Pili, uma puta vulgar

Conheci a Corina numa noite de festa, bom, na verdade ela me conheceu. Eu tava só tomando um drink, sempre fui um cara solitário, meio tímido, mas nunca me dei mal com as minas. Cabelo loiro comprido, olhos azuis, cara de menino, ela chegou em mim. — Oi, gostoso, o que cê faz aqui sozinho? — Oi, só tomando uma coisa. — Sou a Corina. — David. Ela me deu dois beijos, um na bochecha e o outro direto na boca. Tinha cabelo preto comprido igual o meu, batendo nas costas, uma verdadeira gostosa, e sotaque estrangeiro, era romena. Em questão de 5 minutos, ela já tinha me encurralado contra a parede com a língua enfiada na minha boca. Era ela quem controlava o ritmo. Eu também sou mais submisso de natureza, e dava pra ver que ela era uma mulher de muito caráter e dominadora. Tava gostando pra caralho do jeito que ela conduzia a situação. Ficamos umas duas horas nessa, até que ela perguntou se eu tinha algum lugar pra ir. Falei que não morava longe e morava sozinho. — Então vamo, que eu quero te foder. Nunca tinha acontecido algo assim comigo. Ela assumiu o papel que eu sempre assumia com as minas. Levei ela pro meu apê e fomos direto pro quarto. A mina tinha me deixado bem tesudo com os beijos e carícias dela, mas ela não tinha me deixado tocar nela em nenhum momento. Assim que entramos, ela me fez ajoelhar. — Chupa aqui — ela mandou. Levantou a saia e colou minha boca na virilha dela. Fui afastar a calcinha com a mão. — Pssssiu, sem usar as mãos. Começa chupando por cima da calcinha. Comecei a chupar por cima, e depois de um tempo, ela mesma afastou a calcinha e a buceta dela ficou à mercê da minha boca. Tava toda molhada, minha boca encheu do fluxo que ela tava soltando. Devia tava fazendo direito, porque a mina gemia que nem uma louca. Fiquei um bom tempo nessa. Daí ela me pegou pelo cabelo, me levantou e me empurrou, fazendo eu cair na cama de barriga pra cima. Desabotoou minha calça, puxou meu pau pra fora, sentou em cima e, como ela tinha dito, me fodeu. Ela não tirou minha roupa, nem a dela. Não me deixou tocar nela em momento nenhum. ,quando eu gozei, ela se levantou, arrumou a roupa direitinho e foi embora, me deixando deitado na cama, dizendo:
— A gente vai se ver de novo.
Fiquei perplexo, sem palavras, vendo ela ir embora. Na semana seguinte, voltei na mesma balada, mas ela não apareceu. Mas uma tarde, a campainha tocou e, quando abri a porta, ela estava lá. Assim que abri, foi direto ao ponto: me beijou freneticamente na boca e depois me puxou para o quarto.
— Vamos, que ainda tenho um monte de coisas pra fazer. De joelhos já.
Eu, como se fosse um robô, me ajoelhei. Igual da outra vez, ela levantou a saia e enfiou minha cabeça entre as pernas dela.
— Vai, começa a chupar.
Quando já tinha se satisfeito, me deitou de novo na cama, tirou meu pau pra fora, chupou um pouco, subiu em cima de mim e me comeu até eu gozar, e foi embora de novo. Isso se repetiu várias vezes, cada vez mais frequente. Não existia diálogo entre a gente. Até que um dia ela apareceu no meu apartamento com uma bolsa.
— Oi, David, vim passar o fim de semana aqui.
— Oi, Corina.
Eu me afastei pra ela passar e ela entrou direto.
— Olha, David, vai funcionar assim: eu vou vir quando der na telha de te foder. Esse fim de semana vou te testar. A partir de agora, você é meu submisso, meu criado e meu escravo sexual. Você vai comer minha buceta quando eu quiser, sempre de joelhos, e eu vou te foder quando eu bem entender. E, em agradecimento por isso, você vai me compensar fazendo comida e o que eu quiser nos dias que eu vier aqui. Você vai se dirigir a mim me chamando de AMA. Se você concordar, se ajoelhe agora mesmo.
Eu olhava pra ela, perplexo, enquanto ela falava. Me ajoelhei sem pensar.
— Sim, Ama.
— Assim que eu gosto, obediente. Vamos nos dar bem. A partir de agora, você me pertence.
— Sim, Ama.
Isso foi se repetindo cada vez mais. Ela aparecia no meu apartamento sem avisar. Com o tempo, pediu uma chave e entrava e saía quando queria. Eu tinha um rolo separado com outra garota, a Pilar; de vez em quando a gente se encontrava pra transar. A Corina, uma vez, depois de uns seis meses, foi passar uma semana na Romênia. ver os pais dela e a Pilar veio pro meu apê uns dias. Uns meses depois, ela foi embora de novo e eu e a Pilar aproveitamos pra passar uns dias juntos. Já tava com a Corina fazia um ano e meio quando ela foi embora de novo, e eu tava com a Pilar no quarto metendo um louco quando a Corina apareceu. Nem vi ela, só escutei o grito dela. — Pode me dizer que porra é essa que tu tá fazendo? Quem é essa gostosa? — Co-Corina, o que cê tá fazendo aqui? — Essa é a sua resposta? Sua puta, sai daqui agora. Sabe que você me pertence, isso você vai pagar, e caro. Ela foi embora depois de falar isso. No fim da tarde, voltou com duas malas. — Tô de volta. Vim morar aqui. Já que você tá desempregado agora, pode passar as 24 horas do dia me agradando e me servindo. Ah, e mais uma coisa: me dá suas chaves. Você não vai sair daqui sem minha permissão ou sem minha companhia. — Como assim você vai morar... — Anda, rápido, faz um jantar pra mim, que eu vim com fome. — Ela me cortou no meio da frase. — Sim, sim, já vou. Quando ela mandava com aquela autoridade, eu gostava e obedecia na hora. Meu relacionamento com ela continuou no mesmo caminho de sempre: ela me fazia lamber a buceta dela e me comia. E agora, além disso, eu servia ela em tudo: comida, jantar, etc. Ela não fazia nada em casa. Quando saía, trancava a porta e eu não podia sair. Uns dois meses depois, a atitude dela mudou. Tinha tardes que ela saía e, assim que chegava, me fazia ajoelhar e lamber a buceta dela, mas parou de me comer depois. Assim foi até três meses depois, num sábado, logo depois do almoço. — Se veste que a gente vai ver um show de dominação que me convidaram, onde um amo domina a sua submissa obediente. Pegamos um táxi e ele nos deixou na porta de um lugar. Ela bateu na porta, um cara que parecia um armário abriu. Entramos, alguns metros adiante tinha um balcão com três garotas, melhor dizendo, putas vestidas com pouca roupa. Não se via mais ninguém ali. Seguimos pra dentro, eu seguindo a Corina. Ela abriu uma porta e entramos num espaço privado. Tinha um homem sentado num sofá. — Oi. Robert.
