Bom, como o título diz, essa é minha experiência com videochamada e chat hot. Essa bunda é pra motivar a leitura haha
Beleza, agora vamos com o relato. Vou colocar algumas fotos pra não ser só leitura. Lá por 2016, eu me viciei em chats quentes e videochamadas, mesmo que as chamadas me deixassem mais envergonhado porque eu era muito tímido e não levava jeito pra conversar. Por isso, eu preferia só o chat quente. Além disso, não tinha nenhum dildo pra me penetrar, então eu enfiava os dedos ou algum cilindro que achava, mas isso não era muito erótico em vídeo. Já no chat, era mais leve e muito excitante, porque você assumia um papel. Eu costumava ser passivo e submisso, e o outro, o macho dominante, o que me deixava louco. Além dos papéis, eu mandava fotos da minha bunda e isso me excitava pra caralho. Também rolavam conversas estranhas e excitantes ao mesmo tempo, tipo:
O macho: "Oi, vadiazinha, você gosta de leite?"
A submissa: "Oi, sim, adoro tomar leite."
O macho: "Tô com um pau carregado pra você. Fica de quatro e eu te encho." Eles mandavam foto da rola.
A submissa: "Adoro. Fico de quatro e você tem que me dar todo o leite." Eu mandava uma foto da minha bunda de quatro.
A imaginação era o que te levava a ficar excitada pensando que estavam te penetrando igual na foto. Com o tempo, criei coragem e comprei um dildo médio, mas realista, com o qual me aventurei a começar as videochamadas e também era um jeito fácil de chamar atenção. Você passava no grupo uma foto da sua buceta aberta com um dildo do lado, e já tinha um monte de macho querendo videochamada. Também tem que dizer que geralmente me tratavam com educação e não costumavam xingar nem nada do tipo, também não ficavam mandando mensagem igual um macho qualquer: ficavam só olhando enquanto você se penetrava com o dildo no cu e eles se masturbavam até gozar e desligavam a chamada. Você ficava com a bunda empinada e o dildo dentro, mas sem sentir tesão nenhum. Era frustrante porque a gente vinha pra ficar excitada igual uma puta e não encontrava um macho decente.
Numa das ligações que fiz um dia, peguei um homem especial. Eu tava sentada no meu sofá com o celular no tripé focado na minha bunda, que tava de pernas pro ar, mostrando meu cu e meu pau. Quando eu me penetrava, roçava muito aquele ponto de prazer que a gente, homem, tem no cu. E lembro que quando começamos a videochamada, a primeira coisa que ele me disse foi: "Você tem o dildo?" — com uma voz diferente, tipo exigindo. Eu peguei o dildo que tava do lado e mostrei pra ele. Ele respondeu: "Muito bem, sua puta. Vira de quatro e se penetra, foxy. Quero ver esse cu aberto." É normal pedirem uma posição, mas a forma como ele pediu me chocou pra caralho. Também não liguei muito, porque, entre aspas, tava pouco me fodendo em que posição me penetrar, mesmo que nessa posição eu não conseguisse ver a tela direito. Ele respondeu: "Foxy, penetra com o dildo até a metade, rápido, sua puta." Já tava me excitando pra caralho, apesar do meu pau encolher e meu cu dilatar. Me senti submissa e, mais pra frente, me senti uma puta desse macho.
