Meu primeiro traveco

No final da minha adolescência, viajei com um amigo para a capital. A gente foi por causa de um negócio dele, e eu fui junto. Passamos o dia todo dando voltas e, quando começou a escurecer, fomos tomar umas brejas. Ficamos meio altos, e deu vontade de visitar umas putas. O problema é que não conhecíamos muito a cidade. Damos um monte de voltas procurando. Não tínhamos coragem de perguntar também. Depois de andar um bocado, chegamos num boulevard que, de primeira, parecia cheio de putas. Mas eram travestis. A gente percebeu na hora, óbvio, continuamos andando e não paravam de aparecer. Já estava há umas 2 horas andando atrás de um lugar pra foder, naquele ponto da noite e meio bêbados, tava pouco nos importando. Paramos pra conversar com uma. Tava mais barato, assim que ela falou o preço, chegou perto de mim e tocou no meu pau. Eu não tava duro, mas meio acordado, quando ela tocou, meu pau pulsou. Endureceu por um instante, e o travesti sorriu. Aí tocou no meu amigo e repetiu o gesto. — Vamos — ela disse, e andamos algumas quadras pra longe do boulevard. Onde estava mais escuro e tranquilo. Na entrada de uma garagem, o travesti se agachou. Ela usava um vestido bem justo, que nas laterais era amarrado com uns cordões. Deixando ver as pernas, os quadris e todo o perfil dos dois lados. Com um decote exagerado, os dois peitos estavam no lugar, comprimidos pelo decote, quase estourando. A bunda também estava perfeita. Redondinha, empinada, abria fácil pra expor um buraquinho dilatado. Com o qual eu só sonhava enquanto ela chupava nosso pau. O do meu amigo era o dobro do tamanho do meu naquela hora. A trava chupou os dois paus igualmente, até que meu amigo decidiu meter. Ele bombava aquele cu como nunca tinha visto antes. Os gemidos da trava saíam espontâneos... ela me chupava com uma intensidade gostosa, tanto que mal conseguia respirar de vez em quando, e soltava um gemido. Meu amigo gozou rápido... e chegou minha vez. Fiquei atrás e observei tudo. Nenhum... Eu sabia que era minha primeira vez. Eu nunca tinha ficado com ninguém. Peguei meu pau e fiz o que via nos filmes pornô, bati na porta do cu dela. Apoiei a cabeça na porta da bunda e empurrei, curtindo cada momento. Conforme eu começava a bombar devagar aquele rabo, percebia algo branco saindo do cu dela. Olhei pro meu amigo e ele não tava de camisinha. Tinha tirado pra foder. Eu não conseguia gozar. Comecei a tocar... Aquelas tetas artificiais, tão lindas mas estranhas. Não ajudavam. Desci as mãos pra barriguinha, me surpreendi com a maciez, me perdi no prazer e no momento e continuei descendo, era só pele até chegar no tronco de um pau que era o meu e o do meu amigo juntos, parecia dormindo, mas não tava. O thong exuberante apertava aquele membro com tanta força que parecia adormecido. Não tive coragem de soltar, meu amigo tava ali. Mas saber disso me excitou e continuei acariciando a monstruosidade na prisão dela. Com timidez. Eu tirei meu pau e fui pedir pra ela chupar. Eu não tinha gozado. Meu amigo já tinha e tava ali se deixando limpar. Eu coloquei o meu junto com o dele. O travesti tirou a camisinha e começou a chupar com devoção. Deixou meu pau duro rapidinho e eu queria uma coisa: gozar dentro. Fiquei atrás dele e o travesti largou meu amigo de lado pra se apoiar na parede. Meu pau entrou fácil naquele cu aberto, mas uma vez enfiado até o fundo, senti a pressão do ânus dele no meu pau e comecei a meter, até quase sair a cabeça, empurrei de novo com toda minha força e repeti. 2, 3, 4 e mais vezes. Cada vez mais rápido, agitado por aqueles gemidos tão lindos que ele soltava. Até que, quando eu tava no clímax, os gemidos pararam. Abri os olhos e vi meu amigo segurando o travesti pelas bochechas de menina que ele tinha, inchadas pelo pau dele, babando e choramingando diante de tanta manifestação de prazer. Aquela imagem me fez gozar. Na hora. Senti o gozo escorrendo por dentro. E quando tirei, jorrei mais um jato na bunda dele. Foi minha primeira gozada. Não foi uma história tão excitante quanto as anteriores ao meu ver. Mas me faltam experiências genuínas para montar relatos da qualidade que quero alcançar. Me ajuda a juntar experiências se você mora em CABA, Argentina. E poder oferecer mais relatos para esta comunidade maravilhosa.

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