O pau dele era particularmente grosso.

Essas que hipnotizam.

Dava pra sentir as veias do pau dele raspando na minha bunda apertada.

Ele não ligava pros meus gritos nem pras minhas lágrimas.

Ela ria a cada súplica e acelerava suas investidas a cada soluço.

Como eu cheguei nessa situação?
Ronni era um cara alto, forte e burro.
Sua pele negra e brilhante fazia ele parecer mau, mas na verdade era ainda pior.
Eu era um pequeno mosquito pálido e fraco ao lado dela.

O viadinho da turma que teve a coragem de deixar ele ridicularizado na frente de todo mundo.

As férias trouxeram grandes mudanças em mim.

Meu tratamento hormonal agressivo, minha feminilização avançada e a completa erradicação de qualquer traço de masculinidade me tornaram uma garota muito doce, delicada e desejada.

Minha cintura fina e minhas bundas redondas e carnudas combinavam perfeitamente com as saias curtinhas e shorts minúsculos.

Uma coleção variada de calcinhas fio dental realçaria minha bunda minúscula e gostosa.

Minha baixa estatura, meu corpo magro e meu rosto infantil fizeram uma evolução quase natural.

Meu cabelo loiro, agora platinado, cresceu vários centímetros, o que me permitia fazer umas coletinhas bem gostosas.

Por fim, as aulas de maquiagem da minha mãe davam o toque final de feminilidade.
Ronnie não tinha esquecido minha afronta.
Eu sim.

No meu primeiro dia de aula, eu me apresentei como uma verdadeira gostosa, óbvio que queria ser o centro das atenções.
Tomara que o Ronnie não esteja na minha turma...

Me sentei na sala respirando aliviada até que o negão entrou atrasado na sala.
Ele tinha crescido em altura e ganhado massa muscular.
E suas tatuagens davam um aspecto de gostosa.
Ela me lançou um olhar de desconfiança e se sentou no lugar dela.
Minha neném interior e a exterior começaram a tremer de nervos, eu não queria que Ronnie soubesse quem eu era.
Ronnie zoava alto com os amigos dele e cada palavrão caía no meu estômago.

Ele contava o quanto adorava abusar das garotinhas brancas burras e seus cuzinhos apertados.
Várias de nós ficamos desconfortáveis e nos olhamos aterrorizadas.
Ele riu da gente às gargalhadas.
A aula começou e aos poucos eu esqueci da Ronnie.
Passaram duas e não consegui me segurar.
Dos meus lábios carnudos e rosados saiu uma piada no meu estilo inconfundível.

Nem a voz fina nem a aparência feminina enganaram o brutamontes.
Eu lanço um olhar furioso.
Minha cara de pânico fez ele sorrir, o que me assustou ainda mais.
Percebi que falei com uma das amigas torcedoras dela, que me olhou acenando e rindo de forma maliciosa.
Finalmente chegou a hora do descanso e, conversando com umas garotas, acabei indo ao banheiro feminino com muita vontade de fazer xixi.

Lola, a amiga do Ronnie, mal me viu e já soltou: "aqui não é banheiro masculino, não".
E ela cruzou os braços, apoiada por várias outras gatas...

Fiquei muito confusa e a vontade de fazer xixi ficou ainda mais forte
Não queria me mijar, então entrei disfarçadamente no banheiro masculino.
Por sorte não tinha ninguém...
Me trancou no privado e me sentou pra fazer.
De repente, ouvi a voz da Ronnie zoando e rindo.
Fiquei quietinha e me encolhi toda, esperando que eles fossem embora.
Oi, acenderam alguma coisa e chegou um cheiro forte de maconha.

E como vocês já sabem, sou tremendamente feminina e delicada... a fumaça me fez tossir...
Foi bem baixinho, não achei que iam perceber.
Um golpe terrível arrebentou a trava e lá estava eu, encolhida na frente de vários gorilas enormes liderados por Ronnie...

And so we arrive at the beginning of the story.

Ronnie não me perdoaria até se cansar de abusar da minha bunda apertada de garota branca...
E eu assumi meu lugar.
3 comentários - Sissy presa pelo passado.