Conheci a Corina numa noite de festa, bom, na verdade foi ela que me conheceu. Eu estava sozinho tomando um cubata, sempre fui um cara solitário, meio tímido, mas nunca me dei mal com as mulheres. Cabelo loiro longo, olhos azuis, carinha de menino. Ela se aproximou.
— Oi, gato, o que faz aqui tão sozinho?
— Oi, só tomando alguma coisa.
— Sou Corina.
— David.
Ela me deu dois beijos, um na bochecha e outro direto na boca. Tinha cabelo preto longo como o meu, até a metade das costas, uma verdadeira gata, e sotaque estrangeiro — era romena. Em questão de cinco minutos, ela já me tinha encurralado contra a parede e a língua dela dentro da minha boca. Era ela quem mandava no ritmo. Eu também sou mais do tipo submisso, e dava pra ver que ela era uma mulher de muita personalidade e dominadora. Eu estava gostando muito do jeito que ela conduzia a situação.
Já estávamos há algumas horas juntos quando ela me perguntou se eu tinha algum lugar pra ir. Eu disse que não morava longe e vivia sozinho.
— Então vamos, que eu quero te foder.
Nunca tinha me acontecido uma coisa dessas. Ela assumiu o papel que eu sempre tinha com as mulheres. Levei ela até meu apartamento e fomos direto pro quarto. A mina me tinha deixado bem excitado com seus beijos e carícias, mas ela não tinha me deixado tocá-la em nenhum momento. Assim que entramos, ela me fez ajoelhar.
— Chupa aqui — ela disse.
Ela levantou a saia e pressionou minha boca contra a sua virilha. Fui afastar a calcinha dela com uma mão.
— Psssiii, sem usar as mãos. Começa chupando por cima da calcinha.
Comecei a lamber por cima do tecido. Depois de um tempo, ela mesma afastou a calcinha e sua buceta ficou à mercê da minha boca. Estava completamente encharcada, minha boca encheu do líquido que ela ia soltando. Devia estar fazendo direito, porque a mina gemia que parecia uma doida. Fiquei um bom tempo assim. Depois, ela me pegou pelo cabelo, me levantou e me empurrou, me fazendo cair na cama de costas. Ela desabotoou minha calça, puxou meu pau pra fora, sentou em cima de mim e, como ela tinha dito, me fodeu. Não tirei minha roupa, nem ela tirou a dela. Não me deixou tocá-la em nenhum momento. quando gozei, ela se levantou, arrumou a roupa direitinho e foi embora, me deixando deitado na cama dizendo: "a gente se vê de novo". Fiquei perplexo, sem palavras, vendo ela ir embora. Na semana seguinte voltei à mesma boate, mas ela não apareceu. Porém, uma tarde a campainha tocou e, ao abrir a porta, era ela ali. Mal abri, ela foi direto ao ponto: me beijou freneticamente na boca e depois me puxou para o quarto. "Vamos, que eu ainda tenho muita coisa pra fazer. De joelhos, já". Eu, como se fosse um autômato, me ajoelhei. Igual da outra vez, ela levantou a saia, enfiou minha cabeça entre as pernas. "Vamos, começa a chupar". Quando ela teve o suficiente, me jogou de volta na cama, puxou meu pau pra fora, chupou um pouco, subiu em cima, me fodeu até eu gozar e foi embora de novo. Isso se repetiu algumas vezes, cada vez mais frequente. O diálogo entre a gente não existia, até que um dia ela apareceu no meu apartamento com uma bolsa. "Oi, David, vim passar o fim de semana aqui". "Oi, Corina". Ela me afastou pro lado e entrou direto. "Olha, David, isso vai funcionar assim: eu vou vir quando eu tiver vontade de te foder. Esse fim de semana vou te testar. A partir de agora você é meu submisso, meu criado e meu escravo sexual. Você vai comer minha buceta quando eu tiver vontade, sempre de joelhos, e eu vou te foder quando eu quiser. E, em agradecimento, você vai me compensar fazendo minha comida e o que eu quiser nos dias que eu vir aqui. Você vai se dirigir a mim me chamando de AMA. Se concordar, se ajoelhe agora mesmo". Eu olhava pra ela perplexo enquanto ela falava. Me ajoelhei sem pensar. "Sim, Ama". "Assim que eu gosto, obediente. E a gente vai se dar bem. A partir de agora você me pertence". "Sim, Ama". Isso foi se repetindo cada vez mais. Ela aparecia no meu apartamento sem avisar. Com o tempo, pediu uma chave e entrava e saía quando queria. Eu tinha um rolo à parte com outra garota, a Pilar. De vez em quando a gente se encontrava pra transar. A Corina, uma vez – já fazia uns 6 meses – foi passar uma semana na Romênia. Ver meus pais e Pilar veio ao meu apartamento por alguns dias, alguns meses depois ela foi embora de novo e eu e Pilar aproveitávamos para passar uns dias juntos. Já estava com Corina há um ano e meio quando ela foi embora de novo, e eu estava com Pilar no quarto transando quando Corina apareceu, nem a vi, só a ouvi gritar.
- Pode-se saber que porra você está fazendo, quem é essa puta?
- Cococorina, o que você está fazendo aqui?
- Essa é sua resposta, sua vadia? Vou sair daqui, você sabe que pertence a mim, você vai pagar por isso e muito.
Ela foi embora depois de dizer isso, no final da tarde voltou com algumas malas.
- Estou aqui agora, vou morar aqui. Como você está sem trabalho, agora poderá dedicar 24 horas por dia a me satisfazer e me servir. Ah, uma coisa: me dê suas chaves, você não vai mais sair daqui sem minha permissão ou sem minha companhia.
- Como assim você vai morar...
- Anda logo, me faça algo para jantar, estou com fome - ela me cortou no meio da frase.
- Sim, sim, já vou.
Quando ela me mandava com aquela autoridade, eu gostava e obedecia imediatamente.
Minha relação com ela continuou no mesmo caminho de sempre: ela me fazia chupar sua buceta e me comia, e agora, além disso, eu a servia em tudo - almoços, jantares, etc. Ela em casa não fazia nada; quando saía, trancava a porta e eu não podia sair. Alguns meses depois, sua atitude mudou. Havia tardes em que ela saía e, assim que chegava, me fazia ajoelhar e chupar sua buceta, mas parou de me comer depois. Assim foi até que, três meses depois, um sábado logo depois do almoço:
- Vista-se, vamos ver um espetáculo de dominação para o qual me convidaram, onde um amo domina sua submissa obediente.
Pegamos um táxi e ele nos deixou na porta de um local. Ela bateu na porta, um cara que parecia um armário nos abriu. Entramos e, alguns metros adiante, havia um bar com três garotas, melhor dizendo, prostitutas vestidas com pouquíssima roupa. Não havia mais ninguém ali. Continuamos para dentro; eu seguia Corina. Ela abriu uma porta e entramos em uma área privada. Havia um homem sentado em um sofá.
- Olá. Robert. -Oi, Corina. Eles se beijaram na boca. -Este é meu submisso, o que você acha, Robert? -Hmmm, interessante, ele tem um corpo nada mal, gostaria de vê-lo pelado para ver como é. -Vamos, o que está esperando? Tire a roupa, você não ouviu? -Mas como assim, pussy? Vou me despir aqui na frente desse cara? Zaaaaaaasssss. Aquele cara me deu um tapa na cara, fez meus olhos lacrimejarem. -Se não quiser levar outro, comece a tirar a roupa agora. Ele me disse com voz autoritária. Comecei a tirar minha roupa, fiquei só de cueca. -Pelado, eu disse. Tirei a cueca, ele me olhou atentamente. -Hmmmm, pode ser válido. Você trouxe o que eu pedi, Corina? -Sim. -Dê a ele. Ela meteu a mão na bolsa, procurou algo e tirou uma calcinha vermelha de renda, jogando em mim. -Ponha. -Mas o que é isso? O que está acontecendo aqui? Zaaaaaaasssss, outro tapa. -O que você não entendeu? Que você a coloque. Ele disse. Peguei a calcinha, coloquei, ficando na frente dos dois só com ela. -Viu, Corina? Eu te disse, em questão de minutos ele passaria de submisso a submissa. -Não tinha dúvida de que seria assim. Enquanto isso, ele me observava, acariciou minha bunda, eu estava muito nervoso. -Ela tem uma bunda boa, esta slut. Nadia! -gritou Robert- Venha aqui, você tem que preparar esta slut. Veio uma das garotas que estava lá fora. -Sim, Robert. -Vista-a bem, slut, porque vou brincar um pouco com ela. Ahhh, sim, e leve Ivan, caso ela se recuse a algo, que ele não hesite em dar um tapa nela. Ela me fez segui-la, chamou Ivan - era o cara forte que nos abriu a porta - e também Alina, outra das garotas de lá. Subimos uma escada até um quarto, em cima de uma cama havia roupas. Ela começou me colocando um sutiã com enchimento, em seguida uma cinta-liga tudo em vermelho, depois meias-calças pretas, depois uma minissaia plissada que deixava mais da metade da bunda à mostra e um top branco, e por último uns salto alto preto. Ela puxou minha calcinha um pouco para baixo e, com uma mão, pegou meu pau, com a outra puxou meus testículos para cima, enfiou meu pau entre as pernas e colocou a calcinha de volta. -Isso você sempre tem que levar bem escondido entre as pernas, as fêmeas não têm um bulzinho ali. Sentei numa cadeira, pintei os lábios e os olhos rapidamente e voltei pro privê, nunca tinha andado de salto alto, foi um parto ir com eles, quando entrei no privê os dois estavam se beijando e Corina tinha o pau do Robert na mão.
- Olha, já temos a putinha aqui.
Fiquei parado olhando pro fundo com o olhar perdido, queria desaparecer.
- Vamos, foxy, o que está esperando? Fica de joelhos. - gritou Corina.
Me ajoelhei, Corina se levantou, colocou uma mão na minha cabeça e começou a dar voltas ao meu redor.
- Olha, puta, porque não sei se você percebeu, agora é o que você é: uma puta vulgar e submissa.
Parou e Robert se levantou, ficou na minha frente com o pau ereto diante da minha cara.
- Essa é minha vingança por me trair com aquela sua amiguinha, Pilar, você disse que se chamava, se não me engano. Pois agora você vai ocupar o lugar dela, chupa ele.
- Mas eu não...
Zaaaaas, outro tapa.
- Que chupa ele.
Aproximei a boca lentamente até enfiar na boca, se não fizesse eram capazes de me matar na porrada.
- Assim que eu gosto, que seja obediente. Para que você sempre se lembre dela, a partir de hoje você vai se chamar Pili. Sua vida vai dar uma virada de 360 graus. Até agora você era meu submisso, meu criado e meu escravo sexual. A partir de hoje também será propriedade do Robert, caso não tenha percebido, é meu namorado. Ele adora mulheres, mas tem fraqueza por travestis e decidi dividir você comigo. Você será nossa submissa, criada e escrava sexual, vai morar na casa dele e não tente fugir, além disso, estará vigiada 24 horas por dia. Lá tem um quarto com as roupas que você vai usar a partir de hoje o tempo todo. Seu apartamento, como é alugado, você vai deixar e é isso.
Enquanto ouvia isso, chorava enquanto chupava aquele pau.
