Transexual - Sou a puta da Carla (2)

Vou continuar minha história com a Carla. Se quiserem ler desde o começo, entremaquiDepois do meu primeiro encontro com a Carla, voltei pra casa no metrô da minha cidade, voltei em pé, não conseguia sentar, de tão nervoso. A experiência tinha sido tão gostosa... ainda sentia o pau dela no meu cu, tava curtindo aquela sensação no meu rabo e morrendo de vontade de ver ela de novo. Antes de chegar em casa, recebi uma mensagem no celular, era a Carla, dizendo que tinha adorado e esperava que eu também quisesse repetir. Não demorei pra responder com um "A gente se vê amanhã?" Adoro o quanto você é puta, passa lá no restaurante no mesmo horário. Eu tava excitado, duro subindo as escadas, com um sorriso enorme... amanhã ia encontrar a Carla de novo e ia aproveitar aquele pau dentro de mim. Em casa, não parava de pensar nela, no pau grosso dela, lembrando de tudo que tinha rolado no apartamento dela e desejando que amanhã se repetisse tudo. Aquela noite ia ser difícil dormir de tão excitado, não resisti e mandei uma mensagem pro celular dela contando como tava tarado e com vontade do pau dela. Ela disse pra eu não me preocupar, que amanhã ia me tratar como a puta que eu era, que tinha algo planejado. Rapidão eu quis saber o que ela tinha planejado pra mim, mas ela só respondeu com um "descansa, putinha, amanhã você vai saber."

Acordei cedo, provavelmente por causa do nervosismo, faltavam muitas horas até eu poder ir ver a Carla, então tomei um banho e fui pro centro. Na noite anterior, na cama, fiquei me excitando pensando no meu encontro com a Carla e tive uma ideia na cabeça: ia fazer umas compras, comprar uma lingerie pra usar. Foi meio difícil, mas no final entrei numa loja com a ideia de comprar uma tanga, uma meia-calça e uma minissaia bem justinha. A minissaia foi fácil, entrei numa loja e falei pra uma moça que precisava de ajuda, queria comprar uma minissaia pra minha namorada, que era bem magrinha. Ela me mostrou várias e eu escolhi uma preta. Minha cara deve ter mudado quando vi ela e a A garota deve ter percebido, porque de repente ela me disse: "Talvez este tamanho seja mais adequado para sua namorada" (sorrindo). Eu concordei com a cabeça e ela perguntou: "Sabe se ela precisa de meias combinando?" Respondi que seria legal ter um par. Ela perguntou se eu queria pantis ou meias... Minha cara foi de confusão, e ela me mostrou algumas. Bom, aí eu percebi que ela tinha me descoberto e fiquei vermelho. Ela disse: "Olha, se sua namorada for mais ou menos como você, estas vão servir bem." Eu, todo nervoso, peguei as meias e fui para o caixa pagar e sair morrendo de vergonha. Já na porta, sorri. Eu tinha uma minissaia e umas meias com renda... ia surpreender a Carla naquela tarde. Dei mais voltas por outras lojas até que, sem perceber, me vi na frente de uma sex shop. O manequim estava usando uma tanga com suspensórios... adorei a sensação de me imaginar usando aquilo, tão pequeno e com minha bunda de fora. Entrei na loja e comprei. Saí e fui para casa, precisava comer e me preparar para o encontro com a Carla.

Saí do chuveiro e tinha tudo preparado no meu banheiro: minissaia, meias, suspensórios e meu dilatador. Lubrifiquei meu cu e introduzi, como sempre, meu dilatador. Meu pau estava duro e começava a vazar líquido pré-seminal, e eu precisava relaxar para vestir a tanga sem que o pau ficasse aparecendo... então comecei a colocar as meias, ajeitando a renda. Não parava de me olhar no espelho, precisava relaxar. Com muito esforço, consegui e pude vestir a tanga. Os suspensórios levantavam minha bunda, que ficava muito excitante com aquelas meias. Peguei a minissaia e vesti. Era incrível como eu ficava. Fiquei na ponta dos pés para destacar mais minhas pernas. Adoro, estava louco para que a Carla me visse e ver como ela reagiria. Levantei a minissaia até a cintura e vesti uma calça jeans justa com uma camiseta preta bem apertada, e fui encontrar a Carla.

