Desde pequenininha, quando começou minha atração pela sensualidade e pelo erotismo, percebi que não tinha nada em comum com os meninos da minha idade, minha escolha parecia ser mais livre.
Quando ficava sozinha em casa, adorava me ver parecida com as bailarinas e vedetes que via nas revistas de espetáculo.
Uma das coisas que eu adorava fazer e sentia necessidade era me mostrar. Ia para a sacada enrolada na cortina e, aos poucos, começava a me revelar, primeiro uma perna vestida com meia-calça preta e ligas, saia curta e uma blusa justa — porque minha irmã era bem gostosa se vestindo. Fingia que regava as plantas, me inclinando o suficiente pra mostrar mais meu corpo. Com o passar dos dias, comecei a dançar.
Era totalmente inocente, não sabia o que podia provocar, só fazia o que me dava prazer pra ir descobrindo sensações. Sentia que eram prazeres e sensações proibidas.
Notei que homens começaram a sair nas suas varandas, meu prédio era o único alto da área e, do quinto andar, tava numa posição boa pra me exibir e pra ver.
Tinha meu público, isso era estimulante, me sentia uma vedete no seu show.
Um pedreiro que tava trabalhando a meia quadra, na primeira tarde que me viu, sentou no chão, apoiando as costas na parede, sem parar de me olhar, tirou o pau pra fora e começou a bater punheta. Me pareceu enorme, nunca tinha visto um pau duro antes, gostei — mas não só do pau, de toda a situação. Várias sensações e fantasias dispararam em mim, tava confusa, surpresa, animada e pasma de provocar isso num homem, de ver como ele reagia à minha sensualidade. Achei que os outros faziam o mesmo, mas sem mostrar.
Não conseguia parar de olhar pra ele, e o show naquela tarde foi só pra ele, me escondendo com a cortina pros outros imaginarem.
Pouco depois, entrei em casa, tava excitada, mas quando a campainha tocou, quase morri de susto. Não atendi.
Muito nervosa, decidi sair de casa meia hora depois, minha cabeça voava a mil por hora e sempre voltava pra imagem daquele homem. Nu pelado se masturbando, me desejando, me olhando e fazendo sinal pra eu ir, mostrando o pauzão duro dele, me oferecendo.
Saí nervosa pro lado oposto de onde ele tava, cruzei a rua e virei na esquina, me virei pra ver se ele tava me seguindo. Atrás de mim, a umas cinco casas de distância, vinha um dos vizinhos que me olhava toda tarde.
Ele mantinha distância, só me seguindo, pensei: ele curte me ver. Então comecei a andar rebolando o corpo, balançando com o centro nos quadris, sentindo minha bunda indo de um lado pro outro.
Parece que isso animou ele, porque ouvi o "oi" dele perto, e ele chegou do meu lado.
— "Oi, você dança muito bem, anda igual uma dançarina."
Não sei por que, mas me deu confiança. Tinha algo nele que me parecia familiar, me relaxei um pouco.
Caminhamos mais um pouco e ele disse que tinha uns presentes pra eu ficar mais gostosa.
Mostrou duas sacolas, aproveitei pra olhar a virilha dele, vi o volume, como marcava dentro da calça. Ele me deu uma das duas sacolas que carregava, a menor.
Fiquei muito curiosa, abri, olhei, não entendi o que era até virar o pacote e ver a foto na etiqueta. Era meia arrastão e cinta-liga, demais!!! Amei, igual as mulheres que despertavam minhas fantasias usavam.
— "Nunca te vi usando, são feitas pra você, combinam com seu estilo, olha bem que tem mais."
Sim, uma calcinha pequenininha, fiquei vermelha.
— "Ficariam mortais em você, iam valorizar suas pernas lindas e a calcinha ia mostrar mais sua bunda."
Ele me deu a sacola grande e eu pedi pra ele segurar a pequena, abri a caixa e não acreditei: umas botas com saltos altíssimos. Ele notou meu entusiasmo.
— "Experimenta."
— "Aqui? Não."
— "Vamos pra casa, moro sozinho." Fomos.
Ele serviu algo pra beber, uísque, forte, gostei mais depois de tomar pelo gosto que deixou.
