Meus começos como sissy foram como os de muitas aqui. Tudo começou desde que eu era criança, não lembro exatamente desde quando, mas sempre me chamou a atenção me vestir de forma feminina, especialmente as roupas da minha mãe. Ela sempre usou calcinhas muito sexy, tangas, fio-dental, renda, meia-calça e todo tipo de lingerie e saltos. Além disso, como ela é costureira, sempre tinha roupa de mulher de todo tipo à minha disposição. Mas o que sempre me chamou a atenção foi uma camisola de renda preta com saia de cetim que pertencia à minha mãe.
Quando eu era criança, minha família mal tava construindo a casa, então a gente dividia um quarto onde meus pais tinham a cama deles do lado da minha. Por muitos anos, eu ouvia eles transando, e sempre me chamou a atenção como devia ser ser a mulher. Eu ainda não sabia o que era sexo nem o que tava rolando de verdade, mas sabia que era bom e proibido.
Minha mãe sempre teve um corpo bonito e, como falei antes, sempre usava roupas muito sexy, especialmente lingerie. Ela tinha fio-dental de todos os tipos e cores, renda, calcinha cavada com renda e calcinhas sexys, também meias e seus respectivos ligas, além de vários camisolas e baby dolls, entre eles o que me meteu em encrenca pela primeira vez. Eu devia ter uns cinco ou seis anos, estávamos vendo TV na cama da minha mãe, e eu, totalmente distraído e curioso, depois de anos vendo as roupas que ela usava, achei fácil vestir o baby doll "discretamente" enquanto estava do lado dela, hahaha. Claro que ela percebeu e me deu uma bronca, disse que eu não era menina e que não devia fazer aquilo, que era errado.
Por uns anos eu parei de fazer isso, até que um dia (a primeira vez que lembro depois daquela história do babydoll) eles foram pra feira e eu fiquei sozinha em casa. Aí a curiosidade falou mais alto, abri a gaveta de roupa íntima dela e a primeira coisa que vi foi uma calcinha com lacinhos azul claro, bem sexy. Eu sabia que esse conjunto tinha um sutiã que combinava, porque já tinha visto minha mãe usando várias vezes. Procurei na gaveta dela por horas e foi exatamente o primeiro que saiu. Me olhei no espelho, me senti muito gostosa, não sabia o que fazer depois daquilo (eu tinha uns 9 ou 10 anos), mas sabia que adorava o que via e o que tava fazendo.
Por muito tempo continuei me vestindo escondido, imitando as mulheres famosas que apareciam quase nuas nas revistas de fofoca, pelo menos até meus pais se divorciarem e eu começar a ter mais tempo para experimentar roupas com mais liberdade. Foi nessa época que descobri a masturbação masculina. Um dia, estava olhando uma revista de carros — muitas delas têm garotas de pouca roupa — e lembro que em uma delas tinha uma mina usando um conjunto rosa, saltos prateados e um vestido prateado brilhante igual. Sabia que minha mãe tinha roupas muito parecidas, incluindo o vestido e os saltos, então me vesti exatamente igual à foto. Fiquei muito excitado, me via idêntico à garota. Como ainda era jovem, não tinha nenhum pelo no corpo, parecia uma menina adolescente. Além disso, era meio cheinha e tinha uns peitinhos muito sexys e gostosos.
Tava com meu pau adolescente todo duro, aí comecei a esfregar ele enquanto olhava pra mina até gozar sem saber o que era, mas foi uma delícia e continuei fazendo isso todo dia que me vestia.
Assim fui passando o tempo entre me vestir escondido e parar de fazer isso por remorso, até que numa das minhas explorações atrás de roupas mais sexy da minha mãe, descobri que ela tinha um par de dildos. Nessa época eu já tava no ensino médio e meus hormônios estavam a mil. Também achei revistas pornô, ficava olhando e me perguntando o que as mulheres sentiam quando estavam sendo comidas. Então continuei com meu gosto de me vestir e um dia decidi experimentar um dos dildos pra ver qual era a sensação de ser mulher.
Ainda lembro perfeitamente, coloquei uma das calcinhas fio dental pretas da minha mãe, lisa, com um triângulo perfeito que se enfiava entre minhas nádegas ainda sem pelos, um sutiãzinho de triângulo com renda, umas meias pretas lisas com uma costura atrás da perna, e aquele baby doll preto que anos atrás já tinha me metido em encrenca, além de umas botas altas que chegavam até os meus joelhos. Eu parecia exatamente uma daquelas mulheres de revista pornô.
Fui pro banheiro com um camisinha, o vibrador e um potinho de vaselina. Tava excitada, mas sabia muito bem o que fazer. Então abri as pernas, igual nos filmes e revistas que já tinha visto, coloquei a camisinha no vibrador e comecei a chupar ele devagar, mais por instinto do que por vontade. Acho que tava nervosa, com medo. Depois passei um pouco de vaselina na ponta do vibrador e comecei a enfiar no meu cuzinho virgem. Devagar, ele foi abrindo caminho — a vaselina ajudou pra caralho. Aos poucos, comecei a sentir o movimento de dentro pra fora, tava muito excitada e tava adorando o que sentia.
Como eu queria experimentar todas as posições que tinha visto, fiquei toda putinha e comecei a me masturbar daquele jeito. Foi a coisa mais gostosa do mundo, eu estava gemendo igual uma louca e, como estava sozinha, ninguém podia falar nada. Adorava o que estava sentindo. Fechei as pernas pra ver qual era a sensação, mas não aguentei. Virei de lado pra me masturbar assim, e o movimento que fazia junto com a posição me fez gozar. Senti que tava fazendo xixi, acho que até fiz um pouco, mas depois disso eu jorrei como nunca tinha feito antes.
