Oi, já que muitos me escreveram e quase a maioria me pergunta como foi minha primeira vez, resolvi contar minha história de como foi com o primeiro homem que fiquei e com que idade. Talvez vocês se surpreendam, mas foi assim. Eu tinha apenas 9 anos quando decidi falar com minha mãe e confessar que gostava muito de meninos e que queria ser uma menina. Óbvio, minha mãe ficou super assustada com isso, mas depois de alguns meses, ela aceitou. Quando completei 10 anos, minha mãe decidiu me levar a um psicólogo para me ajudar com a aceitação da minha sexualidade. Aos 11, minha mãe já tinha me aceitado como eu era e resolveu me dar meu tratamento hormonal para desenvolver um corpo de mulher, e eu ajudei com exercícios que fazia em casa para desenvolver mais as pernas, quadris, bunda e abdômen. Depois de um tempo, minha mãe foi trocando toda minha roupa por roupas de menina, e eu adorava, porque podia me sentir livre e me vestir do jeito que gostava. Minhas primas me ajudavam a procurar roupas, e minha irmã também me dava uma força. Aos 15, minha irmã me levou para comprar roupas íntimas menores, e foi aí que conheci as tangas. No começo eram meio desconfortáveis, mas depois me acostumei. Quando entrei no ensino médio, já tinha o corpo de uma garota, claro, sem peitos, e me sentia bem porque os caras me olhavam e eu me sentia confortável com meu corpo. Tinha acabado de fazer 16 anos há 6 meses quando decidi confessar que era uma garota com corpo de garoto. Meus colegas não acreditaram quando mostrei, mas me aceitaram. Foi aí que conheci um professor de educação física que veio substituir meu professor anterior, que tinha sofrido um acidente. Meu novo professor era um cara de 36 anos, casado, moreno, se não me engano media 1,75, fisicamente era um pouco robusto, barbudo, tinha 3 filhas, uma delas era minha colega de classe, e o nome do professor era Oscar. Um dia, estávamos na aula de educação física dele, fazia um calor danado, e como eu não... Eu tava de roupa íntima limpa, aí me veio na cabeça naquele dia levar uma das tangas que minha irmã tinha me comprado. Tava meio desconfortável porque tava um calor do caralho e eu tava toda suada, dava pra sentir que minha tanga tava bem molhada e me incomodava porque ela tava enfiada no meio da minha bunda. Quando a aula acabou, fui no banheiro me secar o suor. Entrei num dos sanitários, peguei uns lencinhos umedecidos que sempre carregava e comecei a me secar, quando ouvi alguém entrar. Não sabia quem era até escutar a pessoa mijando e falar: "Afff, que gostoso é mijar". Assim que ouvi a voz, soube que era meu professor de educação física. Eu tava no sanitário do lado dos mictórios, sem roupa, só com a tanga, que cobria só meu pauzinho passivo e deixava minha bunda toda exposta. Fiquei nervosa por ele estar ali, e de repente veio na minha cabeça a ideia de ver meu professor de educação física, ver o pau dele, como era, como tava. Devagarzinho, subi no vaso e me inclinei pra espiar ele sem que ele percebesse. Ele tava de cabeça baixa, não notou que eu tava olhando. Consegui ver o pau dele. Senti meu corpo começar a esquentar, meu coração batia muito rápido, e senti minha bunda ficar quente e meu cu pulsar. Enquanto observava o pau do meu professor Oscar, de repente ele levantou a cabeça pro teto e me viu. Não deu tempo de me abaixar rápido, só ouvi ele falar: "Porra, quem é você?" Eu tava muito nervosa e assustada, enquanto meu professor batia na porta do banheiro mandando eu abrir, dizendo que já sabia que era uma aluna. Ele não sabia que era eu, uma garota no corpo de um garoto; ele me confundiu com uma menina porque eu tinha cabelo comprido. Coloquei rápido meu top e minha camiseta de educação física, e quando ia pegar meu short, o professor se abaixou e viu por baixo da porta. Ele viu meu short no chão e pegou. Se levantou e disse: "Tá bem, mocinha, vou chamar o diretor pra contar o que tá rolando. Sem seu short, sei que não vai fugir. Você vai sair desse banheiro. — Você está metida em grandes