Conversamos sobre várias coisas, ele perguntou minha idade, eu 13 e ele 32, disse que adorava me ver na sacada e me convidou pra ir pro quarto pra estrear os presentes.
Quando terminei, me olhei no espelho. Não acreditei como eu via, aquele look me encantava e acendia minha imaginação. Avisei que estava pronta e fui pra sala.
—"Uau, dá uma voltinha", ele ajustou um pouco a cinta-liga, me virou e encaixou a calcinha no meio da racha da bunda, "mmmm bem enfiadinha na racha vai te deixar mais gostosa" e começou a acariciar de leve, sem dúvida era uma zona erógena. Sentir as mãos de um homem pela primeira vez foi muito excitante, minha respiração ofegante virou gemidos.
"mmm como você gosta... é uma putinha mesmo"
—"vamos nos ver no espelho grande", nos beijamos, era estranho e gostoso brincar com as línguas molhadas e quentes, ele começou a agarrar minha bunda com força, eu amava o que estava acontecendo e me deixava levar.
Ele me colocou na frente do espelho onde eu podia me ver inteira, um sonho, eu fazia poses e ele aprovava.
—"dança um pouco como quando você faz a putinha na sacada e eu mostro pra você", ele colocou música, começou a tocar e eu dancei.
Deitado no sofá ele disse "olha como você me deixa duro", enquanto desafivelava o cinto, abaixava o zíper e tirava pra fora, mmmm, eu não conseguia parar de olhar pro pau duro dele, "quer parar de ser uma menina e virar uma mulherzinha especial? você entrou como um moleque, mas pode sair como a putinha que todos desejamos".
—"E o que eu tenho que fazer?"
—"vem cá", ele sentou no sofá, tirou a calça e abriu as pernas, "ajoelha", eu obedeci, "olha bem pra ele, sei que você gosta, com esse pau eu te faço mulherzinha se você se deixar".
Eu amava tudo que estava acontecendo, a cada passo uma novidade que me deixava louca.
Não conseguia parar de olhar pra ele, ele balançava o pau parado perto do meu rosto. Eu adorava o cheiro de pica.
Ele disse que pra começar a me transformar numa dessas garotas das revistas, eu tinha que meter na boca, saborear, chupar, sentir, aproveitar, "acho que você vai ficar louquinha".
Ele tinha razão, quando meti na boca, achei estranho, a consistência, a temperatura, nunca tinha provado nada parecido com tanta energia, eu amava fazer aquilo, tinha algo mágico, poderoso. Eu tava com ele na minha boca, enchendo de saliva, sentindo suas formas, suas veias com minha língua e lábios. Ele gostava, porque aprovava e ofegava, me segurou pela cabeça e foi subindo e descendo com o pau na minha boca. Entendi que aquilo agradava e continuei assim.
— "Isso, continua, quando eu falar não para, chupa rápido que tenho uma surpresa pra você".
Quando ele disse "agora vai", eu fui. O pau ficou durasso e pulsando, e mudou de gosto.
Ele começou a gemer forte e a ter uns espasmos, na mesma hora minha boca encheu daquele líquido grosso, quente e com um sabor especial.
Minha saliva, o gozo dele, o pau na minha boca formaram um gole especial.
— "Engole", saboreei um pouco mais e engoli, "gostou?", "sim, quero mais".
Quando a coisa acalmou, a gente tava feliz, conversamos sobre vários assuntos, rimos muito e ele serviu mais uma rodada de uísque.
— "Você foi fantástica, a mulherzinha escondida apareceu rapidinho, você curtiu. Pra fazer ela ficar de vez, tenho que meter no seu rabo".
— "Vai me comer?"
— "Vou te possuir".
Por uns momentos, parecia que ele tinha dezenas de mãos me acariciando ao mesmo tempo, e noutros, que eu tava no colo de umas mãos suaves me aquecendo.
Ele me colocou de frente pro espelho, abriu minhas pernas, começou a beijar minha bunda, separou minhas nádegas e começou a lamber meu buraquinho, amava sentir a língua molhada dele, até que senti algo estranho.
