hotel

A língua… só lembro da língua, ponta flexível tocando meu buraquinho do prazer enquanto minhas coxas se contorciam, você me deixou de quatro na cama daquele hotel.
As costas dele… só lembro das costas dele entre minhas mãos, minhas coxas abertas cruzando a bunda dele, os braços dele enroscados nas minhas pernas, a pica dura entrando e saindo do meu cu e eu gemendo, gemendo alto — quem caralhos podia nos ouvir naquele hotel de madrugada? E se me ouvissem pedindo "me come, me come", quem se importaria se todo mundo tava na mesma, fodendo feito coelhos uns contra os outros e outras por cima delas e eles dentro dos outros? Que excitante era aquilo, reunidos no mesmo lugar, atraídos feito bichos pela luz ardente do sexo.
"Me come", eu disse mais forte, e ele mexia mais rápido os quadris, as bolas dele batendo na minha bunda. Ahhhh, adoro tanto ter você dentro, eu dizia enquanto mordia o travesseiro. Eu me sentia uma putinha montada pelo macho dele, quente e selvagem, a grossura da pica dele bombeando mais e mais e mais rápido, me fazendo ofegar. De vez em quando, as paredes do meu cu se contraíam tanto que o pedaço de carne dele ficava preso dentro de mim.
Ofegando… só me lembro de dizer, ofegando: "quero montar em você". Ele não queria parar, empurrava mais forte a pica. Aiiiii, me fazia gemer aiiiii a cada estocada, meu cu se contraía mais e mais. Ahiiii, eu adorava tanto me sentir dele, ser a cadela dele, desejosa e submissa. "Amo sua pica, papai", eu dizia. Ele tirava, e meu cu ficava dilatado, abrindo e fechando feito boca de peixe sem ar, sem a pica dele enchendo minhas entranhas… Eu implorava: "Papai, me dá mais, me deixa prenha do seu leite". Isso esquentava ele, e de novo ele empurrava a pica dentro de mim. Eu levantava a bunda mais alto e colava a cabeça no travesseiro pra foda dele ser mais funda.
A cada sentada que eu dava na pica enorme dele, eu deixava ela sair toda e depois, de uma vez, engolia primeiro a cabeça e depois o tronco, minha bunda batendo nas pernas dele.
"Me enche de leite", eu disse gozando. escorrendo da minha coisinha de sissy
Sêmen quente… esperma velho é o que meus dedos tocam ao acariciar meu cu ainda inchado, pela trepada de ontem à noite.
Gosto de amanhecer nua e cheirando a você, numa cama que também fede a sexo, lençóis onde outros como nós se rolaram, deslizo os dedos até tocar meu buraco do cu, me dá de novo, papai, te falei sussurrando enquanto você dorme e ronca como um leão que sabe que deixou satisfeita sua mulher insaciável.




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