideia de que seria a melhor meia hora da minha vida (sem saber que a realidade é diferente das fantasias). Ela sentou no meu colo, beijos foram e vieram, não aguentei a vontade de apalpar e chupar aqueles peitos lindos, os maiores que já vi na minha vida. Um pequeno gemido sai dela me pedindo pra ir devagar, então me acalmo e aproveito eles de um jeito mais moderado. Num momento, ela sai do meu colo e se ajoelha no tapete macio, abaixa minha cueca e é nessa hora que o destino agiu — não sei se seria justo chamar de destino, nervosismo ou se fui dominado por ela, mas meu pau estava tão mole quanto podia estar, parecia que não tinha sangue nenhum ali. Momento desconfortável (considerando que em várias vezes que transei isso nunca aconteceu comigo).
Nervoso, desconfortável, frustrado e tudo mais, aí ela, como uma acompanhante que presta um bom atendimento, tentou ajudar. Colocou uma camisinha e levou meu pau até a boca dela, ainda dentro daqueles lábios carnudos e lindos pintados de vermelho. Meu pequeno amigo decidiu não reagir aos estímulos, até que num momento eu falei que já era. Ela tentou me consolar, dizendo que não tinha problema, até que algo aconteceu: ela se levantou, e eu pude ver que dentro da calcinha dela tinha um instrumento pontudo empurrando o tecido, como se estivesse pedindo pra sair aos berros. Ela tinha a escolha que eu não tive. Ela viu que eu fiquei olhando e não demorou pra perguntar: "Quer chupar ela?" Afogado em sentimentos que abafavam minha razão, a única coisa que consegui dizer foi: "Nunca chupei uma.
Minha resposta, apesar de não ser afirmativa, também não era uma negativa, então ela começou a me pressionar de forma coercitiva primeiro, dizendo pra eu chupar, seguida de uma forma física, me puxando pelos cabelos e empurrando meu rosto contra a calcinha dela. Essa garota trans sentiu cheiro de sangue em mim, e eu não pude fazer nada além de me deixar guiar. Ela colocou a cabeça do pau dela no meu nariz enquanto dizia "esse é o melhor cheiro do mundo", e depois pediu pra eu afastar a calcinha dela. Minha mão se moveu quase sozinha e liberou aquele pedaço de carne. A primeira coisa que percebi é que não era muito grande, uns 16 centímetros mais ou menos. Assumi que era esse tamanho porque o meu media 18 e esse me pareceu um pouco menor, mas naquele momento o tamanho de cada um não importava, especialmente quando abri a boca e levei a cabeça do pau dela pra minha língua. Tentei o meu melhor, mas levei outra bronca, dessa vez foi "cuidado com os dentes". Não fiquei muito tempo naquela posição, sentado na beira da cama com ela de pé na minha frente. Percebi que minha performance não foi boa, o que era compreensível já que era minha primeira vez e eu realmente não estava preparado pra aquilo. A outra coisa que nós dois entendemos foi que eu não sabia como agir e ela sim, então ela tomou o controle da situação, pedindo pra eu ficar de pé. Nós dois nus, um na frente do outro, ela me puxou pra perto dela, colocando as mãos nas minhas nádegas e me puxando. Da minha parte, fiz a única coisa que eu era capaz naquela situação: comecei a chupar os peitos dela, ação que não pude aproveitar por muito tempo. Grudados um no outro, ela segurou minha mandíbula com a mão direita e levou meus lábios até os dela. Um beijo que nunca vou esquecer.
O jeito que a língua dele forçou a entrada entre meus lábios, o jeito que tentei retomar um pouco do controle sobre minha própria boca e esse controle me foi negado, a língua dele percorreu minha boca sem que eu pudesse fazer nada, nossas línguas tiveram uma dançinha, onde ficou claro que a mulher nessa dança era a minha, com minha cabeça fora de controle, minhas emoções e sentimentos disparando e aquele tipo de ardor no meu peito queimando, consumindo tudo.
