Encontro sissy 5

Na manhã seguinte, acordei normal, mas nem percebi que ainda tava saindo toda a porra que o treinador tinha deixado dentro do meu cu. Meu short tava meio molhado, e eu tava andando meio estranho. Eu morava com uma família adotiva, então pai e mãe me olharam desconfiados, não acreditaram na minha desculpa — pelo menos meu pai adotivo não. Quando sentamos pra tomar café, a mãe falou: "Vou deixar você com o pai pra vocês conversarem, quem sabe você conta a verdade pra ele." E ele começou a me perguntar o que tinha acontecido. Falei que nada, que o treinador e eu tínhamos ido beber e só. Ele se levantou e disse pra mãe que iria falar com ele. Eu, nervoso, esperei. Quando voltou, falou: "Se arruma, vamos falar com seu treinador." Chegamos, batemos na porta, e ele nos fez entrar. Parecia que os dois já tinham conversado, e meu pai disse: "Bom, treinador, a gente se vê mais tarde. Vou deixar ele aqui, dá duro pra ele ser o melhor." Estranhei, mas pensei que ele só tinha se enganado ao falar. Meu pai adotivo foi embora, e o treinador entrou no quarto dele. Eu, na sala, nervoso, pensei: "E agora, o que vai acontecer?" Ele me chamou pro quarto, então fui e entrei. Ele tava usando um baby doll rosa com preto lindo e um par de tênis novos, altos e bonitos. Disse: "Se veste, sua putinha foxy." Falei: "Mas é de dia, e meu pai vai voltar." Ele me pegou pelo pescoço e disse: "Sissies putinhas como você não questionam seus donos. Então se veste." Enquanto isso, com a outra mão, ele apertava minha bunda por cima da calça. Me vesti, e ele disse: "Agora vou colocar essa peruca em você." Mandou eu ficar de quatro na cama e amarrou meus antebraços nas minhas panturrilhas — era meio cansativo e doía. Depois, ele afastou a tanguinha de lado e começou a lamber meu cu. Dessa vez, ele enfiou um plug anal maior e disse: "Se eu voltar e cuspir de novo, sua bunda minúscula vai ser castigada, sua putinha foxy." Enquanto dava tapas na minha bunda, ele colocou uma mordaça com uma daquelas bolas que vendem em sex shop, então eu tava babando pra caralho. E me deixou olhando pra TV. a qual tinha postado uns vídeos de hypno sissy e treinamento sissy. Saí do quarto e ouvi alguém chegar, escutei que colocaram música e parecia que estavam bebendo, de repente ouvi ele dizer: "ah, ia esquecendo, tenho uma surpresa pra você no meu quarto, tenho minha sissy pessoal e bem putinha, de castidade, esperando meu pau e o seu se quiser". Quando abriram a porta, a surpresa era meu pai adotivo, fiquei paralisado quando os dois entraram, pensei: "e agora, o que vai acontecer?" Bom, começaram a se despir os dois, meu pai adotivo se aproximou de mim e me deu um tapa na bunda, dizendo: "então foi isso que aconteceu, sua putinha, e não queria chupar meu pau, sua vadia? Pois agora vamos te comer tão forte que você não vai conseguir andar, e vou foder sua boca tanto que você não vai conseguir falar". Nisso, me desamarraram da posição que eu estava e me ajoelharam na frente dos dois. O pau do meu pai adotivo não era tão grande quanto o do treinador, mas tinha uma cabeça bem grande. Eles me esbofetearam com os paus e diziam: "vai mamar, sua putinha foxy sissy". Enquanto isso, com minhas duas mãos segurava cada um e chupava de vez em quando. O treinador, como sempre, me fodia pela boca, e então papai começou a fazer o mesmo, e assim eles se revezavam até o treinador gozar. Pouco depois, papai também encheu minha garganta de porra enquanto eu sentia a glande dele no meio da garganta e os ovos na minha boca. O treinador parecia ter bebido algo, pois continuava com uma ereção muito forte. Ele tirou meu plug anal e começou a me comer com força, tão forte que doía, e minhas pernas começaram a tremer, já que ainda estava dolorido da vez anterior. Papai começou a me foder pela boca de novo, depois trocavam: o treinador me fodia pela boca e papai começava a me penetrar. Era tanta dor e prazer que comecei a sentir que ia gozar, mas eu estava com o cadeado de castidade no meu pau, e mesmo assim gozei. Eles começaram