A gostosa da colegial

Faltava pouco para o carnaval e eu não tinha planos nenhum pra aquela noite de sábado. Sou um cara bem tímido, solitário e introvertido, mas uma semana antes dessa data, conversando com minha prima, ela mudou minha vida. — O que você vai fazer no carnaval, primo? — Nada, vou ficar em casa, aqui na cidade não rola nada. — E por que você não vem comigo e minhas amigas? A gente vai se fantasiar de colegial. — Não tô afim, além disso a gente tem que descer pra cidade, e eu não tenho fantasia nenhuma. — Qual é, anima! Além do mais, com esse corpo magro e baixinho que você tem, esse cabelo loiro comprido, bem maquiado e fantasiado de colegial igual a gente, você ia parecer mais uma. — Para com essas bobagens. Minha prima Cristina ficou insistindo e no final, sei lá por que, ela me convenceu. E naquele sábado de manhã, ela me fez ir na casa dela, me fez depilar os poucos pelos que eu tinha — barba eu não tenho —, comi na casa dela com ela e já no começo da tarde ela me levou pro quarto dela pra gente se vestir. Ela pegou duas saias plissadas rosa clarinho com duas listras brancas na barra, uma camisa branca com um laço rosa grande no decote, um sutiã rosa de renda e umas meias brancas compridas. — Vamos, Carlos, tira a roupa e começa a se vestir. — Melhor não, vou ficar ridículo com isso, não vou com vocês. — Que bobo você é, é carnaval! Além disso, fiz minha mãe comprar tudo pra você. — Tá bom, então. Primeiro coloquei a saia, ela me ajudou a vestir o sutiã e coloquei a camisa. Ela encheu meu peito com duas esponjas, coloquei as meias até o joelho. — Você tá muito gostosa, já vai ver quando eu te maquiar e pentear seu cabelo comprido. Mas primeiro tira a cueca e coloca isso. Ela tirou de uma gaveta duas calcinhas fio dental rosa de renda. — Não, isso aí eu não vou vestir de jeito nenhum. — Você tem que vestir, todas nós usamos a mesma calcinha fio dental. — Mas como é que eu vou colocar isso? — Fácil, enfia os pés nos dois buracos e sobe. — Porra, que idiota você é, hahaha, deve ser muito desconfortável. — Que nada, já Viu. No final acabei colocando a tanga, porque tenho um pênis pequeno, ficou bem em mim. Coloquei de costas pra ela. — Então, Carla, me mostra como ficou. — Carla? — Claro, agora você é mais uma das garotas. Então, mostra aí. Levantei a saia, ela me fez girar. — Hummm, ficaram perfeitas, tão boas quanto as minhas. Olha, nem dá pra ver o volume. — Eu me sinto ridículo. — Qual é, boba, você tá ótima. Senta aqui que vou te maquiar. Ela pintou minhas unhas de rosa, igual às dela, arrumou minhas sobrancelhas, passou sombra nos olhos, base, blush e pintou meus lábios. Me penteou com um penteado feminino e colocou dois brincos grandes nos meus lóbulos, que já estavam furados há um tempo. No espelho, agora eu via uma garota, e bem feminina. — O que achou, Carla? — Puts, pareço uma garota de verdade. — Já te disse, você é uma garota bem gostosa. Fiquei bem vermelho com esse comentário. — E agora falta o último toque: esses sapatos de salto. Ela pegou dois pares de sapatos de salto grosso brancos, idênticos, com uns 8 cm de altura. — Toma, calça eles. — Não sei se vou conseguir andar com isso. — Enquanto eu me maquio, vai praticando pelo quarto. Me surpreendi, mas não tive muita dificuldade pra andar com eles; aprendi rápido. Por último, ela me deu uma bolsa branca pra colocar minhas coisas. — Já estamos prontas. Vamos, que minha mãe vai nos levar até a cidade. A cidade fica a 26 km da nossa, depois a gente volta com o namorado da minha prima. — Mãe, já estamos prontas. Te apresento sua sobrinha Carla. — Nossa, que sobrinha linda eu tenho. Vocês duas estão lindonas. Antes de sair, minha prima me deu uma jaqueta rosa e ela vestiu uma branca. Isso não fazia parte da fantasia, mas tava frio, e quando chegássemos na outra cidade, a gente deixaria elas na casa de uma amiga que era de lá. Chegamos na casa da Lúcia, onde já estavam as quatro amigas dela: Esther, Judith e Sandra. — Oi, meninas, já chegamos. Vejo que já estamos todas. Ela deu dois beijos em cada uma, e eu fiquei na porta da... O quarto da Lucía tava meio cortado. - Entra, Carla, não fica com vergonha que as meninas tão te vendo, o que acham da minha priminha Carla? - Oi, Carla. Todas cumprimentaram e fizeram vários comentários, tipo "nossa, como sua prima ficou gostosa", "ela vai levar todos os caras hoje à noite". - Ahhh, Sandra, você me deve um cuba, apostamos que você disse que minha prima ia se recusar a vestir o fio-dental, mas ela tá usando, né Carla, mostra pra elas. - Que nada, tô com vergonha. - Olha, vamos fazer uma coisa, meninas, a gente mostra o nosso pra ela e depois ela mostra o dela. Todas na minha frente levantaram a saia mostrando o fio-dental, eram todos iguais ao meu. - Vai, Carla, agora você. Com um pouco de vergonha, levantei minha saia