Fala, pessoal! Vou fazer isso antes de me arrepender... (a história é longa, já tão avisados, e se vocês gostarem, posso ir detalhando cada ponto que quiserem).
Bom, lá vai, a situação é a seguinte: desde muito novinho, sempre gostei de mulheres, mas gostava tanto que comecei a me interessar por roupas femininas, principalmente as íntimas. No começo, eu gostava de ver, ver mulheres de lingerie, mais do que a nudez, o que me chamava a atenção era a beleza das rendas, as formas que se desenham quando usam peças íntimas, como os glúteos se levantam com um salto alto, como um par de nádegas engole uma microtanga, o jeito que a silhueta de uma buceta se desenha numa calcinha justa — isso me excita pra caralho. Não me interpretem mal, não sou tarado nem nada, só gosto de ver o corpo de uma mulher de lingerie. Ao mesmo tempo, fiquei curioso sobre o toque dessas peças lindas na minha pele, situação que me levou a olhar primeiro as roupas da minha mãe — verdade seja dita, eram sempre peças bem simples. Mas numa ocasião, tive a chance de ver a roupa íntima da mãe de um amigo, uma senhora elegante pra caramba. Eu gostava muito dela porque ela sempre se vestia impecável, com saias lápis bem justas, e por cima das blusas decotadas apareciam uns sutiãs de renda que seguravam uns peitos firmes e deliciosos, com veias arroxeadas, que me faziam ter umas ereções tão fortes que cheguei a gozar sem nem me tocar.
Mas a questão é que, fuçando no quarto dela, acabei roubando uma calcinha de renda transparente e um sutiã. Ainda lembro deles, pretos, lindos, e pra contrabandear sem ninguém perceber, eu os vesti. Naquele momento, descobri um mundo novo: a suavidade, o toque na minha pele, a sensação de estar coberto por um pedaço mínimo de tecido que disfarçava meus genitais, um sutiã que, mesmo sem segurar nada, pela simples presença me fazia desejar ter umas tetas iguais às da mãe do meu amigo. Naquela noite em particular... Voltando pra casa, não dormi. Enquanto todo mundo dormia, me escondi no banheiro e, na frente do espelho, com o corpo nu, vesti aquela roupa de novo. Lembrando dos comentários indiscretos da minha irmã, que enchia o sutiã dela, tratei de colocar enchimento e me olhar de novo no espelho. As curvas disfarçadas me fizeram sentir outra pessoa. Naquele momento, eu não era o moleque bobo que todo mundo zuava. Naquele momento, eu era uma mulher linda e gostosa que transbordava sensualidade. Lembro que, aos poucos, fui sentindo vontade de ser mulher. Quando não tinha ninguém em casa, vestia meu tesouro secreto. Ficava tão excitado que começava a gozar sem nem usar as mãos, mas aos poucos fui me atrevendo mais. Comecei a enfiar coisas em mim: primeiro os dedos, depois comecei com as que foram minhas amigas, as salsichas (hahaha, se vocês quiserem, posso contar como aconteceu). Infelizmente, veio a adolescência e eu passei de ser um garoto gordo, zuado e secretamente afeminado, pra um adolescente maior, mais que gordo, peludo e mal-educado. Naquela hora, senti que meu lado feminino tinha fugido. Meu sonho de ser uma menina (como eu dizia quando ia no banheiro mijar sentado) se foi. Lá pelos meus trinta e poucos, depois de experimentar com muitas mulheres (preciso insistir: não me acho atraente, mas interessante), o sexo tradicional não me satisfazia mais. Faltava alguma coisa. Várias mulheres muito gostosas passaram a noite comigo, até que uma noite, numa festa, eu a conheci. Ela se chamava Paola, uma mina magrinha, sem peito, mas com uma raba deliciosa. Eu sabia que ela não era mulher, mas o jeito feminino dela me fez ignorar a voz claramente falsificada. Entre um drink e outro, rolou beijo e carícia, e fomos parar num hotel. Lá, a putaria foi tanta que levantei a saia minúscula dela e fui obrigado a morder aquela bunda gostosa. Quando entramos no quarto, ela disse: — Espera, tenho que te falar uma coisa... eu não sou uma menina... digamos, comum. Fingindo surpresa, respondi: — Sério? Então o que você é? Ela levantou. a saia dela e mostrou a ereção marcada através de uma calcinha da Hello Kitty. Não liguei pra nada, levantei a blusa dela e beijei os peitinhos dela, a gente se despiu e mostrei meu corpo, sou grande e gordo e meu pau, por ser de sangue, flácido dá muita vergonha, mas naquele momento tava uma ereção monstruosa, essa foi a primeira vez que fiquei com uma menina trans. Mas desde aquela ocasião fiquei obcecado, a intimidade que eu conseguia com as mulheres trans é incrível, não vou negar que tive experiências ruins (desculpa pra elas, mas a culpa me corroía depois dos encontros), aos poucos, conhecer o universo trans me despertou um fetiche de me vestir de mulher e transar desse jeito, gosto de me montar e usar roupa íntima feminina. No começo, das minhas parceiras, que a maioria era menor que eu, nunca me serviam direito, mas era gostoso me montar, colocar uma tanga e sair pra fazer minhas coisas... até ontem. Felizmente, tive a oportunidade de sair mais cedo do trabalho e, como fica no caminho umas lojas de roupa íntima, me decidi: pela primeira vez, compraria minha primeira lingerie. Com vergonha, fiquei um tempão olhando todos os conjuntos e me fazendo de bobo, perguntei a uma vendedora sobre os conjuntos que estavam em exposição. A moça me explicou com a maior confiança do mundo sobre os tamanhos e tipos de lingerie que tinham, me fazendo de quem não sabia nada, escutei com muita atenção e acabei comprando um conjunto de calcinha de renda e um sutiã tipo "push-up" e uma tanga com cristais, igual as que estão na moda, porque minha "namorada, se bem que tem muito peito, também tem uma bunda grande" (hahaha). Se vou fazer isso, vou fazer direito, me decidi, passei numa loja de novidades e comprei uma peruca ruiva (amo ruivas). Voltei rápido pra casa e tava vazia, ninguém tinha chegado do trabalho ainda, entrei no chuveiro, me depilei um pouco e me montei, coloquei a peruca e me vi como a menina linda que eu lembrava, a Mesmo me excitando, estar montado me permitiu não ter uma ereção. Coloquei a calcinha e me preparei pra vestir a roupa. Ajeitei um par de copas de silicone pra simular uns peitos e fui tirar umas fotos. Pô, se vamos fazer, vamos fazer direito. Então passei a tarde como a menina que me sinto. Não me sinto transexual, não sou gay, sou só um travesti que curte mulheres... Espero que tenham gostado. E agora, pelo que todos vieram: FOTOS MINHAS DE CALCINHA!




Bom, lá vai, a situação é a seguinte: desde muito novinho, sempre gostei de mulheres, mas gostava tanto que comecei a me interessar por roupas femininas, principalmente as íntimas. No começo, eu gostava de ver, ver mulheres de lingerie, mais do que a nudez, o que me chamava a atenção era a beleza das rendas, as formas que se desenham quando usam peças íntimas, como os glúteos se levantam com um salto alto, como um par de nádegas engole uma microtanga, o jeito que a silhueta de uma buceta se desenha numa calcinha justa — isso me excita pra caralho. Não me interpretem mal, não sou tarado nem nada, só gosto de ver o corpo de uma mulher de lingerie. Ao mesmo tempo, fiquei curioso sobre o toque dessas peças lindas na minha pele, situação que me levou a olhar primeiro as roupas da minha mãe — verdade seja dita, eram sempre peças bem simples. Mas numa ocasião, tive a chance de ver a roupa íntima da mãe de um amigo, uma senhora elegante pra caramba. Eu gostava muito dela porque ela sempre se vestia impecável, com saias lápis bem justas, e por cima das blusas decotadas apareciam uns sutiãs de renda que seguravam uns peitos firmes e deliciosos, com veias arroxeadas, que me faziam ter umas ereções tão fortes que cheguei a gozar sem nem me tocar.