—Oi, Corina.
Eles se beijaram na boca.
—Este aqui é meu submisso, o que você acha, Robert?
—Hmm, interessante... não tem um corpo ruim, queria ver ele pelado pra saber como é.
—Vamos, o que você está esperando? Tira a roupa, não ouviu?
—Mas como assim, pussy? Vou me pelar na frente desse cara?

Zaaaaaaasssss
Aquele cara me deu um tapa na cara, fez eu chorar.
—Se não quiser levar outra, começa a tirar a roupa agora.
Ele falou com uma voz autoritária. Comecei a tirar a roupa, fiquei só de cueca.
—Pelado, eu disse.
Tirei a cueca, ele me olhou bem devagar.
—Hmm, pode ser que sirva. Trouxe o que eu pedi, Corina?
—Trouxe.
—Dá pra ele.

Ela enfiou a mão na bolsa, procurou alguma coisa e tirou uma calcinha vermelha de renda e jogou pra mim.
—Veste.
—Mas o que é isso? O que está acontecendo aqui?
Zaaaaaaasssss, outro tapa.
—O que você não entendeu? É pra vestir, porra.
Ele disse. Peguei a calcinha, vesti, e fiquei na frente dos dois de calcinha.
—Viu, Corina? Falei que em questão de minutos ele passaria de submisso a submissa.
—Eu não tinha dúvida de que seria assim.

Enquanto me olhava, ele passou a mão na minha bunda. Eu estava muito nervoso.
—Essa puta tem uma bunda boa.
—Nádia! — gritou Robert. — Vem aqui que você tem que preparar essa puta.
Uma das garotas que estava lá fora veio.
—Sim, Robert.
—Veste ela direitinho, puta, que vou brincar um pouco com ela. Ah, e leva o Ivan junto, se ela negar alguma coisa, ele não hesita em dar um tapa.

Ela me mandou segui-la. Chamou o Ivan, que era o armário que abriu a porta pra gente, e também a Alina, outra garota que estava lá. Subimos umas escadas até um quarto. Em cima da cama tinha roupa. Ela começou a colocar um sutiã com enchimento em mim, depois um cinta-liga tudo vermelho, e em seguida umas meias pretas. Depois, uma minissaia plissada que deixava mais da metade da bunda de fora e uma blusa branca. Por último, uns saltos pretos. Ela abaixou um pouco minha calcinha, com uma mão pegou meu pau, com a outra subiu meus testículos pra cima, enfiou meu pau entre as pernas e recolocou a calcinha.
—Pronto. Sempre tem que levar bem escondido entre as pernas, as fêmeas não têm volume ali. Sentei numa cadeira, passei batom e lápis nos olhos rapidinho e voltei pro privê, nunca tinha andado de salto, sofri horrores pra me acostumar. Quando entrei no privê, os dois estavam se beijando e a Corina tava com a rola do Robert na mão. — Olha só, já temos a putinha aqui. Fiquei parado, olhando pro fundo com o olhar perdido, queria sumir. — Vamos, foxy, o que tá esperando? Fica de joelhos. — gritou a Corina. Me ajoelhei, a Corina levantou, colocou a mão na minha cabeça e começou a dar voltas ao meu redor. — Olha, putinha, porque não sei se você percebeu, mas agora é isso que você é: uma vulgar e submissa putinha. Ela parou, o Robert se levantou e ficou na minha frente, com o pau ereto bem na minha cara. — Essa é minha vingança por você ter me traído com sua amiguinha, aquela Pilar, você disse que ela se chamava, se não me engano. Pois agora você vai ocupar o lugar dela, chupa ele. — Mas eu não... Zaaaas, outro tapa. — Chupa ele. Aproximei a boca devagar até enfiar na boca, se não fizesse, eles eram capazes de me matar na porrada. — Assim que eu gosto, obediente. Pra você lembrar sempre dela, a partir de hoje vai se chamar Pili. Sua vida vai dar uma volta de 360 graus. Até agora você era meu submisso, meu criado e meu escravo sexual. A partir de hoje, também vai ser propriedade do Robert. Caso não tenha percebido, ele é meu namorado, adora mulheres, mas tem uma fraqueza por transexuais, e eu decidi que vou dividir você comigo. Você vai ser nossa submissa, criada e escrava sexual, vai morar na casa dele. E não tente fugir, além disso, vai ficar vigiada 24 horas por dia. Lá tem um quarto com as roupas que você vai usar daqui pra frente, o tempo todo. Seu apartamento, como é alugado, você vai largar. E é isso. Enquanto ouvia isso, eu chorava enquanto ia chupando aquela rola. — Então, o que você diz? Gosta de chupar a rola do seu macho? Vamos, responde. Ahhh, coitada, seu homem empurra sua cabeça e não deixa você responder. Tá, cara, Robert, deixa ela responder. Me puxando pelo cabelo, tirou de dentro da minha boca. — Responde, Foxy. — Não gosto. — Resposta errada, vai continuar chupando até admitir que gosta. Enfiou de novo na minha boca. — É uma delícia, né, Pili? Fala agora, você gosta. Tirou de novo. — Sim. Eu esperava um milagre, que não enfiasse de novo na minha boca, mas não foi assim, enfiou de novo. — Hummm, parece que você gosta mesmo, você chupou de novo, porque quer continuar chupando, né? — Não. — Uiii, outra resposta errada. Vou perguntar de novo, se responder certo, talvez eu pare isso. Você quer continuar chupando? — Sim. — Então vai, não vou ser eu quem vai te privar desse prazer. Quero ver sua boca encher de porra quentinha, embora não seja a primeira vez que você prova, já comeu minha buceta umas quantas vezes depois que ele gozou dentro de mim. Não demorou muito mais pra ele gozar. Senti minha boca enchendo de sêmen quentinho, tinha um