- Bom, o que diz? Gosta de chupar o pau do seu macho? Vamos, responde ahhh, coitada, seu homem empurra sua cabeça e não deixa você falar. Tira, homem! Robert, deixa ela responder. Me puxando pelo, ele tirou da minha boca. — Responde, Foxy. — Não gosto. — Resposta errada, vai continuar chupando até admitir que gosta. Ele enfiou de novo na minha boca. — É gostoso, né, Pili? Fala, agora você gosta. Ele tirou de novo. — Sim. Esperei um milagre, que ele não enfiasse de novo, mas não foi assim — ele meteu outra vez. — Hmmm, parece que gosta mesmo, voltou a chupar, porque quer continuar, né? — Não. — Uiii, outra resposta errada. Vou perguntar de novo: se responder certo, talvez eu pare. Quer continuar chupando? — Sim. — Então vai lá, não sou eu que vou te privar desse prazer. Quero ver sua boca se enchendo de porra quentinha. Mas não é a primeira vez que prova, já comeu minha buceta várias vezes depois que ele gozou dentro de mim. Não demorou muito para ele gozar. Senti minha boca enchendo de sêmen quente, tinha um gosto salgado. Quase me engasguei com a boca cheia, engoli o que pude, o resto escorreu pelo meu queixo. Ele tirou da boca, me puxou pelo cabelo me obrigando a olhar pra cima, e com a outra mão se masturbou, e a porra caiu no meu rosto. — Abre a boca e põe a língua pra fora, puta. Recebe seu prêmio. Ele ainda me segurava assim quando Corina passou algo pelo meu pescoço e logo vi ela enfiando uma bola na minha boca e prendendo atrás da nuca. Era muito desconfortável, mantinha minha boca aberta com a bola dentro. Ela abaixou meu top e prendeu uma pinça em cada mamilo. As pinças eram presas a correntes que pendiam da mordaça. — Essa mordaça é pra você não gritar com o que temos preparado, e as pinças são pra começar a sensibilizar seus mamilos. Eu continuava de joelhos, ela se ajoelhou ao meu lado e começou a chupar o pau do Robert. Quando ele ficou bem ereto de novo, ela colocou uma camisinha. — Fica de quatro, puta. Tentei resistir, ignorando, mas ele já me segurava. Comido por trás e então foi ela que me deu um tapa. - Não resiste, foxy, senão vai ser pior. Ele se meteu entre minhas pernas, senti uma pressão no meu cu que aos poucos ia entrando cada vez mais fundo, aquilo doía horrores, com a boca totalmente tapada só se ouvia eu dizendo, mmmmmmmmm, Corina estava deitada na minha frente olhando para o meu rosto e sorrindo. - Agora vai doer um pouco, mas daqui a pouco você vai começar a sentir prazer, vai ver, todas nós passamos por isso, então você vai desejar que nunca acabe. Ele começou a meter e sacar, eu sentia as batidas contra minha bunda, depois de um tempo senti uma sensação estranha de dor e prazer ao mesmo tempo. - Você gosta, né, foxy? Vejo no seu olhar, aquele olhar de prazer que todas nós temos, não se preocupe, essa é a primeira de muitas que virão, mas não se tranquilize, isso vai ter um fim, e será no dia em que Robert te comer na mesma posição que você e sua amiguinha estavam. Com a boca tapada, eu pensava que a qualquer momento ia me afogar, aquilo pareceu uma eternidade até que senti que ele gozou, deixou um momento dentro e tirou. - De joelhos de novo, putinha, olha só, parece que você gostou mesmo, ficou dura hahaha. Ele ficou na minha frente, tirou a camisinha, tirou a bola e me colocou de novo na boca. - Vamos, putinha, mais uma ração de pau. Enquanto eu chupava de novo, vi que Corina levantou a saia, tirou o thong, deitou no sofá e começou a se masturbar, quando Robert ficou com o pau duro de novo, ele tirou da minha boca, se meteu entre as pernas de Corina e a comeu na minha frente, ficou mais de 15 minutos metendo, ela gemendo como uma louca, entre gemidos ela me olhou. - Olha que pedaço de macho, um dia alguém vai te comer assim como ele está me comendo. Quando ele terminou com aquela gozada que deu na Corina, ele se levantou, me colocou de novo na boca e me disse para deixar bem limpinho, e depois me tocou limpar a buceta da Corina, ela estava toda molhada entre seus fluidos e a gozada do Robert. - O A única buceta que você vai comer a partir de agora será essa e só para limpar a porra do nosso macho. Passei o resto da tarde ali de joelhos na frente dos dois enquanto riam e bebiam. Já de noite, me tiraram dali, me colocaram num carro, uma viagem de uns 20 minutos, chegamos num chalé, estacionaram o carro numa garagem na parte de baixo, me levaram pra um quarto. Vi um par de garotas lá dentro, vestidas como as do clube. A situação me dava muito medo, não sabia onde tinha me metido, mas estava ali vestida de puta e aquilo não tinha boa cara.
- Esse será seu quarto por enquanto, vai dividir com a Verônica. Aqui tem tudo que uma puta precisa. E não tente fugir, a casa é vigiada o dia todo. E troque de roupa, daqui a pouco começa seu trabalho de empregada. Tem que preparar o jantar.
Me empurraram pra dentro daquele quarto, trancaram a porta com chave. Sentei na cama chorando. Ainda estava sentada quando a porta se abriu de novo e a Corina entrou.
- O que tá fazendo aí ainda, Foxy? Vamos, troca de roupa que você tem trabalho.
- Por que você tá fazendo isso comigo?
- Ainda não entendeu, Pili? Te peguei me traindo com outra mulher e já te falei antes: você vai ocupar o lugar dela com o Robert, que também é meu namorado. Não tem ideia do quanto fiquei excitada vendo você de joelhos chupando o pau dele e depois de quatro como uma putinha.
- Não faz isso comigo, me deixa ir. Não quero ser criado de ninguém e me recuso a ser a puta de ninguém.
ZAAAAAAAAASSSSS me deu um tapa na cara.
- Primeiro, eu não disse criado, e sim criada. Acostume-se a se referir no feminino quando falar de si mesma. Olha como você está, chorando na cama vestida de puta. E assim vai ser sua vida a partir de agora. Levanta já, escolhe você mesma a roupa e se vista.
Me levantei, abri um armário que tinha ali. Fiquei olhando pra dentro, não sabia o que fazer, por onde começar. Tudo que tinha eram vestidos e minissaias bem curtas. Escolhi uma preta elástica e uma camiseta preta. Comecei a tirar... a roupa e me vestir com a que eu tinha pegado, a mini não chegava a cobrir minha bunda.
- Pronto, agora o quê.
- Troca a calcinha Promiscuous que com certeza você a tem manchada.
Achei que estavam em uma cômoda que havia ali, abri a gaveta de cima e estava cheia de roupa íntima, peguei umas vermelhas como as que eu usava, tirei as que tinha e me troquei.
- Que pena da coisinha que você tem entre as pernas, daqui a pouco só vai servir para fazer xixi, vamos, vamos para a cozinha.
Segui ela até a cozinha, lá dentro havia uma garota.
- Olá, Verônica, esta é Pili e vai te ajudar com as tarefas da casa.
Me deixou ali com ela e foi embora, ajudei a fazer o jantar e depois servi sozinha, jantavam Robert e Corina a sós. A partir daquele dia, minha tarefa junto com Verônica foi cuidar da limpeza da casa, fazer as camas, enfim, trabalho de empregada. Havia 5 quartos: um era do Robert, em outro dormiam dois homens que cuidavam da segurança da casa, em outro havia 4 camas onde dormiam as garotas que trabalhavam para ele no clube, 2 garotas por cama. Verônica dormia em outro com 2 camas, ali ela dormia sozinha até aquele dia, quando eu dormiria com ela. Um quarto com 2 camas onde dormiam visitas ou amigos do Robert de vez em quando, ou garotas que estavam de passagem e eu nunca mais via.
Além da minha tarefa de empregada, quando a Corina vinha com vontade de sexo, primeiro era eu quem tinha que chupar o Robert, sempre de joelhos e com a mordaça na boca e os prendedores nos meus mamilos, e ele me comia de quatro.
Verônica se tornou minha amiga ali, eu estava sempre com ela. Ela tinha ordens para me ensinar tudo relacionado ao mundo feminino, me ensinou a me maquiar, a me vestir, etc. Uma das garotas de lá fez um visual de cabelo mais feminino para mim.
Eu estava há 4 dias trancada lá quando chegou um homem com Robert e Corina. Eles me fizeram ir para meu quarto com eles.
- Este é o doutor George, um bom amigo meu, vai fazer um exame médico em você – disse Robert.
- Um exame para quê?
- Não fale novamente sem minha permissão, vamos. tira a roupa. Obedeci sem reclamar, sabia que se fizesse de novo ele me bateria. Fiquei só de calcinha na frente deles, aquele homem começou a me examinar completamente, a boca, o pescoço e foi descendo, puxou meu pau e olhou com atenção, enquanto fazia isso foi conversando com Robert em romeno, eu não entendia nada. Ele me fez sentar na cama e tirou sangue e por último vi que ele pegou outra seringa.
– Deita de bruços na cama – me disse Robert.
– Ei, o que você vai fazer comigo, o que é isso?
– Só uma injeção para você não ter ereções, isso é coisa de homem, agora você só vai usar para fazer xixi – dessa vez foi Corina que respondeu.
– Não venham com essa para mim, NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO – Robert soltou a mão contra minha cara me fazendo cair na cama.
– Vamos, putinha, vira de costas.
Não tive escolha a não ser me virar e deixar levar a picada. Assim foram passando os dias, 15 dias depois outra injeção, eu estudava um jeito de sair dali mas era impossível. Um mês depois da terceira injeção comecei a me sentir estranho, notei os mamilos mais sensíveis até um pouco maiores, quando Robert me comia, Corina os acariciava e até chupava e cada vez aquilo me excitava mais. Passados quase dois meses confirmei que meus mamilos estavam maiores, mais parecidos com os das mulheres, falei com Veronica e comentei com ela, e ela me disse que estavam me hormonando se eu já não sabia.
– Não sabia, me disseram que estavam me injetando para não ter ereções.
– Pois agora você sabe, não falei nada, hein.
– Não se preocupa.
Alguns dias depois Corina apareceu por lá e eu tomei coragem e perguntei diretamente.
– Por que, caralho, estão me hormonando, não basta já a humilhação que estão me fazendo passar, me deixem ir por favor.
– Primeiro, não te dei permissão para falar e menos nesse tom, vou deixar as coisas claras: em você mandamos eu e Robert e faremos com você o que quisermos, te disse que você ocuparia o lugar da sua amiguinha e ela tinha um belo par de tetas que você também não vai demorar muito para ter. mas por que, não bastava ter me deixado e ir embora.
- Não, porque mais cedo ou mais tarde você faria isso com outra, e com mulheres não se brinca, merecemos respeito, sabe? E chega de perguntas, volte ao seu trabalho, Piiiili — diga com ironia.
- Por favor, que merda. ZASSSSSSS… outro tapa. E eu, cada vez que isso acontecia, ficava mais submissa. Obedeci e continuei com minha tarefa.
- Ah, e mais uma coisa: comece a usar uma voz mais feminina. Te ver falando assim com essa voz me deixa maluca.
Quanto à voz, por mais que tentasse, não tinha jeito — não saía. Corina e Robert ficavam irritados, diziam que eu tinha voz de viadinho e que talvez tivessem que resolver o problema eles mesmos. Quase três meses depois do primeiro dia, Corina voltou sozinha e me levou ao quarto. Me fez ajoelhar e chupar sua buceta, depois me deitou na cama, pegou meu pau com a mão e começou a masturbá-lo, em seguida levou à boca. Não houve nenhuma reação.
- Bom, parece que isso aqui não reage mais às carícias de uma mulher… pouco a pouco você está virando uma verdadeira mulher.