Mais ou menos era essa a vista que eu tinha do meu cu, porém eu não conseguia ver bem o celular, então não o via. Comecei a me penetrar com o dildo e sentia como minha tiny ass se abria, cada vez mais dilatada, entrando mais fundo. Quando já tinha dado umas 6 ou 7 penetradas, ele soltou: "Tira o dildo e mostra esse cu, foxy". Eu, sem hesitar um segundo, tirei o dildo — que, pra ser sincera, já entrava fácil no meu cu, porque tinha dilatado bastante. Ele disse: "Muito bem, slutty. Continua te penetrando, tá bem aberto, mas dessa vez até o fundo, slut". O dildo não era muito grosso, mas era comprido, uns 21 cm de comprimento. Eu ainda não tinha experiência com penetração profunda, mas sabia que ia doer, porque pouco mais da metade era o máximo que eu conseguia enfiar. Doía pra caralho pro meu cu inexperiente. Mas na segunda vez que ele falou: "Foxy, tá esperando o quê? Se penetra até o fundo, slut. Mete forte até o fundo", senti uma excitação do caralho e tentei. Mas, como de costume, entrou só um pouco mais da metade, onde já sentia uma dor aguda no cu e minhas pernas tremiam. Aí ele disse: "Mais, slut. Agora quem manda sou eu, e você vai se penetrar até eu mandar parar. Mete mais forte, como a boa foxy que você é". Respondi: "Não consigo meter mais forte", enquanto tirava e enfiava no meu reto, mas não conseguia chegar ao fundo. Ele disse: "Mais rápido, de fora até dentro, slut. Quero que se abra bem, quero te ver chorar se precisar". Isso me deu uma certa raiva, porque pensei: "Não sou seu brinquedo pra você me usar como quiser". Mas, por outro lado, minha parte mais submissa me deixava com muito tesão, e meu cu dilatava ainda mais. Com a raiva, acabei metendo forte com o dildo e, não sei como, ele se abria mais, e a dor se transformou em puro prazer, e por isso acabei enfiando a pica de plástico inteira. Ele disse: "Aguenta ela aí dentro até eu mandar". Começou a doer porque eu não mexia e ela estava muito, muito fundo em mim. Levantei a vista e pedi pra ver, e vi que ele estava gozando. Depois ele disse: "Muito bem, minha slut". Fica com o dildo enfiado mais um pouco pra sentir o prazer de uma pica bem dentro e aí desliguei a chamada. Fiquei com uma raiva porque tava me excitando pra caralho, mas ainda não tinha gozado. Depois de um tempo, tirei o dildo e sentei no sofá pra ver como meu cu tava, tirei umas fotos de como ele ficou dilatado. E com isso acabou minha noite de sexo por telefone. FIM.
Se vocês gostaram, tenho mais histórias como essa. Me avisem nos comentários.
Beleza, agora vamos com o relato. Vou colocar algumas fotos pra não ser só leitura. Lá por 2016, eu me viciei em chats quentes e videochamadas, mesmo que as chamadas me deixassem mais envergonhado porque eu era muito tímido e não levava jeito pra conversar. Por isso, eu preferia só o chat quente. Além disso, não tinha nenhum dildo pra me penetrar, então eu enfiava os dedos ou algum cilindro que achava, mas isso não era muito erótico em vídeo. Já no chat, era mais leve e muito excitante, porque você assumia um papel. Eu costumava ser passivo e submisso, e o outro, o macho dominante, o que me deixava louco. Além dos papéis, eu mandava fotos da minha bunda e isso me excitava pra caralho. Também rolavam conversas estranhas e excitantes ao mesmo tempo, tipo: O macho: "Oi, vadiazinha, você gosta de leite?"
A submissa: "Oi, sim, adoro tomar leite."
O macho: "Tô com um pau carregado pra você. Fica de quatro e eu te encho." Eles mandavam foto da rola.
A submissa: "Adoro. Fico de quatro e você tem que me dar todo o leite." Eu mandava uma foto da minha bunda de quatro.
A imaginação era o que te levava a ficar excitada pensando que estavam te penetrando igual na foto. Com o tempo, criei coragem e comprei um dildo médio, mas realista, com o qual me aventurei a começar as videochamadas e também era um jeito fácil de chamar atenção. Você passava no grupo uma foto da sua buceta aberta com um dildo do lado, e já tinha um monte de macho querendo videochamada. Também tem que dizer que geralmente me tratavam com educação e não costumavam xingar nem nada do tipo, também não ficavam mandando mensagem igual um macho qualquer: ficavam só olhando enquanto você se penetrava com o dildo no cu e eles se masturbavam até gozar e desligavam a chamada. Você ficava com a bunda empinada e o dildo dentro, mas sem sentir tesão nenhum. Era frustrante porque a gente vinha pra ficar excitada igual uma puta e não encontrava um macho decente.