gosto meio salgado, quase me engasguei com a boca cheia. Engoli o que deu, o resto escorreu pelo queixo. Ele tirou de dentro da minha boca, me puxou pelo cabelo, me forçando a olhar pra cima, e com a outra mão se masturbava, enquanto a porra caía no meu rosto. — Abre a boca e mostra a língua, putinha. Pega teu prêmio. Ele ainda me segurava assim quando a Corina passou alguma coisa no meu pescoço e logo vi ela enfiar uma bola na minha boca e prender na parte de trás do meu pescoço. Era muito desconfortável, me mantinha a boca aberta com a bola dentro. Ela abaixou meu top e prendeu umas pinças em cada mamilo. As pinças estavam ligadas a correntes penduradas na mordaça. — Essa mordaça é pra você não conseguir gritar com o que vem a seguir, e as pinças são pra começar a sensibilizar seus mamilos. Eu ainda estava de joelhos. Ela se ajoelhou do meu lado e começou a chupar a pica do Robert. Quando ele ficou bem duro de novo, ela colocou uma camisinha. — Fica de quatro, putinha. Tentei resistir, ignorando, mas ele já estava me segurando. Comido por trás e então foi ela quem me deu um tapa. — Não resiste, Foxy, que vai ser pior. Ele se meteu entre minhas pernas, senti uma pressão no meu cu que aos poucos ia entrando cada vez mais fundo, aquilo doía pra caralho, com a boca totalmente tampada só dava pra me ouvir dizer: mmmmmmmmm. Corina estava deitada na minha frente, olhando na minha cara e sorrindo. — Agora vai doer um pouco, mas daqui a pouco você vai começar a sentir prazer, já vai ver, todas nós passamos por isso, aí você vai desejar que nunca acabe. Ele começou a meter e tirar, eu sentia as batidas no meu cu, depois de um tempo sentia uma sensação estranha de dor e prazer ao mesmo tempo. — Você tá gostando, né, Foxy? Vejo no seu olhar, aquele olhar de prazer que todas nós temos. Não se preocupa, essa é a primeira de muitas outras que virão, mas não se acalma, isso vai ter um fim e vai ser no dia que o Robert te foder na mesma posição que você e sua amiguinha estavam. Com a boca tampada, eu pensava que a qualquer momento ia me afogar, aquilo pareceu uma eternidade até que senti ele gozando, deixou dentro por um momento e tirou. — De joelhos de novo, vadia. Olha só, parece que você gostou mesmo, ficou dura, hahaha. Ele se colocou na minha frente, tirou a camisinha, tirou a bola da minha boca e colocou de novo. — Vamos, vadia, mais uma porção de pica. Enquanto eu chupava de novo, vi que a Corina levantava a saia, tirava a calcinha fio dental, se deitava no sofá e começava a se masturbar. Quando o Robert ficou com a pica dura de novo, tirou da minha boca, se meteu entre as pernas da Corina e a fodeu na minha frente. Ele passou mais de 15 minutos metendo nela, ela gemia igual uma louca, entre gemidos me olhou. — Olha que pedaço de macho, um dia você vai ser fodida assim igual ele tá me fodindo. Quando terminou aquela trepada violenta que ele deu na Corina, ele se levantou, colocou de novo na minha boca e mandou eu deixar bem limpinha, e depois eu tive que limpar a buceta da Corina, que tava toda molhada, entre os fluidos dela e a gozada do Robert. — O A única buceta que você vai comer a partir de agora é essa, e só pra limpar a porra do nosso macho. Passei o resto da tarde lá, de joelhos na frente dos dois enquanto eles riam e bebiam. Já de noite, me tiraram de lá, me colocaram num carro, uma viagem de uns 20 minutos. Chegamos num chalé, colocaram o carro numa garagem no subsolo, me levaram pra um quarto. Vi umas duas minas lá dentro, vestidas igual as do clube. A situação me dava muito medo, não sabia onde tinha me metido, mas tava lá vestida de puta e a coisa não tava com cara boa. — Esse vai ser seu quarto por enquanto, vai dividir com a Verônica. Aqui tem tudo que uma puta precisa. E não tenta fugir, a casa é vigiada o dia todo. Troca de roupa, daqui a pouco começa seu trabalho de empregada, você tem que preparar o jantar. Me empurraram pra dentro do quarto, fecharam a porta com chave. Sentei na cama chorando, ainda tava lá sentada quando a porta abriu de novo e entrou a Corina. — O que cê tá fazendo assim ainda, Foxy? Vai, se troca que tem serviço. — Por que cê tá fazendo isso comigo? — Ainda não sacou, Pili? Te peguei me traindo com outra mulher. E já te falei antes: você vai ocupar o lugar dela com o Robert, que também é meu namorado. Cê não tem ideia do tesão que eu fiquei te vendo de joelhos chupando a rola dele e depois de quatro como uma putinha. — Não faz isso comigo, me deixa ir. Não quero ser empregada de ninguém e me recuso a ser puta de ninguém. ZAAAAAAAAASSSSS, me deu um tapa. — Primeiro: eu não falei empregado, falei empregada. Se acostuma a se referir no feminino quando falar de você. Olha como cê tá, chorando na cama vestida de puta. E é assim que sua vida vai ser daqui pra frente. Levanta, escolhe você mesma a roupa e se veste. Levantei, abri um armário que tinha lá. Fiquei olhando pra dentro, não sabia o que fazer, por onde começar. Só tinha vestidos e minissaias muito curtas. Escolhi um preto colado e uma camiseta preta, comecei a me despir. as roupas e