e mostrei pra todas, elas fizeram comentários de que ficava muito bem em mim, que não dava pra ver onde escondia o pacote, fingi que não ouvi e não falei nada. - Beleza, meninas, uma foto todas juntas. Foram várias fotos que tiraram, e depois fomos pra rua. Pra ficar bem bonitas, saímos sem jaqueta e tava um frio do caralho que entrava por baixo da saia, deixando minha bunda congelada. Demos uma boa caminhada, encontramos gente conhecida que não me reconheceu, por causa disso fui perdendo a vergonha e comecei a agir como mais uma e me divertir. Depois de fazer umas compras pro boteco e guardar no carro da Sandra, fui jantar alguma coisa e fiz minha primeira entrada num banheiro feminino com minha prima, mas não tinha mais ninguém lá. Ao sair de lá, tomamos um primeiro cuba no parque com o que tínhamos comprado, e antes da meia-noite fomos pra balada. As minas entram de graça antes da 1, nessa hora ainda não tinha movimento, mas fomos pra entrar de graça e carimbar. Fiquei nervosa de novo com medo de perceberem, mas entrei sem problemas junto com elas. Uns minutos dentro e saímos de novo pra beber o que tinha sobrado no carro. Quando voltamos pra balada, já tava lotada. A primeira coisa que fizemos ao entrar foi ir pro banheiro. Aqui é que eu já vou, rodeado de minas retocando a maquiagem na frente do espelho, e foi exatamente isso que eu tive que fazer junto com minhas amigas, como se fosse mais uma garota. Depois, fomos direto pra pista dançar. Lá já apareceu o namorado da minha prima e de algumas das minas, e mais minas e caras que se juntaram a nós. Alguns já conheciam minha prima, e ela me apresentou no começo como Carla, uma prima dela, mas depois de um tempo já sabiam que eu era o Carlos, o primo dela. O clima era divertido, e eu entrei no personagem de garota e dancei até com alguns caras. Umas 4 da madrugada, o pessoal começou a ir embora aos poucos, e minha prima foi embora com o namorado, dizendo que mais tarde a gente se veria pra voltar pra nossa cidade. Eram umas 5 e pouco, e minha prima não aparecia. Eu já era a única colegial que tinha ficado lá, com uns caras e umas minas que tinham se juntado a nós. Decidi sair da balada e ligar pra minha prima no celular. — Alô, Cristina, cadê você? — Poxa, desculpa, Carla, já tô na cidade com meu namorado. — Tá de brincadeira, né? — Não, com a bebedeira nem percebi, e meu namorado pegou a estrada pra cá. — E agora, como é que eu volto? — Às 9 horas sai o ônibus pra cá. — Porra, Cristina, faltam mais de 3 horas e eu tô morrendo de frio. — Desculpa, primo, não sei como pude esquecer. Fiquei puto pra caralho. Eu tava vestido de colegial, sozinho e congelando de frio, e decidi pedir carona — algo comum por aquela região e que eu já fazia várias vezes. Levei uns 20 minutos até que um carro parou. — Oi, gostosa, pra onde cê vai? — Pra cidade vizinha. — Sobe, te levo. Entrei no carro e reconheci na hora: era um dos seguranças da balada, que pelo visto morava umas cidades depois da minha. — Pensei que você era uma mina. Aliás, lembro de você na balada, vocês eram um grupo de minas todas iguais, e você entrou de graça como se fosse uma garota. — É, bom, coisa de prima que me convenceu a ir com elas e me fantasiar igual. — Pois ficou muito bom, não imaginava que era homem. Se você fosse um garoto. - O primeiro surpreso fui eu ao me ver vestido e maquiado. - Você se importa? Preciso parar pra mijar, não aguento mais. - Não me importo, eu também tô apertado. Paro numa estrada que entra no mato, desço primeiro do carro e depois eu, ia procurar um lugar pra mijar, quando ele me agarrou por trás, enfiando a mão debaixo da minha saia e passando a mão na minha bunda. - Olha só, a menina tá de fio dental, parece que você é toda uma menininha mesmo. - O que cê tá fazendo, cara? Me solta. Ele tapa minha boca com a outra mão. - Sabe, tô muito puto porque você me enganou essa noite e entrou na balada se passando por garota, mas acho que você gosta de ser uma menina, o fio dental que você tá usando prova isso, vamos ver como é. Na frente dos faróis do carro, ele levanta minha saia. - Que fio dental mais fofo, rosa e de renda, agora não tenho mais dúvida que você é toda uma princesinha. Como tô puto pela sua enganação, vamos fazer o seguinte: você vai fazer tudo que eu mandar, vai ser uma menina obediente, porque se não me obedecer, te deixo aqui no meio da estrada sozinha e vou embora. Responde: você vai ser obediente? - Me solta, pelo amor, só quero ir pra casa. - Então tchau, princesa, vou te deixar aqui. - Não, pelo amor, não me abandona aqui, tá muito frio e ainda falta muito pra chegar na cidade. - Foda-se, última chance: você vai se comportar como uma boa menina e fazer o que eu pedir. - Não sou uma menina, mas tudo bem, o que você quer? - Beleza, primeiro deixa eu mijar, e você não queria também? Depois