problemas. Foi ali que fiquei mais nervosa, porque me veriam de fio dental, e criei coragem e falei: — Não, professor, espera. — Não vá, por favor, não conta pro diretor. — Me devolve o short, saio daqui agora. Então o professor decidiu me devolver, eu vesti e peguei uns lencinhos umedecidos. Quando o professor me viu, ficou surpreso e disse que eu estava em grandes problemas por ficar olhando ele escondido e que a gente precisava conversar sobre o ocorrido. Ele me pegou pelo braço e me levou segurando assim, rumo à minha sala. Nos corredores, eu implorei que, por favor, não queria problemas, não queria ser expulsa. Quando cheguei na minha sala, meus colegas me viram, e a filha dele, que estava lá, também olhou pra mim. Já tinham se passado mais de 20 minutos desde que minha outra aula começou. Meu professor de álgebra, chamado Diego, perguntou: — Profe Diego: Bom dia, professor Oscar, tudo bem? O que houve com a aluna? Por que tão atrasada na minha aula? — Profe Oscar: Bom dia, professor. Trouxe a aluna pessoalmente. Acontece que estão chegando as competições de esportes entre escolas, e como ela é boa no basquete, eu a entreti um pouco. Então, pra ela não ter problemas na sua aula, decidi trazê-la. Espero que não se importe em recebê-la agora. — Profe Diego: Tudo bem, se é por isso, não tem problema nenhum, pode entrar. Mas se precisar faltar na minha aula pra conversar com ela e montar o time... — Profe Oscar: Isso seria ótimo, então vou levá-la pelo resto da aula e, assim que terminarmos, trago a aluna de volta. A gente se virou. Naquele momento, eu não sabia o que fazer. Fiquei surpresa por ele não ter contado o verdadeiro motivo do meu atraso. Ele me levou até a sala dele, que ficava do outro lado das quadras, era uma salinha separada das outras salas de aula. Entramos, e ele pediu pra eu explicar o que tinha acontecido no banheiro. Expliquei uma vez, outra vez. — Aluna: Já te falei, professor, era curiosidade, por isso resolvi ver o que o senhor tava fazendo. — Profe Oscar: Olha, eu entendo que você tenha dúvidas, você é uma garota de 16 anos... anos é normal que você tenha essas dúvidas, mas ficar espionando seus professores não é certo. E além disso, no banheiro dos homens, professor Oscar... e essa é minha maior dúvida: o que você estava fazendo lá e sem roupa? Eu sei que você me disse que estava se limpando do suor, mas se já tinha me ouvido, por que não se vestiu na hora? Foi aí que decidi confessar meu segredo pra ele. Quando ele soube, ficou muito surpreso, porque achava que eu era uma menina e me via como tal. Depois de alguns minutos conversando, pedi pra ele não contar nada pra eu não ter problemas, que faria o que ele quisesse pra ele não falar nada. Ele coçou a cabeça, me olhou e disse: "Tem certeza que faria qualquer coisa?" Eu só respondi que sim. Professor Oscar: "Olha, com o que você acabou de me dizer, já não sei como te tratar, se como menino ou menina." Aluna: "Me trate como uma menina, porque é isso que eu sou e é assim que me sinto." Professor Oscar: "Tá bom, fica tranquilo, vou te tratar como menina. Mas você vai fazer o que uma menina faz quando está enrascada." Aluna: "Claro, professor, o que o senhor pedir, tudo pra não arrumar problema." Professor Oscar: "Tá bom, fica tranquila, só relaxa e não chora." Depois disso, ele foi até a porta, trancou e espiou pela janela, como se estivesse checando se não vinha ninguém. Aí ele se aproximou de mim, me segurou pelos ombros, apertou e disse: "Tem certeza que vai fazer qualquer coisa?" E eu, com a voz meio trêmula, nervosa e com um pouco de medo, respondi que sim, qualquer coisa. Ele só soltou um suspiro. Professor Oscar: "Quem diria que você é um menino com corpo de menina. Você é muito gostosa e tem um corpo incrível, mesmo não tendo peitos como suas colegas, mas você é linda. Suas pernas, sua bundinha gostosa, seu rostinho de menina, seu corpo de menina." Enquanto ele falava essas coisas, eu me sentia excitada, meu corpo ficava estranho, comecei a sentir o mesmo