Tenho 23 anos, o que aconteceu comigo foi aos 17. Sou moreninho, sempre fui baixinho, tenho 1,49m. Sempre tive boas pernas e corpo por malhar muito. Bem, vou contar minha história... Hoje faz mais um ano daquela noite em que, sem saber, minha vida ia mudar pra sempre. Depois de um jogo com os amigos, a gente foi dar umas voltas umas 20h. Fomos na casa de um senhor que tinha um cano no fundo pra tirar água. Talvez o senhor tenha entendido que a gente tava roubando, e não culpo ele, porque entramos sem permissão. Ele chamou a polícia, e eles chegaram muito rápido — deviam estar por perto. Não deu tempo de nada. Quando vimos umas lanternas e ouvimos uma voz gritando "no chão, no chão, mãos na cabeça", entendemos que já era. Nos levaram pra delegacia, e ficamos lá prestando depoimento por um bom tempo. A maioria era menor de idade, então chamaram os pais, que vieram buscar meus amigos um por um — menos eu. Porque na hora de ligar pros meus pais, ninguém atendeu. Eu não era muito levado em conta na minha casa. Devia ser umas 23h, perto da meia-noite, quando um oficial chegou perto e disse: "Acho que hoje você dorme aqui, princesa." Eu fiquei parado. As palavras dele me deram um vazio no estômago. O tempo todo era o mesmo oficial que zoava minha situação, me xingava e, ao mesmo tempo, não parava de me olhar — isso me deixou nervoso. Mais uma vez ele se aproximou e, com uma voz bem de quem tava se masturbando, disse: "Hoje você vai ser a putinha de alguém." Os colegas dele riam. Tinha vozes dizendo: "Isso que dá pros ladrões como você", "Tem que ensinar desde pequeno". Depois de um tempo, bateu vontade de ir ao banheiro, então criei coragem e perguntei se podia ir. O oficial que não parava de me xingar me olhou com perversidade e disse: "Eu levo ela." Ele me pegou pela nuca e me levou — parecia que era pro banheiro dos presos, porque tava muito sujo e fedido. "Vai, rápido, faz xixi." Ele ficou do meu lado, não foi embora em nenhum momento. E quando eu tirei meu pau pra... Fazer xixi, me olhei e não aguentei o riso. Tava muito pequenininho, talvez por medo, mas a real é que tava menor do que de costume. O policial, entre risadas e zoação, lembro que me falou: "Senta, as slutty sentam pra mijar."
Eu, na real, tava assustado ou sei lá o que deu em mim, mas obedeci... sem perceber que, ao sentar, fiquei bem na frente dele. Vi ele se tocando e, quando menos esperava, ele puxou o pau dele pra fora. Era grande, muito grande. Me senti indefeso, sabia que tava ferrado. Ele passou o pau na minha cara, lembro que ainda não tava duro e já era grande e pesado. O cheiro, aquele cheiro de macho, nunca mais esqueço. Ele me pegou pelos cabelos e falou:
"Chupa, girl, chupa."
Comecei a chorar e pedir pelo amor de Deus pra ele parar... Isso deixou ele mais excitado, porque aí sim ele endureceu. Não tive escolha, tive que obedecer. Fiquei uns 5 minutos chupando ele. Ele me agarrou forte e me levou pra dentro. Todos os policiais, como se já soubessem o que tinha rolado, me olhavam e faziam caretas, tinha risada pra todo lado... Devia ser umas 2 ou 3 da manhã, e outro policial se aproximou, me levou pro banheiro, mandou eu abaixar a cueca e passou um creme no meu booty. Eu, na real, já tava à disposição dele, meu corpo não se defendia, não reagia. Ele enfiou um dedo, depois outro. Eu fiquei em total silêncio. Acho que ele ficou uns 10 ou 15 minutos assim...
"Agradece que é pra não doer tanto, bebê."