Não sabia que tinha rolado. Tinha curtido, sim, mas tava assustado. Peguei toda a roupa e prometi pra mim mesmo que nunca mais faria aquilo de novo. Mas todo mundo sabe que isso não aconteceu. Continua...
Quando eu era criança, minha família mal tava construindo a casa, então a gente dividia um quarto onde meus pais tinham a cama deles do lado da minha. Por muitos anos, eu ouvia eles transando, e sempre me chamou a atenção como devia ser ser a mulher. Eu ainda não sabia o que era sexo nem o que tava rolando de verdade, mas sabia que era bom e proibido.
Minha mãe sempre teve um corpo bonito e, como falei antes, sempre usava roupas muito sexy, especialmente lingerie. Ela tinha fio-dental de todos os tipos e cores, renda, calcinha cavada com renda e calcinhas sexys, também meias e seus respectivos ligas, além de vários camisolas e baby dolls, entre eles o que me meteu em encrenca pela primeira vez. Eu devia ter uns cinco ou seis anos, estávamos vendo TV na cama da minha mãe, e eu, totalmente distraído e curioso, depois de anos vendo as roupas que ela usava, achei fácil vestir o baby doll "discretamente" enquanto estava do lado dela, hahaha. Claro que ela percebeu e me deu uma bronca, disse que eu não era menina e que não devia fazer aquilo, que era errado.
Por uns anos eu parei de fazer isso, até que um dia (a primeira vez que lembro depois daquela história do babydoll) eles foram pra feira e eu fiquei sozinha em casa. Aí a curiosidade falou mais alto, abri a gaveta de roupa íntima dela e a primeira coisa que vi foi uma calcinha com lacinhos azul claro, bem sexy. Eu sabia que esse conjunto tinha um sutiã que combinava, porque já tinha visto minha mãe usando várias vezes. Procurei na gaveta dela por horas e foi exatamente o primeiro que saiu. Me olhei no espelho, me senti muito gostosa, não sabia o que fazer depois daquilo (eu tinha uns 9 ou 10 anos), mas sabia que adorava o que via e o que tava fazendo.
Por muito tempo continuei me vestindo escondido, imitando as mulheres famosas que apareciam quase nuas nas revistas de fofoca, pelo menos até meus pais se divorciarem e eu começar a ter mais tempo para experimentar roupas com mais liberdade. Foi nessa época que descobri a masturbação masculina. Um dia, estava olhando uma revista de carros — muitas delas têm garotas de pouca roupa — e lembro que em uma delas tinha uma mina usando um conjunto rosa, saltos prateados e um vestido prateado brilhante igual. Sabia que minha mãe tinha roupas muito parecidas, incluindo o vestido e os saltos, então me vesti exatamente igual à foto. Fiquei muito excitado, me via idêntico à garota. Como ainda era jovem, não tinha nenhum pelo no corpo, parecia uma menina adolescente. Além disso, era meio cheinha e tinha uns peitinhos muito sexys e gostosos.
Tava com meu pau adolescente todo duro, aí comecei a esfregar ele enquanto olhava pra mina até gozar sem saber o que era, mas foi uma delícia e continuei fazendo isso todo dia que me vestia.
Assim fui passando o tempo entre me vestir escondido e parar de fazer isso por remorso, até que numa das minhas explorações atrás de roupas mais sexy da minha mãe, descobri que ela tinha um par de dildos. Nessa época eu já tava no ensino médio e meus hormônios estavam a mil. Também achei revistas pornô, ficava olhando e me perguntando o que as mulheres sentiam quando estavam sendo comidas. Então continuei com meu gosto de me vestir e um dia decidi experimentar um dos dildos pra ver qual era a sensação de ser mulher.
Ainda lembro perfeitamente, coloquei uma das calcinhas fio dental pretas da minha mãe, lisa, com um triângulo perfeito que se enfiava entre minhas nádegas ainda sem pelos, um sutiãzinho de triângulo com renda, umas meias pretas lisas com uma costura atrás da perna, e aquele baby doll preto que anos atrás já tinha me metido em encrenca, além de umas botas altas que chegavam até os meus joelhos. Eu parecia exatamente uma daquelas mulheres de revista pornô.
Fui pro banheiro com um camisinha, o vibrador e um potinho de vaselina. Tava excitada, mas sabia muito bem o que fazer. Então abri as pernas, igual nos filmes e revistas que já tinha visto, coloquei a camisinha no vibrador e comecei a chupar ele devagar, mais por instinto do que por vontade. Acho que tava nervosa, com medo. Depois passei um pouco de vaselina na ponta do vibrador e comecei a enfiar no meu cuzinho virgem. Devagar, ele foi abrindo caminho — a vaselina ajudou pra caralho. Aos poucos, comecei a sentir o movimento de dentro pra fora, tava muito excitada e tava adorando o que sentia.
Como eu queria experimentar todas as posições que tinha visto, fiquei toda putinha e comecei a me masturbar daquele jeito. Foi a coisa mais gostosa do mundo, eu estava gemendo igual uma louca e, como estava sozinha, ninguém podia falar nada. Adorava o que estava sentindo. Fechei as pernas pra ver qual era a sensação, mas não aguentei. Virei de lado pra me masturbar assim, e o movimento que fazia junto com a posição me fez gozar. Senti que tava fazendo xixi, acho que até fiz um pouco, mas depois disso eu jorrei como nunca tinha feito antes.
Não sabia que tinha rolado. Tinha curtido, sim, mas tava assustado. Peguei toda a roupa e prometi pra mim mesmo que nunca mais faria aquilo de novo. Mas todo mundo sabe que isso não aconteceu. Continua...
1 comentários - Meus começos como travesti e o babydoll da minha mãe.