Faz uns três meses atrás, eu levei, como de costume, um garoto na casa do amigo dele. Pra contextualizar, eu trabalho de Uber e, no mínimo, uma ou duas vezes por semana, eu dava carona pra ele, mas sempre ia com a mãe. A gente conversava os três durante as viagens, já com intimidade, até porque o Uber dá uma certa confiança com o passageiro. Tava no fim do meu dia, num sábado à noite, escuro, nublado, com cara de que ia chover, e por isso eu tava indo pra casa. Aí o garoto entra sozinho, vestido diferente, todo rindo, e me pergunta se eu não reconhecia ele. Tava todo vestido de mulher, com um vestido muito, muito curto e uma peruca loira de cabelo comprido. Me falou que ia pra um aniversário de 15 anos de uma amiga e tava torcendo pra não chover. Eu falei: "Você vai é se ferrar, porque vai desabar uma tempestade". Ele respondeu: "Quanto você aposta que não chove?" E eu: "O que você quer perder?" Ele disse: "Se não chover, essa viagem e a próxima são de graça." Aí eu falei: "E se eu ganhar?" Ele me olhou sorrindo e respondeu: "Bom, a gente vê." Pediu meu celular pra eu ir buscá-lo depois, eu dei mais por obrigação, porque já ia desligar o telefone e ir dormir. Uns 10 minutos depois que deixei ele, o céu desabou com vento, raios e trovões. Ele me mandou um WhatsApp e fui buscá-lo. Chegou, perguntou se podia sentar na frente e, rindo, todo molhado, falou: "Que sábado de merda, no final você ganhou." E eu perguntei: "Ganhei o quê?" Ele me olhou nos olhos e, com a mão tocando minha perna esquerda, disse: "O que você quiser." Peguei a mão dele e coloquei no meu pau por cima da calça. Não sabia se ele tremia de frio ou porque nunca tinha feito aquilo. Continuava chovendo, procurei um lugar tranquilo onde a gente ficasse sozinho, abaixei minha calça e falei: "Aqui está meu prêmio." Ele acariciava meu pau enquanto eu batia uma. Me deu uma graça porque ele me olhou e perguntou: "Posso?" "Claro", falei. Ele ficou mais de meia hora chupando meu pau, o corpo dele tremia. Juro pra vocês, nunca tinha ficado com um cara gay, mas como ele, nenhuma mulher me chupou. Falei: "Bom, hora de engolir a porra e ir pra cama." Debaixo das minhas pernas, escutei uma risada e ele disse: "Já faz um tempo que... quero sua porra. Terminamos, deixei ele em casa e ele me disse: "Foi a melhor noite da minha vida." Pra mim, tinha sido só mais uma noite de trabalho com final feliz. E agora, pelo menos uma vez por semana, ele me chupa o pau, até dar pra ir pra um hotel... Queria contar porque foi algo diferente que saiu da rotina.
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