— "Vou colocar um dedo, tá sentindo? Tem que relaxar mais. Assim... entrou mais um dedinho, mais um e você tá pronta pra deixar de ser virgem". Doía um pouco, mas eu não conseguia parar, tava entregue.
Ele entrou, brincou um pouco assim, mandou eu me ajoelhar feito uma putinha na frente do espelho, ficou atrás de mim e senti a cabeça do pau dele tentando entrar.
— "Quietinha, não se mexe, relaxa, deixa eu enfiar a cabeça pra te abrir, depois fica mais fácil, sente ele, deixa entrar".
Senti o pau dele empurrando, se mexendo como se procurasse caminho, e de repente começou a entrar, abrindo meu cu que Eu tava tenso, doía, mas a situação era muito quente.
— "A cabeça entrou, querida, se acostuma que daqui a pouco eu te possuo, começa uma nova vida pra você" — e ele começou a se mover devagar, enfiava um pouco mais e voltava pra onde tava, insisto, era uma sensação muito estranha e eu vendo meu rosto em primeiro plano desenhado de prazer desconhecido, ele metia tudo até o fundo e tirava sem sair, num ritmo gostoso.
— "Você tá me comendo..." — falei incrédula. Ajeitei a Booty pra entrar melhor.
— "Viu... a slut entende tudo, você já mudou pra sempre" — e continuava bombando em ritmos diferentes.
Uns minutos depois:
— "Olha no espelho".
Eu não conseguia parar de olhar, de admirar, era um homem imponente, poderoso.
— "Tô dentro de você, somos um".
— "Poderia te ter assim pra sempre, você tá conhecendo só uma amostra do prazer infinito que os homens podem te dar".
— "Olha no espelho".
— "Devagar, meu cum vai encher teu cu, esse momento vai ficar pra sempre, você me escolheu pra ser livre. Da sua sacada você tinha as opções, a gente tava tudo lá esperando sua decisão".
Nisso, vejo ele se levantar, parecia gigante, a gente ainda tava ligado dentro de mim enquanto com um som gutural ensurdecedor ele começou a me inundar por dentro, penetrava em ciclos. A mistura da porra dele com o pau dele mais a lubrificação da minha Booty me fez pirar, ele tirou o pau do meu cu.
— "Olha no espelho".
Sim, eu tinha mudado.
— "Pronto, bebota, você deixou a slut dentro de você te possuir".
Inacreditável, mas eu tinha que ir estudar na casa do Luís, combinamos de nos ver, que ele me daria um sinal da sacada.
— "Deixa a roupinha aqui pra não te descobrirem"
— "As botas eu deixo, a lingerie eu levo" — passei em casa, me higienizei, peguei os livros e fui estudar.
No caminho, não parava de pensar no que aconteceu.
Quando cheguei na casa do Luís, ele logo percebeu que eu escondia algo, a gente contava quase tudo um pro outro, mas se eu contasse, teria que falar das minhas danças na sacada vestida de mulher e que um homem Ele me pegou.
Insistiu e eu contei, ele me olhava com os olhos arregalados sem piscar, até que finalmente disse:
— "Não sabia que você se vestia de mulher, adoraria te ver com as roupas da minha irmã, meia-calça, calcinha, saia e uns saltos. Vamos no quarto dela e escolhe."
— "A lingerie já tô usando", expliquei, fomos escolher o resto e percebi que sim, eu tinha virado uma putinha.
— "Te espero no meu quarto."
Quando terminei de me arrumar, peguei a saia mais curta que tinha e uns saltos lindos, fui e entrei rebolando.
— "Não acredito que é você, se sair assim vão querer te comer, vai me fazer ficar duro vestida assim, vai virar travesti?"
Eu disse que sim sem saber direito o que tava falando, ele não aguentou mais, tirou pra fora e começou a bater punheta.
— "Preciso te pedir um favor, não fica bravo, chupa minha rola, fala que você adorou, não gostou da minha? Olha, vivo batendo punheta e quero te ter de putinha, fala, somos amigos, te pago por isso."
