Depois daquele encontro com o Neri, não soube mais dele por um bom tempo. Acontece que ele se mudou de cidade (supostamente). Enfim, não repetimos a dose, ele acabou sendo só mais um qualquer. O tempo passou e no meu perfil secreto do Facebook só chegavam caras perguntando se eu tinha local ou pedindo fotos sensuais (coisas que nós, travestis, odiamos, e não me deixam mentir: tem muito cara assim, sério, se querem um encontro com uma passiva, pelo menos paguem o hotel). De vez em quando, eu dava uma moral pra algum sortudo com uma videochamada, onde eu dançava e desfilava com minhas roupas. Já tinha comprado mais, até um par de tênis, mas de vez em quando ainda pegava alguns da minha mãe.
Assim foi passando o tempo, até que um dia conheci um garoto mais ou menos da minha idade. A gente se conheceu pelo Facebook, a rotina foi a mesma: primeiro uma videochamada onde dancei um pouco pra ele, e finalmente chegou o dia de nos encontrarmos. O garoto tinha pegado emprestado o táxi do tio dele pra poder ir pro motel com mais discrição. O encontro foi o de sempre: ponto de encontro no meio do caminho e de lá pro motel. A conversa foi normal, sobre se estávamos limpos e se tinha levado o combinado. Como eu já tinha minha própria roupa de puta, ele escolheu o que eu usaria naquele dia: era uma saia colegial cinza, tipo de ensino médio, um corset preto e as meias pretas, mas também levei umas meias brancas junto com a blusa combinando.
Quando cheguei no hotel, a primeira coisa que fiz foi colocar um pornô na TV pra gente se inspirar. Pedi pra ela se despir enquanto eu entrava no banheiro pra me trocar. Coloquei primeiro as meias, que eram de gel e ajustavam sem precisar de cinta, seguidas da calcinha fio-dental preta bem apertada, que mal deixava meu pau escapar. Depois, o espartilho, que realçava e levantava meu peito, dando um aspecto mais feminino. Por último, a peruca cacheada e um pouco de perfume que acentuava a feminilidade.
Quando saí do banheiro, ela ainda não tinha se despido, mas estava assistindo a TV atentamente. Assim que me viu, ficou bem mais excitada — percebi pelo volume na calça dela, que cresceu bastante.
— Você é muito mais gostosa ao vivo — ela disse, se aproximando de mim com desejo nos olhos.
— Obrigada — respondi, enquanto começava a andar na direção dela e os saltos faziam barulho.
Quando nos encontramos, a primeira coisa que fiz foi tocar a virilha dela, enquanto ela me dava um beijo forte na boca, descendo logo para o meu pescoço, me excitando e arrancando alguns gemidos de prazer que fizeram minha mão deslizar até a virilha dela. Senti a calça dela ficando mais dura. Continuamos nos beijando apaixonadamente enquanto eu tentava enfiar a mão dentro da calça dela, mas o cinto não deixava. Então, me ajoelhei na frente dela como uma puta no cio, desafivelando o cinto, abrindo a calça e puxando tudo até deixá-la só de cueca. Quando tirei o último pedaço de pano que me separava daquele pedaço gostoso de carne, ele pulou na minha frente, deixando eu ver o tamanho real. Era um pouco menor do que eu esperava, uns 10 cm, mas gostei do visual: reto, completamente circuncidado e com veias bem marcadas. Uma rola bonita, pra ser sincera.
Não perdi tempo e enfiei na minha boca, comecei a chupar que nem uma louca, entrava e saía da minha boca deixando ele mais e mais duro. Num ponto, tirei da boca e segurei com uma mão pra dar umas lambidas no freio, o que fez o moleque soltar vários gemidos de prazer, até que de repente ele gozou na minha cara. Continuei chupando um pouco até a ereção baixar, fui no banheiro pegar papel e, quando voltei, ele já tava subindo as calças.
— O que cê tá fazendo?
— É que foi ruim.
— Ruim como? O que a gente fez?
— Vou embora.
Assim que falou isso, saiu do quarto, me deixando sozinha e decepcionada com aquela experiência ruim. Mas depois eu me vinguei, hehe.