a gente vê o que faço com você. Eu ia mijar um pouco afastado dele, em pé. - Quieta, menina, o xixi tem que fazer agachadinha, já sabe, abaixa esse fio dental tão bonito e faz igual as meninas. Vamos, o que tá esperando? Pronto, viu como é fácil? Boa menina. Eu fiz xixi agachada enquanto ele passava a mão na minha cabeça, terminei, levantei, arrumei o fio dental, ele me agarrou pela bunda e me levou até a lateral do carro. - Suponho que essa boca que você tem serve pra mais coisa além de reclamar, então se comporta, abaixa e chupa. Foi aí que eu me toquei. Conta que eu tava com o pau pra fora, ele empurrou minha cabeça pra baixo. — Não, por favor, não quero fazer isso, me dá nojo, não consigo. — Mas se você conseguiu se infiltrar na balada se passando por garota, agora vou te ensinar a fazer outras coisas que as garotas fazem. Ou você obedece ou fica aqui. — Desculpa, eu pago a entrada, mas não me faça isso, me leva pra cidade, por favor. — Claro que você vai pagar a entrada, princesa, vem pra baixo. Ele forçou minha cabeça pra baixo e me fez abaixar com a força dele, esfregou o pau no meu rosto, encostou ele nos meus lábios segurando minha cabeça. — E agora seja uma garota obediente e começa a chupar. Não sei se foi por medo, eu abri a boca e comecei a chupar ele. No começo, senti um pouco de nojo, tinha gosto de urina, mas enquanto eu chupava, esse gosto sumiu e não sentia mais nada. Eu só chupava a pontinha no início, e a boca começou a encher de líquido pré-seminal, e o gosto não me desagradava, mas eu não ousava colocar ele mais pra dentro da boca, até que ele segurou minha cabeça e enfiou tudo. — Vamos, gostosa, come ele todo. Segurando minha cabeça, ele enfiava e tirava, eu já não tinha mais vontade nenhuma, me deixava fazer tudo submisso. — Já sabia que você era uma putinha. O pau dele entrava e saía cada vez mais rápido da minha boca até que foi diminuindo os movimentos. — Agora continua sozinha, aproveita meu pau, isso, continua chupando, siiiim, você faz muito bem, quer meu leite, né? Tô quase gozando, vou encher essa boquinha gulosa que você tem. — Mmmm, não, isso não. — Cala a boca e chupa, puta. Ele enfiou o pau de uma vez até o fundo e soltou uma descarga forte de leite na minha boca que me deu ânsia. O leite que não foi direto pro meu estômago escorreu pela minha boca. Tentei tirar ele da boca, mas ele me forçou e não deixou. Do lado dele, eu era uma mulher frágil. — Engole, princesa, engole, todo esse leite é pra você, minha putinha linda. Quando ele parou de gozar, me levantou pelo cabelo, me apoiei no capô do carro, dando pra ele. nas costas e começou a passar a mão na minha bunda com uma mão enquanto com a outra me segurava pela cintura, era impossível resistir, ele era muito mais forte que eu, eu era uma menina frágil e delicada nas mãos dele, minha saia totalmente levantada, minha bunda totalmente nua, ele dava tapas, apalpava, enfiou a mão entre minhas pernas e tocou meu pintinho pequeno. — hummm, você tá com a calcinha molhada, te deixei com tesão. — não, me solta, por favor. — desculpa, princesa, ainda não terminei com você. Ele continuou passando a mão na minha bunda e eu continuava reclamando, sem me soltar, abriu a porta do carro, pegou um pano e enfiou na minha boca. — assim você fica quietinha. Pegou outra coisa do porta-luvas do carro e me colocou de novo no capô, abriu minhas pernas e voltou a apalpar minha bunda, afastou a calcinha de lado, passou um líquido e de repente senti um dedo abrindo caminho no meu cu, não podia reclamar, tinha o pano na boca, também não conseguia me soltar por causa da força dele, estava totalmente entregue à vontade dele, senti o dedo entrar e sair várias vezes, parou uns segundos e depois senti algo maior abrindo caminho, estava doendo e ele sabia, mas não parou, tirava um pouco e enfiava de novo até que entrou tudo e começou a me foder. — agora sim você é toda uma garota, a maioria das que vêm todo sábado à noite na balada voltam bem fodidinhas pra casa, igual você vai voltar hoje. — mmmmm, mmmm. Com a boca tampada não podia reclamar, poucos minutos depois a dor passou e não acreditei, comecei a sentir prazer, e ele percebeu. — parece que a menina tá começando a gostar. — mmmmmm, ahhhh, mmmmm. — é, você gosta, né, vou tirar esse pano da sua boca, quero ouvir você gemer como uma menina, ouvir você aproveitar. Me senti livre quando ele tirou o pano e pude respirar ar fresco, mas ele acelerou os movimentos e meus gemidos ficaram mais intensos. — dá gosto ouvir você gemer como uma menina, e ainda dizia que não queria, hahaha. — para ahhhhh, não sou uma neném, fuuuu para mmmm por favor. Eu pedia pra ele parar, mas era o contrário do que eu queria, gostava que me chamasse de neném. — sim, você é uma neném, olha como você tá, de pernas abertas, a saia levantada e gemendo igual