Numa das ligações que fiz um dia, peguei um homem especial. Eu tava sentada no meu sofá com o celular no tripé focado na minha bunda, que tava de pernas pro ar, mostrando meu cu e meu pau. Quando eu me penetrava, roçava muito aquele ponto de prazer que a gente, homem, tem no cu. E lembro que quando começamos a videochamada, a primeira coisa que ele me disse foi: "Você tem o dildo?" — com uma voz diferente, tipo exigindo. Eu peguei o dildo que tava do lado e mostrei pra ele. Ele respondeu: "Muito bem, sua puta. Vira de quatro e se penetra, foxy. Quero ver esse cu aberto." É normal pedirem uma posição, mas a forma como ele pediu me chocou pra caralho. Também não liguei muito, porque, entre aspas, tava pouco me fodendo em que posição me penetrar, mesmo que nessa posição eu não conseguisse ver a tela direito. Ele respondeu: "Foxy, penetra com o dildo até a metade, rápido, sua puta." Já tava me excitando pra caralho, apesar do meu pau encolher e meu cu dilatar. Me senti submissa e, mais pra frente, me senti uma puta desse macho.
Mais ou menos era essa a vista que eu tinha do meu cu, porém eu não conseguia ver bem o celular, então não o via. Comecei a me penetrar com o dildo e sentia como minha tiny ass se abria, cada vez mais dilatada, entrando mais fundo. Quando já tinha dado umas 6 ou 7 penetradas, ele soltou: "Tira o dildo e mostra esse cu, foxy". Eu, sem hesitar um segundo, tirei o dildo — que, pra ser sincera, já entrava fácil no meu cu, porque tinha dilatado bastante. Ele disse: "Muito bem, slutty. Continua te penetrando, tá bem aberto, mas dessa vez até o fundo, slut". O dildo não era muito grosso, mas era comprido, uns 21 cm de comprimento. Eu ainda não tinha experiência com penetração profunda, mas sabia que ia doer, porque pouco mais da metade era o máximo que eu conseguia enfiar. Doía pra caralho pro meu cu inexperiente. Mas na segunda vez que ele falou: "Foxy, tá esperando o quê? Se penetra até o fundo, slut. Mete forte até o fundo", senti uma excitação do caralho e tentei. Mas, como de costume, entrou só um pouco mais da metade, onde já sentia uma dor aguda no cu e minhas pernas tremiam. Aí ele disse: "Mais, slut. Agora quem manda sou eu, e você vai se penetrar até eu mandar parar. Mete mais forte, como a boa foxy que você é". Respondi: "Não consigo meter mais forte", enquanto tirava e enfiava no meu reto, mas não conseguia chegar ao fundo. Ele disse: "Mais rápido, de fora até dentro, slut. Quero que se abra bem, quero te ver chorar se precisar". Isso me deu uma certa raiva, porque pensei: "Não sou seu brinquedo pra você me usar como quiser". Mas, por outro lado, minha parte mais submissa me deixava com muito tesão, e meu cu dilatava ainda mais. Com a raiva, acabei metendo forte com o dildo e, não sei como, ele se abria mais, e a dor se transformou em puro prazer, e por isso acabei enfiando a pica de plástico inteira. Ele disse: "Aguenta ela aí dentro até eu mandar". Começou a doer porque eu não mexia e ela estava muito, muito fundo em mim. Levantei a vista e pedi pra ver, e vi que ele estava gozando. Depois ele disse: "Muito bem, minha slut". Fica com o dildo enfiado mais um pouco pra sentir o prazer de uma pica bem dentro e aí desliguei a chamada. Fiquei com uma raiva porque tava me excitando pra caralho, mas ainda não tinha gozado. Depois de um tempo, tirei o dildo e sentei no sofá pra ver como meu cu tava, tirei umas fotos de como ele ficou dilatado. E com isso acabou minha noite de sexo por telefone. FIM.
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3 comentários - Meu chat quente com desconhecidos