Olá, meus amores, aqui vai a segunda e última parte do conto Sinal sissy. Espero que curtam.
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O sinal sissy
Aquela marca, a feminização, tudo o que ela implica e a explicação que a Camila tinha me dado na noite anterior.
Eu tinha passado uma noite confusa, estranha, em parte não me sentia eu mesmo, mas ao mesmo tempo tudo o que tinha acontecido tinha sido, consciente ou inconscientemente, minha vontade.
Nunca tinha sentido algo assim e me sentia feliz e completa, mas uma parte de mim ainda negava o que tinha acontecido.
Mas não demoraria muito pra me corromper de novo.
Não sabia que horas eram, acho que a euforia da noite anterior fez eu dormir até a tarde seguinte. Só acordei quando a Camila entrou no meu quarto.
Ela tava radiante, gostosa pra caralho e, por algum motivo estranho, feliz de me ver.
Ao entrar, ela sentou na borda do sofá, eu estava pasmo, mudo diante de uma deusa tão gostosa percorrendo o quarto. Mas meu olhar não era de atração. Era inveja... queria ser como ela...
- Bom dia - enquanto me olhava fixamente e arrumava o cabelo.
- Vi que você passou uma noite gostosa -
Eu estava mudo, não conseguia emitir uma palavra.
- Fica tranquila, não precisa me contar nada -
- Vem, senta aqui do meu lado - Ela disse enquanto apoiava suavemente a mão numa almofada sem tirar os olhos de mim.
Eu obedeci, parecia que já não precisava ver nenhum sinal pra ser um fantoche daquele lugar, o trabalho já estava feito.
Quando sentei, Camila imediatamente se aproximou do meu ouvido e disse:
- Agora você é nossa, dá tchau pra sua masculinidade -
O sussurro suave dela, junto com a mão apoiada na minha perna, incendiou meu cérebro. Nunca tinha estado prestes a gemer só com umas palavras.
Camila percebeu minha cara de putinha e naquele instante, sem pensar, me deitou com um empurrão no sofá, levantou minhas pernas e começou a enfiar o dedo indicador no meu cu.
Ela adorava me dar prazer, eu estava em chamas, sabia que ao me tocar acendia minha parte feminina, meu desejo, a razão pela qual eu estava ali.
Mas como se já estivesse planejado, ela continuou me dando prazer, mas parou no momento em que eu estava mais perto do clímax.
Com as pernas tremendo e os olhos totalmente dilatados, implorei para ela continuar.
Ela sorriu e disse:
– Quero que você engula.
Não entendi o que ela estava pedindo, então olhei para ela e perguntei ingenuamente o que era que ela queria que eu engolisse.
– Seu próprio leite, bobinha, o que mais seria? –
Naquele momento, ela me ajudou a levantar minhas pernas e posicionar meu pau em cima da boca dela. Enquanto ela continuava me estimulando o cu, tocando minha próstata, eu me masturbava... até que gozei. Um orgasmo que não só me fez gemer como uma putinha, mas também me fez engolir o produto do meu próprio prazer.
Camila adorava me ver possuída, quase sem vontade por causa do sinal que me guiava por dentro... que depois entendi que não era magia, era eu, minha parte mais pura e feminina, sem medos.
-Isso é só o começo- Ela me disse ao me ver lamber cada gota de porra que caiu na minha bochecha.
Naquele momento, ela meteu a mão na bolsa que tinha deixado no sofá e tirou umas algemas, que não demorou pra colocar em mim.
Eu não resisti muito, já estava submissa ao que ela quisesse.
-Nunca fui madrinha de uma sissy tão putinha e obediente- Ela me disse ao me ver no sofá quase imóvel e algemada.
-Acho que vamos ser grandes amigas- Ela disse enquanto me levantava e me levava pro banheiro.
-O que a gente vai fazer aqui?- Perguntei curiosa quando ela acendeu a luz do banheiro.
-É hora de você se limpar um pouco, quero que esteja preparada quando eu voltar, garanta que seu buraquinho esteja bem limpinho- Ela disse enquanto me dava um beijo na bochecha.