Cheguei na porta do restaurante e fiquei esperando ela sair. Logo ela apareceu e disse: "Ah, já chegou meu vadia. Não dava pra esperar mais, hein?" Eu sorri pra ela e falei que tinha uma surpresa. Ela respondeu: "Aqui não, espera até chegar em casa e me dá." Eu concordei com a cabeça e fui seguindo ela, enquanto ela ia falando que tinha adorado ontem e que tinha planos pra mim se eu quisesse algo mais contínuo. Eu só balançava a cabeça e pensava na faculdade pra baixar a excitação, mas a Carla não ajudava muito com a conversa... Já no quintal dela, ela me deu um beijo enquanto apertava minha bunda. Entramos no apartamento e eu tava muito excitado. Ela mandou eu ficar à vontade, que ia tomar um banho pra tirar o cheiro de cozinha do restaurante. Aproveitei pra tirar a calça jeans, descalçar e ficar só com a camiseta justa por dentro da minissaia. Alisei a minissaia e ajustei as meias. A Carla tava no chuveiro e eu morrendo de vontade que ela saísse. A espera foi eterna. Finalmente, ouvi o barulho do chuveiro parar e a Carla começou a falar... "Não faz sentido eu me vestir, não é, vadia? Você veio pra ser comida, né?" Ela disse enquanto entrava na sala, me viu, sorriu e falou... "Nossa, você levou a sério seu papel de vadia, né? Ah, mas falta uma coisa, espera." Ela foi pro quarto e voltou com uns saltos altos e disse: "Coloca isso", enquanto dava um tapa na minha bunda. Adorei como ela fez. Ficaram um pouco apertados, mas dava pra usar. Óbvio que era minha primeira vez de salto e eu era desengonçada, mas fazer o quê, não precisava me mexer muito. Tudo que eu queria tava ao meu alcance. A Carla me deu um beijo de língua enquanto apertava minha bunda com força. Eu tava excitadíssimo e falei que queria engolir a rola dela, que não tinha conseguido tirar ela da cabeça a noite inteira. A Carla abriu a toalha e deixou cair no chão. Lá estava a rola dela, grossa e meio dura. Peguei com a mão, amo aquela sensação da rola gostosa na minha mão. Devagar, dobrei minhas pernas e abri a boca pra começar a chupar. Enfiei toda na boca, queria sentir ela crescer lá dentro. Comecei a chupar devagar, sentindo ele crescer, passando minha língua de baixo pra cima, focando na cabeça e engolindo tudo. Carla tava adorando o boquete, segurava minha cabeça e empurrava a pica na minha boca, dizia como adorava sentir minha boca molhada. Tirei os sapatos pra ficar mais confortável e Carla sentou no sofá, com a pica dura falou: "Tira essa saia, vagabunda". Aí me afastei um pouco e me curvei até os pés pra deixar minha bunda na frente dela e ela poder ver meus suspensórios e o dilatador enfiado. Ela amou o que viu, chegou perto e me deu um tapa. "Você não para de me surpreender, vagabunda, vamos ver o que você tem aí". Com cuidado, ela tirou meu dilatador e comeu meu cu. Não demorou nem um minuto pra ela se levantar, me colocar contra o sofá e enfiar a pica dura. Já tava dentro de mim, eu tremi com aquela mistura de dor e prazer de sentir ela lá dentro. Ela se aproximou pelas minhas costas, chegou no meu ouvido e disse: "Era isso que você queria, não era, vagabunda? Você me deixou com muito tesão com essa roupinha, hoje vou fazer de você minha putinha, vou te engravidar". Eu não falei nada, só gemia de sentir ela toda dentro, ela tava me penetrando e ainda nem tinha começado a se mexer.

