Este fim de semana transei pra caralho, mesmo com meu marido fora, minha namorada de volta no Canadá e meu namorado ocupado com a escola, isso não me impediu de chupar uma rola gostosa e deliciosa.
Vi meu ex-namorado, transei com o Lalito, mas quero mostrar pra vocês a aventura de fim de semana num motelzinho pra onde o "Seu Martin" me levou.Dom Martín é um dos assistentes do meu marido. Ele leva, traz, arruma, ajusta, cria e destrói tudo que meu marido pedir. Esse fim de semana ele veio na minha casa pra consertar vários defeitos da casa.
Sou uma garota que precisa de atenção e de uma rola. O Lalito tava com provas e reuniões, e o Abernathy já voltou pro Canadá. Meu marido teve que ir pra cidade de Monterrey e fiquei sozinha de novo.
Tava com tanta fome que o Dom Martin me pareceu uma boa opção.
— Quanto tempo falta pra terminar, seu Dom?
— Já falta pouco, mocinha. Só amanhã, quando secar, faço o teste e ajusto o armário, e pronto.
— Vou te convidar pra comer, seu Dom. Ou vai com sua patroa?
—Nome! Minha esposa nunca faz nada, aceito, senhorita, a comida.
Tava usando um vestido pijama curto, sabia que ele tava vendo minhas pernas, não liguei, só queria um carinho, um olhar safado já bastava pra eu me masturbar mais tarde.
Dom Martin passou o dia inteiro em casa, não é um cara muito querido, bem magrelo, com poucos dentes, com certeza usuário de pedra ou outra droga...
mas qualquer homem enquanto conserta alguma coisa fica sexy, qualquer mulher enquanto cozinha fica gostosa, eu olhei de canto e, de fato, o olhar dele percorreu minhas pernas e minha bunda; em certo momento, falamos do meu marido
- Faz anos que trabalho com o senhor - ele me contava
- E ele te paga bem, meu marido, seu moço?
- Sim! Nossa, ele tem me ajudado muito
- Eu tô puta da vida com ele - reclamei
- Por que, moça? Se não for indiscrição
- A real, a real, seu moço, ele me deixou mal comida, veio e foi embora voando
as risadas ficaram um pouco sem graça
sentei no sofá, levantei meu vestido e continuei olhando pro meu celular
Ainda sabia seduzir, pois o olhar de Dom Martin ficava cada vez mais evidente, pude notar que ele ficou vermelho.
depois de um bom tempo
conseguiu dizer
—Pois que pena que ele deixou a senhorita na vontade, tão gostosa e linda que a senhora é
—muito obrigada, seu Martin! o senhor é um cavalheiro, sua esposa cuida bem do senhor?
Sentamos no sofá e a conversa esquentou, a esposa não queria fazer nada fora do comum, nada de oral, nada de nada...
Levantei o vestido, olhei pra ele... tudo isso pode ser seu, se não contar pra ninguém...
Senti a ereção dele.
Só prestei um pouco no "sim" dele.
Subi pro meu quarto, tomei um banho e me troquei, desci e o Dom Martín continuava no sofá, já tava ficando tarde.
— Vamo pra um motel, Dom, eu pago.
Subi na caminhonete dele, me senti uma puta completa, as mãos do Dom Martín iam da alavanca do câmbio pra minha alavanca!
— Tá gostando?
— Adoro uns viadinhos — ele disse, tava tão tarado que nem deu tempo de eu me ofender.
— Já comeu pica, Dom?
-só mais uma vez, você quer que eu coma a sua, meu amor?
—Sim, porque lembre-se que eu sou sua patroa.
Chegamos no motel, paguei e entramos no quarto, ficamos nos beijando um bom tempo, até que senti o pau dele duro, joguei ele na cama e chupei. Dom Martin tava fascinado com meus peitos.
Enfiei aquela pica crua e cozinhei com minha buceta deliciosa, recebi todo o esperma quente dele, me senti a puta mais cara da cidade.
Naquela noite cheguei em casa, liguei pro meu marido.