Além disso, tive outra experiência mais ou menos. Do mesmo jeito, conheci ele pelo Facebook. Era um cara de uns cinquenta ou quase sessenta anos. Me pediu pra ir até o trabalho dele, como ele era vigia noturno, tava de boa.
Naquele dia que fui visitar ele, eu tava meio bêbada. Era de noite, então, sozinha e de pileque, fiquei com tesão. Me vesti de novinha, usando uma meia lisa preta, um body bem justinho de renda, junto com meu babydoll preto de bolinhas. Aliás, a foto seguinte sou eu.
Bem, já meio alterada, vestida e com a libido a mil, entrei no meu perfil de travesti no Facebook atrás de sexo. Justamente o primeiro que me mandou mensagem foi ele. A conversa foi curta: ele me mandou a localização do trabalho dele, trocamos umas fotos — eu mostrando como tava vestida, ele mostrando o pau dele — e pronto, foi isso. Pouco tempo depois, já tava no Uber com a roupa por baixo da minha roupa de menino, a peruca, a maquiagem e os saltos numa bolsa. Quando cheguei, ele já tava me esperando do lado de fora. Era um depósito branco com um portão de metal também branco. Ele tava sentado numa cadeira sem encosto, na frente de uma porta menor que tava aberta. Paguei a corrida, saí do carro e fui até ele. Cumprimentei pelo nome, Octavio, e ele respondeu: "Sim, você é a Amanda?", perguntou. Respondi que sim, e ele me guiou até uma sala de reuniões que também era o quarto onde ele dormia durante o turno. Tirei a roupa na frente dele, mostrando como eu tava vestida. Ele gostou pra caralho. Coloquei os saltos, a peruca e passei a maquiagem enquanto ele mexia no celular. "Você tá gostosa assim, yummy", ele disse, se aproximando e tentando beijar meu pescoço (com os saltos, eu era mais alta que ele). Os beijos dele eram gostosos, e a barba arranhava meu pescoço, mas era uma sensação deliciosa. Num momento, ele se afastou, desabotoou a calça e tirou tudo, deixando eu ver o pau dele — comprido e torto. Por segurança, coloquei uma camisinha com sabor e comecei a chupar. Por causa da idade ou sei lá o quê, não tava totalmente duro, e fiquei chupando aquele pau gostoso por um tempo até ele ficar tão duro que quase formava um ângulo côncavo. Me apoiei numa mesa pra ele me comer por trás, mas ele recusou. "É que assim eu gozo rápido", ele disse, subindo na mesa com o pau pra cima, me convidando pra sentar nele.
Eu, bem entendida, aceitei sentando em cima dela, era uma delícia no meu cu e comecei a me mexer bem gostoso pra cima e pra baixo e pra frente e pra trás, enquanto ele apertava meu peito e meus bicos. Num ponto, ele começou a me comer rápido, fazendo eu sentir que tava quase gozando (embora ainda faltasse um bocado). Foi aí que ele terminou e acabou, saiu de dentro de mim, deixou a camisinha no banheiro. Perguntei se a gente ia fazer de novo, mas ele disse que só dava uma vez. Fui embora bem decepcionada, embora ainda tenha o número dele pra caso um momento de desespero precise, mas duvido muito, por mais boa rola que ele tenha. Pouco tempo depois, conheci outro cara pelo Facebook, quase a mesma dinâmica que a do Octavio, mas dessa vez ele passou me pegar e fomos pra um motel. O cara era gordinho (nada contra). Naquela ocasião, fui vestida com minha saia de colegial, blusa preta e meia preta, além dos meus saltos. Mesma rotina: boquete, trepada em uma posição e o segundo round na mesma coisa, tudo em menos de 10 minutos. Não vi ele de novo, ele ainda me procura, talvez eu dê outra chance, mas não sei. Depois de alguns meses, o primeiro cara me mandou mensagem de novo, a gente conversou um tempo até ele me contar o que realmente queria (óbvio). No fim, aceitei depois de muita insistência, só por curiosidade. Dessa vez, a gente se viu num motel já direto, ele reservou o quarto, cheguei na hora combinada, mas qual foi minha surpresa ao ver ele também vestido de menina. Ele tava de tanguinha rosa, um baby