vesti as que tinha pegado, a minissaia não chegava a cobrir minha bunda. -Já tá, agora que. -Troque a calcinha, Promíscua, que com certeza tá suja. Imaginei que estivessem numa cômoda que tinha ali, abri a gaveta de cima e estava cheia de roupas íntimas, peguei umas vermelhas como as que eu usava, tirei as que tinha e troquei. -Que pena dessa coisinha que você tem entre as pernas, daqui a pouco só vai servir pra fazer xixi. Vamos, vamos pra cozinha. Eu a segui até a cozinha, lá dentro tinha uma garota. -Oi, Verônica, essa é a Pili e vai te ajudar com o serviço de casa. Me deixou lá com ela e foi embora, ajudei ela a fazer o jantar e depois servi sozinha, Robert e Corina jantavam a sós. A partir daquele dia, minha função com a Verônica foi cuidar da limpeza da casa, arrumar as camas, trabalho de empregada mesmo. Tinham 5 quartos, um era do Robert, em outro dormiam dois homens que cuidavam da segurança da casa, em outro tinham 4 camas onde dormiam as garotas que trabalhavam pra ele no clube, 2 garotas por cama. Verônica dormia em outro com 2 camas, ela dormia sozinha até aquele dia em que eu dormiria com ela, um com 2 camas onde dormiam visitas ou amigos do Robert de vez em quando, ou garotas que estavam de passagem e eu nunca mais via. Além do meu trabalho de empregada, quando a Corina vinha com vontade de sexo, primeiro era eu quem tinha que chupar o Robert, sempre de joelhos e com a mordaça na boca e os grampos nos meus mamilos, e ele me comia de quatro. Verônica se tornou minha amiga ali, estava sempre com ela. Tinha ordens de me ensinar tudo relacionado ao mundo feminino, me ensinou a me maquiar, a me vestir, etc. Uma das garotas de lá fez um visual de cabelo mais feminino pra mim. Já estava há 4 dias trancada ali quando chegou um homem com Robert e Corina. Me mandaram entrar no meu quarto com eles. -Esse é o Doutor George, um grande amigo meu, vai te fazer um exame médico - disse Robert. -Um exame pra quê? -Não fale de novo sem minha permissão, vamos. Tira a roupa. Obedeci sem reclamar, sabia que se fizesse de novo ia levar porrada. Fiquei de calcinha na frente deles. Aquele cara começou a me revistar inteiro: boca, pescoço e foi descendo. Puxou meu pau, olhou bem de perto, enquanto isso ia falando com Robert em romeno, eu não entendia nada. Mandou eu sentar na cama e tirou meu sangue. Por último, vi ele pegar outra seringa.
— Deita de bruços na cama — disse Robert.
— Ei, o que vocês vão fazer comigo? O que é isso?
— Só uma injeção pra você não ter mais ereção. Isso é coisa de homem, daqui pra frente só vai usar pra mijar — dessa vez quem respondeu foi Corina.
— Vocês não vão me... ZAAAAAAASSSSSSS — Robert soltou a mão na minha cara, me jogando na cama.
— Vamos, piranha, vira.
Não tive escolha: virei e deixei me furar. Assim foram passando os dias. Quinze dias depois, outra injeção. Eu estudava um jeito de sair dali, mas era impossível. Um mês depois da terceira injeção, comecei a me sentir estranho. Meus mamilos ficaram mais sensíveis, até um pouco maiores. Quando Robert me comia, Corina passava a mão neles e até chupava, e cada vez eu ficava mais excitado com aquilo. Quase dois meses depois, confirmei que meus mamilos estavam maiores, mais parecidos com os de mulher. Falei com a Verônica e comentei. Ela disse que estavam me hormonizando, se eu já não sabia.
— Não sabia, falaram que era pra não ter ereção.
— Então agora você sabe. Não falei nada, hein.
— Fica tranquila.
Uns dias depois, a Corina apareceu por lá. Criei coragem e perguntei na cara dura:
— Por que caralhos vocês estão me hormonizando? Já não basta a humilhação que vocês me fazem passar? Me deixa ir, pelo amor de Deus.
— Primeiro, não te dei permissão pra falar, e muito menos nesse tom. Vou deixar bem claro: quem manda aqui sou eu e o Robert, e a gente vai fazer com você o que der na telha. Eu te falei que você ia ocupar o lugar da sua amiguinha, e ela tinha um belo par de peitos. Você também vai ter, e não vai demorar. — Mas por quê? Não bastava ter me largado e ido embora?
— Não, porque mais cedo ou mais tarde você vai fazer a mesma merda com outra. E com mulher não se brinca, a gente merece respeito, sabia? E chega de perguntar, volta pro teu trabalho, Piiiili — falou com sarcasmo.
— Porra, pelo amor de Deus. ZASSSSSSS, mais um tapa. E cada vez que isso acontecia, eu ficava mais submisso. Obedeci e continuei com o serviço.
— Ahhh, e mais uma coisa: começa a falar com uma voz mais feminina. Ver você falando assim com essa voz me dá nos nervos.

A questão da voz, por mais que eu tentasse, não saía. E a Corina e o Robert ficavam putos, diziam que eu tinha voz de viadinho e que talvez eles mesmos tivessem que resolver o problema. Quase três meses depois do primeiro dia, a Corina voltou sozinha. Me levou pro quarto, me fez ajoelhar e chupar a buceta dela. Depois, me deitou na cama, pegou no meu pau com a mão e começou a masturbar, e em seguida levou ele à boca. Não houve reação nenhuma.

— Bom, parece que isso já não reage mais aos carinhos de uma mulher. Aos poucos, você vai se tornando toda uma women.