Começaram a fazer depilação a laser no rosto e no corpo. A esteticista disse que eu teria que voltar a cada dois meses mais ou menos para continuar as sessões. Eu já tinha desistido de protestar — sempre acabava com um tapa na cara. No sexto mês, pularam uma injeção e, alguns dias depois, me disseram que íamos viajar. Me vestiram com um vestido branco florido, um pouco acima do joelho — bem normal para o que eu tinha usado até então —, e me deram uma bolsa onde colocaram minha nova documentação, falsa, claro.
- Aqui está tudo que você precisa para sair do país. Vamos passar uns dias no meu país. Seu nome é Pilar Szabo, somos irmãs. Se não cometer nenhum erro, tudo vai dar certo e ninguém sairá prejudicado — disse Corina.
Saímos em direção ao aeroporto, pegamos um voo ao meio-dia. Eu estava muito nervosa: o que íamos fazer lá? Chegamos a Bucareste sem problemas, passamos por todos os... Controles, uma viagem não muito longa de carro até um chalé onde entramos pelo estacionamento. Rapidamente chegou a hora de dormir, dormi sozinha em um quarto trancado com chave. Me acordaram bem cedo, saímos imediatamente de carro em direção ao centro. Nos deixaram em uma rua não muito movimentada. Iam Robert, Corina, um dos homens de confiança dele e eu. Entramos em uma clínica onde vi novamente o doutor que veio me ver e começou a me hormonizar, entramos em uma consulta.
— Tira a roupa e fica só de calcinha — me disse Corina depois que o doutor falou algo para ela. — Ele vai fazer um exame em você.
Ele ficou observando meus seios por um tempo, me fez vestir um roupão e me levou para outra sala onde tirou alguns raios-X e depois voltamos para o chalé.
— O doutor diz que seu processo de feminização está avançando perfeitamente, você já tem peitinhos de adolescente — disse Corina.
Fiquei trancada no chalé por dois dias, e voltamos a ver o doutor. Me fizeram tirar a roupa e deitar em uma maca, colocaram um acesso venoso na minha mão.
— O que vocês vão fazer comigo? — gritei.
Uma picada e não lembro de mais nada até acordar na maca. Senti um incômodo no pescoço, vi Corina ao meu lado fazendo um gesto de silêncio.
— Cala a boca, não diga nada, não se esforce. Tiraram seu pomo de adão, agora você vai ter um pescoço mais feminino.
Não disse nada, só pensei que tinha caído na mão de uns malucos que estavam arruinando minha vida, mas até aquele momento não podia fazer nada. Me controlavam o dia inteiro. Se antes eu já não era um exemplo de força, agora menos ainda. Os hormônios estavam me transformando em uma mulher frágil, submissa e fraca. Naquela mesma noite me levaram de volta ao chalé, onde me mantiveram trancada por 15 dias e me levaram à clínica de novo, repetindo o mesmo procedimento da outra vez. Acordei novamente sem saber o que tinha acontecido, dessa vez com o doutor e Corina na minha frente. O doutor disse algo para ela.
— O doutor... — não lembro o nome dele — diz que você não deve forçar a voz. Por uns dez dias, retocaram minhas cordas vocais para ficarem mais adequadas ao meu corpo, ou seja, uma voz mais feminina. Ainda com sintomas da anestesia, eu olhava pra eles incrédula. Passei aquela noite lá e no dia seguinte voltamos para o chalé. Ficamos mais alguns dias ali, com algumas visitas à clínica. Cada vez que íamos, eu ficava aterrorizada pensando no que mais poderiam fazer comigo, mas não aconteceu mais nada. Depois de alguns dias e de me aplicarem hormônios de novo, voltamos pra casa. Eu já conseguia falar bem, mas mesmo com voz de mulher soava estranho. De volta à rotina: fazer de empregada e, de novo, ser a putinha do Robert. Com o passar dos dias, minha voz foi ficando melhor e mais feminina, e quando Robert me comia, meus gemidos e gritinhos eram totalmente de mulher. Fiquei trancada naquele chalé sem sair por mais alguns meses enquanto meu corpo continuava mudando. Meus peitos continuaram crescendo; em um ano já tinha uns belos seios. Mas, por outro lado, eu tinha ficado frágil e fraca, e cada vez mais submissa. Quando completei 1 ano e 4 meses lá, me levaram de volta para a Romênia. Assim que chegamos, fomos direto para a clínica. Nova revisão e, três dias depois, me levaram de novo. Só lembro que me fizeram tirar a roupa e deitar numa maca. Acordei algumas horas depois. Tudo estava embaçado e, quando minha visão clareou, Corina estava na minha frente.
— Oi, dorminhoca.
— O que você fez comigo? Por que estou aqui de novo?
— O que você merece. Olha, você foi o segundo homem que me enganou, e com o sentimento de uma mulher não se brinca. Fiz com você o que deveriam fazer com todos iguais a você: mudar de sexo. Assim você nunca mais vai enganar nenhuma mulher, pelo menos não como homem.
— Mas por quê? Você arruinou minha vida!
— Você que procurou.
Discutimos um pouco, mas durou pouco. Eu não tinha forças pra discutir muito. Fiquei internada vários dias ali. No primeiro dia que me vi nua na frente de um espelho, tive um ataque de ansiedade e desmaiei ao ver que... Em vez do meu pênis, havia uma abertura — falando claro, agora eu tinha uma buceta. O pouco que me restava de homem havia desaparecido. Antes de sair de lá, me disseram o que eu tinha que fazer: usar dilatadores vaginais cada vez maiores. Os próximos dias e semanas foram muito difíceis, eu só ficava chorando, afundada numa depressão. Durante esse tempo, Veronica se tornou minha melhor amiga e psicóloga. Mais de uma vez pensei em acabar com a minha vida, mas, apesar do suplício que estava passando, eu tinha medo da morte. Nos cinco meses seguintes, não aconteceu nada — eu simplesmente fazia de empregada na casa junto com a Veronica. Robert e Corina só me chamavam se precisavam ou queriam alguma coisa; caso contrário, eu parecia invisível para eles. Até que uma tarde eu estava no quarto descansando, e a Corina entrou, empurrando a porta com força e gritando comigo:
— Levanta, Foxy.
Eu estava meio grogue, me assustei e demorei um pouco para reagir.
— Vamos, o que está esperando? De pé, já.
Me levantei, e a primeira coisa que recebi foi um tapa na cara. Ela então ficou me olhando, me girando.
— A verdade é que fizemos um bom trabalho. Fiz de você uma mulher de verdade — ela se posicionou na minha frente, tirou o top e o sutiã que eu estava usando. — Já tem uns peitos bonitos, ainda pequenos, mas vou resolver isso depois. — Ela dizia isso enquanto ia tocando neles. — Vamos ver o que temos mais embaixo. — Desabotoou a minissaia que eu estava usando e a deixou cair no chão. Fiquei só com um fio dental vermelho. — Vamos ver como marca pacote — disse, puxando o fio dental para cima na frente. — Ai, que tonta, no que eu estava pensando? Agora você marca é uma rechinha, igual a mim, hahahahaha!
Ela passou a mão por cima do fio dental, acariciando minha buceta, meteu a mão por dentro enquanto ia esfregando, baixou o fio dental e continuou me tocando, meteu dois dedos enquanto ria.
— Hahaha, ficou com uma buceta perfeita! — Continuou percorrendo meu corpo com suas carícias: pernas, braços, costas, bunda. — Vejo que a Veronica tem... Cumpriu direitinho o que eu pedi para hoje: depilada toda, exceto a buceta, onde você sempre deve deixar um pouco, e as unhas postiças bem vermelhas e o mais longas possível — elas deixam suas mãos muito femininas. A maquiagem e a roupa eu cuido, você sabe. Hoje chegou o grande dia. Eu disse que isso não acabaria até você ocupar o lugar que sua amiguinha Pilar estava ocupando, e hoje finalmente vou te ver de pernas abertas enquanto te comem, igual você fazia com ela. Minha intenção era leiloar sua virgindade para o melhor lance, mas, mesmo que eu não goste, vai ser o Robert quem terá o prazer de fazer isso. Sem ele, nada disso seria possível, além do que ele me paga muito bem, nem mais nem menos que 1000 euros. Então hoje você vai ser a putinha dele, e com isso termina minha vingança. Mas não pense que acaba tudo aqui. Depois você vai trabalhar para mim no local do Robert, será uma puta vulgar como as outras. Então toma um banho rápido que vou te preparar.
Depois do banho, eu estava esperando sentada na cama.
— Vamos, acorda, Foxy, não temos a tarde toda. Toma, põe isso.
Era um fio dental vermelho de renda. Depois ele me fez sentar numa cadeira e começou a me maquiar: os lábios com um vermelho bem intenso e brilhante, e os olhos com uma maquiagem bem exagerada. Em seguida, colocou em mim um pérsio vermelho aberto na frente, com um laço preto entre os peitos, uma meia-calça vermelha até a coxa e uns sapatos vermelhos de salto bem alto. Colocou a mordaça na minha boca e me levou até o quarto do Robert.
— Deita na cama de costas para a porta, não se vire em nenhum momento e espere pelo homem que finalmente vai fazer de você uma mulher de verdade. Eu vou ficar ali olhando enquanto ele te come.
Senti a porta se abrir, alguns passos. Percebi ele se sentando na cama. Começou passando a mão pelas minhas costas, deitou-se atrás de mim, sua mão se moveu para minha barriga, subiu até os meus peitos, já os tinha em cima, apertava com força. Senti sua respiração no meu ouvido, ele afastou meu cabelo e começou a chupar meu Pescoço, virei-me e então o vi. Desabotoei o laço, meus peitos ficaram expostos. Ele brincava com um dos meus mamilos com uma mão, aos poucos foi baixando a cabeça e já tinha uma teta na boca. Lágrimas de impotência escorriam dos meus olhos. Ele se divertiu um tempo com meus peitos e continuou descendo pelo lado direito, chupando e dando pequenas mordidas. Ele sabia o que estava fazendo - aquilo me deixava louco quando uma garota fazia, era meu ponto fraco. Ele sabia, Corina tinha contado. E parecia mentira, mas Robert estava me deixando com tesão. Meteu uma mão na minha virilha, esfregava minha buceta. Sua boca voltou para meus peitos enquanto afastava meu thong e metia um dedo, depois dois. Entravam e saíam, eu sentia uma sensação estranha, com a respiração acelerada e sensação de sufoco com a bola na boca. Me sentia agoniada. Assim continuou por um tempo que me pareceu eterno.
Ele tirou a mordaça e naquele momento me senti liberta - a mordaça me agoniava muito. Pelo nervosismo que havia passado, não tinha reparado que Corina estava ali olhando. E naquele momento a vi me olhando sorrindo. Veio à minha cabeça que ela não gostava que Robert fosse quem estreasse minha buceta, e pensei comigo mesma: se alguém sabe o que um homem mais gosta, sou eu. Abri mais as pernas para facilitar o trabalho que ele estava fazendo com os dedos. Com uma das minhas mãos comecei a acariciar seu peito por cima da camisa, meti minha mão entre os botões e continuei acariciando.