doll verde transparente e meia-calça cor da pele, junto com uma peruca lisa meio desalinhada e batom vermelho. — O que achou de mim? — Não esperava te ver assim — respondi. — É que nesse tempo aconteceram muitas coisas — ele disse com um sorriso. Pra encurtar, ele me contou que já tinha transado com mais travestis, até que uma vez uma transexual full penetrou ele bem gostoso e desde então ele pegou gosto por rola hahaha. Resumo, ele queria que eu também comesse ele e ele a mim, então... Aceita. Me troquei na frente dele pra ele ver minha buceta, a foto que vem (acho que não me descrevi direito, tenho 1,71, sou meio cheinha agora e com uma buceta boa). Me despi na frente dele e vesti o que eu tinha: uma calcinha preta e uma rede rapidinho, não queria perder tempo com ele, mas queria que ele visse o que ia comer. Assim que me viu vestida e pronta, o pau dele subiu, dava pra ver pela roupa e isso me excitou. A gente se beijou apaixonadamente, brincando com as línguas. Ele agarrou minha buceta, se ajoelhou pra chupar ela, exatamente como eu tinha feito com ele meses antes. Só afastou a calcinha de lado e comeu tudo como uma desesperada, até as bolas. — Você virou uma putinha mesmo, né? — falei enquanto ele chupava minhas bolas. — Mmmju — ele só respondia, continuando a lamber minhas bolas como a putinha viada que é. Tirei o pau da boca dele e dei várias tapas na cara dele com ele. — Putinha que você é, gosta da minha buceta? — Sim, Mami, me dá ela, por favor, me dá mais — e de repente enfiei de volta na boca dele — Então engole tudo, putinha — falei enquanto metia na boca dele, fazendo ele engasgar — A verdade é que eu tava com raiva do que tinha acontecido — Engole toda minha buceta, putinha. — Sim, gata, me dá tudo, adoro — ele conseguia falar entre as metidas. Não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas me excitou tanto que decidi chupar ele também. — Vamos lá, putinha, deita na cama, quero comer esse pau — Ele obedeceu como a vadiazinha submissa que era. Tirei a meia-calça dele e chupei o pau dele, também tava bem duro, mas dessa vez ele aguentou muito mais. O pau dele tinha um gosto bom, e a gente se ajeitou pra fazer um 69 gostoso, as duas meninas com os clitóris bem durinhos. — Agora me fode, por favor — ele falou com uma voz submissa. — Vira, putinha — falei enquanto pegava as camisinhas e o lubrificante. Ela rapidamente ficou de quatro, me entregando o cu como uma submissa. Cuspi no ânus dele pra lubrificar e passei mais no meu pau e no cu dele, ouvindo os gemidos de mulher dele só com o roçar do meu pau lubrificado. que me excitava pra caralho, aos poucos comecei a meter e os gemidos dela iam aumentando de intensidade até que de uma vez só enfiei tudo pra ela saber quem tava no comando dela.
- Você gosta de ser minha putinha? Gosta de ser minha raposinha? - eu dizia enquanto metia nela com minha roupa de mulher, e ela de quatro, toda uma putinha submissa. - Sim, Mamãe, adoro, mais, mais. As pernas dela começaram a ceder de prazer e rapidamente montei nela por completo. - Você me devia essa, viado, me devia uma foda - falei no ouvido dela enquanto metia bem forte. - Sim, meu amor, sim. Eu saí e virei ela, arranquei a tanga e a meia-calça, deixando ela de pernas abertas na minha frente, meti o pau de novo, colocando as pernas dela nos meus ombros. - Assim que você gosta de ser minha raposinha? De ser comida como mulher? - Sim, assim, buceta, assim, sou bem viado. - Você é meu viado, entendeu, meu - falei enquanto dava um tapa nela e colocava minha mão no pescoço dela.
Fiquei comendo ela assim por um bom tempo até que me aqueci e coloquei uma camisinha na pica dela pra sentar em cima.
— Me come, viado, me come — eu falava enquanto me movia pra frente e pra trás sentindo a pica gostosa dela, enquanto ele tocava meu peito e eu dava tapas na cara dele — Me come, viado.