Começaram a fazer depilação a laser no meu rosto e corpo. A esteticista disse que mais ou menos a cada dois meses eu teria que voltar pra continuar as sessões. Eu já tinha desistido de tentar protestar — sempre acabava levando um tapa.

No sexto mês, pularam uma injeção. Uns dias depois, me disseram que íamos viajar. Me vestiram com um vestido branco com flores, na altura do joelho — um vestido bem normal pro que eu tinha usado até então. Me deram uma bolsa onde colocaram minha nova documentação, falsa, claro.

— Aqui tá tudo que você precisa pra sair do país. Vamos passar uns dias no meu país. Seu nome é Pilar Szabo, somos irmãs. Se não cometer nenhum erro, vai dar tudo certo e ninguém vai se foder — disse Corina.

Saímos em direção ao aeroporto. Pegamos o voo ao meio-dia. Eu tava muito nervoso. O que a gente ia fazer lá? Chegamos em Bucareste sem nenhum problema, passamos por tudo. Controles. Um trajeto não muito longo de carro até um chalé, onde entramos pelo estacionamento. A hora de dormir chegou rápido. Dormi sozinha em um quarto trancado. Me acordaram bem cedo. Saímos logo de carro em direção ao centro. Nos deixaram numa rua pouco movimentada. Estavam Robert, Corina, um dos homens de confiança dele, e eu. Entramos numa clínica onde revi o médico que veio me ver e começou a me hormonizar. Entramos num consultório. — Tira a roupa e fica só de calcinha — disse Corina, depois que o médico falou algo com ela. — Ele vai te examinar. Ficou um tempão olhando meu peito, me mandou vestir um avental e me levou pra outra sala, onde fez uns raios-X. Depois voltamos pro chalé. — O médico disse que seu processo de feminização está indo perfeitamente. Você já tem peitinhos de adolescente — falou Corina. Fiquei presa no chalé por dois dias. E voltamos a ver o médico. Me mandaram tirar a roupa e deitar numa maca. Colocaram um soro na minha mão. — O que vocês vão fazer comigo? — gritei. Uma picada e não lembro de mais nada até acordar na maca. Senti um incômodo no pescoço. Vi Corina do meu lado, que fez sinal de silêncio. — Cala a boca, não fala nada, não force. Tiraram seu pomo de Adão. Agora você vai ter um pescoço mais feminino. Não falei nada. Só pensei que tinha caído nas mãos de uns malucos que estavam destruindo minha vida. Mas até aquele momento, não podia fazer nada. Me vigiavam o dia inteiro. Se antes eu já não era exemplo de força, agora menos ainda. Os hormônios estavam me transformando numa mulher frágil, submissa e fraca. Naquela mesma noite, me levaram de volta pro chalé, onde fiquei presa por 15 dias. E me levaram de novo pra clínica. E de novo o mesmo procedimento da outra vez. Acordei sem saber o que tinha acontecido dessa vez, com o médico e a Corina na minha frente. O médico falou algo com ela. — O médico... — não lembro o nome dele — disse que você não pode forçar a voz. Por uns dez dias, eles retocaram suas cordas vocais pra ficar mais de acordo com seu corpo, ou seja, uma voz mais feminina. Ainda com sintomas da anestesia, ela olhava incrédula. Passei aquela noite lá e no dia seguinte voltamos pro chalé. Passamos mais alguns dias lá, com alguma visita à clínica. Cada vez que íamos, eu ficava apavorada com o que mais poderiam fazer comigo, mas não aconteceu mais nada. Depois de alguns dias e de tomar hormônios de novo, voltamos pra casa. Já conseguia falar bem, embora tivesse voz de mulher, soava estranho. De volta à rotina de novo: fazer de empregada e ser a puta do Robert de novo. Com o passar dos dias, minha voz foi ficando melhor e mais feminina, e quando Robert me comia, meus gemidos e gritinhos eram totalmente de mulher. Continuei trancada naquele chalé sem sair por mais alguns meses, enquanto meu corpo continuava mudando. Meus peitos continuavam crescendo; depois de um ano, já tinha uns peitos bonitos. Mas, por outro lado, fiquei frágil e fraca, e cada vez mais submissa. Quando completei 1 ano e 4 meses lá, me levaram de novo pra Romênia. Assim que chegamos, fomos direto pra clínica. Nova revisão e, 3 dias depois, me levaram de novo. Só lembro que me mandaram tirar a roupa e deitar numa maca. Acordei umas horas depois. Tava tudo borrado, quando minha visão clareou, a Corina tava na minha frente. — Oi, dorminhoca. — O que você fez comigo? Por que tô aqui de novo? — O que você merece. Olha, você é o segundo homem que me enganou, e com o sentimento de uma mulher não se brinca. Fiz com você o que deveriam fazer com todos que são como você: mudar seu sexo. Assim você não vai enganar nenhuma mulher de novo, pelo menos como homem. — Mas por quê? Você arruinou minha vida. — Você quem procurou. A gente discutiu um pouco, mas não durou muito, eu não tinha forças pra discutir muito. Fiquei internada vários dias lá. No primeiro dia que me vi na frente de um espelho pelada, tive um ataque de ansiedade e desmaiei ao ver que Em vez do meu pau, tinha uma fenda. Falando claramente, agora eu tinha uma buceta. O pouco que me restava de homem tinha desaparecido. Antes de sair de lá, me disseram o que eu tinha que fazer: usar dilatadores vaginais cada vez maiores. Os dias e semanas seguintes foram muito difíceis. Eu só chorava, afundado numa depressão. Durante esse tempo, a Verônica se tornou minha melhor amiga e psicóloga. Mais de uma vez passou pela minha cabeça acabar com a minha vida, mas, apesar do suplício que estava passando, eu tinha medo da morte. Nos 5 meses seguintes, não aconteceu nada. Eu simplesmente servia como empregada na casa junto com a Verônica. Robert e Corina só me chamavam se precisassem ou quisessem alguma coisa; senão, eu parecia invisível para eles. Até que uma tarde