-Mas eu tô algemada, como vou me lavar?- Falei baixando a cabeça que nem uma escrava.
-Você é uma prisioneira engenhosa, sei que vai dar um jeito, faz parte do seu aprendizado- E ao dizer isso, passou a mão suavemente pelas minhas costas, saiu e trancou a porta do banheiro com cadeado.
A verdade é que consegui dar um jeito de lavar minha bunda pequena e minhas partes íntimas deitada na banheira, mas a demora da Camila fez com que eu dormisse no chão, nua e algemada. A demora dela eu entendi como uma forma de me humilhar, e no fundo... eu gostava.
Não sei quanto tempo passou. Mas quase dormindo, senti o trinco da porta e abri os olhos.
Camila entrou e me viu ali, do lado do vaso, no chão, curtindo o momento. Tentei me levantar, mas ela colocou a palma da mão na minha cabeça pra me impedir e disse:
— Quieta, vem um amigo que eu quero que registre esse momento.
Na hora, vi ela olhar pra fora do banheiro e chamar alguém. Aí entrou ele, um cara, muito lindo e másculo pra falar a verdade, com uma câmera fotográfica profissional.
— Ele é o Julián, o fotógrafo da comunidade — disse Camila, olhando pra ele com olhos apaixonados.
Naquele momento, o cara tirou uma foto minha ali, quase babando e jogada no chão.
Nesse momento, Camila tirou as algemas de mim e pegou na minha mão, me levou até o armário e começou a colocar lingerie em mim pra que o Julian fotografasse meu corpo de diferentes formas por todo o quarto.
Meu corpo e minha mente não ofereciam resistência, me tratavam como se eu fosse um produto e eu não dizia nada, minha autoestima aumentava, me sentia feminina, me sentia gostosa, era parte da família...
Claro que a Camila não aguentou o Tesão e começou a fazer parte das fotos, ela tava orgulhosa. Era minha madrinha, minha dona e eu a escrava dela. Eu era um troféu, e posava como tal.
Julian, ao nos ver posando, ficava se tocando no pau por cima da calça, tava muito excitado e isso me deixava com tesão 🥵
Quando terminei a sessão de fotos, a Camila me deitou na cama, pegou a câmera e mandou o Julián vir comigo.
Eu tava empolgada, eufórica, era a primeira vez que ia ficar com outro homem...
Julian se recostou na cama onde eu já estava de bruços, esperando ele me marcar com toda a masculinidade dele...
Me lubrifico a buceta, ele abriu a braguilha e deixou sair o pauzão já duro e quente.
Ele se deitou sobre mim e o que aconteceu depois não dá pra explicar em palavras...
Se tivesse sobrado algum resquício de masculinidade em mim, eu perderia naquele instante. Eu estava sendo subjugado, estava transando com um homem, com um macho de verdade, enquanto eu era a mulher dele...
Nunca vou conseguir apagar da minha memória a sensação do pau quente e duro bombardeando a minha parte mais pura. A roçada dele na minha próstata me fez ver estrelas.
Claro que a Camila observava todo o processo em que minha feminização estava se completando. Deixando evidência com a câmera fotográfica.
Eu sentia os gemidos do Julián no meu ouvido, a respiração dele na minha nuca... e bem quase antes de terminar, ele tirou o pau, algo que, pra ser sincero, me deixou um vazio... eu precisava dele dentro.
Mas foi por um prêmio maior, já que ele me deitou de barriga pra cima e meteu na minha boca...
Camila tirava foto o tempo todo, eu tava sem limites, não tinha me satisfeito com meu próprio gozo, queria mais, tinha virado uma viciada...
Julian não demorou pra me dar o que eu queria...
Ao sentir o jato de porra quente como um chicote no fundo da minha boca, ouço a risada safada da Camila do lado.
- Olha como ela adora a porra - Ela falou na hora.
- Posso entrar na festa? - Perguntei pro Julian, já sabendo a resposta dele.