Naquele momento de fraqueza, eu ouvi pela primeira vez: "vira". Uma frase que meu cérebro associaria para sempre ao prazer e à plenitude. Me virei, coloquei as mãos na cama e subi, terminando com os joelhos na mesma posição que as mãos. Ela comentou como minha postura de quatro era horrível. Senti suas mãos abrirem minhas nádegas, seguidas por um beijo que ecoou por todo o quarto, e então senti o toque úmido da sua língua. Comecei a tremer tanto que minhas pernas não aguentavam o peso do meu corpo. Ela deu uma risadinha e perguntou: "Esse cuzinho é virgem?" Eu respondi, mas a resposta era irrelevante; nós dois sabíamos que sim. Ela se esticou e pegou um gel da mesa de cabeceira. Senti o jato frio do líquido escorrendo por uma parte do meu corpo que nem eu conhecia. Um dedo, depois outro, acompanhados de palavras que sempre lembrarei: "Você não veio pra me comer?", "Olha como você terminou, sua putinha.
A próxima coisa que senti no meu lugar mais profundo foi um objeto sólido, um objeto que minha boca já conhecia, e aí o último resquício de hombridade que me restava veio à tona: "Não quero, vai doer", falei sem pensar. Olhando pra trás, talvez aquilo fosse minha masculinidade, que sabia que estava prestes a ser violada agora e para sempre.
Subindo na cama e colocando as mãos nas laterais dos meus quadris, ela respondeu: "você vai adorar". A pressão foi ficando cada vez mais forte, a dor veio junto. Cada centímetro do meu cu sendo invadido vinha com uma quantidade considerável de dor. De forma moderada, mas firme, ela investia, não só contra minha bunda, mas contra minha masculinidade, minha heterossexualidade, meus valores, princípios, minha mente e até meu futuro. Em um momento, a dor foi encoberta por uma excitação que tomou conta do meu corpo inteiro, até que o medo resolveu entrar na festa. Lembrei de tudo sobre doenças sexualmente transmissíveis e levei minha mão até o pau dela, com a necessidade de saber se estávamos usando proteção. Senti o látex, o que me tranquilizou, mas também senti outra coisa. Ela me repreendeu mais uma vez, dizendo para não sujar as mãos, e eu entendi: ela estava literalmente tirando a merda de mim (hoje sei que isso é inevitável, sabendo de toda a preparação que envolve ser passivo e não ter esse tipo de problema), mas na hora senti uma vergonha imensa. Não tive tempo de focar nessa vergonha, porque ela tirou o pau de dentro de mim, tirou a camisinha suja e colocou uma nova, enquanto me instruía a virar e colocar os pés para o alto. Meu pau voltou a aparecer em cena, dessa vez duro como raramente ficava. Ela o pegou e disse: "parece que seu amigo gosta mais de ser menina do que menino".(o que me fez lembrar de todas aquelas vezes vendo pornô transsexual, o que realmente agradava meu lado obscuro era se imaginar sendo a mulher do vídeo, não o homem)
Ele subiu na cama e voltou a atacar meu cu, me pressionando contra o colchão. Pra me finalizar, pegou meu pau e começou a bater uma até que veio o orgasmo mais espetacular que eu já tinha tido até aquele momento. Meu corpo se contraiu com tanta força que eu nem conseguia abrir os olhos, minhas pálpebras estavam tremendo, minhas pernas chegaram a ficar duras de tão tensas, e minha bunda apertou o máximo que pôde, entre o prazer e a dor.
Quando finalmente consegui sair daquele transe do orgasmo, percebi que ela tinha puxado a rola suja de novo, e que não tinha gozado ainda. Perguntei por que, e ela disse: "Eu sou de tiro longo, não é qualquer um que me faz gozar". Naquele momento, dentro da minha cabeça, fiz uma promessa pra mim mesmo: um dia ver ela gozar dentro de mim. Fui ao banheiro me limpar, me vesti enquanto a gente conversava. Não tinha palavras suficientes pra me desculpar pelo problema do chocolate. Ela tentou me acalmar, dizendo: "Acontece com todo mundo". Meus 30 minutos acabaram. A gente se despediu com um beijo e um olhar cúmplice de duas pessoas que sabiam que aquilo não tinha terminado.
Na rua, andar meio manco não parou a felicidade e a plenitude do meu caminhar, aquela ideia chata da heterossexualidade foi pulverizada por aquela rola que me comeu uma vez atrás da outra. Continuei andando, percebendo que de agora em diante seria só uma estrada de mão única rumo ao prazer e à degradação. A parte preta do meu cérebro tomou o controle e se mostrou com sua verdadeira cor rosa. Fim.
