Este relato é parte real com ficção. O que é ser uma sissy, pra mim que me sinto sissy só por um tempo e só busco o pecado, o carnal do corpo, aproveitar o momento, não me considero uma sissy de alma completa. Eu curto essa degradação de ceder minha masculinidade pra um macho alheio e perder o controle do meu corpo, me sentir feminina e virar um brinquedo sexual pra alguém. Outro dia tive uma das minhas fantasias mais exóticas da minha mente, quando tava em casa mais tarada que uma puta no cio e, pra ser sincero, com a buceta mais aberta que uma puta da Grécia Antiga. Tinha um dildo de tamanho médio na frente do espelho do meu quarto e enfiava ele como se fosse a pica de um macho que me odiasse e quisesse me deixar quebrada no chão, mas tenho que dizer que não bastava ter o cu mais aberto que uma puta de rua.
Precisava de algo mais, uma tara que me deu ao me imaginar numa praia nua e com meu dildo, mas não tinha coragem de ir e também não conhecia nenhum lugar onde pudesse ficar sem risco de ser presa por putaria. Entre uma sentada e uma foto, fui tomando uma taça de champanhe que tinha em casa, me dando um pouco mais de confiança em mim mesma e comecei a pesquisar praias de suruba movimentadas na minha região, e encontrei várias para minha surpresa. Isso me deixou com muito tesão, meio promíscua, porque bateu uma vontade de ser comida por uns desconhecidos diante do mar imenso. Já estava com o cu arrebentado pelo meu dildo, mas não tive nenhum orgasmo. Era de tarde e, com a putaria da foxy que eu tava, enfiei a garrafa de champanhe no meu cu e agitei. Quando ela se moveu, vocês podem imaginar a explosão que tive no meu cu. Senti o champanhe entrando pelas minhas tripas pra cima, fazendo um enema brutalmente doloroso e excitante, junto com um jato explosivo de líquido saindo pelo meu cu totalmente arrebentado.
Enquanto me recupero da minha violação brutal pelo champanhe, passei um creme anal para sexo anal pesado que prolonga o prazer no cu e diminui a dor anal, também ajuda a abrir o ânus até o ponto de um pau entrar sem nenhuma dor. São cremes para putas boas como eu. Juntando coragem, decidi ir para uma das praias, levei comigo alguns preservativos com vaselina e o dildo, também enfiei bastante creme anal hard, e fui rumo à praia sem calcinha, com uma saia curta e uma camisetinha meia que mal me cobria.
Quando cheguei na praia, fiquei nervosa porque era de noite e eu nunca tinha feito aquilo antes, mas, ao mesmo tempo, minha buceta já se abria sozinha só de pensar, e meus peitos estavam com os bicos duros e sensíveis como nunca. Decidi dar uma volta pra ver o que tinha nessa praia. Andando pela beira, cheguei perto de uns arbustos pra me tocar um pouco, já que meu clitóris já tava aparecendo por fora da saia e escorrendo prazer, quando de repente vejo uma luz vermelha que acende e apaga, como se fosse um cigarro. Fiquei nervosa e comecei a andar pela beira, percebi que alguém tava me seguindo e se aproximando rápido. Nervosa, fui pra uns arbustos onde parei, praticamente paralisada, enquanto uma sombra masculina se aproximava com um cigarro na boca. Quando ele tava a menos de um metro de mim, com uma voz baixa e trêmula, como se fosse uma submissa, eu disse: "O que você quer?". Ele respondeu: "Te tocar, sua putinha", colocando a mão no meu clitóris, onde eu soltei um gemido porque ele pegou na cabecinha do meu clitóris e a sensação foi muito forte de prazer. Naquele momento, eu não sabia o que fazer, se saía correndo, mas minhas pernas não funcionavam, e só consegui abrir minhas pernas pra não perder o equilíbrio, embora isso deixasse minha bunda muito mais à mostra. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele, que tava mole, mas depilado, e com um toque muito gostoso, macio e escorregadio. Eu comecei a mover a mão como se estivesse me masturbando no clitóris, mas não consegui deixar ele duro. Até que ele ficou atrás de mim e agarrou minha bunda, abrindo meu cu até dar pra ver minha buceta de sissy, passando um dedo nela e me deixando ainda mais excitada. Ele me fez ajoelhar, colocando o pau dele na minha cara. Cheirava bem. Ele enfiou na minha boca, ainda meio mole, dizendo: "Chupa toda, sua putinha, que delícia". Eu conseguia tocar as bolas dele com minha língua enquanto tinha o pau todo mole na minha boca. Sentia ele crescendo dentro de mim, ficando grande, e já dava pra deslizar minha boca, mas tava difícil alcançar as bolas dele. Ela me agarrou pela cabeça e enfiou tão fundo que eu senti bater na minha campainha. Quando me soltou, só consegui dar umas gargalhadas enquanto ele ria. "Haha, gostou? Ainda não terminou de crescer, Zorita." Fiquei nervosa porque era maior que meu dildo e tava durona, mas segurei firme e chupei a pontinha enquanto ele soltava um "sige, sige, sua putinha, que delícia". Aí ele falou: "Liga se um amigo se juntar?" Antes que eu pudesse tirar o pau da boca, senti um dedo enfiado na minha buceta, apertando até entrar fácil pelo meu cu.