Ele parou de me tocar, deitou-se de costas me deixando fazer. Comecei a desabotoar sua camisa, me demorei em seu peito um tempo. Fui baixando a mão aos poucos até chegar na altura da calça - ele usava uma de botões. Fui desabotoando e meti a mão por cima da cueca. Ele já estava bem duro. Acariciei um tempo por cima, meti por dentro, peguei com a mão e comecei a masturbá-lo enquanto passava meus lábios pelo peito, descendo cada vez mais até sentir o cheiro do pau perto de mim. Cara, joguei o cabelo pro lado e fui enfiando ele na minha boca aos poucos. Não era nada novo pra mim, já tinha chupado ele muitas vezes. Fiquei me divertindo na ponta, enfiava até o fundo, subia e descia. Tirei da boca e passei a língua por fora inteirinha. Comecei a chupar as bolas. Ouvi ele gemer, sabia que tava fazendo ele curtir – era meu plano. Corina queria que eu fosse uma puta, então eu ia ser com o homem dela, e puta mesmo eu seria. Continuei chupando enquanto com uma mão baixei a calça e a cueca dele até abaixo dos joelhos. Aumentei o ritmo até perceber que ele ia explodir dentro, aí diminui. Não queria que ele gozasse ainda. Parei de chupar, tirei a calça e a cueca dele, me enfiei entre as pernas dele. Olhando pra ele, peguei o pau com uma mão e comecei a masturbar de novo. Via minha mão subindo e descendo, minhas unhas vermelhas se destacando. Enfiei na boca de novo, olhando pra ele e brincando com a língua na ponta. Via na cara dele que tava curtindo. Quando percebi que ele ia chegar no êxtase, comecei um sobe e desce contínuo, cada vez mais rápido, até ele encher minha boca de porra. Engoli o que deu e o que escorreu pela comissura dos lábios. Continuei até deixar bem limpinho. Saí de entre as pernas dele e me deitei ao lado. Peguei o pau com uma mão e comecei a masturbar de novo – ele tinha amolecido um pouco depois da chupada. Quando senti que tava ficando duro de novo, virei de costas na cama sem soltar. Abri as pernas, convidando ele pra ficar entre elas. Dei uma olhada pra Corina – ela já não tava mais sorrindo tanto. Ele arrancou meu thong de uma vez, me machucando um pouco. Robert subiu em cima de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar. Nessa hora fiquei um pouco tensa – era a primeira vez que um homem ia me penetrar e bateu um nervosismo. Mas ele entrou inteiro sem problema, só senti uma dorzinha leve e uma pressão abrindo caminho pra dentro. Começou um frenético... Entra e sai, minha tensão baixou ao ver que aquilo não doía, me relaxei e me deixei levar. Abri mais as pernas, da minha boca começaram a sair pequenos gemidos, cada vez mais fortes. Aquele filho da puta estava me fazendo gozar como uma verdadeira mulher. Então ouvi Corina: — Vamos, Robert, goza dentro da fox, ela está do jeito que eu sempre quis ver. Robert não disse nada, continuou me comendo como um louco e não parecia estar perto de gozar, e eu cada vez mais excitada. Depois de alguns minutos, vi Corina se mover em direção à porta, sair do quarto e bater a porta com força. Robert nem se abalou, continuou no vai e vem constante, parou de repente, tirou e, um momento depois, deitou-se ao meu lado com uma facilidade incrível, me colocou por cima. — Agora cavalga um pouco em cima, fox. Levantei um pouco, coloquei a ponta na minha buceta e sentei de uma vez, comecei a subir e descer, mas dava pra ver que faltava experiência, e em uma dessas saiu e eu machuquei ele um pouco. — Porra, fox, cuidado! — Desculpa, desculpa, vou ter mais cuidado. — Claro que vai ter mais cuidado, fica de quatro, vadia. Ele se posicionou atrás de mim, enfiou de uma vez e começou a dar socadas brutais. Em poucos segundos, eu já não gemia, gritava de prazer. Quanto mais gritava, mais excitada ficava, até que de repente ele diminuiu um pouco a intensidade e uma descarga quente dentro de mim. Continuou por alguns segundos com embestidas muito fortes, me segurando firme pela cintura, apertando contra ele, parou mantendo o pau todo dentro de mim por alguns segundos, tirou. — Gostei muito de você, fox. Ele disse isso, se levantou, pegou um roupão, vestiu e foi embora, me deixando sozinha no quarto. Eu fiquei deitada de costas, pernas abertas. Não demorou muito para Corina entrar. — Vamos, o que está esperando? Levanta, promíscua. Me levantei, ficando em pé na beirada da cama. Ela se aproximou e me deu um tapa com a mão de trás. — Isso por ser vadia e porque me deixou com muita raiva. vi você transando com o Robert, mas bom, era o que tinha sido combinado com ele. Ali de pé na frente dela, sentia a porra escorrendo pelas minhas pernas abaixo, tomei coragem e soltei. – Pois saiba que ele me disse que curtiu muito comigo e eu com ele também. – Sua puta – ela disse me dando outro tapa – mas por outro lado é isso que espero de você, porque a partir de hoje você vai trabalhar no clube. Quanto mais paus você chupar e mais caras te comerem, mais dinheirinho eu vou ganhar. Assim você vai aprender que não se engana uma mulher. A maioria dos homens que vão em putas são casados ou têm namorada, e você vai ser a putinha deles por um tempo em troca de grana. Então rapidinho, toma um banho que a gente vai pra lá.
De novo eu desabei e comecei a chorar de novo. Ela me pegou pelo braço e me puxou até o banheiro. Tomei banho chorando sem parar. Quando terminei, já tinha lá a roupa que eu tinha que vestir: um thong verde claro, uma saia verde brilhante que não cobria minha bunda, um top da mesma cor preso no pescoço por uma alça e nas costas por outra – a única coisa que cobria eram meus peitos –, uma meia-calça clarinha brilhante até a coxa, com uns sapatos brancos de plataforma. Ela me maquiou, avisou um dos homens que vigiavam a casa e nos levou as duas de carro até o local.
Naquela tarde/noite, atendi meus primeiros clientes. No final da noite, nos levaram todas numa van. Ao entrar, Corina me parou. – Como foi seu primeiro dia, minha putinha? Fiquei calada, com o olhar fixo no chão. – Responde, puta. – Bem… – Bom, seja mais específica. Quantos clientes? – Dois. – Bom, e que serviço queriam? – Um francês cada. – Uiii, "um francês" ela diz. Que fina você ficou. Não tá mal, chupar dois paus na primeira noite. Bom, me diz, você gosta do seu novo trabalho? – Não, senhora… – Imaginei. Mas é o que tem, vai se acostumando. Pode ir descansar.
Me dirigia ao meu quarto e Corina me chamou de novo. – Ahhh, Pili, ia me esquecendo. A partir de hoje você vai dormir com suas colegas. Segui cabisbaixa. em direção ao quarto, ali estavam dormindo naquele momento 7 garotas. Quando entrei, elas estavam se despindo; em menos de um minuto estavam todas de calcinha fio-dental ou cuecas. Entrei e fechei a porta, fiquei ali parada sem me mexer, não sabia o que fazer.
— O que está esperando, gata? Vamos, não fica com vergonha, você já conhece todas nós — foi Florica quem falou.
Não fico com vergonha, pensei comigo. Estava num quarto com 7 garotas, todas com um corpo incrível. Isso poderia ter sido uma das minhas fantasias de homem: estar com 7 mulheres assim, brincando em roupa íntima ao meu redor, e no entanto eu era mais uma delas.
— Você vai dividir a cama comigo — disse Nadia.
Nadia era uma romena morena lindíssima, com uns peitos enormes. Era a que estava há mais tempo ali e por isso dormia sozinha. Sentei na cama e comecei a tirar a roupa, fiquei igual a elas, de fio-dental. Era verão e estava calor. Deitei na cama esperando que elas terminassem no banheiro para eu tomar um banho, quando Nadia me disse:
— Acorda, gata, ou você vai dormir com toda essa maquiagem na cara.
— Estou esperando vocês terminarem.
— Vai lá, aqui a gente divide tudo.
Entrei no banheiro; duas delas estavam completamente peladas, outra no chuveiro e mais uma tirando a maquiagem. Fiquei ao lado dela e comecei a tirar a pintura da cara. Depois tomei um banho e entrei na cama com Nadia. Não era muito grande, fiquei na beirada, mas ao menor movimento eu encostava nela. Comecei a chorar de novo. Nadia percebeu, virou para mim e me pegou pela cintura.
— Calma, gata, todas nós já passamos por isso. Os primeiros dias vão ser muito difíceis; nenhuma de nós está aqui porque quer, todas somos obrigadas a fazer isso sem ter vontade. Mas entre a gente a gente se apoia e se anima nos momentos ruins, mesmo algumas de nós estando há muito tempo ainda temos baixos e choramos também.
— Vocês não passaram pelo que eu passei, eu antes era um homem, você sabe, você estava lá no primeiro dia e viu o que fizeram comigo.
— Você tem razão, com você eles exageraram. Chora. Desabafa, amanhã será outro dia e vão pagar por tudo isso, você vai ver. Não voltamos a falar mais e, assim, chorando, acabei adormecendo. Acordei algumas vezes naquela noite com meu corpo totalmente colado no dela, me jogava para a borda e tentava dormir de novo. Cada vez que fazia isso, meu corpo sentia um arrepio. Já fazia alguns dias dormindo com ela quando, uma noite, acordei. Nadia estava de barriga para cima e eu de lado, com um braço por cima dela e minha mão roçando um dos peitos dela. Senti aquele arrepio percorrer meu corpo, tive a sensação de que estava tendo uma ereção. Uma das minhas mãos foi até minha virilha e lá voltei à realidade ao me tocar e ver que a única coisa que havia ali era uma buceta molhada por causa da excitação do momento. Foi então que notei aquela sensação nos mamilos, eles sim estavam duros. Pela primeira vez, sem querer, eu tinha me excitado como mulher.
Todos os dias a mesma rotina: as manhãs passava na casa com as garotas na sala ou no quarto, à tarde nos arrumávamos e nos levavam para o clube até as 3h, e a dormir de novo. Minha excitação ao dormir com Nadia só aumentava. Acordava, me excitava tê-la ao lado, cada vez mais. Sem perceber, minha mão ia até minha virilha, me tocava por cima. Comecei a fantasiar com ela, que percorria seu corpo com minhas mãos, que chupava aquela buceta suculenta e acabava transando com ela. Sem perceber, acabava me masturbando como uma cachorra no banheiro, primeiro em pé e no final deitada no chão. Primeiro um dedo, depois dois, três. Esses momentos me faziam esquecer minha condena por um tempo e, sem perceber, comecei a curtir meu corpo como mulher.
Durante o dia, voltava à normalidade, minhas quedas, meus momentos chorando, e assim foi até que, treze meses depois, enquanto dormíamos, ouviu-se um barulho forte lá fora e escutei um grito: "Polícia! Joga no chão e não se mexe!". Em poucos segundos, a porta do nosso quarto se abriu e entraram dois policiais armados. nos apontando com as pistolas,
—Esta sala está cheia de garotas! —gritou um deles.
Poucos segundos depois, chegaram duas policiais, que nos fizeram vestir e nos tiraram da casa. Num camburão, nos levaram para a delegacia, onde, depois de algumas horas, fomos todas interrogadas.
Quando chegou a minha vez, expliquei tudo pelo que tinha passado. Havia duas queixas feitas pelo meu desaparecimento: uma tinha sido feita pela minha irmã mais velha, que era a única família que eu tinha, e outra pela Pilar.
De lá, nos levaram para um centro de acolhimento para mulheres. Robert, Corina e os outros foram levados para a prisão, acusados de tráfico sexual de pessoas e associação criminosa. Alguns dias depois, Corina e Robert também foram acusados de sequestro e agressão física e psicológica contra mim.
No centro, nos designaram um quarto onde dormíamos quatro garotas. Uma vez dentro do quarto, nos abraçamos chorando todas.
Naquela noite, me deitei sozinha na cama, mas me era impossível dormir.
—Nadia, você está acordada?
—Sim.
—Não consigo dormir. Posso deitar com você?
—Sim.