Bom, antes de fechar, queria dizer que com a Nicole tive um relacionamento de quase 1 ano. Tenho várias histórias de como as coisas rolaram e como passei por um processo de feminização/sissificação. Já faz uns anos desde aquilo e continuei nessa jornada de buscar a plenitude sexual por conta própria. Pretendo continuar escrevendo sobre meus momentos com a Nicole (meio que uma biblioteca pra lembrar), e também sobre outras situações que vivi me redescobrindo e me reconstruindo como a putinha viada que amo ser. Espero que tenham curtido ler um dos momentos mais especiais da minha vida.
Também quero deixar claro de novo que todas as imagens e nomes são fictícios (por enquanto só dei nome pra Nicole, mas mais pessoas vão fazer parte da minha vida mais pra frente). Em algum momento, eu gostaria de começar a postar fotos minhas, mas considerando o tempo que levei pra compartilhar minha intimidade por escrito, talvez demore até eu me sentir seguro pra fazer isso com imagens.

Como uma pessoa acaba se tornando um viciado em chupar pica e ser comido, é um tópico bem particular, cada um tem uma resposta diferente ou, em alguns casos, nem eles mesmos pensaram nisso. Eu tenho bem claro em que momento fui condenado a me vestir de mulher e ser uma puta submissa. Lembro que quando era bem jovem, fui de férias com a família pra Córdoba (sou do norte do país). Numa noite, voltando de jantar, pude ver pela janela do táxi umas travestis na rua.

Claramente eram putas, mas naquela hora eu não lembro de saber quem eram nem nada do tipo. O que eu lembro muito bem foi uma sensação de calor no peito. Naquele momento, sentado no banco de trás do táxi, eu não podia saber, mas durante minha vida adulta eu me viciaria nessa sensação de calor que queima dentro de mim.
Passaram-se muitos anos, entrei na adolescência, que vivi de forma bem típica, incluindo meus primeiros passos na vida sexual, na época saindo e tendo minhas primeiras experiências com garotas da minha idade sem maiores problemas. Mesmo assim, sempre no lado mais sombrio do meu cérebro estava aquela ideia de como as garotas transexuais eram gostosas. Naquele momento, eu saciava meu lado sombrio com pornô transexual.masturbando imaginando que eu era o ator que tava comendo a gostosapra garota trans, era o único jeito de acalmar o calor que despertava no meu peito.

Dessa forma, os anos passaram e chegou 2018, ano em que entrei no começo da vida adulta, com a maioridade recém-completada. Minha família teve a gentileza de me deixar escolher o que queria estudar e para qual universidade do país eu iria. Sem pensar duas vezes, escolhi Córdoba. Não acho que minha escolha tivesse a ver com aquela lembrança de quando era pequeno, sentado num táxi, especialmente porque me considerava um homem hétero e estava num relacionamento com uma mulher. Talvez tenha sido meu inconsciente que me mandou pra essa direção, sabendo que a carne é fraca e que, na primeira oportunidade, eu deixaria minha "heterossexualidade" de lado.

Depois de alguns meses numa nova província e me estabelecendo, me relacionando com colegas da faculdade, tentando fazer amizades e aquela coisa toda, chegou o dia em que meu peito ardeu mais do que nunca até aquele momento. Encontrei um site de acompanhantes transexuais, e não consegui fazer outra coisa senão passar manhã, tarde e noite me masturbando com as modelos do site.

era inevitável, uma questão de tempo. Minha ideia de ser um homem másculo e não comprometer minha heterossexualidade fez com que eu adiasse esse impulso o máximo que pude, mas o fogo no meu peito ardia e nublava minha mente, como eu disse antes.era inevitável. Reconheci que não conseguiria escapar da ideia de ser um homem hétero, mas, por meio de um vácuo legal pra me enganar, moldaria a ideia de hétero do meu jeito: "comer uma garota trans não é gay, porque eu sou o homem da relação". Uma cena na minha mente de eu metendo na bunda de uma garota trans, igual nos vídeos pornô, fechou o trato.

Terminei de fazer as pazes comigo mesmo e me convencendo de que, se isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde, melhor que aconteça cedo e deixar essa parada pra trás (lembro que uma parte de mim ainda tava naquela ideia de heterossexualidade, talvez pensando que eu não ia gostar tanto da experiência e ia voltar a só pensar em mulheres tradicionais).