uma putinha enquanto te como. Ele tira de dentro de mim e vira. — senta no capô do carro, neném. Obedeci na hora, me deitei pra trás, ele abriu minhas pernas e meteu enquanto eu olhava na cara dele. — assim, muito bem, olha na minha cara e me fala que você é uma neném. — sim, eu sou ahhh ahhh uma neném. — e ainda quer que eu pare? — não, mmmm ahhhh não para, eu gosto. — já tá toda uma putinha, cê gosta de ser minha putinha. — sim, mmmm ahhhh eu gosto. — quero ouvir você dizer que é minha putinha. — sou sua putinhahhhh. Ele me comeu por uns cinco minutos até gozar, enquanto eu morria de prazer e gozava igual uma neném, molhando a calcinha fio dental. Depois da gozada, ele tirou a camisinha. — putinha minha, agora deixa bem limpinha com essa boquinha gulosa que você tem. Desci do capô do carro, ele me fez agachar e, submissa, coloquei na boca e limpei os últimos restos de porra que tinham no pau dele. — no final, você foi uma boa neném, anda, sobe no carro que vou te levar pra casa. Fui o caminho todo calada, pensando em tudo que aconteceu, enquanto ele dirigia e ia acariciando minhas pernas, sentia o calor da mão dele subindo do meu joelho até a virilha, coisa que fazia eu abrir as pernas. Eu sabia que tava me comportando igual uma menina e adorava aquela sensação. Quando me dei conta, já tava na minha cidade. — onde eu te deixo, neném? — ahh sim, me deixa na próxima rua. Mandei ele parar três ruas antes da minha casa, não queria que ninguém me visse saindo de um carro com um cara vestida daquele jeito. — você mora aqui? — sim, aqui em cima. — bom, foi um prazer, linda, espero te ver logo. Aliás, como você se chama? — Carla. — então foi um prazer, Carla, eu sou o Sergio. Ele me pegou pelo pescoço e me deu um beijão, metendo a língua toda. Língua na minha boca, correspondi ao beijo dele me deixando levar até que ele parou, como qualquer outra garota. — Espero te ver de novo na balada ou, se quiser, em qualquer outro lugar. Foda-se, pega meu telefone e, se for o caso, me liga. O que acha, vou te ver de novo? — Acho que não. Hoje era Carnaval e não sei por que isso aconteceu. — Então, nada, foi um prazer, Carla. Saí do carro e subi a rua. Estava deserta e silenciosa, imersa nos meus pensamentos até chegar em casa, quando percebi que o único som que se ouvia era o dos meus saltos ao andar. Olhei para baixo, curiosa para me ver andando, e senti um certo tesão em me ver assim na rua, sozinha. Subi em casa, tirei os sapatos antes de entrar para não acordar minha mãe e me deitei na cama sem tirar a roupa. Não parava de pensar no que tinha acontecido. Vinha à minha cabeça ele e o pau dele. Sem perceber, fiquei excitada e comecei a me tocar por cima da tanga. Comecei a me masturbar como uma garota, enfiei meu pequeno pau entre as pernas e, por cima da tanga, fui esfregando até gozar como uma garota. Fui ao banheiro, me lavei bem, limpei a tanga e coloquei de novo. Fui para a cama e dormi do jeito que estava vestida. — Carlos, acorda, vai. Era minha prima, que veio me acordar puxando o cobertor e me descobrindo. — Uiii, você ainda está vestida. — É, cheguei muito tarde e cansado. Você me deixou largado lá. — Não percebi, fui com meu namorado e nem pensei, ele veio pra cá. Desculpa, como você voltou? — Um amigo me trouxe. — Quem? — Você não conhece. — Bom, vamos, levanta e vamos dar uma volta. — Espera, deixa eu tomar alguma coisa e tomar um banho. — Vai, mas rápido. — Sim, sim, já vou. Entrei rapidamente no chuveiro e vesti de novo a fantasia de colegial, mas a tanga estava muito suja. Abri um pouco a porta. — Prima, me dá um pouco de vergonha te pedir isso, mas posso te pedir um favor? — O que você quer? — Você pode me emprestar uma calcinha pra vestir com a fantasia? Essa aqui está meio suja, e eu quero... Aproveitar o último dia de carnaval, me diverti pra caramba ontem. - hahaha, meu primo me pedindo umas calcinhas, agora você gosta de usar calcinha, subo lá em casa e trago pra você. Ela mora no andar de cima, em menos de cinco minutos já tava na minha casa de novo. - Toma, priminha, espero que goste, trouxe mais uma coisa. Entro no banheiro e pego umas calcinhas de renda rosa que fiquei olhando, a verdade é que eram muito bonitas, pareciam cuecas, mas quando coloquei percebi que eram diferentes. - Vamos, veste elas. - Tô indo, tô indo, tô afim de sair com a fantasia, sei lá por quê, ontem me diverti. - hahaha, é que me dá graça, ontem você não queria vestir e hoje me pede umas, mas fico feliz, assim hoje vou passear com minha prima Carla. Também te trouxe um par de minissaias, umas meias e um casaco pra você sair diferente de ontem à noite. Quando coloquei, percebi que não eram tipo cueca, ficavam bem subidas na bunda e entravam no meu cu quando andava, me sentia incomodada. - Que desconfortáveis, me dá outras. - hahaha, às vezes a gente tem que