A ideia me divertiu, eu fiz, me deixava louca e eu confirmava. Tinha um gosto parecido, chupei ele, Luis tava ofegante, continuei chupando, eu curtia, era estimulante pra eles e eu começava a entender o que ele mais gostava, então continuei fazendo. Luis não demorou igual meu vizinho, acho que a idade tinha a ver, nós 13, meu vizinho 32, e de repente ele gozou na minha boca, me encheu. Não acreditei, ele me agradeceu, pediu pra chupar ele todo dia na casa dele e na escola e coisas assim, me deu umas notas que coloquei na liga da meia.
— "Fica vestido de mulher." A gente queria estudar, mas ele não parava de acariciar minhas pernas e falar como eu era boa chupando rola, "não consigo imaginar como você ficou quando teve no rabo, na chupada dava pra ver que você gosta."
— "Quer me comer?" E comecei a acariciar o volume dele, uma massagem gostosa.
— "Tá me perguntando sério, é pergunta ou oferta? Vamos pra cama e me dá o cu. Anda na minha frente que eu aperto sua bunda, 'fica de quatro'." Ele levantou minha Saia.
Tava nervoso e tarado. Falei como meu vizinho tinha feito, ela repetiu mais ou menos e começou a entrar, foi até o fundo, amei aquele momento como ela me abria.
— "Você também tá me comendo..."
— "Que segredinho você tava guardando, puta chupa-rola."
Gozou, a gente caiu na cama e conversou.
Fiz ela prometer que não contaria pra ninguém, senão não me veria mais.
— "Nãooo, agora que sei que você faz isso, quero você só pra mim."
— "E meu vizinho?"
— "Sabe quantas punhetas eu bati ontem? 7, você me excita demais, vira de lado que vou passar a mão na sua bunda toda."
Mentira, logo senti a ponta do pau dele duro, tentando entrar, deixei ele fazer, amei aquela posição, não conseguia negar, era mais forte que toda aquela vontade de um homem tarado querendo me comer.
Continuamos assim aquela tarde, chegou a 7 e paramos porque tinha que arrumar antes da família chegar.
Tava doida com meu papel, nasci pra ser assim, com Luis continuei transando muito, aprendendo, embora eu aprendesse com outros homens, gostava dos mais velhos.
Me sentia estranha, mas feliz, sabendo que não trocaria por nada e que tinha muito mais, eu tinha só 13 anos.
Quando ficava sozinha em casa, adorava me ver parecida com as bailarinas e vedetes que via nas revistas de espetáculo.
Uma das coisas que eu adorava fazer e sentia necessidade era me mostrar. Ia para a sacada enrolada na cortina e, aos poucos, começava a me revelar, primeiro uma perna vestida com meia-calça preta e ligas, saia curta e uma blusa justa — porque minha irmã era bem gostosa se vestindo. Fingia que regava as plantas, me inclinando o suficiente pra mostrar mais meu corpo. Com o passar dos dias, comecei a dançar.
Era totalmente inocente, não sabia o que podia provocar, só fazia o que me dava prazer pra ir descobrindo sensações. Sentia que eram prazeres e sensações proibidas.
Notei que homens começaram a sair nas suas varandas, meu prédio era o único alto da área e, do quinto andar, tava numa posição boa pra me exibir e pra ver.
Tinha meu público, isso era estimulante, me sentia uma vedete no seu show.
Um pedreiro que tava trabalhando a meia quadra, na primeira tarde que me viu, sentou no chão, apoiando as costas na parede, sem parar de me olhar, tirou o pau pra fora e começou a bater punheta. Me pareceu enorme, nunca tinha visto um pau duro antes, gostei — mas não só do pau, de toda a situação. Várias sensações e fantasias dispararam em mim, tava confusa, surpresa, animada e pasma de provocar isso num homem, de ver como ele reagia à minha sensualidade. Achei que os outros faziam o mesmo, mas sem mostrar.
Não conseguia parar de olhar pra ele, e o show naquela tarde foi só pra ele, me escondendo com a cortina pros outros imaginarem.
Pouco depois, entrei em casa, tava excitada, mas quando a campainha tocou, quase morri de susto. Não atendi.
Muito nervosa, decidi sair de casa meia hora depois, minha cabeça voava a mil por hora e sempre voltava pra imagem daquele homem. Nu pelado se masturbando, me desejando, me olhando e fazendo sinal pra eu ir, mostrando o pauzão duro dele, me oferecendo.
