Eu era pobre, um pouco bonito, mas pobre. Então, quando descobri que todo tipo de gente pagava por companhia como namorados de aluguel, não demorei pra embarcar nessa.
No começo, as clientes eram minas feias mas com grana, que tinham um fetiche por caras afeminados. Depois vieram os gays enrustidos que queriam uma experiência romântica — foi aí que começaram os beijos e as apalpadas pelas quais eu cobrava... Mas tudo mudou. Um dos meus clientes mais recentes e frequentes era um gordo que curte anime e minas asiáticas. No começo, eu só ouvia ele falar sobre os gostos nojentos dele com aquela voz horrível. Aos poucos, esse otário foi me pagando cada vez mais pra me vestir de um jeito específico: cores pastel, calças mais justas, até que ele me pediu uma fantasia de colegial. Hahaha, só ri na cara dele — até ele tirar da carteira uma maçaroca de dinheiro, mais do que nos meus sonhos mais gananciosos.
E depois, uma e outra vez, ele pedia mais coisas de garotas pra mim, e chegou a me pagar só pra ver o pau dele. Isso durou meses. Até que ele me fez a proposta: tanto dinheiro quanto qualquer uma desejaria, e a única coisa que eu tinha que fazer era o que ele quisesse por um mês.
O estupro da minha boca foi durante a primeira semana.
Na segunda semana, ele se encarregou pessoalmente de fazer meu cérebro parar de pensar, baseado em foder minha buceta uma vez e outra.
a terceira decidiu tirar mais proveito de mim me prostituindo como um objeto



Eu não queria nada desse cara, mas só faltava uma semana... Uma onde ele fez o pior.
Eu como ela dia e noite até ela aceitar que eu tirasse minhas bolas, até que minha própria buceta fosse arrancada.
Voltei como uma prostituta, uma piranha que ama paus e o leite dos homens. Voltei como a mulher que sempre fui. E obrigada, meu daddy, já me toquei.
No começo, as clientes eram minas feias mas com grana, que tinham um fetiche por caras afeminados. Depois vieram os gays enrustidos que queriam uma experiência romântica — foi aí que começaram os beijos e as apalpadas pelas quais eu cobrava... Mas tudo mudou. Um dos meus clientes mais recentes e frequentes era um gordo que curte anime e minas asiáticas. No começo, eu só ouvia ele falar sobre os gostos nojentos dele com aquela voz horrível. Aos poucos, esse otário foi me pagando cada vez mais pra me vestir de um jeito específico: cores pastel, calças mais justas, até que ele me pediu uma fantasia de colegial. Hahaha, só ri na cara dele — até ele tirar da carteira uma maçaroca de dinheiro, mais do que nos meus sonhos mais gananciosos.
E depois, uma e outra vez, ele pedia mais coisas de garotas pra mim, e chegou a me pagar só pra ver o pau dele. Isso durou meses. Até que ele me fez a proposta: tanto dinheiro quanto qualquer uma desejaria, e a única coisa que eu tinha que fazer era o que ele quisesse por um mês.
O estupro da minha boca foi durante a primeira semana.
Na segunda semana, ele se encarregou pessoalmente de fazer meu cérebro parar de pensar, baseado em foder minha buceta uma vez e outra.
a terceira decidiu tirar mais proveito de mim me prostituindo como um objeto



Eu não queria nada desse cara, mas só faltava uma semana... Uma onde ele fez o pior.
Eu como ela dia e noite até ela aceitar que eu tirasse minhas bolas, até que minha própria buceta fosse arrancada.
Voltei como uma prostituta, uma piranha que ama paus e o leite dos homens. Voltei como a mulher que sempre fui. E obrigada, meu daddy, já me toquei.
6 comentários - Feminizado por dinheiro
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