Deu um tapa no meu booty como se eu fosse um brinquedo dele e foi embora. Na hora, veio outro policial e, sem falar nada, me levou pra uma cela. Lembro que tinha um colchão no chão e um cheiro de mijo. Dava pra ouvir vozes do lado, em outra cela... Falavam comigo, mas eu tava mudo. Até que vi o policial que tinha abusado de mim entrar. Ele tinha uma sacola na mão, jogou em cima de mim e falou: "Veste isso, girl." Tirei e era uma calcinha fio dental e uma saia curta. Ele me obrigou a vestir. A real é que naquele momento eu já tinha me deixado levar. Sentir aquela calcinha fio dental no meu bum fez meu pinto ficar duro. Quando coloquei a saia, senti um vento nas minhas pernas. Queria me olhar no espelho pra ver como tava. Mil coisas passaram pela minha cabeça e nem percebi que o oficial tava me olhando como se notasse que eu tinha gostado das roupas que ele me deu. Ele me pegou pelo pescoço, me beijou, tava sendo mais doce do que quando me agarrou no banheiro. Ele passou a mão na minha bunda e me beijava, eu fechei os olhos e me deixei levar, abracei ele pela cintura. Ele me virou, senti que ele tava se masturbando e depois puxou minha tanga, colocou algo que acho que era lubrificante e começou devagar a meter o pau em mim. Eu tava num estado que me deixei levar completamente, até comecei a dar uns gemidinhos baixos. Sim, tava gostando, era uma dor gostosa, me senti uma puta, uma vagabunda. O oficial se mexia cada vez mais rápido e eu, já corrompida, com a mente em branco, me deixando levar, pedia mais. Meus gemidos ficavam mais altos.
"Tá gostando, puta? Quer leite, puta?"
Lembro que ele dizia.
"Sim, me dá, papai, me dá leite", respondi com uma voz de puta.
Ele me virou, me fez ajoelhar e gozou de uma vez na minha cara. Senti o esperma bem quente no meu rosto, nos meus olhos, mal conseguia abri-los. Quando me levantei, fiquei em choque. Vi mais dois oficiais gravando tudo com um celular. Começaram a rir, a me chamar de puta, mandavam beijos. Eu, como pude, me levantei e fiquei parada, tapei o rosto. Pensei que tinha acabado, mas pra minha desgraça ou sorte, tava só começando. Do jeito que eu tava, me levaram pra uma cela maior, mais limpa que as outras, e tinha um espelho onde me olhei. Foi aí que eu disse pra mim mesma:
"Que puta que eu sou."
Tava totalmente fora de mim. Sentei na cama e em minutos entraram dois caras: um muito alto e o outro mais baixinho e gordo. Eram presos, percebi na hora que tiraram as algemas. Foi tipo jogar um cordeirinho numa jaula com dois leões. Um oficial fechou a cela e disse pros caras:
"Pronto, aí tem a puta que vocês pediram. Não queriam uma puta? Aí tá."
Começaram a filmar. Não precisei nem me ajoelhar pra chupar o pau do mais alto. Comecei a chupar igual uma puta, igual as vadias. Eu tinha visto em vídeos pornô... fizeram o que quiseram comigo, me humilharam, me obrigaram a dizer que sou uma puta, que me tocasse como se fosse uma mulher, até o ponto em que não precisavam mais me mandar, porque eu já pedia sozinha por mais e mais! Aos gritos e gemidos... era uma gata no cio.
Perdi a noção do tempo, não sei por quanto tempo me deixaram daquele jeito, sentia as picas deles entrando e saindo e os ovos batendo uma e outra vez na minha bundinha minúscula... terminei sozinha, jogada no chão, mijada por aqueles caras, com restos de porra na minha cara e dentro do meu cu também. Me toquei e ainda pulsava. Me levantei como pude, tirei a tanga e a saia... jogaram minhas roupas pra mim, me troquei e no meio da manhã decidiram me deixar ir. Corri pra casa, cheguei, tomei um banho e dormi o dia inteiro.
Saí daquela cidade e quis deixar aquilo pra trás, mas sempre que posso e fico sozinha em casa, aquela puta interior aparece. Adoro roubar as roupas da minha irmã, desfilar, me tocar, enfiar meus dildos na bunda e ficar pensando naquele dia em que fui a gostosa de 3 homens, de 3 machos de verdade.







Comentem o que fariam comigo se eu estivesse numa cela com vocês, beijinhos 😘 deixem seus pontinhos e eu conto a vez que saí vestida de puta e bêbada na rua. 💋💋
9 comentários - Virada mulherzinha numa delegacia