a rir e disseram: "olha a putinha foxy já gozou, vamos mostrar como um verdadeiro mestre goza". Primeiro, papai encheu minha bunda de porra, depois trocaram e o treinador gozou. Também dentro da minha buceta, começaram a me comer umas 5 da tarde e quando a gente viu já era meia-noite, e eu lembrava fácil que cada um tinha gozado na minha boca, dentro da minha buceta, nas minhas nádegas e no meu rosto umas 4 ou 5 vezes. Então eu tava cheia de porra e dolorida, de pernas abertas. Papai disse: "Acho que não vamos conseguir chegar em casa, meu carro não vai ligar, então temos tempo pra continuar treinando essa puta." Perdi a conta de quantas vezes me comeram naquela noite. Eles se revezavam e às vezes os dois me comiam ao mesmo tempo. Num momento, o treinador me deitou de lado, no que chamam de colherinha, e papai enfiou o pau na minha boca, tipo um 69, e parece que eles dormiram com os paus duros dentro do meu cu e da minha boca. Eu também dormi, não tinha escolha. Só me acordavam pra trocar de posição ou me comer o mais forte que podiam. Lembro que num certo momento vi o sol entrando pela janela enquanto papai me comia pela boca e gozava de novo, tanto que eu babava demais, já tinha porra demais dentro de mim. Aí ele disse pro treinador: "Acho que essa puta já aprendeu que esse é e vai ser o papel dela, e que ela tem que se vestir como nossa puta sempre que a gente quiser comer ela. Além disso, ela já tem tanta porra dentro que vai ser inevitável ela saber que somos os donos dela." O treinador acordou, começou a endurecer o pau de novo e falou: "Por último, deixa eu dar a última foda do dia." E começou a me comer, metia tanto que eu sentia os ovos dele batendo nas minhas nádegas, e aí deixava lá dentro e gozava de novo. Eles me falaram: "Pronto, puta, toma um banho pra ir pra casa, e você já sabe: nada aconteceu, ou quem vai passar vergonha é você, que a gente comeu, papai e eu." Lembro que me levantei, minhas pernas tremiam, e eu ainda cuspia esperma, além de sentir saindo esperma do meu cu escorrendo pelas pernas. Eu ia tirar as sapatilhas, meias, etc., quando ele falou: "O que você tá fazendo, raposinha? É assim que eu quero que você aprenda a andar com suas sapatilhas, senão pra que eu comprei elas?" Do jeito que deu, cheguei no banheiro e comecei a tomar banho. Ouvi papai dizendo: "Por que não posso agora? Quero continuar comendo essa puta", e o treinador respondeu: "Talvez uma última enquanto toma banho, a gente tira o último gozo que ainda temos". Tentei fechar a porta, mas já estavam dentro do banheiro. Enquanto a água me molhava, o treinador me carregou de bruços, enfiando o pau em mim com minhas pernas nos ombros dele. Papai me puxou pra trás e, fazendo ponte de cabeça, me comeu pela boca de novo, e eles se revezavam. Dessa vez, fecharam o chuveiro e me colocaram de joelhos, enquanto eu mamava nos dois de novo. Eles batiam no meu rosto com os paus e me sufocavam com eles. Gozaram na minha cara e saíram do chuveiro. Terminei de me lavar e saí do banheiro com medo, embora muito excitado. Pedi por favor ao treinador que tirasse o cadeado de castidade, e papai respondeu: "Pra quê, puta? Além disso, deixa eu enfiar isso no seu cu", o plug anal, e por baixo da minha roupa de homem, me fizeram usar roupa de mulher e meias. No fim, nos despedimos, e eu, dolorido, desci com papai, entramos no carro e fomos pra casa. Quando chegamos, perguntei: "O que a mamãe vai dizer?" E papai respondeu: "Mamãe foi numa viagem de negócios do trabalho dela, e eu também vou pro trabalho, mas quero que você continue se preparando como uma puta. À noite, o treinador vem beber umas cervejas comigo, então você tem que estar pronta, e vamos trazer uma roupinha nova pra você." Enquanto sorria, entrei no meu quarto e me deitei, sem conseguir tirar o cadeado nem o plug. Me despi e fiquei só com a calcinha, as meias e o baby doll, e dormi completamente. Minha surpresa foi quando papai me acordou, mas isso eu conto no próximo post.

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