que quando o espionava. Depois disso, ele foi até uma pia que tinha dentro do escritório dele, vi ele abaixar a calça e começar a lavar o pênis, e isso me deixou ainda mais nervosa, com medo, nem sabia como me sentia, só sentia. que meu sangue esquentava e corria pelo meu corpo todo, ele se virou e veio andando na minha direção com as calças abaixadas e o pau balançando. prof oscar- bom, se você quer sair dessa enrascada como uma garota, vai ter que fazer o que uma garota faz, vai, pega ele, tira suas dúvidas de como é o pau de um homem aluna- mas eu não sei o que fazer, nunca estive com ninguém prof oscar- calma, menina, você já viu porno ou nunca brincou com seu próprio pau? aluna- não, nunca vi porno e meu pau, nunca brinquei com ele, nunca tive uma ereção porque desde os 11 comecei a tomar hormônios pra desenvolver corpo de mulher prof oscar- nossa, então você é passiva, que delícia, isso torna tudo mais interessante, e você ser tão inocente, gosto ainda mais, calma, vou te ensinar o que fazer. prof oscar- que mãos macias você tem, vai, pega ele com suas mãos suaves e masturba aluna- não sei como se faz isso, só sei me masturbar minha bunda pequena quando tomo banho, nunca masturbei um pau. prof oscar- calma, vou te ensinar, só relaxa, você tá muito tensa ele me ensinou a segurar o pau dele com minhas mãos, eu sentia ele ficar quente e comecei a masturbar devagar como ele queria, vi o pau dele ficar mais quente e senti ele crescendo nas minhas mãos, e isso me deixava mais excitada, só ouvia ele gemer e ofegar, e que delícia que isso era, chegou uma hora que o pau dele parou de crescer e ficou duro, bem firme, eu não sabia se aquele era o tamanho normal de um pau, se era grosso daquele jeito, só curtia masturbar aquele pau enorme porque pra mim era a primeira vez que via um pau e era incrível. de repente ele pediu pra eu começar a beijar a cabeça do pau dele, sem hesitar eu fiz, e depois pediu pra eu tentar chupar o pau dele como se fosse um pirulito, não hesitei em nenhum momento, comecei a chupar a cabeça do pau dele como se fosse um pirulito, ele só gemia de prazer e eu sentia que ficava mais excitada. depois de alguns minutos, de repente ele tirou o pau da minha boca e das minhas mãos, se virou de costas pra mim E aí ele começou a se masturbar, e eu vi ele tirando o leite do pau dele, vi o sêmen saindo com tanta força que sujou umas bolas que estavam na frente dele. Depois disso, ele se acalmou, foi até o lavatório e começou a limpar o pau dele. Eu fiquei muito excitada naquele dia. Aí ele disse que já bastava, que com aquilo já era o suficiente pra eu não contar o que aconteceu. Ele me levou até a minha sala, e no caminho falou pra eu não contar nada pra ninguém, senão ele diria o que eu tinha feito. Então decidi calar a boca sobre o que rolou no escritório dele. Ele me deixou na minha sala e pediu desculpas pra professora, que já estava dando outra aula. Falou a mesma coisa que falou pro meu professor anterior, sobre os torneios da escola. Me deixaram entrar na sala. Saí da aula, o dia passou, e quando chegou a noite, eu não conseguia parar de pensar no pau do meu professor, em como ele tinha ficado duro. Naquele dia, minha mãe ficou preocupada porque eu já tinha tomado banho mais de três vezes, achou que eu tava doente. O que ela não sabia é que essas três vezes foram pra eu poder me masturbar dentro do banheiro. Se eu parava pra pensar em como meu professor tirava o leite dele só de eu masturbar ele com a mão, eu tentava fazer o mesmo as três vezes, mas meu pau nunca ficava igual ao dele. Em compensação, meu pau conseguia soltar leite só de eu me masturbar minha bunda pequena, e isso só de eu enfiar dois dedos na minha bunda pequena, imaginando meu professor. Bom, essa foi a primeira vez que eu masturbei um homem. Depois disso, aconteceram outras coisas que vou contar na segunda parte. Espero que tenham gostado e que deixem seus pontos, alguns comentários e um presentinho.
2 comentários - mi primera vez con un hombre pat-1...