Mas a questão é que, fuçando no quarto dela, acabei roubando uma calcinha de renda transparente e um sutiã. Ainda lembro deles, pretos, lindos, e pra contrabandear sem ninguém perceber, eu os vesti. Naquele momento, descobri um mundo novo: a suavidade, o toque na minha pele, a sensação de estar coberto por um pedaço mínimo de tecido que disfarçava meus genitais, um sutiã que, mesmo sem segurar nada, pela simples presença me fazia desejar ter umas tetas iguais às da mãe do meu amigo. Naquela noite em particular... Voltando pra casa, não dormi. Enquanto todo mundo dormia, me escondi no banheiro e, na frente do espelho, com o corpo nu, vesti aquela roupa de novo. Lembrando dos comentários indiscretos da minha irmã, que enchia o sutiã dela, tratei de colocar enchimento e me olhar de novo no espelho. As curvas disfarçadas me fizeram sentir outra pessoa. Naquele momento, eu não era o moleque bobo que todo mundo zuava. Naquele momento, eu era uma mulher linda e gostosa que transbordava sensualidade. Lembro que, aos poucos, fui sentindo vontade de ser mulher. Quando não tinha ninguém em casa, vestia meu tesouro secreto. Ficava tão excitado que começava a gozar sem nem usar as mãos, mas aos poucos fui me atrevendo mais. Comecei a enfiar coisas em mim: primeiro os dedos, depois comecei com as que foram minhas amigas, as salsichas (hahaha, se vocês quiserem, posso contar como aconteceu). Infelizmente, veio a adolescência e eu passei de ser um garoto gordo, zuado e secretamente afeminado, pra um adolescente maior, mais que gordo, peludo e mal-educado. Naquela hora, senti que meu lado feminino tinha fugido. Meu sonho de ser uma menina (como eu dizia quando ia no banheiro mijar sentado) se foi. Lá pelos meus trinta e poucos, depois de experimentar com muitas mulheres (preciso insistir: não me acho atraente, mas interessante), o sexo tradicional não me satisfazia mais. Faltava alguma coisa. Várias mulheres muito gostosas passaram a noite comigo, até que uma noite, numa festa, eu a conheci. Ela se chamava Paola, uma mina magrinha, sem peito, mas com uma raba deliciosa. Eu sabia que ela não era mulher, mas o jeito feminino dela me fez ignorar a voz claramente falsificada. Entre um drink e outro, rolou beijo e carícia, e fomos parar num hotel. Lá, a putaria foi tanta que levantei a saia minúscula dela e fui obrigado a morder aquela bunda gostosa. Quando entramos no quarto, ela disse: — Espera, tenho que te falar uma coisa... eu não sou uma menina... digamos, comum. Fingindo surpresa, respondi: — Sério? Então o que você é? Ela levantou. a saia dela e mostrou a ereção marcada através de uma calcinha da Hello Kitty. Não liguei pra nada, levantei a blusa dela e beijei os peitinhos dela, a gente se despiu e mostrei meu corpo, sou grande e gordo e meu pau, por ser de sangue, flácido dá muita vergonha, mas naquele momento tava uma ereção monstruosa, essa foi a primeira vez que fiquei com uma menina trans. Mas desde aquela ocasião fiquei obcecado, a intimidade que eu conseguia com as mulheres trans é incrível, não vou negar que tive experiências ruins (desculpa pra elas, mas a culpa me corroía depois dos encontros), aos poucos, conhecer o universo trans me despertou um fetiche de me vestir de mulher e transar desse jeito, gosto de me montar e usar roupa íntima feminina. No começo, das minhas parceiras, que a maioria era menor que eu, nunca me serviam direito, mas era gostoso me montar, colocar uma tanga e sair pra fazer minhas coisas... até ontem. Felizmente, tive a oportunidade de sair mais cedo do trabalho e, como fica no caminho umas lojas de roupa íntima, me decidi: pela primeira vez, compraria minha primeira lingerie. Com vergonha, fiquei um tempão olhando todos os conjuntos e me fazendo de bobo, perguntei a uma vendedora sobre os conjuntos que estavam em exposição. A moça me explicou com a maior confiança do mundo sobre os tamanhos e tipos de lingerie que tinham, me fazendo de quem não sabia nada, escutei com muita atenção e acabei comprando um conjunto de calcinha de renda e um sutiã tipo "push-up" e uma tanga com cristais, igual as que estão na moda, porque minha "namorada, se bem que tem muito peito, também tem uma bunda grande" (hahaha). Se vou fazer isso, vou fazer direito, me decidi, passei numa loja de novidades e comprei uma peruca ruiva (amo ruivas). Voltei rápido pra casa e tava vazia, ninguém tinha chegado do trabalho ainda, entrei no chuveiro, me depilei um pouco e me montei, coloquei a peruca e me vi como a menina linda que eu lembrava, a Mesmo me excitando, estar montado me permitiu não ter uma ereção. Coloquei a calcinha e me preparei pra vestir a roupa. Ajeitei um par de copas de silicone pra simular uns peitos e fui tirar umas fotos. Pô, se vamos fazer, vamos fazer direito. Então passei a tarde como a menina que me sinto. Não me sinto transexual, não sou gay, sou só um travesti que curte mulheres... Espero que tenham gostado. E agora, pelo que todos vieram: FOTOS MINHAS DE CALCINHA!





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