Carla começou a me foder sem piedade, tava com muito tesão mesmo, me comeu gostoso porque segundo ela eu era uma puta que tinha ido na casa dela querendo pica e ela ia me dar. Ela batia na minha bunda enquanto enfiava a pica, de repente senti ela aproximar meu dilatador da minha boca e falar: "Come ele, vagabunda, quero que você se sinta cheia por todos os lados", sem perceber abri a boca e engoli o dilatador enquanto ela empurrava a pica cada vez mais rápido. Eu só sentia minha pica molhada e a pica de Carla socando meu cu. Tava adorando, ela me fazia sentir como uma puta, ali, no sofá dela, de meia-calça, suspensório e a minissaia levantada até a cintura. De repente Carla parou, chegou no meu ouvido e disse: "Se prepara, vagabunda, a porra tá chegando, sente eu te enchendo" e tirou um pouco e de repente enfiou de novo, eu pude sentir como ele gozava quentinho dentro de mim, foi a primeira vez que senti algo assim lá. Fiquei parado até a Carla se afastar. Ela tirou o dilatador da minha boca e disse "Coloca, não quero que perca nem uma gota". Obediente como sempre, coloquei meu dilatador no meu cu. Vi ela deitada no sofá dela com a pica molhada, grossa, meio mole. Ela me olhou, pegou a pica dela e disse "Lambe. Limpa minha pica". Fui, passei minha língua dos ovos até a glande, agarrei com minha mão e coloquei na minha boca, ainda saía um pouco de gozo, eu saboreei. Tava excitadíssimo, ela sabia, sabia que podia fazer o que quisesse comigo. Continuei chupando, enfiando tudo na minha boca. Ela gemeu, me disse pra ir devagar, mas eu não conseguia, tava muito excitado, então continuei chupando, queria que ela crescesse de novo. Carla começou a acariciar minha cabeça enquanto eu me esforçava pra reanimar aquela pica. Aos poucos foi ficando mais dura, aí Carla me perguntou o que eu queria agora... "Mais gozo" eu disse e continuei chupando, focando na glande, passando minha língua nela e abraçando com meus lábios, aos poucos ia descendo mais e mais até engolir quase toda a pica dela. Carla me elogiava pelo boquete, dizia que eu chupava muito bem e como prêmio ia ter que me dar o gozo, mas antes a gente ia fazer uma coisa. Então ela se levantou e fomos pro quarto dela, ela tirou um dildo do armário, me fez chupar ele, chupar a pica dela e chupar o dildo de novo, depois tirou meu dilatador do cu e usando a ventosa, prendeu o dildo na porta do quarto, me fez enfiar ele e se colocou na minha frente. Agora eu tinha o dildo dela dentro e a pica dela na minha boca, comecei a me mexer, enfiando e tirando o dildo do meu cu e a pica dela da minha boca. Uma sensação deliciosa, ela perguntou se eu tava gostando e sem tirar a pica dela da boca eu disse que sim. Carla perguntou se eu queria o gozo já, eu olhei pra ela e pisquei, ela se afastou um pouquinho, me disse pra não parar de me foder com o dildo Dildo contra a porta, dava pra ouvir as batidas da minha bunda contra a porta e a Carla começou a se masturbar na minha frente. Eu brigava com a mão dela pra sentir aquela rola na minha boca enquanto ela se tocava, a respiração dela começou a acelerar, ela chegou perto e enfiou a rola na minha boca e falou "Vai, sua putinha, termina isso, engole a porra toda". Eu me entreguei de vez, apertando aquela rola com força com meus lábios até começar a sentir um pouco de porra jorrando e a Carla segurou minha cabeça e começou a empurrar a rola inteira, eu engasguei mas a Carla não soltou "Engole, putinha, engole tudo, tudo!". Fiquei apoiado na porta com o dildo todo dentro e a rola da Carla na minha garganta terminando de derramar a porra dela.

A Carla tirou a rola da minha boca e me beijou. "Gostou, sua putinha?" Minha garganta tava meio dolorida, mas eu concordei, adorava que aquela mulher me tratasse tão pesado assim. Adorava me sentir tão puta.

3 comentários - Transexual - Sou a puta da Carla (2)

Excelente material 🔥
Aloba
Gracias! Me alegra que te guste, lo mejor de todo, es que es real, son como mis memorias jajaja
GIEGUI +1
Quisiera conocer a carla y que me convierta en su mascota
Aloba +1
Pues si te aparecieras por aqui no habia problema... pero luego no hay vuelta atras 😛