Enquanto eu tava chupando o pau de um completo estranho na praia, notei uma mão tocando minha bunda, que já tava pingando de tesão.
Eu tinha contrações toda vez que chupava a rola crescendo do macho que segurava minha cabeça. O segundo homem que se aproximou por trás falou colado no meu ouvido: "Neném, hoje à noite a gente vai abrir tanto teu cu que tu vai andar de pernas cruzadas por um bom tempo, putinha." Naquele momento, tive umas contrações muito fortes no meu cu, e ele percebeu. Começou a mexer os dois dedos que tinha enfiados. Eu não podia fazer nada, fiquei sem palavras, paralisada por medo, excitação, ou simplesmente por ser uma sissy que não consegue negar nada a ninguém. Sem dizer mais uma palavra, além de um gemido sutil de garota que soou muito meigo e submisso pelo prazer que estava criando na minha buceta de sissy, comecei a chupar a rola do primeiro homem pelos lados, garantindo que ficasse bem babada.
Lambendo devagar de dentro pra fora todo o pau, me segurando pelos quadris, ele só dizia "essa puta é boa mesmo". Isso me deixava mais tesuda porque o gosto do membro masculino tava uma delícia, com o pré-gozo saindo, e eu amava. O segundo homem me pegou pela cintura, me levantou e disse: "Continua chupando, raposa. Abre as pernas que você vai virar mulher agora mesmo, e quem sabe eu te engravido também, raposa. Mas isso depende de quanto prazer você me der." Isso me deixou muito excitada, e ele entrou com o pau sem nenhuma resistência, como se fosse uma capa perfeita. Ele soltou um: "Mas que rabão gostoso essa puta tem." Eu tava sendo penetrada pelos dois órgãos, sissy, e me sentia usada, suja, mas era exatamente o que eu tava procurando: arrebentar meu cu até ele ficar totalmente aberto. Um deles me disse: "Fica de quatro no chão, raposa, que a gente vai se revezar pra foder teu cu." Eu vi que os dois homens já estavam mais duros que meu dildo, e que eu já tava usada por todos os lados, sem conseguir controlar meu corpo. Pra ser sincero, pra achar meu pau teria que procurar, porque ele tinha encolhido tanto que praticamente desapareceu. Enquanto eu pensava nisso, uma mão me agarrou pelo pescoço e me jogou no chão, deixando meu cu empinado e minha cabeça na neve. Um deles colocou a perna na minha cabeça, e o outro me penetrou até sentir os ovos dele no meu cu, de forma bem brusca. Eu soltei um gemido forte e tentei mexer a bunda, mas ele me segurou e continuou penetrando, uma vez e outra, tão forte que meu cu se abriu. O outro homem dizia: "Ah, que seja uma boa mulher, bate mais forte." Foi a penetração mais violenta que eu já tinha levado até aquele momento. Eu tinha areia na cara, e meus peitos marcavam a areia da praia, enquanto meu clitóris se escondia o mais seguro possível, com medo de ser humilhado. Meus ovos aguentavam as batidas dos ovos do macho que tava me usando como um verdadeiro estuprador de bucetas, tirando todo o controle do meu corpo e da minha masculinidade, me deixando como o que eu era. Naquele momento, eu era uma égua de monta pra ser engravidada e cheia de porra. Ele disse: "Levanta a cabeça, quero que você prove como ela é gostosa." Enfiou a pica na minha boca enquanto o outro me montava com a mesma força, embora essa pica parecesse mais grossa, mas não doía tanto porque não era tão fundo quanto a outra que eu tinha na boca, tocando meu sino. O homem que estava me fodendo por trás subiu em cima de mim e agarrou meus mamilos, torcendo eles enquanto me penetrava com a pica dura. Soltei um choro mudo, como se estivesse chorando com a pica na boca. Ele disse: "Olha essas lágrimas, putinha. Essa noite sua bunda vai doer, sua mulher." Isso me deu prazer, fazendo eu soltar mais minha buceta e meus mamilos ficarem eretos e duros. Enquanto isso, o de trás perguntou: "Que nome você vai dar pro nosso filho?" Enquanto sentia o esperma quente no meu reto, não consegui dizer nada com a pica do outro homem na minha boca.
Só sentia como as mãos deles tocavam meu cu aberto ao máximo, o outro homem disse: "se prepara que é minha vez de novo", me penetrando com força outra vez, me agarrou pelas bolas esticando elas e disse: "você é uma foxy de verdade e já é toda uma mulher, sabia disso?" enquanto me montava com raiva, minhas bolas ficaram vermelhas e meu clitóris soltava um líquido branco, ele gozou dentro do meu reto, manteve ela lá dentro por um tempo até que deu um tapa na minha bunda, se levantou e os dois homens foram embora conversando sobre como tinham se divertido, enquanto eu ainda estava de quatro e com o cu cheio da porra dos dois.