Me enfiei na cama dela, me abracei a ela. Ela me deu um beijo na bochecha e disse:
—Calma, gata. O pesadelo já acabou.
— Oi, gato, o que faz aqui tão sozinho?
— Oi, só tomando alguma coisa.
— Sou Corina.
— David.
Ela me deu dois beijos, um na bochecha e outro direto na boca. Tinha cabelo preto longo como o meu, até a metade das costas, uma verdadeira gata, e sotaque estrangeiro — era romena. Em questão de cinco minutos, ela já me tinha encurralado contra a parede e a língua dela dentro da minha boca. Era ela quem mandava no ritmo. Eu também sou mais do tipo submisso, e dava pra ver que ela era uma mulher de muita personalidade e dominadora. Eu estava gostando muito do jeito que ela conduzia a situação.
Já estávamos há algumas horas juntos quando ela me perguntou se eu tinha algum lugar pra ir. Eu disse que não morava longe e vivia sozinho.
— Então vamos, que eu quero te foder.
Nunca tinha me acontecido uma coisa dessas. Ela assumiu o papel que eu sempre tinha com as mulheres. Levei ela até meu apartamento e fomos direto pro quarto. A mina me tinha deixado bem excitado com seus beijos e carícias, mas ela não tinha me deixado tocá-la em nenhum momento. Assim que entramos, ela me fez ajoelhar.
— Chupa aqui — ela disse.
Ela levantou a saia e pressionou minha boca contra a sua virilha. Fui afastar a calcinha dela com uma mão.
— Psssiii, sem usar as mãos. Começa chupando por cima da calcinha.
Comecei a lamber por cima do tecido. Depois de um tempo, ela mesma afastou a calcinha e sua buceta ficou à mercê da minha boca. Estava completamente encharcada, minha boca encheu do líquido que ela ia soltando. Devia estar fazendo direito, porque a mina gemia que parecia uma doida. Fiquei um bom tempo assim. Depois, ela me pegou pelo cabelo, me levantou e me empurrou, me fazendo cair na cama de costas. Ela desabotoou minha calça, puxou meu pau pra fora, sentou em cima de mim e, como ela tinha dito, me fodeu. Não tirei minha roupa, nem ela tirou a dela. Não me deixou tocá-la em nenhum momento. quando gozei, ela se levantou, arrumou a roupa direitinho e foi embora, me deixando deitado na cama dizendo: "a gente se vê de novo". Fiquei perplexo, sem palavras, vendo ela ir embora. Na semana seguinte voltei à mesma boate, mas ela não apareceu. Porém, uma tarde a campainha tocou e, ao abrir a porta, era ela ali. Mal abri, ela foi direto ao ponto: me beijou freneticamente na boca e depois me puxou para o quarto. "Vamos, que eu ainda tenho muita coisa pra fazer. De joelhos, já". Eu, como se fosse um autômato, me ajoelhei. Igual da outra vez, ela levantou a saia, enfiou minha cabeça entre as pernas. "Vamos, começa a chupar". Quando ela teve o suficiente, me jogou de volta na cama, puxou meu pau pra fora, chupou um pouco, subiu em cima, me fodeu até eu gozar e foi embora de novo. Isso se repetiu algumas vezes, cada vez mais frequente. O diálogo entre a gente não existia, até que um dia ela apareceu no meu apartamento com uma bolsa. "Oi, David, vim passar o fim de semana aqui". "Oi, Corina". Ela me afastou pro lado e entrou direto. "Olha, David, isso vai funcionar assim: eu vou vir quando eu tiver vontade de te foder. Esse fim de semana vou te testar. A partir de agora você é meu submisso, meu criado e meu escravo sexual. Você vai comer minha buceta quando eu tiver vontade, sempre de joelhos, e eu vou te foder quando eu quiser. E, em agradecimento, você vai me compensar fazendo minha comida e o que eu quiser nos dias que eu vir aqui. Você vai se dirigir a mim me chamando de AMA. Se concordar, se ajoelhe agora mesmo". Eu olhava pra ela perplexo enquanto ela falava. Me ajoelhei sem pensar. "Sim, Ama". "Assim que eu gosto, obediente. E a gente vai se dar bem. A partir de agora você me pertence". "Sim, Ama". Isso foi se repetindo cada vez mais. Ela aparecia no meu apartamento sem avisar. Com o tempo, pediu uma chave e entrava e saía quando queria. Eu tinha um rolo à parte com outra garota, a Pilar. De vez em quando a gente se encontrava pra transar. A Corina, uma vez – já fazia uns 6 meses – foi passar uma semana na Romênia. Ver meus pais e Pilar veio ao meu apartamento por alguns dias, alguns meses depois ela foi embora de novo e eu e Pilar aproveitávamos para passar uns dias juntos. Já estava com Corina há um ano e meio quando ela foi embora de novo, e eu estava com Pilar no quarto transando quando Corina apareceu, nem a vi, só a ouvi gritar.
- Pode-se saber que porra você está fazendo, quem é essa puta?
- Cococorina, o que você está fazendo aqui?
- Essa é sua resposta, sua vadia? Vou sair daqui, você sabe que pertence a mim, você vai pagar por isso e muito.
Ela foi embora depois de dizer isso, no final da tarde voltou com algumas malas.
- Estou aqui agora, vou morar aqui. Como você está sem trabalho, agora poderá dedicar 24 horas por dia a me satisfazer e me servir. Ah, uma coisa: me dê suas chaves, você não vai mais sair daqui sem minha permissão ou sem minha companhia.
- Como assim você vai morar...
- Anda logo, me faça algo para jantar, estou com fome - ela me cortou no meio da frase.
- Sim, sim, já vou.
Quando ela me mandava com aquela autoridade, eu gostava e obedecia imediatamente.
Minha relação com ela continuou no mesmo caminho de sempre: ela me fazia chupar sua buceta e me comia, e agora, além disso, eu a servia em tudo - almoços, jantares, etc. Ela em casa não fazia nada; quando saía, trancava a porta e eu não podia sair. Alguns meses depois, sua atitude mudou. Havia tardes em que ela saía e, assim que chegava, me fazia ajoelhar e chupar sua buceta, mas parou de me comer depois. Assim foi até que, três meses depois, um sábado logo depois do almoço:
- Vista-se, vamos ver um espetáculo de dominação para o qual me convidaram, onde um amo domina sua submissa obediente.
Pegamos um táxi e ele nos deixou na porta de um local. Ela bateu na porta, um cara que parecia um armário nos abriu. Entramos e, alguns metros adiante, havia um bar com três garotas, melhor dizendo, prostitutas vestidas com pouquíssima roupa. Não havia mais ninguém ali. Continuamos para dentro; eu seguia Corina. Ela abriu uma porta e entramos em uma área privada. Havia um homem sentado em um sofá.
- Olá. Robert. -Oi, Corina. Eles se beijaram na boca. -Este é meu submisso, o que você acha, Robert? -Hmmm, interessante, ele tem um corpo nada mal, gostaria de vê-lo pelado para ver como é. -Vamos, o que está esperando? Tire a roupa, você não ouviu? -Mas como assim, pussy? Vou me despir aqui na frente desse cara? Zaaaaaaasssss. Aquele cara me deu um tapa na cara, fez meus olhos lacrimejarem. -Se não quiser levar outro, comece a tirar a roupa agora. Ele me disse com voz autoritária. Comecei a tirar minha roupa, fiquei só de cueca. -Pelado, eu disse. Tirei a cueca, ele me olhou atentamente. -Hmmmm, pode ser válido. Você trouxe o que eu pedi, Corina? -Sim. -Dê a ele. Ela meteu a mão na bolsa, procurou algo e tirou uma calcinha vermelha de renda, jogando em mim. -Ponha. -Mas o que é isso? O que está acontecendo aqui? Zaaaaaaasssss, outro tapa. -O que você não entendeu? Que você a coloque. Ele disse. Peguei a calcinha, coloquei, ficando na frente dos dois só com ela. -Viu, Corina? Eu te disse, em questão de minutos ele passaria de submisso a submissa. -Não tinha dúvida de que seria assim. Enquanto isso, ele me observava, acariciou minha bunda, eu estava muito nervoso. -Ela tem uma bunda boa, esta slut. Nadia! -gritou Robert- Venha aqui, você tem que preparar esta slut. Veio uma das garotas que estava lá fora. -Sim, Robert. -Vista-a bem, slut, porque vou brincar um pouco com ela. Ahhh, sim, e leve Ivan, caso ela se recuse a algo, que ele não hesite em dar um tapa nela. Ela me fez segui-la, chamou Ivan - era o cara forte que nos abriu a porta - e também Alina, outra das garotas de lá. Subimos uma escada até um quarto, em cima de uma cama havia roupas. Ela começou me colocando um sutiã com enchimento, em seguida uma cinta-liga tudo em vermelho, depois meias-calças pretas, depois uma minissaia plissada que deixava mais da metade da bunda à mostra e um top branco, e por último uns salto alto preto. Ela puxou minha calcinha um pouco para baixo e, com uma mão, pegou meu pau, com a outra puxou meus testículos para cima, enfiou meu pau entre as pernas e colocou a calcinha de volta. -Isso você sempre tem que levar bem escondido entre as pernas, as fêmeas não têm um bulzinho ali. Sentei numa cadeira, pintei os lábios e os olhos rapidamente e voltei pro privê, nunca tinha andado de salto alto, foi um parto ir com eles, quando entrei no privê os dois estavam se beijando e Corina tinha o pau do Robert na mão.
- Olha, já temos a putinha aqui.
Fiquei parado olhando pro fundo com o olhar perdido, queria desaparecer.
- Vamos, foxy, o que está esperando? Fica de joelhos. - gritou Corina.
Me ajoelhei, Corina se levantou, colocou uma mão na minha cabeça e começou a dar voltas ao meu redor.
- Olha, puta, porque não sei se você percebeu, agora é o que você é: uma puta vulgar e submissa.
Parou e Robert se levantou, ficou na minha frente com o pau ereto diante da minha cara.
- Essa é minha vingança por me trair com aquela sua amiguinha, Pilar, você disse que se chamava, se não me engano. Pois agora você vai ocupar o lugar dela, chupa ele.
- Mas eu não...
Zaaaaas, outro tapa.
- Que chupa ele.
Aproximei a boca lentamente até enfiar na boca, se não fizesse eram capazes de me matar na porrada.
- Assim que eu gosto, que seja obediente. Para que você sempre se lembre dela, a partir de hoje você vai se chamar Pili. Sua vida vai dar uma virada de 360 graus. Até agora você era meu submisso, meu criado e meu escravo sexual. A partir de hoje também será propriedade do Robert, caso não tenha percebido, é meu namorado. Ele adora mulheres, mas tem fraqueza por travestis e decidi dividir você comigo. Você será nossa submissa, criada e escrava sexual, vai morar na casa dele e não tente fugir, além disso, estará vigiada 24 horas por dia. Lá tem um quarto com as roupas que você vai usar a partir de hoje o tempo todo. Seu apartamento, como é alugado, você vai deixar e é isso.
Enquanto ouvia isso, chorava enquanto chupava aquele pau.
