Herman@

Há poucos dias, dá pra dizer que perdi uma certa virgindade. Pela primeira vez, gozaram dentro do meu cu. Vou contar como foi.
Tava num daqueles dias de calor extremo, ainda no escritório onde trampo, entre uma tarefa e outra, fuçava na internet
alguma acompanhante pra passar o tempo
ao sair do meu expediente de trabalho.
Foi então que uma ideia tarada veio na minha cabecinha e decidi procurar naquela direção. Embora umas vinte vezes eu tivesse encontros com
Travestis
, geralmente eu tinha me comportado de forma ativa, dando o cu pros outros, embora chupando seus paus e genitais. Sempre um cunnilingus no meio, acabava fazendo sexo oral neles, mas nunca deixando que me penetrassem por completo. De repente, localizei uma transexual muito gostosa, era meu irmão Sandro ou como agora se chamava, Sandy-bebê.
Dessa vez me excitou a ideia de ser completamente passivo e dar pra esse traveco do meu irmão/irmã. Pesquisei e descobri que ele/ela oferecia os serviços a poucas quadras do meu trampo. Liguei e marquei o encontro, claro, falei pra ele/ela esquecer de vez que somos parentes.
Com esses nervos que sempre vêm junto com os
encontros sexuais
Furtivo, cheguei até o prédio e chamei o apartamento certo. Num instante, vejo se aproximar e abrir a porta meu bro transexual de uns 30 anos, morena, com um tom de pele de salão de bronzeamento, magra e com uns peitões enormes. Me recebeu super na boa, subimos até o apê dela e, quando chegamos, me convidou pra ficar à vontade.
Ela me deu uma toalha e fui me limpar. Depois de um tempo, já pelado, me deitei na cama e esperei ela vir comigo. Ela se aproximou e, como é de praxe nessas situações, me perguntou o que eu queria fazer. Na hora falei que queria chupar ela muito e que depois ia pedir pra ela me comer.
Com relação a oferecer meu cu pra ela, avisei que ela devia ter paciência, porque não tô muito acostumado a ser penetrado numa situação de trepada, e também pra não ser muito violenta pra não me rasgar. Falei que ela era a sortuda por ter minha virgindade!!!
Tenho que admitir que meu cu se dilata bem generosamente, mas não é a mesma coisa quando a gente brinca sozinho do que sincronizar com outra pessoa que tá metendo com o pau dela. Começamos a nos beijar.
Levei rapidamente uma das minhas mãos até a virilha dela, procurando o volume esperado. Ela estava usando uma calcinha fio-dental preta minúscula. Na hora, puxei ela de lado e o carregamento de carne caiu pesadamente.
Então me posicionei de um jeito que dava pra começar a brincar com a língua naquele prepúcio escuro. Com a mão dele, puxou a pele pra trás, deixando aparecer uma cabecinha grossa e rosada.
Comecei a chupar ele com vontade enquanto massageava as bolas dele. Senti a ereção crescendo dentro da minha boca e o gosto do líquido pré-gozando surgindo devagar. Com a mão, continuei cutucando até esfregar o dedo indicador no cu dele, acariciando com delicadeza.
Ela dizia: “assim, chupa, assim, buceta, toda”. Com a outra mão, peguei meu pau pra começar uma punheta leve. Enquanto ela se acariciava os peitos.
A fellatio durou vários minutos, incluindo repetidas chupadas nos testículos, saboreando os sucos e sentindo o cheiro suave da virilha com a textura dos pelos raspados. Nessa brincadeira oral me entretive enquanto
A transexual procurava meu cu com os dedos.
encremados. Assim começou a tarefa excitante da dilatação.
Primeiro foi um dedo, depois dois, três... quando o quarto dedo conseguiu deslizar na minha buceta, tirei o pau da minha boca, ele pegou um preservativo e colocou devagar.
Eu fiquei de quatro e senti a cabeça do pau dele lentamente abrindo caminho no meu buraco. Nos primeiros segundos, senti uma dor intensa que me fez jogar o corpo pra frente.
Então a trans me pegou pela cintura,
me puxou pra trás e enfiou a pica toda no meu cu
Consegui sentir toda aquela pica dentro de mim e até como as bolas dela roçavam nas minhas. A penetração era completa. Depois de conquistada, a rebolada começou a acelerar. Embora a dor ainda existisse, ela tinha diminuído, dando lugar a um prazer indescritível.




Um prazer físico, puramente anal, e um prazer mórbido de perda humilhante de masculinidade. O coito nessa posição foi extremamente prazeroso. Curvei a parte superior do meu corpo, deixando a bunda bem levantada, relaxando. Eu estava bem aberto sendo comido por um travesti. A safadeza era de lascar.
Meu pau mole escorria líquido, dava pra sentir escorrendo pelas minhas pernas. A gente tava nessa quando a trans me fala: "vira". Ela tirou o pau dela do meu cu, eu virei de posição, fiquei deitado de barriga pra cima, com as pernas bem abertas. Feito a melhor puta,
Abri com cada mão minhas nádegas, oferecendo meu cu dilatado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
O travesti me penetrou de novo. Dessa vez eu conseguia ver a cara de prazer dele. Na posição de papai e mamãe, ele se aproximou e a gente começou a se beijar. "Você é minha putinha", ele falava enquanto dava estocadas certeiras com o corpo, metendo e tirando o pau do meu cu. "Sou sua putinha e quero que você encha minha bunda de porra", eu repetia entre beijos de língua. "Você vai me dar toda essa porra quentinha?", eu perguntava, provocando pra ele socar cada vez mais forte.
A essa altura, meu prazer anal era tanto que
Eu tava na beira do orgasmo.
Minha próstata estava sendo devastada por aquele pau grosso que, sem piedade, buscava a gozada. A gente continuou se falando coisas desse tipo até que, de repente, a trans soltou um gemido enorme de prazer. Parou o vai e vem. Senti as batidas do pau dela derramando o esperma no meu cu.
Quase desabando, começou a me beijar com paixão. Durante aquele beijo molhado, eu sentia os espasmos depois da gozada dele. Assim que esvaziou toda a carga, se levantou, recuperou o fôlego e se ajoelhou do lado da minha cara.
Comecei a me masturbar com o pau meio duro enquanto lambia a ponta da camisinha suja que ela me oferecia. "Aqui tem toda a porra", ela disse e tirou o preservativo.
Apoiou o pau dele de novo, pelado, na minha boca. Consegui chupar as últimas gotas que sobravam. Me masturbei com muita força, olhava na cara dele com o esperma na minha língua.
Engoli o líquido precioso e gozei profusamente com um gemido abafado. O resto foi anedótico. Agora não vejo a hora de viver de novo uma experiência assim com meu irmão transexual, até tenho a fantasia de me tornar parceiro dele, mesmo que a gente esconda isso dos nossos pais.




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4 comentários - Herman@

Estuve con u a trans asi iba seguido pagaba... de ahi en mas me gustan las mujere pero elijo trans de aca al fin de mundo son hermosas y en la cama se ponen hermosas
Buen relato, algo incómodo eso de que la travesti fuera su hermano pero obviando eso es muy excitante, y la "nena" de las fotos también es muy atractiva 😋