Um dia de quinta-feira chuvoso e fresco, comecei a busca por uma garota transexual gostosa pra dominar. Resolvi ir atrás de uma mina com um corpo muito lindo. peitos voluptuosos, uma figura muito erótica com uma barriguinha, uma bunda enorme que só de olhar já me dava água na boca e umas pernas longas com aparência macia.
Nicole (nome e imagem fictícios), pele branca, cabelo longo e escuro, com um rostinho bem feminino e harmônico. Mandei uma mensagem no WhatsApp, e ela respondeu com os horários e preços. Não demorei pra responder, perguntei se dava pra me atender em 30 minutos, e ela disse que sim, junto com a localização.
Preparado, banhado e com uns preservativos na mochila, parti pra casa dela. Quando cheguei na frente da entrada principal, bateu aquele nervosismo, pensamentos negativos e até a vontade de vazar passou pela minha cabeça, principalmente quando chegou um gordo que parecia ser técnico de elétrica ou algo assim, e parou do meu lado esperando alguém abrir a porta. A situação só piorou pra mim, a chance de ir embora aumentava, mas por sorte meu lado covarde não agiu a tempo, porque ela abriu a porta do elevador e eu vi ela, linda. Mesmo com o frio, ela saiu com um shortinho curto e uma regata apertada que só destacava mais o tamanho dos peitos gostosos dela. Quando olhei pela porta de vidro transparente do condomínio, ela deu um passo pra trás e pegou o celular. Chegou uma mensagem minha perguntando qual dos dois parados na entrada era eu. Lembro que respondi: "O magrelo com a mochila". Ela se aproximou, abriu a porta e me cumprimentou como se a gente já se conhecesse, pra disfarçar (pensando agora, provavelmente não adiantou nada, o gordo da porta deve ter sacado na hora). Quando entramos no elevador, tivemos aquela conversa estranha normal, sobre o tempo e essas merdas, até que ela comentou que minha pele branca achou bonita, passando a mão no meu pescoço. Aí eu respondi que ela também tinha uma pele linda e comecei a passar a mão na barriga dela, coisa que ela deixou e soltou uma risadinha.
A porta do elevador se abre e a gente sai, uns passos depois entramos no apartamento dela, quentinho por causa do aquecimento, aí entendi por que ela andava com pouca roupa apesar do frio. Primeiro as primeiras coisas, pago o dinheiro que a gente combinou e ela me pergunta que serviço eu queria, aí eu respondi que vim pra transar, ela solta outra risada safada, me oferece pra ir no banheiro e eu falo que não, ela vai e me diz pra ficar à vontade, comecei a tirar a roupa e curtir a emoção, o calor no meu peito, o jeito que meu corpo tremia de tesão, sentei de cueca na beira da cama esperando ela, até que ela aparece, sai do banheiro, com os peitos lindos dela soltos e nus, na parte de baixo do corpo, uma calcinha preta que contrastava com a pele dela, uma lingerie feminina bem pequena que escondia o que na hora eu pensei que não queria ver, uma cinta-liga e umas meias de rede que iam da ponta dos pés dela até o meio das coxas lindas e carnudas dela.
Ela começa a andar na minha direção, enquanto minha mente processava a ideia de que seria a melhor meia hora da minha vida (sem saber que a realidade é diferente das fantasias). Ela sentou no meu colo, beijos foram e vieram, não aguentei a vontade de apalpar e chupar aqueles peitos lindos, os maiores que já vi na minha vida. Um pequeno gemido sai dela me pedindo pra ir devagar, então me acalmo e aproveito eles de um jeito mais moderado. Num momento, ela sai do meu colo e se ajoelha no tapete macio, abaixa minha cueca e é nessa hora que o destino agiu — não sei se seria justo chamar de destino, nervosismo ou se fui dominado por ela, mas meu pau estava tão mole quanto podia estar, parecia que não tinha sangue nenhum ali. Momento desconfortável (considerando que em várias vezes que transei isso nunca aconteceu comigo).