- Bom, o que diz? Gosta de chupar o pau do seu macho? Vamos, responde ahhh, coitada, seu homem empurra sua cabeça e não deixa você falar. Tira, homem! Robert, deixa ela responder. Me puxando pelo, ele tirou da minha boca. — Responde, Foxy. — Não gosto. — Resposta errada, vai continuar chupando até admitir que gosta. Ele enfiou de novo na minha boca. — É gostoso, né, Pili? Fala, agora você gosta. Ele tirou de novo. — Sim. Esperei um milagre, que ele não enfiasse de novo, mas não foi assim — ele meteu outra vez. — Hmmm, parece que gosta mesmo, voltou a chupar, porque quer continuar, né? — Não. — Uiii, outra resposta errada. Vou perguntar de novo: se responder certo, talvez eu pare. Quer continuar chupando? — Sim. — Então vai lá, não sou eu que vou te privar desse prazer. Quero ver sua boca se enchendo de porra quentinha. Mas não é a primeira vez que prova, já comeu minha buceta várias vezes depois que ele gozou dentro de mim. Não demorou muito para ele gozar. Senti minha boca enchendo de sêmen quente, tinha um gosto salgado. Quase me engasguei com a boca cheia, engoli o que pude, o resto escorreu pelo meu queixo. Ele tirou da boca, me puxou pelo cabelo me obrigando a olhar pra cima, e com a outra mão se masturbou, e a porra caiu no meu rosto. — Abre a boca e põe a língua pra fora, puta. Recebe seu prêmio. Ele ainda me segurava assim quando Corina passou algo pelo meu pescoço e logo vi ela enfiando uma bola na minha boca e prendendo atrás da nuca. Era muito desconfortável, mantinha minha boca aberta com a bola dentro. Ela abaixou meu top e prendeu uma pinça em cada mamilo. As pinças eram presas a correntes que pendiam da mordaça. — Essa mordaça é pra você não gritar com o que temos preparado, e as pinças são pra começar a sensibilizar seus mamilos. Eu continuava de joelhos, ela se ajoelhou ao meu lado e começou a chupar o pau do Robert. Quando ele ficou bem ereto de novo, ela colocou uma camisinha. — Fica de quatro, puta. Tentei resistir, ignorando, mas ele já me segurava. Comido por trás e então foi ela que me deu um tapa. - Não resiste, foxy, senão vai ser pior. Ele se meteu entre minhas pernas, senti uma pressão no meu cu que aos poucos ia entrando cada vez mais fundo, aquilo doía horrores, com a boca totalmente tapada só se ouvia eu dizendo, mmmmmmmmm, Corina estava deitada na minha frente olhando para o meu rosto e sorrindo. - Agora vai doer um pouco, mas daqui a pouco você vai começar a sentir prazer, vai ver, todas nós passamos por isso, então você vai desejar que nunca acabe. Ele começou a meter e sacar, eu sentia as batidas contra minha bunda, depois de um tempo senti uma sensação estranha de dor e prazer ao mesmo tempo. - Você gosta, né, foxy? Vejo no seu olhar, aquele olhar de prazer que todas nós temos, não se preocupe, essa é a primeira de muitas que virão, mas não se tranquilize, isso vai ter um fim, e será no dia em que Robert te comer na mesma posição que você e sua amiguinha estavam. Com a boca tapada, eu pensava que a qualquer momento ia me afogar, aquilo pareceu uma eternidade até que senti que ele gozou, deixou um momento dentro e tirou. - De joelhos de novo, putinha, olha só, parece que você gostou mesmo, ficou dura hahaha. Ele ficou na minha frente, tirou a camisinha, tirou a bola e me colocou de novo na boca. - Vamos, putinha, mais uma ração de pau. Enquanto eu chupava de novo, vi que Corina levantou a saia, tirou o thong, deitou no sofá e começou a se masturbar, quando Robert ficou com o pau duro de novo, ele tirou da minha boca, se meteu entre as pernas de Corina e a comeu na minha frente, ficou mais de 15 minutos metendo, ela gemendo como uma louca, entre gemidos ela me olhou. - Olha que pedaço de macho, um dia alguém vai te comer assim como ele está me comendo. Quando ele terminou com aquela gozada que deu na Corina, ele se levantou, me colocou de novo na boca e me disse para deixar bem limpinho, e depois me tocou limpar a buceta da Corina, ela estava toda molhada entre seus fluidos e a gozada do Robert. - O A única buceta que você vai comer a partir de agora será essa e só para limpar a porra do nosso macho. Passei o resto da tarde ali de joelhos na frente dos dois enquanto riam e bebiam. Já de noite, me tiraram dali, me colocaram num carro, uma viagem de uns 20 minutos, chegamos num chalé, estacionaram o carro numa garagem na parte de baixo, me levaram pra um quarto. Vi um par de garotas lá dentro, vestidas como as do clube. A situação me dava muito medo, não sabia onde tinha me metido, mas estava ali vestida de puta e aquilo não tinha boa cara.
- Esse será seu quarto por enquanto, vai dividir com a Verônica. Aqui tem tudo que uma puta precisa. E não tente fugir, a casa é vigiada o dia todo. E troque de roupa, daqui a pouco começa seu trabalho de empregada. Tem que preparar o jantar.
Me empurraram pra dentro daquele quarto, trancaram a porta com chave. Sentei na cama chorando. Ainda estava sentada quando a porta se abriu de novo e a Corina entrou.
- O que tá fazendo aí ainda, Foxy? Vamos, troca de roupa que você tem trabalho.
- Por que você tá fazendo isso comigo?
- Ainda não entendeu, Pili? Te peguei me traindo com outra mulher e já te falei antes: você vai ocupar o lugar dela com o Robert, que também é meu namorado. Não tem ideia do quanto fiquei excitada vendo você de joelhos chupando o pau dele e depois de quatro como uma putinha.
- Não faz isso comigo, me deixa ir. Não quero ser criado de ninguém e me recuso a ser a puta de ninguém.
ZAAAAAAAAASSSSS me deu um tapa na cara.
- Primeiro, eu não disse criado, e sim criada. Acostume-se a se referir no feminino quando falar de si mesma. Olha como você está, chorando na cama vestida de puta. E assim vai ser sua vida a partir de agora. Levanta já, escolhe você mesma a roupa e se vista.
Me levantei, abri um armário que tinha ali. Fiquei olhando pra dentro, não sabia o que fazer, por onde começar. Tudo que tinha eram vestidos e minissaias bem curtas. Escolhi uma preta elástica e uma camiseta preta. Comecei a tirar... a roupa e me vestir com a que eu tinha pegado, a mini não chegava a cobrir minha bunda.
- Pronto, agora o quê.
- Troca a calcinha Promiscuous que com certeza você a tem manchada.
Achei que estavam em uma cômoda que havia ali, abri a gaveta de cima e estava cheia de roupa íntima, peguei umas vermelhas como as que eu usava, tirei as que tinha e me troquei.
- Que pena da coisinha que você tem entre as pernas, daqui a pouco só vai servir para fazer xixi, vamos, vamos para a cozinha.
Segui ela até a cozinha, lá dentro havia uma garota.
- Olá, Verônica, esta é Pili e vai te ajudar com as tarefas da casa.
Me deixou ali com ela e foi embora, ajudei a fazer o jantar e depois servi sozinha, jantavam Robert e Corina a sós. A partir daquele dia, minha tarefa junto com Verônica foi cuidar da limpeza da casa, fazer as camas, enfim, trabalho de empregada. Havia 5 quartos: um era do Robert, em outro dormiam dois homens que cuidavam da segurança da casa, em outro havia 4 camas onde dormiam as garotas que trabalhavam para ele no clube, 2 garotas por cama. Verônica dormia em outro com 2 camas, ali ela dormia sozinha até aquele dia, quando eu dormiria com ela. Um quarto com 2 camas onde dormiam visitas ou amigos do Robert de vez em quando, ou garotas que estavam de passagem e eu nunca mais via.
Além da minha tarefa de empregada, quando a Corina vinha com vontade de sexo, primeiro era eu quem tinha que chupar o Robert, sempre de joelhos e com a mordaça na boca e os prendedores nos meus mamilos, e ele me comia de quatro.
Verônica se tornou minha amiga ali, eu estava sempre com ela. Ela tinha ordens para me ensinar tudo relacionado ao mundo feminino, me ensinou a me maquiar, a me vestir, etc. Uma das garotas de lá fez um visual de cabelo mais feminino para mim.
Eu estava há 4 dias trancada lá quando chegou um homem com Robert e Corina. Eles me fizeram ir para meu quarto com eles.
- Este é o doutor George, um bom amigo meu, vai fazer um exame médico em você – disse Robert.
- Um exame para quê?
- Não fale novamente sem minha permissão, vamos. tira a roupa. Obedeci sem reclamar, sabia que se fizesse de novo ele me bateria. Fiquei só de calcinha na frente deles, aquele homem começou a me examinar completamente, a boca, o pescoço e foi descendo, puxou meu pau e olhou com atenção, enquanto fazia isso foi conversando com Robert em romeno, eu não entendia nada. Ele me fez sentar na cama e tirou sangue e por último vi que ele pegou outra seringa.
– Deita de bruços na cama – me disse Robert.
– Ei, o que você vai fazer comigo, o que é isso?
– Só uma injeção para você não ter ereções, isso é coisa de homem, agora você só vai usar para fazer xixi – dessa vez foi Corina que respondeu.
– Não venham com essa para mim, NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO – Robert soltou a mão contra minha cara me fazendo cair na cama.
– Vamos, putinha, vira de costas.
Não tive escolha a não ser me virar e deixar levar a picada. Assim foram passando os dias, 15 dias depois outra injeção, eu estudava um jeito de sair dali mas era impossível. Um mês depois da terceira injeção comecei a me sentir estranho, notei os mamilos mais sensíveis até um pouco maiores, quando Robert me comia, Corina os acariciava e até chupava e cada vez aquilo me excitava mais. Passados quase dois meses confirmei que meus mamilos estavam maiores, mais parecidos com os das mulheres, falei com Veronica e comentei com ela, e ela me disse que estavam me hormonando se eu já não sabia.
– Não sabia, me disseram que estavam me injetando para não ter ereções.
– Pois agora você sabe, não falei nada, hein.
– Não se preocupa.
Alguns dias depois Corina apareceu por lá e eu tomei coragem e perguntei diretamente.
– Por que, caralho, estão me hormonando, não basta já a humilhação que estão me fazendo passar, me deixem ir por favor.
– Primeiro, não te dei permissão para falar e menos nesse tom, vou deixar as coisas claras: em você mandamos eu e Robert e faremos com você o que quisermos, te disse que você ocuparia o lugar da sua amiguinha e ela tinha um belo par de tetas que você também não vai demorar muito para ter. mas por que, não bastava ter me deixado e ir embora.
- Não, porque mais cedo ou mais tarde você faria isso com outra, e com mulheres não se brinca, merecemos respeito, sabe? E chega de perguntas, volte ao seu trabalho, Piiiili — diga com ironia.
- Por favor, que merda. ZASSSSSSS… outro tapa. E eu, cada vez que isso acontecia, ficava mais submissa. Obedeci e continuei com minha tarefa.
- Ah, e mais uma coisa: comece a usar uma voz mais feminina. Te ver falando assim com essa voz me deixa maluca.
Quanto à voz, por mais que tentasse, não tinha jeito — não saía. Corina e Robert ficavam irritados, diziam que eu tinha voz de viadinho e que talvez tivessem que resolver o problema eles mesmos. Quase três meses depois do primeiro dia, Corina voltou sozinha e me levou ao quarto. Me fez ajoelhar e chupar sua buceta, depois me deitou na cama, pegou meu pau com a mão e começou a masturbá-lo, em seguida levou à boca. Não houve nenhuma reação.
- Bom, parece que isso aqui não reage mais às carícias de uma mulher… pouco a pouco você está virando uma verdadeira mulher.
Começaram a fazer depilação a laser no rosto e no corpo. A esteticista disse que eu teria que voltar a cada dois meses mais ou menos para continuar as sessões. Eu já tinha desistido de protestar — sempre acabava com um tapa na cara. No sexto mês, pularam uma injeção e, alguns dias depois, me disseram que íamos viajar. Me vestiram com um vestido branco florido, um pouco acima do joelho — bem normal para o que eu tinha usado até então —, e me deram uma bolsa onde colocaram minha nova documentação, falsa, claro.