Eu tinha contrações toda vez que chupava a rola crescendo do macho que segurava minha cabeça. O segundo homem que se aproximou por trás falou colado no meu ouvido: "Neném, hoje à noite a gente vai abrir tanto teu cu que tu vai andar de pernas cruzadas por um bom tempo, putinha." Naquele momento, tive umas contrações muito fortes no meu cu, e ele percebeu. Começou a mexer os dois dedos que tinha enfiados. Eu não podia fazer nada, fiquei sem palavras, paralisada por medo, excitação, ou simplesmente por ser uma sissy que não consegue negar nada a ninguém. Sem dizer mais uma palavra, além de um gemido sutil de garota que soou muito meigo e submisso pelo prazer que estava criando na minha buceta de sissy, comecei a chupar a rola do primeiro homem pelos lados, garantindo que ficasse bem babada.
Lambendo devagar de dentro pra fora todo o pau, me segurando pelos quadris, ele só dizia "essa puta é boa mesmo". Isso me deixava mais tesuda porque o gosto do membro masculino tava uma delícia, com o pré-gozo saindo, e eu amava. O segundo homem me pegou pela cintura, me levantou e disse: "Continua chupando, raposa. Abre as pernas que você vai virar mulher agora mesmo, e quem sabe eu te engravido também, raposa. Mas isso depende de quanto prazer você me der." Isso me deixou muito excitada, e ele entrou com o pau sem nenhuma resistência, como se fosse uma capa perfeita. Ele soltou um: "Mas que rabão gostoso essa puta tem." Eu tava sendo penetrada pelos dois órgãos, sissy, e me sentia usada, suja, mas era exatamente o que eu tava procurando: arrebentar meu cu até ele ficar totalmente aberto. Um deles me disse: "Fica de quatro no chão, raposa, que a gente vai se revezar pra foder teu cu." Eu vi que os dois homens já estavam mais duros que meu dildo, e que eu já tava usada por todos os lados, sem conseguir controlar meu corpo. Pra ser sincero, pra achar meu pau teria que procurar, porque ele tinha encolhido tanto que praticamente desapareceu. Enquanto eu pensava nisso, uma mão me agarrou pelo pescoço e me jogou no chão, deixando meu cu empinado e minha cabeça na neve. Um deles colocou a perna na minha cabeça, e o outro me penetrou até sentir os ovos dele no meu cu, de forma bem brusca. Eu soltei um gemido forte e tentei mexer a bunda, mas ele me segurou e continuou penetrando, uma vez e outra, tão forte que meu cu se abriu. O outro homem dizia: "Ah, que seja uma boa mulher, bate mais forte." Foi a penetração mais violenta que eu já tinha levado até aquele momento. Eu tinha areia na cara, e meus peitos marcavam a areia da praia, enquanto meu clitóris se escondia o mais seguro possível, com medo de ser humilhado. Meus ovos aguentavam as batidas dos ovos do macho que tava me usando como um verdadeiro estuprador de bucetas, tirando todo o controle do meu corpo e da minha masculinidade, me deixando como o que eu era. Naquele momento, eu era uma égua de monta pra ser engravidada e cheia de porra. Ele disse: "Levanta a cabeça, quero que você prove como ela é gostosa." Enfiou a pica na minha boca enquanto o outro me montava com a mesma força, embora essa pica parecesse mais grossa, mas não doía tanto porque não era tão fundo quanto a outra que eu tinha na boca, tocando meu sino. O homem que estava me fodendo por trás subiu em cima de mim e agarrou meus mamilos, torcendo eles enquanto me penetrava com a pica dura. Soltei um choro mudo, como se estivesse chorando com a pica na boca. Ele disse: "Olha essas lágrimas, putinha. Essa noite sua bunda vai doer, sua mulher." Isso me deu prazer, fazendo eu soltar mais minha buceta e meus mamilos ficarem eretos e duros. Enquanto isso, o de trás perguntou: "Que nome você vai dar pro nosso filho?" Enquanto sentia o esperma quente no meu reto, não consegui dizer nada com a pica do outro homem na minha boca.
Só sentia como as mãos deles tocavam meu cu aberto ao máximo, o outro homem disse: "se prepara que é minha vez de novo", me penetrando com força outra vez, me agarrou pelas bolas esticando elas e disse: "você é uma foxy de verdade e já é toda uma mulher, sabia disso?" enquanto me montava com raiva, minhas bolas ficaram vermelhas e meu clitóris soltava um líquido branco, ele gozou dentro do meu reto, manteve ela lá dentro por um tempo até que deu um tapa na minha bunda, se levantou e os dois homens foram embora conversando sobre como tinham se divertido, enquanto eu ainda estava de quatro e com o cu cheio da porra dos dois.
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