A noite foi espetacular
A música
As luzes
Me exibi dançando
Gostosa no palco, mas tímida debaixo
Curtindo com minhas amiguinhas
Quando desci, um monte de mãos me tocavam e eu me desorientei. Depois de pedir por favor, chutar e chorar, consegui ver uma placa verde de saída.
Meu vestidinho subido quase até a cintura e minhas nádegas brilhando de tanto carinho.
Saí e da minha mochilinha peguei um espelho, me vi um bagaço e não aguentei meu gênio, arrumei o cabelo e a maquiagem antes de ver onde estava.
O lugar era escuro e uma escada descia pra rua. Meus saltos mal se ouviam por causa da música.
Nem tenta puxar o vestido pra baixo, que rebelde já deixava minha buceta de fora. Me ergui e, pensando em coordenar meus passos com os saltos, caminhei em direção à luz da rua.
Umas latas de lixo enormes de cada lado encharcavam tudo com um fedor forte.
Mal tava passando por entre elas, vi que ia andar uns 30 metros.
O que eu não tinha visto eram os três caras que estavam fumando e ficaram calados quando me viram.
Me deu graça que eles se assustaram comigo, 1,58 de maricona afeminada. Se olharam sorrindo e me cercaram.
Meu sorriso virou um medinho.
— Colabora? — perguntou um, acariciando minha bochecha.
Meu sorriso já foi resposta o suficiente
Não perdi tempo...
Um pau fedorento se enfiou entre meus lábios. Fechei meus olhinhos e chupei como se minha vida dependesse disso.
Os outros ficaram empolgados com a minha bunda.
Me beliscavam e davam tapinhas enquanto tiravam a minha tanga.
Se revezavam para lamber meu cuzinho feliz. Aproveitando, me elogiavam como eu era gostosa e feminina.
Riram do pequeno clitóris depilado amarrado com um delicado curativo rosa.
Chupando o próprio dedo, enfiou ele no meu buraquinho.
Fiquei quietinha sentindo cada movimento do dedo lindo dele.
Gemi que nem uma boa putinha, isso gostaram.
O primeiro me penetrou com firmeza, já que meu cu se recusava a ceder, ele empurrou com força arrancando um grito abafado pela música e pelos barulhos da rua.
Meu Deus, que enorme que era.Minhas perninhas tremiam.
Minha boca devorava um e minha buceta o outro. O terceiro revistou minha mochilinha e começou a me filmar com meu celular.
Guardou minha identidade e achou a chave do carro.
Estava perdida, mas naquele momento só curtia ser a putinha daqueles caras.
Eles percebiam minha atitude de putinha e submissa, e não só iam me curtir, mas também me submeter aos caprichos deles.
O sêmen dele escorreu em todos os meus buracos, na minha cara, nas minhas nádegas.
Dominada e com um futuro incerto, só sorria que nem uma idiota.
4 comentários - Sissy Solita en el callejon