sofrer pra ficar bonita e sexy por dentro, daqui a pouco você se acostuma a usar. - Experimenta as minissaias pra eu ver qual fica melhor em você. Uma era preta, bem curtinha, e a outra era jeans, também curta. - Coloca as meias primeiro. - Como é que coloca isso? - Já te ajudo. Depois experimentei as minissaias e minha prima decidiu que com as meias pretas a preta ficava melhor, ficava totalmente justa na minha bunda e cobria quase rente, me olhei no espelho e gostei de me ver assim, depois o casaco branco de gola redonda e os sapatos. - Você tá muito gostosa, priminha. - Certeza? - Sim, só um pouco de maquiagem e você vai ficar maravilhosa. Saí do banheiro e fui pra cozinha comer um lanche, e foi quando minha mãe me viu. - hahaha, Carlos, se eu não fosse sua mãe e não te conhecesse, diria que você é uma menina. - Gostou de como eu tô fantasiado? - Sim, ontem como foi? Vi umas fotos e você tava muito bonita. - Foi bem, a gente se divertiu muito, preciso comer alguma coisa. - Sim, vai lá. Subi pra minha casa e vou te maquiar um pouco — disse minha prima. — Eu mesma maquio ela — falou minha mãe — tô com vontade de maquiar ela como se fosse minha filha, sempre quis ter uma. Fiz uma torrada com café e depois minha mãe me levou pro quarto dela, tirou os restos de maquiagem do dia anterior, me maquiou e me penteou. Senti uma sensação estranha, mas me sentia bem vendo como minha mãe me tratava como uma garota. — O que você acha, Cristina? Sua prima é uma gostosa. — É, tia, a Carla é muito bonita. — E um nome bem bonito também. Bom, meninas, se divirtam. Saímos pra rua. É uma cidade pequena e só tem um bar, o Casal. Fomos buscar a Patricia na casa dela e depois a Nerea. São as únicas garotas da cidade, e no total somos cinco caras. Já as quatro juntas, primeiro fomos dar uma volta. Não sei, mas me sentia muito à vontade entre elas. Me sentia super bem com aquela roupa, me via como uma delas, mais uma garota. Gostava de me vestir assim. Depois fomos pro Casal. Na cidade todo mundo nos conhece, me elogiaram pela roupa. Passamos a tarde toda juntas. Depois do Casal, fomos pra casa da Patricia, onde jantamos e passamos algumas horas no quarto dela. Minha primeira tarde de garotas. Eu escutava elas falando dos assuntos delas e me sentia muito bem, ouvindo elas conversarem sobre roupa, sobre caras, coisinhas de menina. Até entrei no assunto da roupa, se eu gostava ou não, até que voltamos pra casa. Minha mãe tava vendo TV. — Oi, mãe. — Oi, Carla. Como foi sua tarde? — Senta aqui um pouco, quero passar um tempo com minha filha. — Mãe, eu não sou sua filha. — Eu sei. Sabe, eu queria uma menina, mas nasceu você e tenho orgulho de você. Mas te vejo assim vestida, você fica tão gostosa que não me importaria se você ficasse assim. — Mãe, o que você tá dizendo? — Desculpa, filho, não sei o que tô pensando. — Vou dormir, mãe. — Boa noite, descansa. — Até amanhã. Coloquei o pijama, deixando a calcinha vestida, e dormi assim. Acordei cedo pra ir trabalhar. Durante a Na jornada, eu ia pensando em tudo do fim de semana, como tinha sido bom, mas já precisava esquecer e seguir como sempre. Só que com o passar dos dias, eu não esquecia; pelo contrário, ficava cada vez mais obcecado. Vinham pensamentos de me vestir de menina, pensava no porteiro da balada que me comia de novo e me excitava só de imaginar. Uma semana depois, comecei a colocar as calcinhas que minha prima tinha deixado — ainda estava com elas — e passei a tarde toda usando. Uns dias depois, aproveitando que minha mãe trabalhava à tarde, comecei a vestir a fantasia de colegial e algumas saias e vestidos dela, mesmo que não me servissem direito. E um mês e pouco depois, liguei pra minha prima pedindo pra ela vir em casa. Recebi ela vestido de colegial.

— O que você tá fazendo assim?
— Não sei o que acontece, eu gosto de me vestir de menina, me sinto confortável assim. Até penso como menina, penso em meninos também.
— Talvez você seja gay.
— Acho que sou sim. Vou te contar uma coisa, mesmo com muita vergonha.
— Fala.
— Lembra que eu te falei que tinha trazido um cara no dia do carnaval?
— Sim.
— Então, com esse cara eu transei.
— O quê?
— É o que eu te falei.
— Explica, sexo como?
— Não sei, tenho vergonha de te contar. Bom, eu fui a putinha dele.
— Como assim, a putinha dele?
— Isso, ele me comeu e eu chupei ele, e gostei pra caralho.
— Mas como isso aconteceu?

Contei uma história diferente.

— Ele parou o carro quando eu tava pedindo carona, disse que eu parecia uma menina muito gostosa. Falei que era um cara fantasiado. Ele parou pra mijar, aí nós dois saímos do carro. Depois de mijar, ele me agarrou e me beijou, e quando eu vi, já tava chupando ele.
— Assim, do nada?
— Sim, e eu amei me sentir toda uma menina. Por isso no dia seguinte eu quis sair vestida com você. Gosto de usar calcinhas e saias.