— Sim, meu amor, sim — ele tirou a camisinha pra se masturbar e gozou enquanto eu também gozava com o trabalho manual dele.
Terminamos e fizemos de novo, tudo acabou bem com ele. No final, prometemos nos ver de novo e até hoje, de vez em quando, a gente se encontra pra transar, mas já é menos porque conheci meu colega de apartamento, com quem vivi várias aventuras que vou contar em outras histórias.
Assim foi passando o tempo, até que um dia conheci um garoto mais ou menos da minha idade. A gente se conheceu pelo Facebook, a rotina foi a mesma: primeiro uma videochamada onde dancei um pouco pra ele, e finalmente chegou o dia de nos encontrarmos. O garoto tinha pegado emprestado o táxi do tio dele pra poder ir pro motel com mais discrição. O encontro foi o de sempre: ponto de encontro no meio do caminho e de lá pro motel. A conversa foi normal, sobre se estávamos limpos e se tinha levado o combinado. Como eu já tinha minha própria roupa de puta, ele escolheu o que eu usaria naquele dia: era uma saia colegial cinza, tipo de ensino médio, um corset preto e as meias pretas, mas também levei umas meias brancas junto com a blusa combinando.
Quando cheguei no hotel, a primeira coisa que fiz foi colocar um pornô na TV pra gente se inspirar. Pedi pra ela se despir enquanto eu entrava no banheiro pra me trocar. Coloquei primeiro as meias, que eram de gel e ajustavam sem precisar de cinta, seguidas da calcinha fio-dental preta bem apertada, que mal deixava meu pau escapar. Depois, o espartilho, que realçava e levantava meu peito, dando um aspecto mais feminino. Por último, a peruca cacheada e um pouco de perfume que acentuava a feminilidade.Quando saí do banheiro, ela ainda não tinha se despido, mas estava assistindo a TV atentamente. Assim que me viu, ficou bem mais excitada — percebi pelo volume na calça dela, que cresceu bastante.
— Você é muito mais gostosa ao vivo — ela disse, se aproximando de mim com desejo nos olhos.
— Obrigada — respondi, enquanto começava a andar na direção dela e os saltos faziam barulho.
Quando nos encontramos, a primeira coisa que fiz foi tocar a virilha dela, enquanto ela me dava um beijo forte na boca, descendo logo para o meu pescoço, me excitando e arrancando alguns gemidos de prazer que fizeram minha mão deslizar até a virilha dela. Senti a calça dela ficando mais dura. Continuamos nos beijando apaixonadamente enquanto eu tentava enfiar a mão dentro da calça dela, mas o cinto não deixava. Então, me ajoelhei na frente dela como uma puta no cio, desafivelando o cinto, abrindo a calça e puxando tudo até deixá-la só de cueca. Quando tirei o último pedaço de pano que me separava daquele pedaço gostoso de carne, ele pulou na minha frente, deixando eu ver o tamanho real. Era um pouco menor do que eu esperava, uns 10 cm, mas gostei do visual: reto, completamente circuncidado e com veias bem marcadas. Uma rola bonita, pra ser sincera.
Não perdi tempo e enfiei na minha boca, comecei a chupar que nem uma louca, entrava e saía da minha boca deixando ele mais e mais duro. Num ponto, tirei da boca e segurei com uma mão pra dar umas lambidas no freio, o que fez o moleque soltar vários gemidos de prazer, até que de repente ele gozou na minha cara. Continuei chupando um pouco até a ereção baixar, fui no banheiro pegar papel e, quando voltei, ele já tava subindo as calças.
— O que cê tá fazendo? — É que foi ruim.
— Ruim como? O que a gente fez?
— Vou embora.
Assim que falou isso, saiu do quarto, me deixando sozinha e decepcionada com aquela experiência ruim. Mas depois eu me vinguei, hehe.
Além disso, tive outra experiência mais ou menos. Do mesmo jeito, conheci ele pelo Facebook. Era um cara de uns cinquenta ou quase sessenta anos. Me pediu pra ir até o trabalho dele, como ele era vigia noturno, tava de boa.
Naquele dia que fui visitar ele, eu tava meio bêbada. Era de noite, então, sozinha e de pileque, fiquei com tesão. Me vesti de novinha, usando uma meia lisa preta, um body bem justinho de renda, junto com meu babydoll preto de bolinhas. Aliás, a foto seguinte sou eu.