- Aqui está tudo que você precisa para sair do país. Vamos passar uns dias no meu país. Seu nome é Pilar Szabo, somos irmãs. Se não cometer nenhum erro, tudo vai dar certo e ninguém sairá prejudicado — disse Corina.
Saímos em direção ao aeroporto, pegamos um voo ao meio-dia. Eu estava muito nervosa: o que íamos fazer lá? Chegamos a Bucareste sem problemas, passamos por todos os... Controles, uma viagem não muito longa de carro até um chalé onde entramos pelo estacionamento. Rapidamente chegou a hora de dormir, dormi sozinha em um quarto trancado com chave. Me acordaram bem cedo, saímos imediatamente de carro em direção ao centro. Nos deixaram em uma rua não muito movimentada. Iam Robert, Corina, um dos homens de confiança dele e eu. Entramos em uma clínica onde vi novamente o doutor que veio me ver e começou a me hormonizar, entramos em uma consulta.
— Tira a roupa e fica só de calcinha — me disse Corina depois que o doutor falou algo para ela. — Ele vai fazer um exame em você.
Ele ficou observando meus seios por um tempo, me fez vestir um roupão e me levou para outra sala onde tirou alguns raios-X e depois voltamos para o chalé.
— O doutor diz que seu processo de feminização está avançando perfeitamente, você já tem peitinhos de adolescente — disse Corina.
Fiquei trancada no chalé por dois dias, e voltamos a ver o doutor. Me fizeram tirar a roupa e deitar em uma maca, colocaram um acesso venoso na minha mão.
— O que vocês vão fazer comigo? — gritei.
Uma picada e não lembro de mais nada até acordar na maca. Senti um incômodo no pescoço, vi Corina ao meu lado fazendo um gesto de silêncio.
— Cala a boca, não diga nada, não se esforce. Tiraram seu pomo de adão, agora você vai ter um pescoço mais feminino.
Não disse nada, só pensei que tinha caído na mão de uns malucos que estavam arruinando minha vida, mas até aquele momento não podia fazer nada. Me controlavam o dia inteiro. Se antes eu já não era um exemplo de força, agora menos ainda. Os hormônios estavam me transformando em uma mulher frágil, submissa e fraca. Naquela mesma noite me levaram de volta ao chalé, onde me mantiveram trancada por 15 dias e me levaram à clínica de novo, repetindo o mesmo procedimento da outra vez. Acordei novamente sem saber o que tinha acontecido, dessa vez com o doutor e Corina na minha frente. O doutor disse algo para ela.
— O doutor... — não lembro o nome dele — diz que você não deve forçar a voz. Por uns dez dias, retocaram minhas cordas vocais para ficarem mais adequadas ao meu corpo, ou seja, uma voz mais feminina. Ainda com sintomas da anestesia, eu olhava pra eles incrédula. Passei aquela noite lá e no dia seguinte voltamos para o chalé. Ficamos mais alguns dias ali, com algumas visitas à clínica. Cada vez que íamos, eu ficava aterrorizada pensando no que mais poderiam fazer comigo, mas não aconteceu mais nada. Depois de alguns dias e de me aplicarem hormônios de novo, voltamos pra casa. Eu já conseguia falar bem, mas mesmo com voz de mulher soava estranho. De volta à rotina: fazer de empregada e, de novo, ser a putinha do Robert. Com o passar dos dias, minha voz foi ficando melhor e mais feminina, e quando Robert me comia, meus gemidos e gritinhos eram totalmente de mulher. Fiquei trancada naquele chalé sem sair por mais alguns meses enquanto meu corpo continuava mudando. Meus peitos continuaram crescendo; em um ano já tinha uns belos seios. Mas, por outro lado, eu tinha ficado frágil e fraca, e cada vez mais submissa. Quando completei 1 ano e 4 meses lá, me levaram de volta para a Romênia. Assim que chegamos, fomos direto para a clínica. Nova revisão e, três dias depois, me levaram de novo. Só lembro que me fizeram tirar a roupa e deitar numa maca. Acordei algumas horas depois. Tudo estava embaçado e, quando minha visão clareou, Corina estava na minha frente.
— Oi, dorminhoca.
— O que você fez comigo? Por que estou aqui de novo?
— O que você merece. Olha, você foi o segundo homem que me enganou, e com o sentimento de uma mulher não se brinca. Fiz com você o que deveriam fazer com todos iguais a você: mudar de sexo. Assim você nunca mais vai enganar nenhuma mulher, pelo menos não como homem.
— Mas por quê? Você arruinou minha vida!
— Você que procurou.
Discutimos um pouco, mas durou pouco. Eu não tinha forças pra discutir muito. Fiquei internada vários dias ali. No primeiro dia que me vi nua na frente de um espelho, tive um ataque de ansiedade e desmaiei ao ver que... Em vez do meu pênis, havia uma abertura — falando claro, agora eu tinha uma buceta. O pouco que me restava de homem havia desaparecido. Antes de sair de lá, me disseram o que eu tinha que fazer: usar dilatadores vaginais cada vez maiores. Os próximos dias e semanas foram muito difíceis, eu só ficava chorando, afundada numa depressão. Durante esse tempo, Veronica se tornou minha melhor amiga e psicóloga. Mais de uma vez pensei em acabar com a minha vida, mas, apesar do suplício que estava passando, eu tinha medo da morte. Nos cinco meses seguintes, não aconteceu nada — eu simplesmente fazia de empregada na casa junto com a Veronica. Robert e Corina só me chamavam se precisavam ou queriam alguma coisa; caso contrário, eu parecia invisível para eles. Até que uma tarde eu estava no quarto descansando, e a Corina entrou, empurrando a porta com força e gritando comigo:
— Levanta, Foxy.
Eu estava meio grogue, me assustei e demorei um pouco para reagir.
— Vamos, o que está esperando? De pé, já.
Me levantei, e a primeira coisa que recebi foi um tapa na cara. Ela então ficou me olhando, me girando.
— A verdade é que fizemos um bom trabalho. Fiz de você uma mulher de verdade — ela se posicionou na minha frente, tirou o top e o sutiã que eu estava usando. — Já tem uns peitos bonitos, ainda pequenos, mas vou resolver isso depois. — Ela dizia isso enquanto ia tocando neles. — Vamos ver o que temos mais embaixo. — Desabotoou a minissaia que eu estava usando e a deixou cair no chão. Fiquei só com um fio dental vermelho. — Vamos ver como marca pacote — disse, puxando o fio dental para cima na frente. — Ai, que tonta, no que eu estava pensando? Agora você marca é uma rechinha, igual a mim, hahahahaha!
Ela passou a mão por cima do fio dental, acariciando minha buceta, meteu a mão por dentro enquanto ia esfregando, baixou o fio dental e continuou me tocando, meteu dois dedos enquanto ria.
— Hahaha, ficou com uma buceta perfeita! — Continuou percorrendo meu corpo com suas carícias: pernas, braços, costas, bunda. — Vejo que a Veronica tem... Cumpriu direitinho o que eu pedi para hoje: depilada toda, exceto a buceta, onde você sempre deve deixar um pouco, e as unhas postiças bem vermelhas e o mais longas possível — elas deixam suas mãos muito femininas. A maquiagem e a roupa eu cuido, você sabe. Hoje chegou o grande dia. Eu disse que isso não acabaria até você ocupar o lugar que sua amiguinha Pilar estava ocupando, e hoje finalmente vou te ver de pernas abertas enquanto te comem, igual você fazia com ela. Minha intenção era leiloar sua virgindade para o melhor lance, mas, mesmo que eu não goste, vai ser o Robert quem terá o prazer de fazer isso. Sem ele, nada disso seria possível, além do que ele me paga muito bem, nem mais nem menos que 1000 euros. Então hoje você vai ser a putinha dele, e com isso termina minha vingança. Mas não pense que acaba tudo aqui. Depois você vai trabalhar para mim no local do Robert, será uma puta vulgar como as outras. Então toma um banho rápido que vou te preparar.
Depois do banho, eu estava esperando sentada na cama.
— Vamos, acorda, Foxy, não temos a tarde toda. Toma, põe isso.
Era um fio dental vermelho de renda. Depois ele me fez sentar numa cadeira e começou a me maquiar: os lábios com um vermelho bem intenso e brilhante, e os olhos com uma maquiagem bem exagerada. Em seguida, colocou em mim um pérsio vermelho aberto na frente, com um laço preto entre os peitos, uma meia-calça vermelha até a coxa e uns sapatos vermelhos de salto bem alto. Colocou a mordaça na minha boca e me levou até o quarto do Robert.
— Deita na cama de costas para a porta, não se vire em nenhum momento e espere pelo homem que finalmente vai fazer de você uma mulher de verdade. Eu vou ficar ali olhando enquanto ele te come.
Senti a porta se abrir, alguns passos. Percebi ele se sentando na cama. Começou passando a mão pelas minhas costas, deitou-se atrás de mim, sua mão se moveu para minha barriga, subiu até os meus peitos, já os tinha em cima, apertava com força. Senti sua respiração no meu ouvido, ele afastou meu cabelo e começou a chupar meu Pescoço, virei-me e então o vi. Desabotoei o laço, meus peitos ficaram expostos. Ele brincava com um dos meus mamilos com uma mão, aos poucos foi baixando a cabeça e já tinha uma teta na boca. Lágrimas de impotência escorriam dos meus olhos. Ele se divertiu um tempo com meus peitos e continuou descendo pelo lado direito, chupando e dando pequenas mordidas. Ele sabia o que estava fazendo - aquilo me deixava louco quando uma garota fazia, era meu ponto fraco. Ele sabia, Corina tinha contado. E parecia mentira, mas Robert estava me deixando com tesão. Meteu uma mão na minha virilha, esfregava minha buceta. Sua boca voltou para meus peitos enquanto afastava meu thong e metia um dedo, depois dois. Entravam e saíam, eu sentia uma sensação estranha, com a respiração acelerada e sensação de sufoco com a bola na boca. Me sentia agoniada. Assim continuou por um tempo que me pareceu eterno.
Ele tirou a mordaça e naquele momento me senti liberta - a mordaça me agoniava muito. Pelo nervosismo que havia passado, não tinha reparado que Corina estava ali olhando. E naquele momento a vi me olhando sorrindo. Veio à minha cabeça que ela não gostava que Robert fosse quem estreasse minha buceta, e pensei comigo mesma: se alguém sabe o que um homem mais gosta, sou eu. Abri mais as pernas para facilitar o trabalho que ele estava fazendo com os dedos. Com uma das minhas mãos comecei a acariciar seu peito por cima da camisa, meti minha mão entre os botões e continuei acariciando.
