Depois que fui mandado pra morar em outro lugar, comecei a estudar e a levar minha vida normal. Sempre gostei de esporte, por isso tenho um corpo bom e já me falaram que sou bundudo. Chegou um novo professor de Educação Física na escola, onde tinha uma seleção pra jogadores de futebol americano (e eu acabei sendo bom e me destacando). Por causa disso, depois de algumas semanas, ele fez uma lista dos que foram selecionados pra jogar. Começou a fase de preparação, digamos assim, e ele dava mais atenção pra mim e pra outro jogador porque éramos os que mais se destacavam no time. Ele pediu permissão pros nossos pais pra nos inscrever numa academia e assim a gente treinava mais, embora tudo começasse a ficar estranho. Porque ele começava a me tocar quando me ajudava com alongamentos ou exercícios, outras vezes roçava o pau em mim, e uma vez ele tava de shorts e quando me ajudava a fazer abdominal — eu segurando os pés dele e levantando as pernas — dava pra ver o pau e as bolas dele, como se não tivesse cueca por baixo. Um dia, terminamos de treinar na escola e fomos pros chuveiros; todo mundo foi, mas eu fiquei um pouco pra trás porque ele me mandou recolher as bolas e outras coisas. Quando cheguei no chuveiro, não tinha mais ninguém, só ele se lavando. Ainda lembro como o corpo dele brilhava com a água — um homem de 55 anos bem conservado — e quando ele se virou, foi inevitável olhar pro pau dele. Fiquei uns segundos pensando e olhando, porque não tava duro, mas era grande e grosso, uns 16 cm, e duro devia ter uns 18 ou 19 cm. Ele falou: "Vai tomar banho, não precisa ter medo de mim." Aí mudei de sala de chuveiro pra me lavar, que só tinha uma parede baixa separando. Enquanto me lavava, caiu um pouco de shampoo no meu olho, então perdi um pouco a visão, mas senti como se alguém estivesse atrás de mim. Me virei e, surpresa, lá estava o treinador. Ele me abraçou por trás e encostou o pau dele na minha bunda, quase me penetrando, e estendeu a mão e disse: Você me empresta um pouco de shampoo? Esqueci o meu. Nisso foi inevitável uma ereção em mim, e ele falou: "Cuidado, vai furar meu olho, haha". E começou a se ensaboar ali, e disse: "Você tem um corpo muito gostoso". E eu não soube o que responder, enquanto não conseguia parar de olhar pro pau dele e o meu não descia. Virei de novo, dando as costas pra ele, e continuei enxaguando. Quando virei de novo pra pegar minha toalha, ele estava se masturbando e falava: "Deixa eu ver mais um pouco dessa sua bunda, quase gozei". Fiquei mudo, e ele se aproximou e disse: "Eu vi como você olha, e sei que você também quer. Me ajuda a terminar. Estamos só nós dois aqui, planejei isso e acho que você também queria". Aí eu falei: "Não sei, deixa eu pegar minha toalha". Ele colocou a toalha no pau dele e disse: "Pega". E pegou minha mão e colocou no pau dele, que era tão excitante, tão grande na minha mão e grosso. A cabeça brilhava e dava pra ver gotas de porra saindo. Quando tirei a toalha, comecei a masturbar ele, enquanto ele tocava minha bunda com as mãos grandes e tentava enfiar um dos dedos, mas eu não deixava. Aí ele falou: "Deixa eu chupar seu cu". Fiquei com as mãos na parede, levantando a bunda, e ele se ajoelhou pra chupar. Minha bunda estava tão gostosa, e de repente senti ele enfiar um dedo e tirar. Ele se levantou e começou a esfregar a ponta da cabeça do pau no meu ânus, em círculos. Aí eu me virei, peguei ele nas mãos e, vendo ele tão duro e cheio de veias, lembrei do que eu fazia com o senhor que trabalhei aos 15 anos. Me ajoelhei e, com ele na minha cara, foi inevitável começar a chupar. Ainda lembro que tinha que abrir bem a boca e mesmo assim sentia que ia me engasgar. Chupei ele, e de repente ele segurou minha cabeça com as mãos e enfiou tudo, sentindo os ovos batendo no meu queixo enquanto eu me engasgava. E ele foi enchendo minha garganta de porra. Depois de alguns segundos, ele tirou e disse: "Espero que você tenha gostado, porque eu amei. Tomara que um dia você deixe eu penetrar essa sua bundinha linda". E ficou batendo o pau em mim. os cachetes enquanto eu recuperava o ar e tentava cuspir o sêmen dele, e ele disse: "é melhor você engolir, vai te fazer bem, hehe. E desculpa, me deixei levar, é que você é tão gostoso que eu adoraria repetirmos isso, mas te vestir como minha putinha lá em casa." A gente se secou, trocou de roupa e seguiu com a rotina de sempre. Fomos pra academia, e aí é outra história que vou contar no próximo post.
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