Saí nervosa pro lado oposto de onde ele tava, cruzei a rua e virei na esquina, me virei pra ver se ele tava me seguindo. Atrás de mim, a umas cinco casas de distância, vinha um dos vizinhos que me olhava toda tarde.
Ele mantinha distância, só me seguindo, pensei: ele curte me ver. Então comecei a andar rebolando o corpo, balançando com o centro nos quadris, sentindo minha bunda indo de um lado pro outro.
Parece que isso animou ele, porque ouvi o "oi" dele perto, e ele chegou do meu lado.
— "Oi, você dança muito bem, anda igual uma dançarina."
Não sei por que, mas me deu confiança. Tinha algo nele que me parecia familiar, me relaxei um pouco.
Caminhamos mais um pouco e ele disse que tinha uns presentes pra eu ficar mais gostosa.
Mostrou duas sacolas, aproveitei pra olhar a virilha dele, vi o volume, como marcava dentro da calça. Ele me deu uma das duas sacolas que carregava, a menor.
Fiquei muito curiosa, abri, olhei, não entendi o que era até virar o pacote e ver a foto na etiqueta. Era meia arrastão e cinta-liga, demais!!! Amei, igual as mulheres que despertavam minhas fantasias usavam.
— "Nunca te vi usando, são feitas pra você, combinam com seu estilo, olha bem que tem mais."
Sim, uma calcinha pequenininha, fiquei vermelha.
— "Ficariam mortais em você, iam valorizar suas pernas lindas e a calcinha ia mostrar mais sua bunda."
Ele me deu a sacola grande e eu pedi pra ele segurar a pequena, abri a caixa e não acreditei: umas botas com saltos altíssimos. Ele notou meu entusiasmo.
— "Experimenta."
— "Aqui? Não."
— "Vamos pra casa, moro sozinho." Fomos.
Ele serviu algo pra beber, uísque, forte, gostei mais depois de tomar pelo gosto que deixou.
Conversamos sobre várias coisas, ele perguntou minha idade, eu 13 e ele 32, disse que adorava me ver na sacada e me convidou pra ir pro quarto pra estrear os presentes.
Quando terminei, me olhei no espelho. Não acreditei como eu via, aquele look me encantava e acendia minha imaginação. Avisei que estava pronta e fui pra sala.
—"Uau, dá uma voltinha", ele ajustou um pouco a cinta-liga, me virou e encaixou a calcinha no meio da racha da bunda, "mmmm bem enfiadinha na racha vai te deixar mais gostosa" e começou a acariciar de leve, sem dúvida era uma zona erógena. Sentir as mãos de um homem pela primeira vez foi muito excitante, minha respiração ofegante virou gemidos.
"mmm como você gosta... é uma putinha mesmo"
—"vamos nos ver no espelho grande", nos beijamos, era estranho e gostoso brincar com as línguas molhadas e quentes, ele começou a agarrar minha bunda com força, eu amava o que estava acontecendo e me deixava levar.
Ele me colocou na frente do espelho onde eu podia me ver inteira, um sonho, eu fazia poses e ele aprovava.
—"dança um pouco como quando você faz a putinha na sacada e eu mostro pra você", ele colocou música, começou a tocar e eu dancei.
Deitado no sofá ele disse "olha como você me deixa duro", enquanto desafivelava o cinto, abaixava o zíper e tirava pra fora, mmmm, eu não conseguia parar de olhar pro pau duro dele, "quer parar de ser uma menina e virar uma mulherzinha especial? você entrou como um moleque, mas pode sair como a putinha que todos desejamos".
—"E o que eu tenho que fazer?"
—"vem cá", ele sentou no sofá, tirou a calça e abriu as pernas, "ajoelha", eu obedeci, "olha bem pra ele, sei que você gosta, com esse pau eu te faço mulherzinha se você se deixar".
Eu amava tudo que estava acontecendo, a cada passo uma novidade que me deixava louca.
Não conseguia parar de olhar pra ele, ele balançava o pau parado perto do meu rosto. Eu adorava o cheiro de pica.