eu estava no quarto descansando e a Corina entrou, empurrando a porta com força e gritando comigo: — Levanta, Foxy. Eu estava meio sonolenta, me assustei e demorei um pouco pra reagir. — Vamos, o que você está esperando? Levanta logo. Eu me levantei e a primeira coisa que recebi foi um tapa na cara. Depois ela ficou me olhando, me fazendo girar. — A verdade é que fizemos um bom trabalho. Fiz de você toda uma mulher. — Ela se colocou na minha frente, tirou o top que eu estava usando e o sutiã. — Você já tem uns peitinhos bonitos, ainda pequenos, mas já vou resolver isso mais pra frente. — Tudo isso ela dizia enquanto ia apalpando meus peitos. — Vamos ver o que temos mais embaixo. — Ela desabotoou a mini-saia que eu estava usando e deixou cair no chão. Fiquei só com uma tanga vermelha. — Vamos ver como marca o volume — disse ela, puxando a tanga pra cima na frente. — Aiiii, que tonta, no que será que eu estava pensando? Se agora você marca é uma fenda, igual a mim, hahahahahaha. Ela passou a mão por cima da tanga, acariciando minha buceta, enfiou a mão por dentro enquanto ia esfregando, puxou a tanga pra baixo e continuou me tocando, enfiou dois dedos enquanto ria. — Hahaha, ficou uma buceta perfeita. — Ela continuou percorrendo meu corpo com carícias: pernas, braços, costas, bunda. — Vejo que a Verônica tem... Cumpri com o que pedi para o grande dia: que você estivesse bem depilada, exceto a buceta, onde sempre deve ter um pouco, e as unhas postiças vermelhas, o mais compridas possível. Elas deixam suas mãos muito femininas. Da maquiagem e da roupa, vou cuidar eu. Sabe, hoje chegou o grande dia. Eu te disse que isso não terminaria até que você ocupasse o lugar que sua amiguinha Pilar estava ocupando, e hoje finalmente vou te ver de pernas abertas enquanto te fodem do mesmo jeito que você fodava ela. Minha intenção era leiloar sua virgindade para o maior pagador, mas, mesmo que eu não goste, vai ser o Robert quem terá o prazer de fazer isso. Sem ele, nada disso teria sido possível, além de que ele me paga muito bem: nada mais, nada menos que 1000 euros. Ou seja, hoje você vai ser a puta dele, e com isso acaba minha vingança. Mas não pense que tudo acaba aqui. Depois, você vai trabalhar para mim no local do Robert. Você vai ser uma puta vulgar como as outras. Então, toma um banho rápido que vou te preparar. Depois do banho, você estava me esperando sentada na cama. — Vamos, acorda, Foxy, não temos a tarde toda. Toma, veste isso. Era uma calcinha fio-dental vermelha de renda. Depois, me fez sentar numa cadeira e começou a me maquiar: lábios com um vermelho bem intenso e brilhante, e os olhos com uma maquiagem bem exagerada. Depois, colocou em mim um body vermelho aberto na frente, com um laço preto no meio dos peitos, umas meias vermelhas até a coxa e uns sapatos vermelhos de salto bem alto. Colocou a mordaça na minha boca e me levou até o quarto do Robert. — Deita na cama de costas para a porta. Não vire em nenhum momento e espera o homem que vai finalmente te transformar numa mulher de verdade. Eu vou ficar aqui olhando enquanto ele te fode. Senti a porta se abrir, uns passos. Notei ele sentar na cama. Começou passando a mão nas minhas costas, deitou atrás de mim. A mão dele foi para minha barriga, subiu e já estava em cima dos meus peitos. Ele apertava com força. Senti a respiração dele no meu ouvido. Ele afastou meu cabelo e começou a chupar meu... Pescoço, me virei e então o vi. Desabrochei o laço, meus peitos ficaram expostos. Ele brincava com um dos meus mamilos com uma mão, devagarzinho foi baixando a cabeça, já tinha um peito na boca. Lágrimas escorriam dos meus olhos de impotência. Ele se entreteve um tempão com meus peitos e continuou descendo pelo lado direito, chupando e dando mordidinhas. Sabia o que estava fazendo, aquilo me enlouquecia quando uma garota fazia em mim, era meu ponto fraco, ele sabia, a Corina tinha contado. E parecia mentira, mas o Robert estava me deixando com tesão. Enfiou uma mão na minha entreperna, ficou acariciando minha buceta. A boca dele voltou pros meus peitos, enquanto afastava minha calcinha fio dental, enfiou um dedo, depois dois. Entravam e saíam, eu sentia uma sensação estranha. Minha respiração ficou ofegante, sensação de sufoco com a mordaça na boca. Me sentia sufocada, e ele continuou assim por um tempo que pareceu eterno. Ele tirou a mordaça naquele momento, me senti liberada. A mordaça me sufocava muito. Pelo nervosismo que passei, não tinha reparado de novo que a Corina estava ali olhando, e naquele momento a vi me encarando e sorrindo. Aí me veio à cabeça que ela não gostava que o Robert fosse quem estreasse minha buceta, e pensei comigo mesma: se alguém sabe o que um homem mais gosta, sou eu. Abri mais as pernas pra facilitar o serviço que ele tava fazendo com os dedos. Com uma das mãos, comecei a acariciar o peito dele por cima da camisa. Enfiei a mão entre os botões e continuei acariciando. Ele parou de me tocar, se deitou de barriga pra cima, me deixando fazer. Comecei a desabotoar a camisa dele, me entretive no peito dele um tempinho. Fui descendo a mão devagar, cheguei na altura da calça. Ele tava com uma calça de botões, fui desabotoando e enfiei a mão por cima da cueca. Já tava bem dura. Acariciei um pouco por cima, enfiei a mão por dentro, peguei no pau dele e comecei a masturbar ele enquanto passava os lábios pelo peito dele, descendo cada vez mais até sentir o cheiro de pinto perto da minha boca. Cara, joguei meu cabelo pro lado e fui enfiando ele na boca aos poucos. Não era nada novo pra mim, já tinha chupado muitas vezes. Fiquei