Quando o Juliano terminou de soltar até a última gota de porra, eu e a Camila nos juntamos num beijo intenso e demorado, as duas com resto de sêmen na boca. Aquele beijo foi um fechamento, o trabalho dela tava cumprido, ela tava feliz e eu também.
Aquela tarde-noite, aquele garoto tímido e sem sorte com as mulheres nunca mais voltou.
Em compensação, nasceu a mulher que sempre carreguei dentro de mim, mas nunca pude dar um corpo.
Hoje eu tenho, hoje sou a mulher que sempre quis... já não preciso mais do sinal pra ficar hipnotizada...
Hoje faço parte do clã, dessa comunidade que me mostrou o caminho, me libertou, me permite ser quem eu sou e me ensinou o caminho para a feminilidade.
Trabalho fazendo parte da equipe das minas no clube...
E posso dizer que hoje, sou uma das mais cobiçadas...
Amo que os homens me desejem... descobri que não era um fracasso por não conseguir conquistar mulheres, mas sim que a vida me colocou do lado errado... meu papel era seduzir homens...
Camila me disse que, da diretoria, estão muito satisfeitos comigo e que talvez em alguns meses eu possa virar madrinha e ensinar pros outros o que ela me ensinou...
Devo minha vida a ela e hoje sou muito grata. Somos amigas e irmãs.
E de vez em quando, a gente compartilha algum gosto 😏
Pra que vou negar... fiquei viciada em pica e devo isso a ela, descobri meus verdadeiros gostos...
Espero que aquelas garotas escondidas que leem minha história possam encontrar alguma motivação.
Tomara que tenham minha sorte e consigam se libertar.
Nunca é tarde... sempre devemos ser quem somos.
Devemos nos ouvir...
Apoiar umas às outras...
Nem sempre é preciso achar um sinal...
💕‐---------------- ------ FIM ------- -----------------💕
Espero que vocês tenham gostado da história. Não esqueçam de deixar seus pontos e me seguir 🥰
Beijinho, meus amores 💋
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O sinal sissy
Aquela marca, a feminização, tudo o que ela implica e a explicação que a Camila tinha me dado na noite anterior. Eu tinha passado uma noite confusa, estranha, em parte não me sentia eu mesmo, mas ao mesmo tempo tudo o que tinha acontecido tinha sido, consciente ou inconscientemente, minha vontade.
Nunca tinha sentido algo assim e me sentia feliz e completa, mas uma parte de mim ainda negava o que tinha acontecido.
Mas não demoraria muito pra me corromper de novo. Não sabia que horas eram, acho que a euforia da noite anterior fez eu dormir até a tarde seguinte. Só acordei quando a Camila entrou no meu quarto.
Ela tava radiante, gostosa pra caralho e, por algum motivo estranho, feliz de me ver.
Ao entrar, ela sentou na borda do sofá, eu estava pasmo, mudo diante de uma deusa tão gostosa percorrendo o quarto. Mas meu olhar não era de atração. Era inveja... queria ser como ela...
- Bom dia - enquanto me olhava fixamente e arrumava o cabelo. - Vi que você passou uma noite gostosa -
Eu estava mudo, não conseguia emitir uma palavra.
- Fica tranquila, não precisa me contar nada -
- Vem, senta aqui do meu lado - Ela disse enquanto apoiava suavemente a mão numa almofada sem tirar os olhos de mim.
Eu obedeci, parecia que já não precisava ver nenhum sinal pra ser um fantoche daquele lugar, o trabalho já estava feito.
Quando sentei, Camila imediatamente se aproximou do meu ouvido e disse:
- Agora você é nossa, dá tchau pra sua masculinidade -
O sussurro suave dela, junto com a mão apoiada na minha perna, incendiou meu cérebro. Nunca tinha estado prestes a gemer só com umas palavras.
Camila percebeu minha cara de putinha e naquele instante, sem pensar, me deitou com um empurrão no sofá, levantou minhas pernas e começou a enfiar o dedo indicador no meu cu.