— Se você gostou, qual o problema?
— É que não sei como lidar com isso.
— Então leva na naturalidade, como naquele dia. Faz o que você acha que deve fazer.
— Eu tenho certeza do que quero fazer, mas preciso da sua ajuda. e sua cumplicidade. - sabe que sempre vou te ajudar no que você pedir. - sábado quero ir pra balada à noite e quero que você venha comigo, mas preciso que me empreste roupa, e que fale com suas amigas de lá pra eu poder me vestir na casa delas, não posso sair daqui vestida. - você pensou bem, Carlos, tem certeza? - sim, prima, tenho muita certeza, quero ser Carla essa noite, quero ver aquele cara de novo. Falei com ele hoje e disse que talvez fosse no sábado, e quando ele terminar de trabalhar, disse que vai estar por perto pra mim. - bom, então se você tá tão decidida, fico feliz de ter você como prima, nunca teria imaginado. Passamos a tarde juntas e eu expliquei com um pouco mais de detalhes o que aconteceu naquela noite com o porteiro. Naquela semana, minha prima vinha em casa todo dia, trazia roupa pra eu experimentar, me deu umas calcinhas pra usar em casa todo dia, e passei todas as tardes vestida com ela. Pro sábado, escolhi a minissaia jeans junto com uma camiseta preta. A roupa íntima eu disse pra minha prima que queria comprar eu mesma no sábado antes de me vestir. No sábado, descemos cedo, eu e minha prima, e lá encontramos a Sandra. Eu me vestiria na casa dela. Com elas, comprei as calcinhas, escolhi fio dental e sutiã de renda vermelhos. Fomos pra casa dela depois, e eu me vesti, e elas terminaram o serviço: me pentearam e me maquiaram. Saímos pra jantar fora, eu me sentia feliz, livre. Gostava de ser garota e curtia cada passo que dava. À noite, como da outra vez, fomos cedo pra balada pra poder entrar de graça. Quando chegamos na entrada, eu tava bem nervosa. Lá estava o porteiro que tinha me transformado numa menina de verdade. Baixei o olhar, sentia vergonha de olhar pra ele, e quando cheguei na altura dele. - oi, Carla, bem-vinda de novo. - oi, Raul. Cumprimentei envergonhada e ele me deu dois beijos nas bochechas. Cumprimentou as outras garotas, conhecia todas menos minha prima. Colocou o carimbo na gente e deixou a gente entrar. Já tava lá dentro há um tempo quando recebi uma mensagem de ele. - desce até a área dos banheiros, tô te esperando aqui no fim do corredor. Falei pra minha prima que voltava daqui a pouco, que ia ver o Raul. Desci as escadas tímida e vi ele no final, ia dar meia-volta mas segui em frente. Quando cheguei, ele abriu uma porta que tinha atrás. - entra, Carla, como cê tá? - bem, um pouco nervosa. - calma. Então ele me pegou pela cintura, me puxou pra perto e beijou meus lábios, e na sequência me beijou de língua, enfiando a língua inteira na minha boca. Entre os braços dele e a força do beijo, me senti delicada e frágil, adorava aquela sensação, me fazia sentir uma nenzinha delicada. - então, Carla, parece que cê gostou daquela outra noite. - sim. - pois não queria, ficava dizendo que não era uma nena, parece que é sim, né. - sim. - agora me fala que cê quer ser minha nena. - sim, quero ser sua nena. - e cê é uma nena gulosa, né. - sim. - então cê já sabe o que fazer. Ele me empurrou pra baixo. - chupa meu pau. - aqui, podem nos pegar. - calma, aqui não vem ninguém, e quero trabalhar feliz depois de um boquete gostoso. Vai, ajoelha que não temos muito tempo. Obedeci o que ele disse, ele tirou o pau pra fora, me pegou pela cabeça e aproximou. Abri a boca e comecei a chupar a ponta. No começo, o gosto de xixi me desagradou um pouco, mas passou rápido. Passei a língua por toda a ponta, chupava com os lábios, tava bem gostoso. Me ver ajoelhada ali, chupando o pau dele enquanto ouvia atrás da porta a galera indo pro banheiro, me deixou muito tesuda. - cê gosta do meu pau, né, nena. - mmmm, sim, gosto. - continua chupando assim, nena, assim, cê faz muito bem, putinha que cê é. - mmmmm, sim, cê gosta de como eu chupo? - sim, continua assim, putinha, vou te dar sua primeira consumação de graça. Foi só ele falar isso e encheu minha boca de porra. Não consegui engolir tudo, tirei o pau da boca pra respirar, mas ele enfiou de novo. - continua, nena, continua, tenho mais porra pra você. As próximas descargas foram Suave e toda essa porra, gozei na minha barriga. - Gostou da consumação, minha putinha? - Sim. - Se limpa e vamos lá fora, às quatro te espero na porta pra te levar pra casa. Minhas amigas estavam me esperando lá em cima. - Ei, priminha, esse Raúl é bem gostoso. - É, né. - Ele é um quebra-calcinha, aposto que já te convidou pra primeira consumação. - Disse Sandra. - Ele não me convidou pra nada. - Não, tô falando que lá embaixo você já chupou ele, eu também já passei por isso, Carlita, somos umas quantas aqui que já comemos dessa merda. Não sabia pra onde olhar nem o que