brincando na ponta, enfiava até o fundo, subia e descia. Tirei ele da boca e passei a língua por fora inteiro, comecei a chupar as bolas dele. Ouvi ele gemer, sabia que ele tava gostando, era meu plano. Corina queria que eu fosse uma puta, então ia ser com o homem dela, e bem puta que eu seria. Continuei chupando enquanto com uma mão puxei a calça e a cueca dele até abaixo dos joelhos. Acelerei o ritmo até perceber que ele ia explodir, aí diminuí — não queria que ele gozasse ainda. Parei de chupar, tirei a calça e a cueca dele, me meti entre as pernas dele, olhando nos olhos, peguei o pau dele com uma mão e comecei a masturbar de novo. Via minha mão subindo e descendo, minhas unhas vermelhas se destacando. Enfiei de novo na boca, olhando pra ele, brincando com a língua na ponta. Via na cara dele que ele tava adorando. Quando vi que ele ia chegar no ápice, comecei um sobe e desce contínuo, cada vez mais rápido, até que ele encheu minha boca de porra. Engoli o que deu, e o que escapou escorreu pelo canto dos lábios. Continuei até deixar bem limpinho. Saí do meio das pernas dele e me deitei ao lado. Peguei o pau dele com uma mão e comecei a masturbar de novo — ele tinha perdido um pouco da dureza depois do boquete que eu tinha feito. Quando senti que ele tava durinho de novo, virei de barriga pra cima na cama sem soltar ele. Abri as pernas, convidando ele a se colocar no meio. Olhei pra Corina — ela já não ria tanto. Ele arrancou minha calcinha de uma puxada, me machucando um pouco. Robert subiu em cima de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar. Na hora fiquei meio tensa — era a primeira vez que um homem ia me comer, e bateu um nervosismo. Mas ele entrou inteiro sem problema nenhum, só senti uma dorzinha leve e uma pressão abrindo caminho pra dentro. Ele começou um ritmo frenético. Mete e tira, minha tensão baixou ao ver que aquilo não doía, me relaxei e me deixei levar, abri mais as pernas. Da minha boca começaram a sair pequenos gemidos, cada vez mais fortes. Aquele filho da puta estava me fazendo gozar como uma verdadeira mulher. Então ouvi a Corina: — Vai, Robert, goza dentro dessa foxy, que já vi ela do jeito que queria ver. Robert não disse nada, continuou me fodendo como um louco e não parecia com vontade de gozar, e eu cada vez mais tesuda. Depois de alguns minutos, vi Corina se mover até a porta, sair do quarto e bater a porta com força. Robert nem se mexeu, continuou com o vai e vem constante. Parou de repente, tirou o pau, e um momento depois se deitou ao meu lado com uma facilidade enorme, me colocou por cima. — Agora cavalga um pouco em cima, foxy. Me levantei um pouco, coloquei a ponta na minha buceta e enfiei de uma sentada. Comecei a subir e descer, mas dava pra ver que eu não tinha experiência, e numa dessas o pau escapou e eu machuquei ele um pouco. — Porra, foxy, cuidado. — Desculpa, desculpa, me perdoa, vou tomar mais cuidado. — Claro que vai tomar mais cuidado, fica de quatro, vagabunda. Ele se posicionou atrás de mim, enfiou de novo de uma vez e começou a me dar umas estocadas brutais. Em poucos segundos eu não gemia mais, gritava de prazer. Quanto mais eu gritava, mais tesuda ficava, até que de repente a intensidade diminuiu um pouco, uma descarga quente dentro de mim. Ele continuou por uns segundos com umas estocadas bem fortes, me segurando firme pela cintura, apertando contra ele. Parou, mantendo o pau inteiro dentro de mim por uns segundos, e tirou. — Gostei muito de você, foxy. Ele disse isso, se levantou, pegou um roupão, vestiu e foi embora, me deixando sozinha no quarto. Eu fiquei deitada de barriga para cima, de pernas abertas. Não demorou muito para Corina entrar. — Vamos, o que você está esperando? Levanta, promíscua. Me levantei, fiquei de pé na beira da cama. Ela se aproximou e me deu um tapa com as costas da mão. — Isso é por ser vagabunda e porque me deixou de muito mau humor. te fodendo com o Robert, mas fazer o quê, era o combinado com ele. Ali, de pé na frente dela, sentia o sêmen escorrendo pelas minhas pernas, criei coragem e soltei: — Então, saiba que ele disse que curtiu muito comigo, e eu também curti com ele. — Sua puta — ela disse, me dando outro tapa — mas por outro lado, é isso que espero de você, porque a partir de hoje vai trabalhar no clube. Quanto mais rola você chupar e mais caras te comerem, mais grana eu vou ganhar. Assim você aprende que uma mulher não se engana: a maioria dos homens que vão atrás de putas são casados ou têm namorada, e você vai ser a putinha deles por um tempo em troca de dinheiro. Então, rapidinho, toma um banho que a gente vai pra lá. De novo, desabei e comecei a chorar de novo. Ela me pegou pelo braço e me arrastou até o banheiro. Tomei banho chorando sem parar. Quando terminei, já tinha a roupa que eu tinha que vestir: uma tanga verde-claro, uma saia verde brilhante que não cobria minha bunda, um top da mesma cor preso no pescoço por uma tira e nas costas por outra, a única coisa que cobria eram os peitos, umas meias clarinhas brilhantes até a coxa, com uns sapatos brancos de plataforma. Ela me fez maquiar, avisou um dos homens que vigiavam a casa e nos levou de carro até o local. Naquela tarde-noite, atendi meus primeiros clientes. No fim da noite, nos levaram todas numa van. Ao entrar, Corina me parou: — Como foi o primeiro dia da minha putinha? Fiquei calada, com os olhos fixos no chão. — Responde, putinha. — Bem. — Bom, seja mais explícita. Quantos clientes? — Dois. — Bom, e que serviço eles queriam? — Um boquete cada um. — Uiii, um boquete, diz que fina você ficou. Não é ruim chupar duas rolas