Nervoso, desconfortável, frustrado e tudo mais, aí ela, como uma acompanhante que presta um bom atendimento, tentou ajudar. Colocou uma camisinha e levou meu pau até a boca dela, ainda dentro daqueles lábios carnudos e lindos pintados de vermelho. Meu pequeno amigo decidiu não reagir aos estímulos, até que num momento eu falei que já era. Ela tentou me consolar, dizendo que não tinha problema, até que algo aconteceu: ela se levantou, e eu pude ver que dentro da calcinha dela tinha um instrumento pontudo empurrando o tecido, como se estivesse pedindo pra sair aos berros. Ela tinha a escolha que eu não tive. Ela viu que eu fiquei olhando e não demorou pra perguntar: "Quer chupar ela?" Afogado em sentimentos que abafavam minha razão, a única coisa que consegui dizer foi: "Nunca chupei uma.
Minha resposta, apesar de não ser afirmativa, também não era uma negativa, então ela começou a me pressionar de forma coercitiva primeiro, dizendo pra eu chupar, seguida de uma forma física, me puxando pelos cabelos e empurrando meu rosto contra a calcinha dela. Essa garota trans sentiu cheiro de sangue em mim, e eu não pude fazer nada além de me deixar guiar. Ela colocou a cabeça do pau dela no meu nariz enquanto dizia "esse é o melhor cheiro do mundo", e depois pediu pra eu afastar a calcinha dela. Minha mão se moveu quase sozinha e liberou aquele pedaço de carne. A primeira coisa que percebi é que não era muito grande, uns 16 centímetros mais ou menos. Assumi que era esse tamanho porque o meu media 18 e esse me pareceu um pouco menor, mas naquele momento o tamanho de cada um não importava, especialmente quando abri a boca e levei a cabeça do pau dela pra minha língua. Tentei o meu melhor, mas levei outra bronca, dessa vez foi "cuidado com os dentes". Não fiquei muito tempo naquela posição, sentado na beira da cama com ela de pé na minha frente. Percebi que minha performance não foi boa, o que era compreensível já que era minha primeira vez e eu realmente não estava preparado pra aquilo. A outra coisa que nós dois entendemos foi que eu não sabia como agir e ela sim, então ela tomou o controle da situação, pedindo pra eu ficar de pé. Nós dois nus, um na frente do outro, ela me puxou pra perto dela, colocando as mãos nas minhas nádegas e me puxando. Da minha parte, fiz a única coisa que eu era capaz naquela situação: comecei a chupar os peitos dela, ação que não pude aproveitar por muito tempo. Grudados um no outro, ela segurou minha mandíbula com a mão direita e levou meus lábios até os dela. Um beijo que nunca vou esquecer.
O jeito que a língua dele forçou a entrada entre meus lábios, o jeito que tentei retomar um pouco do controle sobre minha própria boca e esse controle me foi negado, a língua dele percorreu minha boca sem que eu pudesse fazer nada, nossas línguas tiveram uma dançinha, onde ficou claro que a mulher nessa dança era a minha, com minha cabeça fora de controle, minhas emoções e sentimentos disparando e aquele tipo de ardor no meu peito queimando, consumindo tudo.
Naquele momento de fraqueza, eu ouvi pela primeira vez: "vira". Uma frase que meu cérebro associaria para sempre ao prazer e à plenitude. Me virei, coloquei as mãos na cama e subi, terminando com os joelhos na mesma posição que as mãos. Ela comentou como minha postura de quatro era horrível. Senti suas mãos abrirem minhas nádegas, seguidas por um beijo que ecoou por todo o quarto, e então senti o toque úmido da sua língua. Comecei a tremer tanto que minhas pernas não aguentavam o peso do meu corpo. Ela deu uma risadinha e perguntou: "Esse cuzinho é virgem?" Eu respondi, mas a resposta era irrelevante; nós dois sabíamos que sim. Ela se esticou e pegou um gel da mesa de cabeceira. Senti o jato frio do líquido escorrendo por uma parte do meu corpo que nem eu conhecia. Um dedo, depois outro, acompanhados de palavras que sempre lembrarei: "Você não veio pra me comer?", "Olha como você terminou, sua putinha.
A próxima coisa que senti no meu lugar mais profundo foi um objeto sólido, um objeto que minha boca já conhecia, e aí o último resquício de hombridade que me restava veio à tona: "Não quero, vai doer", falei sem pensar. Olhando pra trás, talvez aquilo fosse minha masculinidade, que sabia que estava prestes a ser violada agora e para sempre.