Se vocês gostarem, posso postar a segunda parte.
O que vocês acham da minha buceta?
Precisava de algo mais, uma tara que me deu ao me imaginar numa praia nua e com meu dildo, mas não tinha coragem de ir e também não conhecia nenhum lugar onde pudesse ficar sem risco de ser presa por putaria. Entre uma sentada e uma foto, fui tomando uma taça de champanhe que tinha em casa, me dando um pouco mais de confiança em mim mesma e comecei a pesquisar praias de suruba movimentadas na minha região, e encontrei várias para minha surpresa. Isso me deixou com muito tesão, meio promíscua, porque bateu uma vontade de ser comida por uns desconhecidos diante do mar imenso. Já estava com o cu arrebentado pelo meu dildo, mas não tive nenhum orgasmo. Era de tarde e, com a putaria da foxy que eu tava, enfiei a garrafa de champanhe no meu cu e agitei. Quando ela se moveu, vocês podem imaginar a explosão que tive no meu cu. Senti o champanhe entrando pelas minhas tripas pra cima, fazendo um enema brutalmente doloroso e excitante, junto com um jato explosivo de líquido saindo pelo meu cu totalmente arrebentado.
Enquanto me recupero da minha violação brutal pelo champanhe, passei um creme anal para sexo anal pesado que prolonga o prazer no cu e diminui a dor anal, também ajuda a abrir o ânus até o ponto de um pau entrar sem nenhuma dor. São cremes para putas boas como eu. Juntando coragem, decidi ir para uma das praias, levei comigo alguns preservativos com vaselina e o dildo, também enfiei bastante creme anal hard, e fui rumo à praia sem calcinha, com uma saia curta e uma camisetinha meia que mal me cobria.
Quando cheguei na praia, fiquei nervosa porque era de noite e eu nunca tinha feito aquilo antes, mas, ao mesmo tempo, minha buceta já se abria sozinha só de pensar, e meus peitos estavam com os bicos duros e sensíveis como nunca. Decidi dar uma volta pra ver o que tinha nessa praia. Andando pela beira, cheguei perto de uns arbustos pra me tocar um pouco, já que meu clitóris já tava aparecendo por fora da saia e escorrendo prazer, quando de repente vejo uma luz vermelha que acende e apaga, como se fosse um cigarro. Fiquei nervosa e comecei a andar pela beira, percebi que alguém tava me seguindo e se aproximando rápido. Nervosa, fui pra uns arbustos onde parei, praticamente paralisada, enquanto uma sombra masculina se aproximava com um cigarro na boca. Quando ele tava a menos de um metro de mim, com uma voz baixa e trêmula, como se fosse uma submissa, eu disse: "O que você quer?". Ele respondeu: "Te tocar, sua putinha", colocando a mão no meu clitóris, onde eu soltei um gemido porque ele pegou na cabecinha do meu clitóris e a sensação foi muito forte de prazer. Naquele momento, eu não sabia o que fazer, se saía correndo, mas minhas pernas não funcionavam, e só consegui abrir minhas pernas pra não perder o equilíbrio, embora isso deixasse minha bunda muito mais à mostra. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele, que tava mole, mas depilado, e com um toque muito gostoso, macio e escorregadio. Eu comecei a mover a mão como se estivesse me masturbando no clitóris, mas não consegui deixar ele duro. Até que ele ficou atrás de mim e agarrou minha bunda, abrindo meu cu até dar pra ver minha buceta de sissy, passando um dedo nela e me deixando ainda mais excitada. Ele me fez ajoelhar, colocando o pau dele na minha cara. Cheirava bem. Ele enfiou na minha boca, ainda meio mole, dizendo: "Chupa toda, sua putinha, que delícia". Eu conseguia tocar as bolas dele com minha língua enquanto tinha o pau todo mole na minha boca. Sentia ele crescendo dentro de mim, ficando grande, e já dava pra deslizar minha boca, mas tava difícil alcançar as bolas dele. Ela me agarrou pela cabeça e enfiou tão fundo que eu senti bater na minha campainha. Quando me soltou, só consegui dar umas gargalhadas enquanto ele ria. "Haha, gostou? Ainda não terminou de crescer, Zorita." Fiquei nervosa porque era maior que meu dildo e tava durona, mas segurei firme e chupei a pontinha enquanto ele soltava um "sige, sige, sua putinha, que delícia". Aí ele falou: "Liga se um amigo se juntar?" Antes que eu pudesse tirar o pau da boca, senti um dedo enfiado na minha buceta, apertando até entrar fácil pelo meu cu.
Se vocês gostarem, posso postar a segunda parte.
O que vocês acham da minha buceta?
3 comentários - Relato sissy