na primeira noite. Bom, me diz, você gosta do seu novo trabalho? — Não, senhora... — Já imaginava, mas é o que tem. Vai se acostumando. Pode ir descansar. Eu me dirigia ao meu quarto, e Corina me chamou de novo: — Ahhh, Pili, esqueci. A partir de hoje, você dorme com suas colegas. Fui de cabeça baixa. Rumo ao quarto, onde naquele momento dormiam 7 garotas. Quando entrei, elas estavam se despindo e em menos de um minuto estavam todas de fio dental ou calcinha. Entrei, fechei a porta e fiquei parada ali, sem me mexer, sem saber o que fazer. — O que você está esperando, gata? Vamos, não se acanha, você já conhece todas nós — foi Florica quem falou. "Não me acanhar", pensei comigo. Estava num quarto com 7 garotas, todas com um corpo de matar. Isso podia ter sido uma das minhas fantasias de homem: estar com 7 gostosas assim, todas de lingerie ao meu redor. E, no entanto, eu era mais uma delas. — Você vai dividir a cama comigo — disse Nadia. Nadia era uma romena morena, lindíssima, com uns peitões enormes. Era a que estava há mais tempo ali e, por isso, dormia sozinha. Sentei na cama e comecei a tirar a roupa, ficando igual a elas, só de fio dental. Era verão e fazia calor. Deitei na cama, esperando elas terminarem no banheiro para tomar um banho, quando Nadia me disse: — Acorda, gata, ou vai dormir com toda essa maquiagem no rosto. — Tô esperando vocês terminarem. — Anda, entra aqui que a gente divide tudo. Entrei no banheiro. Duas delas estavam completamente peladas, outra no chuveiro e mais uma tirando a maquiagem. Fiquei do lado dela e comecei a tirar a porcaria do meu rosto. Depois, tomei um banho e me meti na cama com Nadia. Não era muito grande; fiquei na beirada, mas ao menor movimento, esbarrava nela. Comecei a chorar de novo. Nadia percebeu, virou-se para mim e me puxou pela cintura. — Calma, gata, todas nós já passamos por isso. Os primeiros dias são bem difíceis. Nenhuma de nós está aqui por vontade própria; todas somos obrigadas a fazer isso sem querer. Mas entre a gente, nos apoiamos e damos força nos momentos ruins. Mesmo algumas que estão aqui há muito tempo ainda têm seus baques e choram também. — Vocês não passaram pelo que eu passei. Eu era um homem antes, você sabe. Você estava lá no primeiro dia. E olha o que fizeram comigo. — Você tem razão, com você eles passaram dos limites. Chora. Desabafa, amanhã é outro dia e um dia tudo isso vai ser cobrado, você vai ver. Não nos falamos mais e, assim, chorando, acabei dormindo. Acordei umas duas vezes naquela noite com meu corpo totalmente colado no dela. Eu me virava pra borda e tentava dormir de novo, mas toda vez que fazia isso, sentia um arrepio no corpo. Já fazia uns dias que dormia com ela quando, uma noite, acordei. A Nadia estava de barriga pra cima e eu de lado, com um braço por cima dela e minha mão roçando uma das tetas dela. Senti aquele arrepio percorrer meu corpo. Parecia que eu tava tendo uma ereção. Uma das minhas mãos foi pra minha entreperna e, ali, voltei à realidade ao me tocar e ver que a única coisa que tinha lá era uma buceta molhada por causa da excitação do momento. Foi aí que notei aquela sensação nos mamilos, que tinham ficado duros. Pela primeira vez, sem querer, eu tinha ficado excitada como mulher.

Todo dia era a mesma rotina: as manhãs passava no chalé com as minas na sala ou no quarto. À tarde, a gente se arrumava e nos levavam pro clube até as 3, e depois dormir de novo. Minha excitação ao dormir com a Nadia só aumentava. Eu acordava, ficava excitada por ter ela do lado, e cada vez mais, sem perceber, minha mão ia pra minha entreperna e eu me tocava por cima. Comecei a fantasiar com ela, que percorria o corpo dela com minhas mãos, que chupava aquela buceta suculenta e acabava comendo ela. Sem perceber, eu acabava me masturbando como uma safada no banheiro, primeiro em pé e depois jogada no chão. Primeiro um dedo, depois dois, três. Esses momentos me faziam esquecer por um tempo minha condenação e, sem perceber, comecei a aproveitar meu corpo como mulher.

Durante o dia, voltava ao normal, meus baques, meus momentos de choro, e assim foi até que, treze meses depois, enquanto dormia, ouvi um barulho forte lá fora e um grito. — Polícia! Deita no chão e não se mexe. Em poucos segundos, a porta do nosso quarto se abriu e entraram dois policiais armados. Apontando as pistolas pra gente,
—Esse quarto tá cheio de mina! —gritou um deles. Poucos segundos depois, chegaram duas policiais mulheres, que mandaram a gente se vestir e nos tiraram de lá. Num furgão, nos levaram pra delegacia, onde depois de umas duas horas foram interrogando todas nós. Quando chegou minha vez, expliquei tudo o que tinha acontecido. Tinham dois boletins de ocorrência pelo meu desaparecimento: um feito pela minha irmã mais velha, que era a única família que eu tinha, e outro pela Pilar. De lá, nos levaram pra um centro de acolhimento pra mulheres. Robert, Corina e os outros foram levados pra cadeia, acusados de tráfico sexual de pessoas e participação em organização criminosa. Uns dias depois, Corina e Robert também foram acusados de sequestro e agressão física e psicológica contra mim. No centro, nos deram um quarto onde dormíamos quatro minas. Assim que entramos no quarto, nos abraçamos todas chorando. Naquela noite, me deitei sozinha na cama, mas não conseguia dormir de jeito nenhum.
—Nadia, tá acordada?
—Tô.
—Não consigo dormir. Posso deitar com você?
—Pode.
Entrei na cama dela, me abracei nela. Ela me deu um beijo na bochecha e falou:
—Fica tranquila, gata. O pesadelo já acabou.

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