Subindo na cama e colocando as mãos nas laterais dos meus quadris, ela respondeu: "você vai adorar". A pressão foi ficando cada vez mais forte, a dor veio junto. Cada centímetro do meu cu sendo invadido vinha com uma quantidade considerável de dor. De forma moderada, mas firme, ela investia, não só contra minha bunda, mas contra minha masculinidade, minha heterossexualidade, meus valores, princípios, minha mente e até meu futuro. Em um momento, a dor foi encoberta por uma excitação que tomou conta do meu corpo inteiro, até que o medo resolveu entrar na festa. Lembrei de tudo sobre doenças sexualmente transmissíveis e levei minha mão até o pau dela, com a necessidade de saber se estávamos usando proteção. Senti o látex, o que me tranquilizou, mas também senti outra coisa. Ela me repreendeu mais uma vez, dizendo para não sujar as mãos, e eu entendi: ela estava literalmente tirando a merda de mim (hoje sei que isso é inevitável, sabendo de toda a preparação que envolve ser passivo e não ter esse tipo de problema), mas na hora senti uma vergonha imensa. Não tive tempo de focar nessa vergonha, porque ela tirou o pau de dentro de mim, tirou a camisinha suja e colocou uma nova, enquanto me instruía a virar e colocar os pés para o alto. Meu pau voltou a aparecer em cena, dessa vez duro como raramente ficava. Ela o pegou e disse: "parece que seu amigo gosta mais de ser menina do que menino".(o que me fez lembrar de todas aquelas vezes vendo pornô transsexual, o que realmente agradava meu lado obscuro era se imaginar sendo a mulher do vídeo, não o homem)
Ele subiu na cama e voltou a atacar meu cu, me pressionando contra o colchão. Pra me finalizar, pegou meu pau e começou a bater uma até que veio o orgasmo mais espetacular que eu já tinha tido até aquele momento. Meu corpo se contraiu com tanta força que eu nem conseguia abrir os olhos, minhas pálpebras estavam tremendo, minhas pernas chegaram a ficar duras de tão tensas, e minha bunda apertou o máximo que pôde, entre o prazer e a dor.
Quando finalmente consegui sair daquele transe do orgasmo, percebi que ela tinha puxado a rola suja de novo, e que não tinha gozado ainda. Perguntei por que, e ela disse: "Eu sou de tiro longo, não é qualquer um que me faz gozar". Naquele momento, dentro da minha cabeça, fiz uma promessa pra mim mesmo: um dia ver ela gozar dentro de mim. Fui ao banheiro me limpar, me vesti enquanto a gente conversava. Não tinha palavras suficientes pra me desculpar pelo problema do chocolate. Ela tentou me acalmar, dizendo: "Acontece com todo mundo". Meus 30 minutos acabaram. A gente se despediu com um beijo e um olhar cúmplice de duas pessoas que sabiam que aquilo não tinha terminado.
Na rua, andar meio manco não parou a felicidade e a plenitude do meu caminhar, aquela ideia chata da heterossexualidade foi pulverizada por aquela rola que me comeu uma vez atrás da outra. Continuei andando, percebendo que de agora em diante seria só uma estrada de mão única rumo ao prazer e à degradação. A parte preta do meu cérebro tomou o controle e se mostrou com sua verdadeira cor rosa. Fim.
Bom, antes de fechar, queria dizer que com a Nicole tive um relacionamento de quase 1 ano. Tenho várias histórias de como as coisas rolaram e como passei por um processo de feminização/sissificação. Já faz uns anos desde aquilo e continuei nessa jornada de buscar a plenitude sexual por conta própria. Pretendo continuar escrevendo sobre meus momentos com a Nicole (meio que uma biblioteca pra lembrar), e também sobre outras situações que vivi me redescobrindo e me reconstruindo como a putinha viada que amo ser. Espero que tenham curtido ler um dos momentos mais especiais da minha vida.
Também quero deixar claro de novo que todas as imagens e nomes são fictícios (por enquanto só dei nome pra Nicole, mas mais pessoas vão fazer parte da minha vida mais pra frente). Em algum momento, eu gostaria de começar a postar fotos minhas, mas considerando o tempo que levei pra compartilhar minha intimidade por escrito, talvez demore até eu me sentir seguro pra fazer isso com imagens.
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