Ela adorava me dar prazer, eu estava em chamas, sabia que ao me tocar acendia minha parte feminina, meu desejo, a razão pela qual eu estava ali. Mas como se já estivesse planejado, ela continuou me dando prazer, mas parou no momento em que eu estava mais perto do clímax.
Com as pernas tremendo e os olhos totalmente dilatados, implorei para ela continuar.
Ela sorriu e disse:
– Quero que você engula.
Não entendi o que ela estava pedindo, então olhei para ela e perguntei ingenuamente o que era que ela queria que eu engolisse.
– Seu próprio leite, bobinha, o que mais seria? –
Naquele momento, ela me ajudou a levantar minhas pernas e posicionar meu pau em cima da boca dela. Enquanto ela continuava me estimulando o cu, tocando minha próstata, eu me masturbava... até que gozei. Um orgasmo que não só me fez gemer como uma putinha, mas também me fez engolir o produto do meu próprio prazer.
Camila adorava me ver possuída, quase sem vontade por causa do sinal que me guiava por dentro... que depois entendi que não era magia, era eu, minha parte mais pura e feminina, sem medos.-Isso é só o começo- Ela me disse ao me ver lamber cada gota de porra que caiu na minha bochecha.
Naquele momento, ela meteu a mão na bolsa que tinha deixado no sofá e tirou umas algemas, que não demorou pra colocar em mim.
Eu não resisti muito, já estava submissa ao que ela quisesse.
-Nunca fui madrinha de uma sissy tão putinha e obediente- Ela me disse ao me ver no sofá quase imóvel e algemada.
-Acho que vamos ser grandes amigas- Ela disse enquanto me levantava e me levava pro banheiro.
-O que a gente vai fazer aqui?- Perguntei curiosa quando ela acendeu a luz do banheiro.
-É hora de você se limpar um pouco, quero que esteja preparada quando eu voltar, garanta que seu buraquinho esteja bem limpinho- Ela disse enquanto me dava um beijo na bochecha.
-Mas eu tô algemada, como vou me lavar?- Falei baixando a cabeça que nem uma escrava.
-Você é uma prisioneira engenhosa, sei que vai dar um jeito, faz parte do seu aprendizado- E ao dizer isso, passou a mão suavemente pelas minhas costas, saiu e trancou a porta do banheiro com cadeado.
A verdade é que consegui dar um jeito de lavar minha bunda pequena e minhas partes íntimas deitada na banheira, mas a demora da Camila fez com que eu dormisse no chão, nua e algemada. A demora dela eu entendi como uma forma de me humilhar, e no fundo... eu gostava.
Não sei quanto tempo passou. Mas quase dormindo, senti o trinco da porta e abri os olhos.Camila entrou e me viu ali, do lado do vaso, no chão, curtindo o momento. Tentei me levantar, mas ela colocou a palma da mão na minha cabeça pra me impedir e disse:
— Quieta, vem um amigo que eu quero que registre esse momento.
Na hora, vi ela olhar pra fora do banheiro e chamar alguém. Aí entrou ele, um cara, muito lindo e másculo pra falar a verdade, com uma câmera fotográfica profissional.
— Ele é o Julián, o fotógrafo da comunidade — disse Camila, olhando pra ele com olhos apaixonados.
Naquele momento, o cara tirou uma foto minha ali, quase babando e jogada no chão.
Nesse momento, Camila tirou as algemas de mim e pegou na minha mão, me levou até o armário e começou a colocar lingerie em mim pra que o Julian fotografasse meu corpo de diferentes formas por todo o quarto.
Meu corpo e minha mente não ofereciam resistência, me tratavam como se eu fosse um produto e eu não dizia nada, minha autoestima aumentava, me sentia feminina, me sentia gostosa, era parte da família...
Claro que a Camila não aguentou o Tesão e começou a fazer parte das fotos, ela tava orgulhosa. Era minha madrinha, minha dona e eu a escrava dela. Eu era um troféu, e posava como tal.