Ele disse que pra começar a me transformar numa dessas garotas das revistas, eu tinha que meter na boca, saborear, chupar, sentir, aproveitar, "acho que você vai ficar louquinha".
Ele tinha razão, quando meti na boca, achei estranho, a consistência, a temperatura, nunca tinha provado nada parecido com tanta energia, eu amava fazer aquilo, tinha algo mágico, poderoso. Eu tava com ele na minha boca, enchendo de saliva, sentindo suas formas, suas veias com minha língua e lábios. Ele gostava, porque aprovava e ofegava, me segurou pela cabeça e foi subindo e descendo com o pau na minha boca. Entendi que aquilo agradava e continuei assim.
— "Isso, continua, quando eu falar não para, chupa rápido que tenho uma surpresa pra você".
Quando ele disse "agora vai", eu fui. O pau ficou durasso e pulsando, e mudou de gosto.
Ele começou a gemer forte e a ter uns espasmos, na mesma hora minha boca encheu daquele líquido grosso, quente e com um sabor especial.
Minha saliva, o gozo dele, o pau na minha boca formaram um gole especial.
— "Engole", saboreei um pouco mais e engoli, "gostou?", "sim, quero mais".
Quando a coisa acalmou, a gente tava feliz, conversamos sobre vários assuntos, rimos muito e ele serviu mais uma rodada de uísque.
— "Você foi fantástica, a mulherzinha escondida apareceu rapidinho, você curtiu. Pra fazer ela ficar de vez, tenho que meter no seu rabo".
— "Vai me comer?"
— "Vou te possuir".
Por uns momentos, parecia que ele tinha dezenas de mãos me acariciando ao mesmo tempo, e noutros, que eu tava no colo de umas mãos suaves me aquecendo.
Ele me colocou de frente pro espelho, abriu minhas pernas, começou a beijar minha bunda, separou minhas nádegas e começou a lamber meu buraquinho, amava sentir a língua molhada dele, até que senti algo estranho.
— "Vou colocar um dedo, tá sentindo? Tem que relaxar mais. Assim... entrou mais um dedinho, mais um e você tá pronta pra deixar de ser virgem". Doía um pouco, mas eu não conseguia parar, tava entregue.
Ele entrou, brincou um pouco assim, mandou eu me ajoelhar feito uma putinha na frente do espelho, ficou atrás de mim e senti a cabeça do pau dele tentando entrar.
— "Quietinha, não se mexe, relaxa, deixa eu enfiar a cabeça pra te abrir, depois fica mais fácil, sente ele, deixa entrar".
Senti o pau dele empurrando, se mexendo como se procurasse caminho, e de repente começou a entrar, abrindo meu cu que Eu tava tenso, doía, mas a situação era muito quente.
— "A cabeça entrou, querida, se acostuma que daqui a pouco eu te possuo, começa uma nova vida pra você" — e ele começou a se mover devagar, enfiava um pouco mais e voltava pra onde tava, insisto, era uma sensação muito estranha e eu vendo meu rosto em primeiro plano desenhado de prazer desconhecido, ele metia tudo até o fundo e tirava sem sair, num ritmo gostoso.
— "Você tá me comendo..." — falei incrédula. Ajeitei a Booty pra entrar melhor.
— "Viu... a slut entende tudo, você já mudou pra sempre" — e continuava bombando em ritmos diferentes.
Uns minutos depois:
— "Olha no espelho".
Eu não conseguia parar de olhar, de admirar, era um homem imponente, poderoso.
— "Tô dentro de você, somos um".
— "Poderia te ter assim pra sempre, você tá conhecendo só uma amostra do prazer infinito que os homens podem te dar".
— "Olha no espelho".
— "Devagar, meu cum vai encher teu cu, esse momento vai ficar pra sempre, você me escolheu pra ser livre. Da sua sacada você tinha as opções, a gente tava tudo lá esperando sua decisão".
Nisso, vejo ele se levantar, parecia gigante, a gente ainda tava ligado dentro de mim enquanto com um som gutural ensurdecedor ele começou a me inundar por dentro, penetrava em ciclos. A mistura da porra dele com o pau dele mais a lubrificação da minha Booty me fez pirar, ele tirou o pau do meu cu.