Bem, já meio alterada, vestida e com a libido a mil, entrei no meu perfil de travesti no Facebook atrás de sexo. Justamente o primeiro que me mandou mensagem foi ele. A conversa foi curta: ele me mandou a localização do trabalho dele, trocamos umas fotos — eu mostrando como tava vestida, ele mostrando o pau dele — e pronto, foi isso. Pouco tempo depois, já tava no Uber com a roupa por baixo da minha roupa de menino, a peruca, a maquiagem e os saltos numa bolsa. Quando cheguei, ele já tava me esperando do lado de fora. Era um depósito branco com um portão de metal também branco. Ele tava sentado numa cadeira sem encosto, na frente de uma porta menor que tava aberta. Paguei a corrida, saí do carro e fui até ele. Cumprimentei pelo nome, Octavio, e ele respondeu: "Sim, você é a Amanda?", perguntou. Respondi que sim, e ele me guiou até uma sala de reuniões que também era o quarto onde ele dormia durante o turno. Tirei a roupa na frente dele, mostrando como eu tava vestida. Ele gostou pra caralho. Coloquei os saltos, a peruca e passei a maquiagem enquanto ele mexia no celular. "Você tá gostosa assim, yummy", ele disse, se aproximando e tentando beijar meu pescoço (com os saltos, eu era mais alta que ele). Os beijos dele eram gostosos, e a barba arranhava meu pescoço, mas era uma sensação deliciosa. Num momento, ele se afastou, desabotoou a calça e tirou tudo, deixando eu ver o pau dele — comprido e torto. Por segurança, coloquei uma camisinha com sabor e comecei a chupar. Por causa da idade ou sei lá o quê, não tava totalmente duro, e fiquei chupando aquele pau gostoso por um tempo até ele ficar tão duro que quase formava um ângulo côncavo. Me apoiei numa mesa pra ele me comer por trás, mas ele recusou. "É que assim eu gozo rápido", ele disse, subindo na mesa com o pau pra cima, me convidando pra sentar nele.
Eu, bem entendida, aceitei sentando em cima dela, era uma delícia no meu cu e comecei a me mexer bem gostoso pra cima e pra baixo e pra frente e pra trás, enquanto ele apertava meu peito e meus bicos. Num ponto, ele começou a me comer rápido, fazendo eu sentir que tava quase gozando (embora ainda faltasse um bocado). Foi aí que ele terminou e acabou, saiu de dentro de mim, deixou a camisinha no banheiro. Perguntei se a gente ia fazer de novo, mas ele disse que só dava uma vez. Fui embora bem decepcionada, embora ainda tenha o número dele pra caso um momento de desespero precise, mas duvido muito, por mais boa rola que ele tenha. Pouco tempo depois, conheci outro cara pelo Facebook, quase a mesma dinâmica que a do Octavio, mas dessa vez ele passou me pegar e fomos pra um motel. O cara era gordinho (nada contra). Naquela ocasião, fui vestida com minha saia de colegial, blusa preta e meia preta, além dos meus saltos. Mesma rotina: boquete, trepada em uma posição e o segundo round na mesma coisa, tudo em menos de 10 minutos. Não vi ele de novo, ele ainda me procura, talvez eu dê outra chance, mas não sei. Depois de alguns meses, o primeiro cara me mandou mensagem de novo, a gente conversou um tempo até ele me contar o que realmente queria (óbvio). No fim, aceitei depois de muita insistência, só por curiosidade. Dessa vez, a gente se viu num motel já direto, ele reservou o quarto, cheguei na hora combinada, mas qual foi minha surpresa ao ver ele também vestido de menina. Ele tava de tanguinha rosa, um baby doll verde transparente e meia-calça cor da pele, junto com uma peruca lisa meio desalinhada e batom vermelho. — O que achou de mim? — Não esperava te ver assim — respondi. — É que nesse tempo aconteceram muitas coisas — ele disse com um sorriso. Pra encurtar, ele me contou que já tinha transado com mais travestis, até que uma vez uma transexual full penetrou ele bem gostoso e desde então ele pegou gosto por rola hahaha. Resumo, ele queria que eu também comesse ele e ele