dizer. - Prima, olha pra mim, você chupou ele agora. - Bom, um pouco. - Um pouco, o quê? - Para com isso, prima, sim, chupei ele, tá bom. - Que putinha que me saiu minha prima. Depois saímos um pouco pra voltar mais tarde, ainda não tinha clima, mais tarde, quando voltamos, dançamos, bebemos, rimos e nos divertimos pra caralho, eu cada vez me sentia mais à vontade e confortável, entre elas me sentia uma garota normal, me sentia feliz, antes das quatro da manhã minha prima foi embora com o namorado, e as amigas algumas também com os caras delas, ficamos só eu e Sandra, até que depois das quatro o Raúl veio me buscar. - E aí, gata, vamos. Ele disse me pegando pela cintura e me dando um beijo na boca. - Sim, vamos. Ele me levou até o carro me segurando pela cintura, pegou o carro mas foi na direção contrária da minha cidade e uns dois quilômetros depois estacionou. - Vamos, gata. - Onde a gente vai? - No apartamento de um amigo, ele me deixou as chaves e a gente vai ficar mais à vontade. A verdade é que eu tava nervosa, era minha segunda vez com ele, a primeira foi quase forçada, mas dessa vez eu fui porque queria, só que não sabia como deveria me comportar. Entramos e ele me levou direto pra um quarto com uma cama pequena, sentamos e ele começou a me beijar, deitamos nos beijando, ele levantou minha saia e ficou passando a mão na minha bunda por cima da calcinha, fiquei com tesão na hora e procurei o pau dele dentro da calça, já tava meio duro, enquanto eu acariciava ele, ele mesmo se... Tirou a camiseta e desabotoou a calça, tirando junto com a cueca, ficando completamente nu na minha frente. Sei lá, acho que deve ser algo que a gente carrega, porque eu já me considerava uma garota. Comecei a masturbar ele enquanto a gente se beijava, e sem ele falar nada, fui descendo, passando pelo peito dele, pela barriga, até chegar na rola dele. Senti primeiro o cheiro, aquele cheiro de homem, sei lá, eu gostava. Comecei, ansiosa, a chupar a rola dele. Agia por conta própria, sem perceber, sabia o que tinha que fazer. Enquanto chupava, ele ia falando: "Que bem que você faz, sua putinha", "Que gulosa você é", e isso me deixava com mais tesão e com mais vontade de chupar. Imaginava que tava fazendo bem, ouvia ele gemer. "Ahhh, continua assim, putinha, que eu vou gozar." Comecei a subir e descer cada vez mais rápido, enfiava ela inteira na boca. Notei que ele ficou mais tenso e, de repente, descarregou na minha boca. Engasguei e não consegui engolir tudo, mas continuei chupando e recebendo porra na boca, que eu ia engolindo. A rola foi amolecendo um pouco, mas eu continuei chupando, não queria desperdiçar aquela porra, eu gostava. Deixei ela bem limpinha, chupei os ovos dele onde tinha resto de porra. "Você gosta da minha porra, putinha?" "Sim, é gostosa." Então ele me virou. "Fica de quatro." Fiquei de quatro, ele se colocou atrás de mim. Eu, com a saia levantada, fiquei apalpando bem minha bunda. Levei umas palmadas, afastei minha calcinha pro lado e ele começou a chupar meu cu. Que gostoso que era aquilo, já me fazia gemer que nem uma menina. Ele me lubrificou bem, enfiou um dedo, depois dois, que fez entrar e sair umas quantas vezes. Me segurou pela cintura com uma mão e já senti a rola dele abrindo caminho. Senti dor, mas entrou fácil, inteira. Ele começou a me foder devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos. Me fazia morrer de prazer, eu gemia que nem uma louca. Ele meteu quatro porradas bem fortes que me fizeram gritar. Que gostoso que era aquilo, me lembrava dos vídeos que tinha visto de garotas de quatro sendo fodidas e ficava com mais tesão. agora eu estava igual a elas, recebendo uma bela foda gostosa, pensei que nunca ia acabar, também não queria que ele gozasse, só queria que continuasse me fodendo, até que ele gozou e se deitou do meu lado na cama. Eu me virei de lado, extasiada, sem forças, coloquei uma das minhas mãos no peito dele e dei um beijo na bochecha dele. Me sentia muito bem ali com ele, completamente nu, e eu toda vestida. Comecei de novo a acariciar o peito dele, até chegar no pau dele, que comecei a tocar e de novo foi crescendo. — Quer mais, minha princesa? — Sim, não sei, me atrai muito o seu pau. — Isso é normal, gata, é todo seu, vamos. Ele deu um tapinha na minha cabeça e eu entendi rapidamente a ordem, me joguei nele pra saborear de novo. Ele não me deixou chupar por mais de uns dois minutos, tirou da minha boca, colocou uma camisinha, me virou de barriga pra cima, se colocou entre minhas pernas e meteu de uma vez, fazendo eu dar um primeiro grito. Começou me fodendo com movimentos rápidos e duros, eu gemia, gritava e olhava na cara dele pedindo mais. — Mmmm ahhhh sim, continua, não para, porra, que gostoso. Ele não dizia nada, só me fodia e sorria. — Ahhhh continua assim, ahhhh eu gosto de ser