— "Olha no espelho".
Sim, eu tinha mudado.
— "Pronto, bebota, você deixou a slut dentro de você te possuir".
Inacreditável, mas eu tinha que ir estudar na casa do Luís, combinamos de nos ver, que ele me daria um sinal da sacada.
— "Deixa a roupinha aqui pra não te descobrirem"
— "As botas eu deixo, a lingerie eu levo" — passei em casa, me higienizei, peguei os livros e fui estudar.
No caminho, não parava de pensar no que aconteceu.
Quando cheguei na casa do Luís, ele logo percebeu que eu escondia algo, a gente contava quase tudo um pro outro, mas se eu contasse, teria que falar das minhas danças na sacada vestida de mulher e que um homem Ele me pegou.
Insistiu e eu contei, ele me olhava com os olhos arregalados sem piscar, até que finalmente disse:
— "Não sabia que você se vestia de mulher, adoraria te ver com as roupas da minha irmã, meia-calça, calcinha, saia e uns saltos. Vamos no quarto dela e escolhe."
— "A lingerie já tô usando", expliquei, fomos escolher o resto e percebi que sim, eu tinha virado uma putinha.
— "Te espero no meu quarto."
Quando terminei de me arrumar, peguei a saia mais curta que tinha e uns saltos lindos, fui e entrei rebolando.
— "Não acredito que é você, se sair assim vão querer te comer, vai me fazer ficar duro vestida assim, vai virar travesti?"
Eu disse que sim sem saber direito o que tava falando, ele não aguentou mais, tirou pra fora e começou a bater punheta.
— "Preciso te pedir um favor, não fica bravo, chupa minha rola, fala que você adorou, não gostou da minha? Olha, vivo batendo punheta e quero te ter de putinha, fala, somos amigos, te pago por isso."
A ideia me divertiu, eu fiz, me deixava louca e eu confirmava. Tinha um gosto parecido, chupei ele, Luis tava ofegante, continuei chupando, eu curtia, era estimulante pra eles e eu começava a entender o que ele mais gostava, então continuei fazendo. Luis não demorou igual meu vizinho, acho que a idade tinha a ver, nós 13, meu vizinho 32, e de repente ele gozou na minha boca, me encheu. Não acreditei, ele me agradeceu, pediu pra chupar ele todo dia na casa dele e na escola e coisas assim, me deu umas notas que coloquei na liga da meia.
— "Fica vestido de mulher." A gente queria estudar, mas ele não parava de acariciar minhas pernas e falar como eu era boa chupando rola, "não consigo imaginar como você ficou quando teve no rabo, na chupada dava pra ver que você gosta."
— "Quer me comer?" E comecei a acariciar o volume dele, uma massagem gostosa.
— "Tá me perguntando sério, é pergunta ou oferta? Vamos pra cama e me dá o cu. Anda na minha frente que eu aperto sua bunda, 'fica de quatro'." Ele levantou minha Saia.
Tava nervoso e tarado. Falei como meu vizinho tinha feito, ela repetiu mais ou menos e começou a entrar, foi até o fundo, amei aquele momento como ela me abria.
— "Você também tá me comendo..."
— "Que segredinho você tava guardando, puta chupa-rola."
Gozou, a gente caiu na cama e conversou.
Fiz ela prometer que não contaria pra ninguém, senão não me veria mais.
— "Nãooo, agora que sei que você faz isso, quero você só pra mim."
— "E meu vizinho?"
— "Sabe quantas punhetas eu bati ontem? 7, você me excita demais, vira de lado que vou passar a mão na sua bunda toda."
Mentira, logo senti a ponta do pau dele duro, tentando entrar, deixei ele fazer, amei aquela posição, não conseguia negar, era mais forte que toda aquela vontade de um homem tarado querendo me comer.
Continuamos assim aquela tarde, chegou a 7 e paramos porque tinha que arrumar antes da família chegar.
Tava doida com meu papel, nasci pra ser assim, com Luis continuei transando muito, aprendendo, embora eu aprendesse com outros homens, gostava dos mais velhos.
Me sentia estranha, mas feliz, sabendo que não trocaria por nada e que tinha muito mais, eu tinha só 13 anos.
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