Ele parou de me tocar, deitou-se de costas me deixando fazer. Comecei a desabotoar sua camisa, me demorei em seu peito um tempo. Fui baixando a mão aos poucos até chegar na altura da calça - ele usava uma de botões. Fui desabotoando e meti a mão por cima da cueca. Ele já estava bem duro. Acariciei um tempo por cima, meti por dentro, peguei com a mão e comecei a masturbá-lo enquanto passava meus lábios pelo peito, descendo cada vez mais até sentir o cheiro do pau perto de mim. Cara, joguei o cabelo pro lado e fui enfiando ele na minha boca aos poucos. Não era nada novo pra mim, já tinha chupado ele muitas vezes. Fiquei me divertindo na ponta, enfiava até o fundo, subia e descia. Tirei da boca e passei a língua por fora inteirinha. Comecei a chupar as bolas. Ouvi ele gemer, sabia que tava fazendo ele curtir – era meu plano. Corina queria que eu fosse uma puta, então eu ia ser com o homem dela, e puta mesmo eu seria. Continuei chupando enquanto com uma mão baixei a calça e a cueca dele até abaixo dos joelhos. Aumentei o ritmo até perceber que ele ia explodir dentro, aí diminui. Não queria que ele gozasse ainda. Parei de chupar, tirei a calça e a cueca dele, me enfiei entre as pernas dele. Olhando pra ele, peguei o pau com uma mão e comecei a masturbar de novo. Via minha mão subindo e descendo, minhas unhas vermelhas se destacando. Enfiei na boca de novo, olhando pra ele e brincando com a língua na ponta. Via na cara dele que tava curtindo. Quando percebi que ele ia chegar no êxtase, comecei um sobe e desce contínuo, cada vez mais rápido, até ele encher minha boca de porra. Engoli o que deu e o que escorreu pela comissura dos lábios. Continuei até deixar bem limpinho. Saí de entre as pernas dele e me deitei ao lado. Peguei o pau com uma mão e comecei a masturbar de novo – ele tinha amolecido um pouco depois da chupada. Quando senti que tava ficando duro de novo, virei de costas na cama sem soltar. Abri as pernas, convidando ele pra ficar entre elas. Dei uma olhada pra Corina – ela já não tava mais sorrindo tanto. Ele arrancou meu thong de uma vez, me machucando um pouco. Robert subiu em cima de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar. Nessa hora fiquei um pouco tensa – era a primeira vez que um homem ia me penetrar e bateu um nervosismo. Mas ele entrou inteiro sem problema, só senti uma dorzinha leve e uma pressão abrindo caminho pra dentro. Começou um frenético... Entra e sai, minha tensão baixou ao ver que aquilo não doía, me relaxei e me deixei levar. Abri mais as pernas, da minha boca começaram a sair pequenos gemidos, cada vez mais fortes. Aquele filho da puta estava me fazendo gozar como uma verdadeira mulher. Então ouvi Corina: — Vamos, Robert, goza dentro da fox, ela está do jeito que eu sempre quis ver. Robert não disse nada, continuou me comendo como um louco e não parecia estar perto de gozar, e eu cada vez mais excitada. Depois de alguns minutos, vi Corina se mover em direção à porta, sair do quarto e bater a porta com força. Robert nem se abalou, continuou no vai e vem constante, parou de repente, tirou e, um momento depois, deitou-se ao meu lado com uma facilidade incrível, me colocou por cima. — Agora cavalga um pouco em cima, fox. Levantei um pouco, coloquei a ponta na minha buceta e sentei de uma vez, comecei a subir e descer, mas dava pra ver que faltava experiência, e em uma dessas saiu e eu machuquei ele um pouco. — Porra, fox, cuidado! — Desculpa, desculpa, vou ter mais cuidado. — Claro que vai ter mais cuidado, fica de quatro, vadia. Ele se posicionou atrás de mim, enfiou de uma vez e começou a dar socadas brutais. Em poucos segundos, eu já não gemia, gritava de prazer. Quanto mais gritava, mais excitada ficava, até que de repente ele diminuiu um pouco a intensidade e uma descarga quente dentro de mim. Continuou por alguns segundos com embestidas muito fortes, me segurando firme pela cintura, apertando contra ele, parou mantendo o pau todo dentro de mim por alguns segundos, tirou. — Gostei muito de você, fox. Ele disse isso, se levantou, pegou um roupão, vestiu e foi embora, me deixando sozinha no quarto. Eu fiquei deitada de costas, pernas abertas. Não demorou muito para Corina entrar. — Vamos, o que está esperando? Levanta, promíscua. Me levantei, ficando em pé na beirada da cama. Ela se aproximou e me deu um tapa com a mão de trás. — Isso por ser vadia e porque me deixou com muita raiva. vi você transando com o Robert, mas bom, era o que tinha sido combinado com ele. Ali de pé na frente dela, sentia a porra escorrendo pelas minhas pernas abaixo, tomei coragem e soltei. – Pois saiba que ele me disse que curtiu muito comigo e eu com ele também. – Sua puta – ela disse me dando outro tapa – mas por outro lado é isso que espero de você, porque a partir de hoje você vai trabalhar no clube. Quanto mais paus você chupar e mais caras te comerem, mais dinheirinho eu vou ganhar. Assim você vai aprender que não se engana uma mulher. A maioria dos homens que vão em putas são casados ou têm namorada, e você vai ser a putinha deles por um tempo em troca de grana. Então rapidinho, toma um banho que a gente vai pra lá.
De novo eu desabei e comecei a chorar de novo. Ela me pegou pelo braço e me puxou até o banheiro. Tomei banho chorando sem parar. Quando terminei, já tinha lá a roupa que eu tinha que vestir: um thong verde claro, uma saia verde brilhante que não cobria minha bunda, um top da mesma cor preso no pescoço por uma alça e nas costas por outra – a única coisa que cobria eram meus peitos –, uma meia-calça clarinha brilhante até a coxa, com uns sapatos brancos de plataforma. Ela me maquiou, avisou um dos homens que vigiavam a casa e nos levou as duas de carro até o local.
Naquela tarde/noite, atendi meus primeiros clientes. No final da noite, nos levaram todas numa van. Ao entrar, Corina me parou. – Como foi seu primeiro dia, minha putinha? Fiquei calada, com o olhar fixo no chão. – Responde, puta. – Bem… – Bom, seja mais específica. Quantos clientes? – Dois. – Bom, e que serviço queriam? – Um francês cada. – Uiii, "um francês" ela diz. Que fina você ficou. Não tá mal, chupar dois paus na primeira noite. Bom, me diz, você gosta do seu novo trabalho? – Não, senhora… – Imaginei. Mas é o que tem, vai se acostumando. Pode ir descansar.
Me dirigia ao meu quarto e Corina me chamou de novo. – Ahhh, Pili, ia me esquecendo. A partir de hoje você vai dormir com suas colegas. Segui cabisbaixa. em direção ao quarto, ali estavam dormindo naquele momento 7 garotas. Quando entrei, elas estavam se despindo; em menos de um minuto estavam todas de calcinha fio-dental ou cuecas. Entrei e fechei a porta, fiquei ali parada sem me mexer, não sabia o que fazer.
— O que está esperando, gata? Vamos, não fica com vergonha, você já conhece todas nós — foi Florica quem falou.
Não fico com vergonha, pensei comigo. Estava num quarto com 7 garotas, todas com um corpo incrível. Isso poderia ter sido uma das minhas fantasias de homem: estar com 7 mulheres assim, brincando em roupa íntima ao meu redor, e no entanto eu era mais uma delas.
— Você vai dividir a cama comigo — disse Nadia.
Nadia era uma romena morena lindíssima, com uns peitos enormes. Era a que estava há mais tempo ali e por isso dormia sozinha. Sentei na cama e comecei a tirar a roupa, fiquei igual a elas, de fio-dental. Era verão e estava calor. Deitei na cama esperando que elas terminassem no banheiro para eu tomar um banho, quando Nadia me disse:
— Acorda, gata, ou você vai dormir com toda essa maquiagem na cara.
— Estou esperando vocês terminarem.
— Vai lá, aqui a gente divide tudo.
Entrei no banheiro; duas delas estavam completamente peladas, outra no chuveiro e mais uma tirando a maquiagem. Fiquei ao lado dela e comecei a tirar a pintura da cara. Depois tomei um banho e entrei na cama com Nadia. Não era muito grande, fiquei na beirada, mas ao menor movimento eu encostava nela. Comecei a chorar de novo. Nadia percebeu, virou para mim e me pegou pela cintura.
— Calma, gata, todas nós já passamos por isso. Os primeiros dias vão ser muito difíceis; nenhuma de nós está aqui porque quer, todas somos obrigadas a fazer isso sem ter vontade. Mas entre a gente a gente se apoia e se anima nos momentos ruins, mesmo algumas de nós estando há muito tempo ainda temos baixos e choramos também.
— Vocês não passaram pelo que eu passei, eu antes era um homem, você sabe, você estava lá no primeiro dia e viu o que fizeram comigo.
— Você tem razão, com você eles exageraram. Chora. Desabafa, amanhã será outro dia e vão pagar por tudo isso, você vai ver. Não voltamos a falar mais e, assim, chorando, acabei adormecendo. Acordei algumas vezes naquela noite com meu corpo totalmente colado no dela, me jogava para a borda e tentava dormir de novo. Cada vez que fazia isso, meu corpo sentia um arrepio. Já fazia alguns dias dormindo com ela quando, uma noite, acordei. Nadia estava de barriga para cima e eu de lado, com um braço por cima dela e minha mão roçando um dos peitos dela. Senti aquele arrepio percorrer meu corpo, tive a sensação de que estava tendo uma ereção. Uma das minhas mãos foi até minha virilha e lá voltei à realidade ao me tocar e ver que a única coisa que havia ali era uma buceta molhada por causa da excitação do momento. Foi então que notei aquela sensação nos mamilos, eles sim estavam duros. Pela primeira vez, sem querer, eu tinha me excitado como mulher.
Todos os dias a mesma rotina: as manhãs passava na casa com as garotas na sala ou no quarto, à tarde nos arrumávamos e nos levavam para o clube até as 3h, e a dormir de novo. Minha excitação ao dormir com Nadia só aumentava. Acordava, me excitava tê-la ao lado, cada vez mais. Sem perceber, minha mão ia até minha virilha, me tocava por cima. Comecei a fantasiar com ela, que percorria seu corpo com minhas mãos, que chupava aquela buceta suculenta e acabava transando com ela. Sem perceber, acabava me masturbando como uma cachorra no banheiro, primeiro em pé e no final deitada no chão. Primeiro um dedo, depois dois, três. Esses momentos me faziam esquecer minha condena por um tempo e, sem perceber, comecei a curtir meu corpo como mulher.
Durante o dia, voltava à normalidade, minhas quedas, meus momentos chorando, e assim foi até que, treze meses depois, enquanto dormíamos, ouviu-se um barulho forte lá fora e escutei um grito: "Polícia! Joga no chão e não se mexe!". Em poucos segundos, a porta do nosso quarto se abriu e entraram dois policiais armados. nos apontando com as pistolas,
—Esta sala está cheia de garotas! —gritou um deles.
Poucos segundos depois, chegaram duas policiais, que nos fizeram vestir e nos tiraram da casa. Num camburão, nos levaram para a delegacia, onde, depois de algumas horas, fomos todas interrogadas.
Quando chegou a minha vez, expliquei tudo pelo que tinha passado. Havia duas queixas feitas pelo meu desaparecimento: uma tinha sido feita pela minha irmã mais velha, que era a única família que eu tinha, e outra pela Pilar.
De lá, nos levaram para um centro de acolhimento para mulheres. Robert, Corina e os outros foram levados para a prisão, acusados de tráfico sexual de pessoas e associação criminosa. Alguns dias depois, Corina e Robert também foram acusados de sequestro e agressão física e psicológica contra mim.
No centro, nos designaram um quarto onde dormíamos quatro garotas. Uma vez dentro do quarto, nos abraçamos chorando todas.
Naquela noite, me deitei sozinha na cama, mas me era impossível dormir.
—Nadia, você está acordada?
—Sim.
—Não consigo dormir. Posso deitar com você?
—Sim.
Me enfiei na cama dela, me abracei a ela. Ela me deu um beijo na bochecha e disse:
—Calma, gata. O pesadelo já acabou.
0 comentários - Pili, uma vadia vulgar