Relato número 3 El hermano de Sergio

Como de costume, sempre que voltávamos da escola a gente transava, esse era meu dia a dia, ser a putinha do meu melhor amigo. Eu já desconfiava que o irmão dele nos espiava por causa daquele jeito que ele me olhou uma vez. Então falei pra ele que dessa vez não íamos fazer na cama, e sim na porta, pra ver se alguém vinha. Aí eu me posicionei, coloquei as mãos na porta e levantei a bundinha pra que meu macho me fizesse de mulher dele. Começamos a transar e ele já me deixou tão excitada que esqueci completamente de tudo de novo. E comecei a gemer bem alto a cada estocada que ele dava, até chorei um pouco. Mas ele não ligou e continuou assim por um tempo, até que eu vi o irmão dele nos observando pela fresta na parede. Eu me assustei e me tapei toda. Ele saiu e o irmão o segurou e o levou de volta pra minha casa (o irmão dele era bem mais velho que a gente, tinha 19 anos e nós 14). Já dentro de casa, eu estava pelada e ele me olhou fixamente e disse pro Sergio: "Que legal, vocês tinham um segredinho escondido!" E riu. Eu fiquei toda vermelha e pedi pra ele sair. Ele respondeu que não e falou pro Sergio: "Por que não divide comigo?" Fiquei chocada, não esperava por isso. Sergio disse pro irmão ficar comigo, mas que não fizesse nada. Eu me assustei, porque o irmão dele não era de boas intenções. Ele disse que sim e Sergio foi embora sem dizer nada. Fiquei sozinha com o irmão dele, que me olhou por um minuto e depois gritou comigo: "Vai e veste alguma coisa da sua mãe, eu sei que você gosta de ser uma mulherzinha." Com muito medo, fiz o que ele mandou. Encontrei uma tanga fio dental e uma saia bem curta com uma blusa rosa. Voltei até ele, que me admirou e disse: "Como você fica bem, garotinho, mas agora você não vai ser mais isso. A partir de hoje, você é minha raposinha, minha menina. E se não fizer o que eu mandar, vou contar pra todo mundo o que vi você fazendo com o idiota do meu irmão!" Eu disse que tudo bem, mas não queria transar com ele. Ele começou a tocar meu corpo todo, percorreu tudo. Pegou meu corpo pequeno e delicado com suas mãos grandes e ásperas, até chegar no meu pinto pequeno. Aí ele disse, rindo: "Haha! Isso não é um pinto de verdade, é muito pequeno!" Ele baixou a calça e deixou ver o pau enorme dele, maior que o do Sergio, uns 20 cm sem exagero. Me disse: "Isso sim é um pinto." Me pegou pela cabeça, me colocou de joelhos e me obrigou a chupar o pau dele. No começo até que tava de boa, mas com o passar dos segundos começou a crescer e me sufocar, porque não cabia inteiro na minha boca. Me deu um tapa porque eu não sabia fazer sexo oral e disse: "Maldita Foxy, não é assim que se faz, seus dentes estão me machucando." Fiquei nessa por uns 15 minutos, sentindo um inferno, mas por dentro tinha algo que me dava prazer ao mesmo tempo. Quando ele terminou, disse: "Amanhã te espero no rio, vem na hora certa, maldita pura!" Ele foi embora e eu fiquei com todo aquele leite gostoso e delicioso na boca. Só troquei a roupa que tava da minha mãe e fui pra minha cama, pensativo. Tava com raiva e uma sensação de prazer ao mesmo tempo. Fiquei a noite toda pensando naquilo até cair no sono.

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