Julian, ao nos ver posando, ficava se tocando no pau por cima da calça, tava muito excitado e isso me deixava com tesão 🥵
Quando terminei a sessão de fotos, a Camila me deitou na cama, pegou a câmera e mandou o Julián vir comigo.Eu tava empolgada, eufórica, era a primeira vez que ia ficar com outro homem...
Julian se recostou na cama onde eu já estava de bruços, esperando ele me marcar com toda a masculinidade dele...
Me lubrifico a buceta, ele abriu a braguilha e deixou sair o pauzão já duro e quente. Ele se deitou sobre mim e o que aconteceu depois não dá pra explicar em palavras...
Se tivesse sobrado algum resquício de masculinidade em mim, eu perderia naquele instante. Eu estava sendo subjugado, estava transando com um homem, com um macho de verdade, enquanto eu era a mulher dele...
Nunca vou conseguir apagar da minha memória a sensação do pau quente e duro bombardeando a minha parte mais pura. A roçada dele na minha próstata me fez ver estrelas.
Claro que a Camila observava todo o processo em que minha feminização estava se completando. Deixando evidência com a câmera fotográfica.Eu sentia os gemidos do Julián no meu ouvido, a respiração dele na minha nuca... e bem quase antes de terminar, ele tirou o pau, algo que, pra ser sincero, me deixou um vazio... eu precisava dele dentro.
Mas foi por um prêmio maior, já que ele me deitou de barriga pra cima e meteu na minha boca...
Camila tirava foto o tempo todo, eu tava sem limites, não tinha me satisfeito com meu próprio gozo, queria mais, tinha virado uma viciada...Julian não demorou pra me dar o que eu queria...
Ao sentir o jato de porra quente como um chicote no fundo da minha boca, ouço a risada safada da Camila do lado.- Olha como ela adora a porra - Ela falou na hora.
- Posso entrar na festa? - Perguntei pro Julian, já sabendo a resposta dele.
Quando o Juliano terminou de soltar até a última gota de porra, eu e a Camila nos juntamos num beijo intenso e demorado, as duas com resto de sêmen na boca. Aquele beijo foi um fechamento, o trabalho dela tava cumprido, ela tava feliz e eu também.Aquela tarde-noite, aquele garoto tímido e sem sorte com as mulheres nunca mais voltou.
Em compensação, nasceu a mulher que sempre carreguei dentro de mim, mas nunca pude dar um corpo.
Hoje eu tenho, hoje sou a mulher que sempre quis... já não preciso mais do sinal pra ficar hipnotizada...
Hoje faço parte do clã, dessa comunidade que me mostrou o caminho, me libertou, me permite ser quem eu sou e me ensinou o caminho para a feminilidade.
Trabalho fazendo parte da equipe das minas no clube...
E posso dizer que hoje, sou uma das mais cobiçadas...
Amo que os homens me desejem... descobri que não era um fracasso por não conseguir conquistar mulheres, mas sim que a vida me colocou do lado errado... meu papel era seduzir homens...
Camila me disse que, da diretoria, estão muito satisfeitos comigo e que talvez em alguns meses eu possa virar madrinha e ensinar pros outros o que ela me ensinou...
Devo minha vida a ela e hoje sou muito grata. Somos amigas e irmãs.
E de vez em quando, a gente compartilha algum gosto 😏
Pra que vou negar... fiquei viciada em pica e devo isso a ela, descobri meus verdadeiros gostos...
Espero que aquelas garotas escondidas que leem minha história possam encontrar alguma motivação. Tomara que tenham minha sorte e consigam se libertar.
Nunca é tarde... sempre devemos ser quem somos. Devemos nos ouvir...
Apoiar umas às outras...
Nem sempre é preciso achar um sinal...
💕‐---------------- ------ FIM ------- -----------------💕Espero que vocês tenham gostado da história. Não esqueçam de deixar seus pontos e me seguir 🥰
Beijinho, meus amores 💋
7 comentários - Sinal Sissy II 💋 (Conto com imagens e gifs)