Chorava sem parar Tava com muito medo
A pressão das meninas pra eu transar era pesada.
Eu ficava irritada de certa forma. Mas sentia dentro de mim um vulcão prestes a explodir.
Minha família tinha visto minha mudança drástica e se adaptou muito bem.
Eu morava no sétimo andar, então costumava subir pelas escadas, mas com saltos e saias curtas comecei a usar o elevador.
Os vizinhos homens me tratavam com educação como nunca antes.
As vizinhas mulheres puxavam conversa, mas eram muito intrometidas.
O mais atencioso e prestativo era o zelador do prédio.
Ele parecia fascinado pela minha mudança e não disfarçava nada.
Era irritante aquele gordo seboso tentar me comer com tanta cara de pau.
Pelo brilho do elevador, eu via ele se deliciando olhando minha bunda e minhas pernas, e até disfarçadamente tocava meu cabelo comprido, e eu não fiz nada, só fiquei em silêncio.
Contei pra minha irmã e ela disse que eu tava com ela como um jumento...Olhei incrédula, perguntei por que ela tava fazendo um comentário tão sem noção e como ela sabia, ela deu uma gargalhada e saiu do quarto.
Tomei um banho e me enxuguei.
Enrolei meu cabelo e saí do banheiro.
Depois me deitei pensando na situação.
Sonhei com a pica de burro do porteiro.
E me deu risada.
Na manhã seguinte, enchi o saco da minha irmã, mas ela não falava muito.
No final ele me disse: já que você tá tão interessada, vai ver com seus próprios olhos... É, a gente já sabe que você adora uma pica, sua idiota.
Fiquei bem atordoada e queria saber mais.
Fiquei sozinha em casa e, depois de arrumar tudo, me produzi toda.
Acomoda tudo direitinho.
Tava vendo pornô interracial no celular quando a campainha do telefone quase me matou do susto.
Minha mãe me pediu pra ir no terraço e pegar a roupa porque ia chover.
Saí sem pensar em nada e fechei a porta atrás de mim... Subi sozinha no elevador e fui até o terraço.
Estava tirando a roupa do varal quando uma voz masculina disse: oi, puta gostosa...
O gordo tava atrás, babando. Ignorei como pude e enchi meu cesto de roupa.
Ele sussurrou: "Se quiser pica, passa no meu escritório", e deu uma risada alta.
Saí correndo de vergonha e desci sem olhar pra trás.
Minha cabeça a mil.
Cheguei na porta do meu apê e fiquei dura...
Não pega a chave assim, senão vou ficar de fora...
Sem chave, sem celular, sem nenhuma outra opção a não ser pedir pro gordo me abrir a porta...
Eu já sabia o que vinha, então criei coragem. Quando ele abriu a porta, o nojento deu um sorriso.
Ele me deixou entrar e fez um gesto com a cabeça...
Me mostrou o que tanto me intrigava...
Obedeci sem reclamar, resignada, submissa e muito curiosa...
Lembrei de todo o pornô que já tinha visto e tentei fazer direito.
Depois de engolir o cum dela, finalmente escuto o que ela tava falando... "Cê abre a porta pra mim, por favor?
9 comentários - Safada sissy de olhar inocente... parte 4