uma princesinha. Quando ele gozou, deu umas estocadas bem fortes e ficou deitado em cima de mim, entre minhas pernas, me beijando. — Gostou, Carla? — Sim, muito, mas você teria que me levar pra casa agora. — Sim, claro, vamos. — Preciso ir ao banheiro, onde é? — Aquela porta na frente. Fui ao banheiro sem nem baixar a saia e as calcinhas de lado, do jeito que ele tinha colocado. Entrei, baixei a calcinha e sentei como uma princesinha pra fazer xixi. Peguei um pouco de papel e limpei, as calcinhas estavam totalmente molhadas do meu fluxo vaginal — vou chamar assim porque gozei enquanto era fodida e gozei sem me tocar. Limpei bem minha entreperna e saí pronta pra ir pra casa. De volta pra casa foi quando percebi que estava vestida de menina, que minha roupa estava na casa da Sandra, que ao chegar na vila eu teria que ter ido casa dos meus avós que tá vazia, me mudar pra lá e voltar pra casa como Carlos, mas agora já não dava mais. Tinha que entrar em casa com cuidado, sem fazer barulho pra não acordar minha mãe, que sempre me escutava mesmo sem levantar. Ela sempre perguntava como eu tava quando chegava. Entrei em casa com cuidado, tirei os sapatos e, quando fui pro meu quarto, entrei e em cima da cama tinha um pacote embrulhado em papel de presente, junto com um envelope e um bilhete no envelope. "Não abra o pacote sem ler o que tá escrito no envelope." Abri o envelope. "Oi, ontem te vi com a Cristina e suas amigas à tarde. Primeiro, quase fui falar com você, mas percebi uma coisa: seu rosto irradiava felicidade, você tava contente e feliz. E lembrei que essa cara de felicidade eu só tinha visto uma vez em muitos anos, e foi no fim de semana de carnaval que você saiu pela cidade vestida de garota. Eu me segurei pra não estragar a festa de vocês. Como tava fazendo compras, pensei em comprar algo pra você. Abre agora e depois continua lendo o segundo papel." Abri o pacote nervosa. Dentro tinha uma camisola, uma calcinha de renda e um sutiã, tudo rosa. Deixei em cima da cama e peguei o outro papel. "Espero que tenha gostado. Se vestir, espero que durma bem com ele. Quando acordar, gostaria de ver como fica em você, mas só quero ver vestido pra saber se tenho que te chamar de Carla a partir de agora. Sou sua mãe e te amo muito, quer você decida ser minha filha ou meu filho, sempre vou te apoiar em tudo. Beijos. Mamãe." Terminei de ler emocionada. Minha decisão já tava clara desde antes, mas não sabia como ia falar com minha mãe, e ela já tinha me dado o último empurrão. Tirei a roupa e fui pro banheiro, tomei um banho. Queria estar limpa pra vestir aquilo. Saí do banheiro com meu conjunto e minha camisola, toda feliz, e me deitei. No começo, foi difícil, me senti estranha dormindo de camisola, sentia que ela subia, mas... Acabei dormindo sem perceber, acordei lá pro meio-dia, a primeira coisa que fiz foi me olhar no espelho com minha camisola nova, levantei ela e fiquei olhando minha calcinha rosa, não podia acreditar, um presente da minha mãe. Fui pro banheiro, como manda o figurino, fiz xixi sentada, fiquei pensando um tempão antes de sair. Minha mãe tava na cozinha, saí nervosa, sabia que ia ser um momento muito importante pra mim, e entrei na cozinha. — Bom dia, mãe. Ela ficou me olhando, sorrindo. — Bom dia, filha. Cheguei perto dela pra dar um beijo e me abracei nela, chorando. — Não chora, minha menina, só quero saber se você tem certeza disso. — Tenho, mãe. — Então só vou te dizer que isso a gente vai levar juntas, não vai ser fácil, mas se é o que você quer, vou te ajudar e te apoiar em tudo. — Obrigada, mãe. — Vou ter que me acostumar a te chamar de Carla. — Sim, mãe. Sentei pra tomar café enquanto minha mãe preparava o almoço, mas tinha outra pessoa muito importante na minha vida: minha prima. — Mãe, podemos convidar a Cristina pra almoçar? — Claro. Na hora mandei uma mensagem pra ela dizendo pra descer que tava convidada pra almoçar, dez minutos depois ela bateu na porta, abri de camisola e ela ficou me olhando. — O que você tá fazendo assim? — Entra, já te conto. — Sua mãe não tá? — Vem, vamos pra cozinha. Quando entrou na cozinha e viu minha mãe, ficou nos olhando sem entender nada. Nós duas explicamos e ela ficou bem surpresa, mas muito feliz por ter uma prima nova. Naquela mesma tarde, fiz meu primeiro passeio pela cidade sem nenhum pudor, com um vestido da minha prima. Em dois meses, comecei a TH, minha mãe tratou de me arrumar especialistas pra minha transição e comecei uma vida nova. Voltei no sábado seguinte pra balada e foi a última vez que transei com o Raúl. A partir daí, tive sorte com os caras, não faltava nenhum fim de semana. Minha prima dizia que eu tinha virado uma putinha, e ela tava certa, pegava todo fim de semana, e nunca me faltava uma boa rola. me levar à boca.

0 comentários - A gostosa da colegial