a mim, então... Aceita. Me troquei na frente dele pra ele ver minha buceta, a foto que vem (acho que não me descrevi direito, tenho 1,71, sou meio cheinha agora e com uma buceta boa). Me despi na frente dele e vesti o que eu tinha: uma calcinha preta e uma rede rapidinho, não queria perder tempo com ele, mas queria que ele visse o que ia comer. Assim que me viu vestida e pronta, o pau dele subiu, dava pra ver pela roupa e isso me excitou. A gente se beijou apaixonadamente, brincando com as línguas. Ele agarrou minha buceta, se ajoelhou pra chupar ela, exatamente como eu tinha feito com ele meses antes. Só afastou a calcinha de lado e comeu tudo como uma desesperada, até as bolas. — Você virou uma putinha mesmo, né? — falei enquanto ele chupava minhas bolas. — Mmmju — ele só respondia, continuando a lamber minhas bolas como a putinha viada que é. Tirei o pau da boca dele e dei várias tapas na cara dele com ele. — Putinha que você é, gosta da minha buceta? — Sim, Mami, me dá ela, por favor, me dá mais — e de repente enfiei de volta na boca dele — Então engole tudo, putinha — falei enquanto metia na boca dele, fazendo ele engasgar — A verdade é que eu tava com raiva do que tinha acontecido — Engole toda minha buceta, putinha. — Sim, gata, me dá tudo, adoro — ele conseguia falar entre as metidas. Não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas me excitou tanto que decidi chupar ele também. — Vamos lá, putinha, deita na cama, quero comer esse pau — Ele obedeceu como a vadiazinha submissa que era. Tirei a meia-calça dele e chupei o pau dele, também tava bem duro, mas dessa vez ele aguentou muito mais. O pau dele tinha um gosto bom, e a gente se ajeitou pra fazer um 69 gostoso, as duas meninas com os clitóris bem durinhos. — Agora me fode, por favor — ele falou com uma voz submissa. — Vira, putinha — falei enquanto pegava as camisinhas e o lubrificante. Ela rapidamente ficou de quatro, me entregando o cu como uma submissa. Cuspi no ânus dele pra lubrificar e passei mais no meu pau e no cu dele, ouvindo os gemidos de mulher dele só com o roçar do meu pau lubrificado. que me excitava pra caralho, aos poucos comecei a meter e os gemidos dela iam aumentando de intensidade até que de uma vez só enfiei tudo pra ela saber quem tava no comando dela.
- Você gosta de ser minha putinha? Gosta de ser minha raposinha? - eu dizia enquanto metia nela com minha roupa de mulher, e ela de quatro, toda uma putinha submissa. - Sim, Mamãe, adoro, mais, mais. As pernas dela começaram a ceder de prazer e rapidamente montei nela por completo. - Você me devia essa, viado, me devia uma foda - falei no ouvido dela enquanto metia bem forte. - Sim, meu amor, sim. Eu saí e virei ela, arranquei a tanga e a meia-calça, deixando ela de pernas abertas na minha frente, meti o pau de novo, colocando as pernas dela nos meus ombros. - Assim que você gosta de ser minha raposinha? De ser comida como mulher? - Sim, assim, buceta, assim, sou bem viado. - Você é meu viado, entendeu, meu - falei enquanto dava um tapa nela e colocava minha mão no pescoço dela.
Fiquei comendo ela assim por um bom tempo até que me aqueci e coloquei uma camisinha na pica dela pra sentar em cima. — Me come, viado, me come — eu falava enquanto me movia pra frente e pra trás sentindo a pica gostosa dela, enquanto ele tocava meu peito e eu dava tapas na cara dele — Me come, viado.
— Sim, meu amor, sim — ele tirou a camisinha pra se masturbar e gozou enquanto eu também gozava com o trabalho manual dele.
Terminamos e fizemos de novo, tudo acabou bem com ele. No final, prometemos nos ver de novo e até hoje, de vez em quando, a gente se encontra pra transar, mas já é menos porque conheci meu colega de apartamento, com quem vivi várias aventuras que vou contar em outras histórias.
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