— Meu amor, acabei de dar pro Dom Martin, aumenta o salário dele, o senhor é gostoso pra caralho.




Vi meu ex-namorado, transei com o Lalito, mas quero mostrar pra vocês a aventura de fim de semana num motelzinho pra onde o "Seu Martin" me levou.Dom Martín é um dos assistentes do meu marido. Ele leva, traz, arruma, ajusta, cria e destrói tudo que meu marido pedir. Esse fim de semana ele veio na minha casa pra consertar vários defeitos da casa.
Sou uma garota que precisa de atenção e de uma rola. O Lalito tava com provas e reuniões, e o Abernathy já voltou pro Canadá. Meu marido teve que ir pra cidade de Monterrey e fiquei sozinha de novo.
Tava com tanta fome que o Dom Martin me pareceu uma boa opção.
— Quanto tempo falta pra terminar, seu Dom?
— Já falta pouco, mocinha. Só amanhã, quando secar, faço o teste e ajusto o armário, e pronto.
— Vou te convidar pra comer, seu Dom. Ou vai com sua patroa?
—Nome! Minha esposa nunca faz nada, aceito, senhorita, a comida.
Tava usando um vestido pijama curto, sabia que ele tava vendo minhas pernas, não liguei, só queria um carinho, um olhar safado já bastava pra eu me masturbar mais tarde.
Dom Martin passou o dia inteiro em casa, não é um cara muito querido, bem magrelo, com poucos dentes, com certeza usuário de pedra ou outra droga...
mas qualquer homem enquanto conserta alguma coisa fica sexy, qualquer mulher enquanto cozinha fica gostosa, eu olhei de canto e, de fato, o olhar dele percorreu minhas pernas e minha bunda; em certo momento, falamos do meu marido
- Faz anos que trabalho com o senhor - ele me contava
- E ele te paga bem, meu marido, seu moço?
- Sim! Nossa, ele tem me ajudado muito
- Eu tô puta da vida com ele - reclamei
- Por que, moça? Se não for indiscrição
- A real, a real, seu moço, ele me deixou mal comida, veio e foi embora voando
as risadas ficaram um pouco sem graça
sentei no sofá, levantei meu vestido e continuei olhando pro meu celular
Ainda sabia seduzir, pois o olhar de Dom Martin ficava cada vez mais evidente, pude notar que ele ficou vermelho.
depois de um bom tempo
conseguiu dizer
—Pois que pena que ele deixou a senhorita na vontade, tão gostosa e linda que a senhora é
—muito obrigada, seu Martin! o senhor é um cavalheiro, sua esposa cuida bem do senhor?
Sentamos no sofá e a conversa esquentou, a esposa não queria fazer nada fora do comum, nada de oral, nada de nada...
Levantei o vestido, olhei pra ele... tudo isso pode ser seu, se não contar pra ninguém...
Senti a ereção dele.
Só prestei um pouco no "sim" dele.
Subi pro meu quarto, tomei um banho e me troquei, desci e o Dom Martín continuava no sofá, já tava ficando tarde.
— Vamo pra um motel, Dom, eu pago.
Subi na caminhonete dele, me senti uma puta completa, as mãos do Dom Martín iam da alavanca do câmbio pra minha alavanca!
— Tá gostando?
— Adoro uns viadinhos — ele disse, tava tão tarado que nem deu tempo de eu me ofender.
— Já comeu pica, Dom?
-só mais uma vez, você quer que eu coma a sua, meu amor?
—Sim, porque lembre-se que eu sou sua patroa.
Chegamos no motel, paguei e entramos no quarto, ficamos nos beijando um bom tempo, até que senti o pau dele duro, joguei ele na cama e chupei. Dom Martin tava fascinado com meus peitos.
Enfiei aquela pica crua e cozinhei com minha buceta deliciosa, recebi todo o esperma quente dele, me senti a puta mais cara da cidade.
Naquela noite cheguei em casa, liguei pro meu marido.
— Meu amor, acabei de dar pro Dom Martin, aumenta o salário dele, o senhor é gostoso pra caralho.




5 comentários - Foda rápida com dom Martín